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YENİ ASUR KRALLIĞI’NIN BÖLGEYE YERLEŞMESİ A-Siyasal Gelişmeler

Belgede Diyarbakır ekonomi tarihi 1 (sayfa 32-42)

O Serviço de Nutrição Dietética (SND) possui 32 funcionários e responde à Diretoria Administrativa e à Diretoria Técnica Assistencial. É responsável pelo fornecimento da alimentação aos funcionários, estagiários, pacientes e acompanhantes. A produção dos alimentos é realizada por uma empresa terceirizada.

O SND oferece aos pacientes e acompanhantes refeições como: desjejum, colação, almoço, café da tarde, jantar e ceia. O almoço e o jantar são servidos aos funcionários, estagiários e acompanhantes no refeitório do hospital. As demais refeições para os acompanhantes e todo o alimento dos pacientes são servidos nos quartos de internações, pelas copeiras.

O acompanhante desce para o refeitório e faz a refeição ali no refeitório, que é self-service, comida toda separadinha. (ENTREVISTADA 33 – A).

Aí, a gente prepara o carrinho e sobe e vai fazer as distribuições. Lá em cima, olha pelo mapa, monta a bandeja e entrega aos pacientes. (ENTREVISTADO 36 – A).

Ressalta-se que os acompanhantes não pagam pelos serviços de alimentação que o hospital oferece. Em alguns pontos do hospital, existem máquinas que comercializam produtos alimentícios, como biscoitos, sucos e refrigerantes, mas não dispõem de cantina.

Os nutricionistas do SND elaboram para alguns pacientes, em função do seu diagnóstico, um “cartão especial”, que é uma adequação alimentar para que o tenham melhor aceitação dos alimentos. A solicitação dessa alteração ocorre por intermédio do médico ou da equipe de enfermagem responsável pelo paciente. Em seguida, os nutricionistas avaliam o paciente e realizam a adequação das refeições, respeitando as necessidades do paciente e as condições do hospital.

Qualquer tipo de alimentação pode ser adequada. Não necessariamente a livre. Qualquer tipo só é adequado segundo as padronizações tanto de dieta, quanto do hospital. Não adianta você querer colocar um mouse. Sendo aqui, não vai ter, porque é livre. Tem que ser padronização das dietas e do hospital. (ENTREVISTADO 38 – A).

[...] quando o paciente está com via oral, ou o médico pede, ou a enfermagem pede e, mesmo, as copeiras veem que o paciente não está comendo bem, a gente vai lá para adequar o cardápio do paciente de acordo com o perfil alimentar dele. (ENTEVISTADO 39 – A).

Os entrevistados consideram que a possibilidade de alteração na dieta do paciente proporciona conforto e a possibilidade maior de recuperação, pois, diante da realização da solicitação do paciente, espera-se ocorrer melhor consumo dos alimentos.

O setor Rouparia conta com 16 funcionários. A coordenação desta área está ligada à Diretoria Administrativa. Cuida do enxoval hospitalar, fornecendo roupas para os leitos, blocos cirúrgicos e maternidade, vestuário para recém-nascidos e pacientes, uniformes para os funcionários e saco de óbito. A função de determinados funcionários é alterada por um esquema de rodízio. A troca ocorre semanalmente, devido ao fato de alguns trabalhos serem mais desgastante.

A Rouparia possui ambiente para o recebimento e a manipulação da roupa suja e o ambiente para que a roupa limpa possa ser tratada, ambos localizados no andar térreo do hospital. Nos andares não existe Rouparia; apenas um espaço para guardar as roupas que ficam na responsabilidade da equipe de enfermagem.

Aqui no hospital, a gente há mais tempo, já vem batalhando, já apresentou até para a diretoria a proposta, mas sempre por causa do recurso, que é limitado. E, então, sempre ficou para depois, que é a questão da nossa rouparia ser centralizada. A roupa só fica na rouparia no térreo. Eu não tenho lá em cima a rouparia. (ENTREVISTADA 34 – A).

Os trabalhos iniciam com a recepção da roupa suja na área contaminada, que, após ser recolhida pelos funcionários da limpeza, é enviada para as dependências da Rouparia. Os funcionários separam as roupas em função da cor, pesam, embalam e as enviam para a lavanderia, que é terceirizada, embora o hospital tenha maquinários, como lavadoras, secadoras e centrífugas. De acordo o entrevistado 33, o custo de lavar as roupas no hospital fica mais elevado do que terceirizar.

Após a chegada da roupa da lavandeira, esta é pesada e contada novamente para a elaboração do rol. Ocorre a seleção das peças, Algumas são dadas baixas e as que necessitam de reparo são enviadas para a costureira. As roupas em condições adequadas são dobradas e estocadas, estando, dessa forma, os enxovais prontos para serem distribuídos nos andares, por meio da equipe de enfermagem.

