4- Türkiye Siyasetinde İki Ayrı Askeri Figür: Kazım Karabekir ve Fevzi Çakmak 150
4.2. Farklılığın Ortaya Çıkardığı Sonuçlar
4.2.2. Fiili Görev Süresi Sonrası Ortaya Çıkardığı Sonuçlar
Dimensão 3. Práticas Pedagógicas e Avaliação
129
1. Elaboração e
Organização das práticas pedagógicas 4. Existência de programas de incentivo à leitura, para o professor e o aluno
4. Quando existem, em todas as escolas da rede, programas que incentivam a leitura em todas as etapas de ensino, para o professor e o aluno.
3. Quando existem, em 50% ou mais das escolas da rede, programas que incentivam a leitura em uma ou duas etapas de ensino, para o professor e o aluno.
2. Quando existem, em menos de 50% das escolas da rede, programas de incentivo à leitura em apenas uma etapa de ensino, para o professor e o aluno.
1. Quando não existem programas especiais de estímulo à leitura.
NSA 4 3 2 1
Justificativa:
Demanda Potencial:
2. Avaliação da
aprendizagem dos alunos e tempo para assistência individual/coletiva aos alunos que apresentam dificuldade de aprendizagem 4. Política específica de correção de fluxo
4. Quando existem políticas específicas e implementadas para a correção de fluxo (repetência e evasão), que oferecem condições para superar as dificuldades de
aprendizagem e prevenir as distorções idade-série.
130 3. Quando existem políticas
específicas, em parte implementadas, para a correção de fluxo (repetência e evasão); estas não contemplam integralmente condições para superar as dificuldades de aprendizagem e prevenir as distorções idade-série.
2. Quando existem políticas
específicas para a correção de fluxo, mas estas não são integradas (só para repetência ou só para evasão); não foram implementadas e não oferecem condições para superar as dificuldades de aprendizagem e prevenir as distorções idade-série.
1. Quando não existem políticas definidas para correção de fluxo.
Justificativa:
Demanda Potencial:
Fonte: Elaboração Própria (Instrumento de Campo, 2007, p.65 e 71)
A circunstância de descentralização coordenada, presente na elaboração do PAR, desloca-se ora no sentido da centralização, ora no da descentralização, contudo a oscilação possui como espectro bem definido as dimensões, áreas e indicadores estabelecidos para planificação a partir das metas assumidas no Plano de Metas Compromisso Todos Pela Educação. Conforme se constata nas políticas de incentivo à leitura para docentes e discentes no Quadro 6, que trata da Dimensão 3 – Práticas Pedagógicas e Avaliação, há uma descentralização no fazer política pública vinculada com o protagonismo do MEC na indicação dos objetivos a serem focados como estratégia de planejamento.
Essa descentralização sugere o cumprimento de metas nacionais, com tratamentos específicos, de acordo com a realidade a ser enfrentada, como é possível verificar na área Avaliação da Aprendizagem dos Alunos e Tempo para Assistência Individual/Coletiva aos Alunos que Apresentam Dificuldade de Aprendizagem, onde é avaliada e, ao mesmo tempo,
131 proposta a implementação de política específica de correção de fluxo para o enfrentamento da aprovação automática e repetência excessiva.
A descentralização coordenada, da forma como é conduzida por meio da elaboração pactuada do Plano de Ações Articuladas, possui condição prognóstica pelo seu caráter propositivo. Disso decorre a compreensão de que fazer a descentralização coordenada não é um ponto de partida, mas um processo, ou seja, é a implementação de planificação cujos eixos estruturantes são o diagnóstico e a pontuação de indicadores previamente estabelecidos, que, para cumprir sua função coordenada, carecem passar por ininterruptas avaliações, monitoramento e revisão, o que define a ocorrência de um processo.
O processo de descentralização promovido por meio do PAR apresenta-se como uma inovação institucional do Ministério da Educação, na medida em que sinaliza para uma forma de organização da gestão educacional em âmbito nacional, que passa pela pactuação em torno das metas estabelecidas pelo Governo Federal como estratégicas para colocar o Brasil no patamar de países desenvolvidos, tendo como marco referencial o IDEB. A responsabilização ou accountability, conforme conceito dado no documento oficial do MEC que apresenta o Plano de Desenvolvimento da Educação, sustenta o papel regulador assumido pela União, que aponta horizontes no Plano de Metas a serem alcançados com distribuição de responsabilidades aos Entes Federados.
Dessa forma, a accountability se estabelece a partir da União como instância reguladora, que atribui aos demais Entes a obrigação de prestar contas, dar satisfação sobre determinado fato, o por quê, onde, como, quando, quem fez o que estava ou não determinado, como meta no enfoque da responsabilização. Considera-se aqui a implementação de política guiada pelo nível macro como uma forma de microrregulação no nível local para manter a governança necessária à regulação nacional. Tendo em vista a padronização do planejamento através do PAR, a accountability encontra bases para práticas avaliativas de gestão e fortalecimento do IDEB como indicador de qualidade.
O planejamento, nesse âmbito, não problematiza a sua própria concepção, o que daria evidência às tensões próprias das relações entre a União e as instâncias subnacionais no
132 regime de colaboração. A persuasão para a adesão ao Plano de Metas e elaboração do PAR foi realizada sob o lema do compromisso do Estado pela qualidade da educação, o que demonstrou grande influência da União ao dar a direção, o rumo, em torno de enunciados estratégicos, oferecendo alto potencial de barganha para a indução de horizontes a serem perseguidos pelos estados e municípios, em permuta por apoio técnico e financeiro do Ministério da Educação através da suplementação de recursos voluntários do Orçamento Geral da União – OGU.
Anunciada pelo MEC, a visão sistêmica (MEC, 2008, p. 27) busca o desenvolvimento do território como basilar para o melhoramento socioeconômico do país, o que articula a centralidade da accountability na gestão do planejamento em vários níveis, vinculada com o planejamento econômico e desenvolvimentista empreendido no PAR e, concomitantemente, no Programa de Aceleração do Crescimento – PAC. Assim, a visão sistêmica encontra-se alinhada com o processo de descentralização coordenada no sentido de fomentar a gestão estratégica de recursos para fins de sustentação ao projeto nacional de desenvolvimento.
O PAR, como política de planejamento desenvolvida em todo o território nacional, corrobora a gestão da assistência técnica e orçamentária da União junto aos estados e municípios, buscando romper com a visão fragmentada e fortalecer a visão sistêmica. A perspectiva apontada pelo PAR pode oportunizar a harmonia de políticas e ações que desencadeiem o avanço educacional em todos os níveis, vinculadas com políticas macroeconômicas voltadas, entre outros aspectos, para o desenvolvimento do todo social. Essas interações entre política econômica e política social se apresentam sobremaneira estratégicas, já que conciliam aspectos que impactam, tanto no desenvolvimento econômico, quanto na qualidade de vida da população. Nesse sentido, a educação apresenta-se como eixo estruturante na medida em que favorece o desenvolvimento do indivíduo e retroalimenta o próprio sistema econômico.
Quadro 13 – QUADROS PARA REGISTRO DAS INFORMAÇÕES DIMENSÃO 4
INFRAESTRUTURA FÍSICA E RECURSOS PEDAGÓGICOS – SELEÇÃO DE