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Yeniçeriler

Belgede l 2013 l i i l ili l i (sayfa 57-62)

2- Osmanlı ve Türkiye Cumhuriyetinde ordunun Konumu

2.1. Osmanlı’nın Yönetim Yapısı ve Bu Yapıda Ordunun Yeri

2.1.2. Osmanlı Devleti’nde Ordunun Konumu

2.1.2.1. Yeniçeriler

QUADRO 12 – Cronograma das Reuniões Temáticas, Conjuntas e Consultas Públicas para

elaboração do Plano Diretor da Bacia de Contribuição dos Aproveitamentos Hidrelétricos Capim Branco I e II.

Fonte: PLANO DIRETOR - AHEs CAPIM BRANCO I e II (2005, p. 21). Org: SILVA, F. B., 2007.

É de fundamental importância destacar que cada eixo temático redigia uma ata das discussões ocorridas em cada uma das reuniões, que, no intervalo de 15 dias, eram revistas, corrigidas, formatadas e lidas na reunião pública seguinte, sendo que, naquele momento, eram colhidas as assinaturas dos que estavam presentes na reunião anterior, tendo, assim, real

Araguari:

Av. Tiradentes, 35 Centro

ACIA – Associação Comercial e Industrial de Araguari

participação da comunidade em todo o processo de elaboração do plano. Quanto às consultas públicas, a participação da sociedade foi registrada por meio de assinaturas em um livro de presença, bem como a utilização de filmagens e gravações que, posteriormente, foram transcritas em atas.

O procedimento de trabalho da equipe técnica se deu por meio de encontros semanais, às terças e sexta-feiras, entre setembro de 2004 e maio de 2005, nos períodos da noite – alternadamente nos municípios de Uberlândia e Araguari – e manhã, respectivamente. Estes encontros tinham a finalidade de compartilhamento e avaliação das informações levantadas em cada grupo temático, bem como a sistematização dessas em horário regular de trabalho por meio de pesquisas, trabalhos de campo, análise de legislação, análise de relatórios técnicos, entre outras atividades. Dessa forma,

Os coordenadores dos eixos temáticos desenvolveram, com seus respectivos estagiários, atividades para elaboração de propostas com diretrizes gerais referentes aos seus eixos temáticos e, também, trabalhos de campo a fim de complementar o conhecimento técnico-científico já existente. (PLANO DIRETOR - AHEs CAPIM BRANCO I e II, 2005, p. 21).

Nesse contexto, as reuniões públicas permitiram a participação de qualquer membro da comunidade que estivesse interessado em expor seus objetivos, dúvidas e anseios em relação ao Empreendimento e ao futuro uso de sua área de influência. Por isso, aparados por conhecimentos técnicos e jurídicos, os coordenadores, juntamente com seus estagiários, orientaram a evolução das reuniões e, conseqüentemente, o processo de construção e elaboração da proposta do PD AHEs CB I e CB II.

Assim, foram discutidas e formatadas as diretrizes de Ordenação Territorial na Bacia de Contribuição Direta dos AHEs Capim Branco I e II, composta por uma matriz institucional que interligou os anseios da legislação, os resultados das consultas públicas e a elaboração de diretrizes específicas para o uso potencial do reservatório por meio do "Código de Uso do Reservatório". Construindo um plano em perfeita consonância com as questões ambientais, e capaz, ainda, de estabelecer limites e alcances mais refinados para suas diretrizes.

No que se refere à participação popular, diversas instituições e entidades da sociedade civil organizada, tais como associações e cooperativas de produtores rurais locais, representantes legítimos de condomínios de lazer, associações de empreendedores imobiliários e demais usuários dos recursos naturais da AI dos AHEs Capim Branco I e II, contribuíram para a efetiva estruturação e elaboração do PDR.

Nessa discussão, o município de Araguari foi representado por cinco entidades da sociedade civil – Associação Comercial e Industrial de Araguari (ACIA), Associação dos Cafeicultores de Araguari (ACA), Associação dos Engenheiros e Agrônomos de Araguari, Rotary Club, Araguari Sul e do Sindicato dos Produtores Rurais de Araguari – e duas importantes instituições compostas pelo Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio Araguari (CBHA) e pela Prefeitura Municipal de Araguari (PMA), tendo a participação das Secretarias de Turismo, Meio Ambiente, Agricultura, Educação, Desenvolvimento Econômico, Saúde, Fazenda e Obras, além da Câmara de Vereadores.