O enxoval não é confeccionado pelos funcionários da Rouparia, e sim terceirizado. Toda roupa nova que chega à Rouparia é carimbada com a data de entrada para ter um controle das peças, em relação à durabilidade, que, em média, é de 18 meses. Ressalta-se que é um setor de grande perda, pois os clientes de saúde, ao receberem alta, levam peças do enxoval para suas residências e também ocorre mau uso pelos funcionários do hospital. Itens como esparadrapo e agulha, entre outros descartáveis, são encontrados nas roupas, gerando danos nas peças, como explicou o entrevistado 34.

Por fim, tem-se o Departamento de Infraestrutura. É o maior do hospital Alfa. Possui 201 funcionários e está subordinado à Diretoria Administrativa. É responsável pelos serviços de engenharia, arquitetura, higienização e limpeza, gerenciamento de resíduos, transporte, patrimônio, recepção, telefonia, segurança e portaria. Estes dois últimos são serviços terceirizados. Para seu melhor funcionamento, devido a sua dimensão, é dividido em três coordenações: Coordenação da Engenharia, Coordenação da Portaria, Controladoria e Transporte e Coordenação de Higienização e Limpeza.

A Coordenação de Engenharia é responsável pelas instalações físicas do prédio do hospital, realizando projetos de alterações da construção e manutenção. A Coordenação da Portaria, Controladoria e Transporte cuida do acesso das pessoas ao hospital, incluindo pacientes, visitantes, funcionários e fornecedores. O acesso ao hospital ocorre pelas diversas portarias (pessoas e cargas) e recepções (de portaria, maternidade, pronto socorro). Nestes pontos estão presentes recepcionistas e porteiros.

A portaria é a cara do hospital. Sou recepcionista da portaria. A gente recebe o acompanhante ou o visitante no hospital, faz o cadastramento de cada um

deles, guardamos as bolsas e liberamos a entrada deles dentro do hospital. (ENTREVISTADO 19 – A).

O porteiro tem que direcionar os acompanhantes para o lugar certo, para ser atendido no lugar certo e na hora certa quando o médico solicita a chamada. (ENTREVISTADO 23 – A).

Como o hospital Alfa possui diferentes recepções e portarias, não existe um posto fixo para cada profissional deste setor. Os profissionais trabalham em regime de rodízio, com escala de três meses. Portanto, todos atuam em todos os acessos presentes no hospital. De acordo com entrevistado 25, esta escala é necessária porque os serviços de algumas portarias geram mais desgastes do que outras, como a do Pronto Socorro, e, também, para que os funcionários não fiquem acostumados a um único ambiente.

O rodízio é necessário porque você acaba se apegando demais às pessoas do seu setor. Então, você acaba tendo liberdade que, às vezes, não deveria. Então, às vezes você distanciar um pouco e retornar, já retorna mais focado no seu serviço. E, também, o pronto socorro é muito estressante, porque você lida só com gente nervosa. Nós já fomos ameaçados de morte no pronto socorro. E, então, para você lidar com gente assim você tem que ter um pouquinho de distância também. (ENTREVISTADO 25 – A).

A Coordenação de Higienização e Limpeza é responsável por cuidar de todo hospital. Os funcionários realizam a higienização e a limpeza de acordo com uma escala, na qual constam todos os setores e andares. Então, cada grupo de funcionários é responsável por um setor durante determinado período de tempo, já que existe um rodízio de três meses para a realização das tarefas. O rodízio é justificado pelo fato de alguns setores demandarem serviços exaustivos, observando-se um conflito na aceitação deste revezamento.

Eu preferiria ficar só em um lugar fixo. Na semana que vem, eu já vou estar em outro lugar. Isto é horrível! Eu acho que não é legal. Para o paciente também seria melhor. Por exemplo, ele já se acostumou com a pessoa aqui, e quando chega amanhã já é outra pessoa, mudada, totalmente diferente. Não dá certo. Não gosto. (ENTREVISTADO 15 – A).

Eu gosto do rodízio, mas eu acho que demora muito. Três meses é muito tempo. Tem setores que são muito cansativos. Cansam a gente demais. Eu não sei, eu acho que deveria ser um período mais curto. Eu acho que tinha que mudar sempre. Todo mês. Fica um mês em cada setor. (ENTREVISTADO 17 – A).

Eu acho que seria melhor setores fixos. Mas o rodízio é uma oportunidade também de conhecer o hospital e também alguns setores podem ser mais cansativos por causa do serviço. Então, é uma oportunidade que eles têm também para não ficarem exaustos. (ENTREVISTADA 26 – A).

Uma das principais atividades do setor de Higienização e Limpeza é o cuidado com os leitos. Existem dois tipos de limpeza: a corrente e a terminal, que é quando o paciente deixa o leito por motivo de alta, transferência ou óbito. A limpeza terminal exige a desinfecção na maca, colchão, paredes e chão.

Essas características dos setores que foram apresentadas permitem entender o objetivo e a forma de atuação, para, em seguida, pontuar outras questões. É importante considerar que, juntos, o SND, Rouparia e Infraestrutura, possuem aproximadamente 15% dos funcionários do hospital Alfa.

4.1.4.3 Serviço e Nutrição Dietética (SND), Rouparia e Infraestrutura: percepções sobre a

Belgede Diyarbakır ekonomi tarihi 1 (sayfa 32-42)