Já os interesses da municipalidade de Uberlândia ficaram a cargo da prefeitura municipal desta cidade (PMU), que teve representantes das Secretarias de Cultura, de Planejamento Urbano e Meio Ambiente, de Educação e de Trânsito e Transportes, e também da Câmara de Vereadores, além da Associação Comercial e Industrial de Uberlândia (ACIUB), do Conselho Municipal de Desenvolvimento Ambiental de Uberlândia (CODEMA), da Curadoria do Meio Ambiente, do Departamento Municipal de Água e Esgoto de Uberlândia (DMAE), da Filadélfia Incorporações – Uberlândia, da Igreja Assembléia de Deus, do Liverpool Club, do Sindicato da Construção Civil de Uberlândia (SINDUSCON), do Sindicato Rural, do Complexo Empresarial Cooperativo Unimed (UNIMED – Uberlândia), da União das Empresas do Distrito Industrial de Uberlândia (UNEDI) e da comunidade científica por meio da presença da Universidade Federal de Uberlândia (UFU), cujos representantes foram alunos e profissionais da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo, Instituto de Geografia, Instituto de Biologia e da Escola Agrotécnica Federal de Uberlândia (EAFUDI), além do Centro Universitário do Triângulo (UNITRI). Além das instituições já listadas, foi registrada a participação da Associação dos Advogados do Brasil (OAB), do Instituto de Arquitetos do Brasil – Seção Minas Gerais (IAB-MG), da Associação dos Geógrafos do Brasil (AGB), do Centro das Indústrias do Triângulo e Alto do Paranaíba (CINTAP), da Companhia Energética de Minas Gerais (CEMIG), do Conselho Regional de Arquitetura, Engenharia e Agronomia (CREA), do Consórcio Capim Branco Energia (CCBE), da Faculdade de Caldas Novas (UNICALDAS), da Federação das Indústrias de Minas Gerais (FIEMG), da Fundação de Desenvolvimento da Pesquisa (FUNDEP), do Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA), da Polícia Militar do Estado de Minas Gerais – Destacamento Florestal (PMMG), da Prefeitura Municipal de Indianópolis (PMI) e do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI).

AHEs CB I e CB II procurou envolver, no processo de elaboração da proposta um número expressivo de pessoas diretamente afetadas pelos empreendimentos. Mais de 380 convites individuais foram com A. R., obtendo-se participação diversificada. Aprofundando o que foi exposto até aqui, será tratada, a seguir, a proposta de zoneamento ambiental, uma das resoluções deste plano diretor.

3.2.2. Zoneamento Sócio-Ambiental

O mapa de Zoneamento Ambiental, que qualifica o Zoneamento do Ordenamento Territorial das áreas específicas da bacia hidrográfica dos AHEs Capim Branco I e II, apontou as potencialidades e restrições da área com o auxílio do mapeamento denominado Potencialidades e Restrições da Bacia de Contribuição Direta, no qual é trabalhado aspectos de uso e ocupação do solo, geologia, geomorfologia, solos e declividade. Tais informações resultaram na elaboração das Unidades da Paisagem dos AHEs Capim Branco I e II, organizadas no QUADRO 13 e no MAPA 07.

Após o levantamento dessas características, foi possível a elaboração de restrições para cada umas das unidades de paisagem, marcadas pela forte presença de processos erosivos na formação Nova Ponte e no basalto de Formação Serra Geral, alterando as estruturas dos micaxistos e Gnaises, sendo recomendado, para essas, áreas a aplicação de técnicas para uma melhor conservação dos solos e de controle da erosão.

QUADRO 13 - Unidades da Paisagem dos AHEsCapim Branco I e II.

Fonte: PLANO DIRETOR - AHEs CAPIM BRANCO I e II (2005, p. 82). Org.: SILVA, F. B., 2007..

Unidade de Paisagem Relevo Geologia Solos Vegetação Restrições / Recomendações

Planalto Tabular Superfícies planas, com

baixas declividades . Cobertura detrito-Lateríticas e Conglomerados da Formação Nova Ponte discordantes em contato

com os basaltos da Formação Serra Geral.

Latossolo vermelho e Latossolo. Vermelho amarelo, ambos álico e

distrófico.

Agricultura - soja, milho e café; áreas

urbanas

Processos erosivos na quebra de relevo das cascalheiras da formação Nova Ponte e do basalto de Formação Serra Geral.

Reduzir uso de agroquímicos e utilização de sistemas irrigantes menos perdulários. Motivar a adoção de técnicas de plantio direto e a implementação de bolsões de contenção de águas pluviais. Planalto Dissecado em

Patamares levemente convexizadas, Superfícies planas ou declividades baixas, densidade de drenagem

baixa.

Rochas basálticas da Formação Serra Geral e

arenitos interpropianos da Formação Botucatu.

Latossolo vermelho acri- férrico e Nitossolo Vermelho. Agricultura - hortifruticultura, pequenos cultivos de milho e Preservação ambiental

Processos erosivos acelerados nas rupturas de declive entre os derrames de basalto (áreas de preservação permanente com declividade > 100%).

Melhorar conservação dos solos/controle da erosão.

Motivar a adoção de sistemas de terraceamento em curvas de nível e faixas de retenção para o controle da erosão e aporte de sedimentos aos reservatórios.

Canyon do Araguari Superfície fortemente dissecada, com alta densidade de drenagem e

declividades médias altas.

Micaxistos, Quartzitos Gnaisses e Migmatitos do Grupo Araxá, Gnaisse

migmatíticos do Complexo Goiano Latossolo vermelho- amarelo e Latossolo vermelho Pastagens, Cultivos e Preservação ambiental.

Risco de processos erosivos associados às características estruturais dos micaxistos e Gnaises.

Melhorar conservação dos solos/controle da erosão.

Recuperar áreas de preservação permanente.

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