A- TCK 87/1 Maddesinde Düzenlenen Haller
1- Yaralamanın, Mağdurun Duyularından veya Organlarından Birinin
As análises descritas a seguir foram feitas, em triplicatas, para o resíduo de goiaba in
natura e seco.
3.3.1 Análises físico - químicas
Foram realizadas as seguintes análises para a caracterização físico-química do bagaço de goiaba in natura, segundo as Normas Analíticas do Instituto Adolfo Lutz (2008):
pH – medida feita diretamente no potenciômetro DIGIMED - DMPH – 2;
Acidez Total Titulável – definida pelo método acidimétrico, utilizando para titulação solução de hidróxido de sódio (NaOH) a 0,1 ou 0,01 N, sendo o resultado expresso em porcentagem;
Atividade de Água – medida através do equipamento Aqualab (Marca Braseq, Modelo 53TE, Série TE8248).
(i) em estufa com circulação de ar (Marca CALLMEX, Modelo Q314M222), secando o material até massa constante. Para cada experimento, o cálculo das umidades foi realizado com base na massa seca. Calcularam-se as umidades em base úmida e base seca e a razão de umidade de acordo com as Equações 12 a 14, respectivamente.
i s bu i m m U m (12) (1 ) bu bs bu U U U (13) bs eq bsi eq U U RU U U (14)
(ii) em balança de determinação do teor de umidade (Marca MARTE, Modelo ID200).
Densidade Aparente ( ) – calculada pela relação entre a massa medida de uma certa SA
porção do material e o volume ocupado pelo mesmo.
Densidade Real ( ) – medida por picnometria, utilizando uma quantidade de água SR aferida no preenchimento de vazios.
Calor específico (Cp) – medido pelo analisador de propriedades térmicas Decagon
KD2 Thermal Properties Analyser, onde a condutividade (k) e a difusividade (∝) são obtidas e o calor específico é calculado segundo a Equação 15.
. p k C (15)
Porosidade – calculada através da Equação 16.
1 SA SR (16)
3.3.2 Análises bromatológicas
As análises bromatológicas foram executadas no Laboratório de Nutrição Animal da UFRN. Tais análises têm o objetivo de avaliar as substâncias nutritivas dos alimentos para os animais, sendo possível obter valores mais precisos do que os encontrados em tabelas nutricionais. Essas informações são fundamentais para o trabalho de veterinários, zootecnistas e agrônomos, dando base para decisões corretas sobre nutrição.
As análises bromatológicas realizadas utilizaram os métodos de Van Soest e Weende. Seus métodos de execução foram:
3.3.2.1 Procedimento de amostragem
Várias sub-amostras de resíduo de goiaba in natura foram coletadas e, após serem homogeneizadas (amostras compostas), obteve-se uma amostra final com cerca de 1,0 kg, que foi identificada e mantida sob-refrigeração. A preparação da amostra para os procedimentos analíticos é um processo que converte o resíduo em um material homogêneo satisfatório para os procedimentos.
3.3.2.2 Pré-secagem
Secagem prévia em estufa de circulação de ar forçada a uma temperatura de 55ºC por um período de 48 a 72 horas, a fim de facilitar o manuseio (moagem, homogeneização, e conservação).
3.3.2.3 Matéria seca
As amostras que foram submetidas à pré-secagem foram colocadas na estufa por 16 horas, pesando-se em balança analítica adequada verificando-se a umidade total.
3.3.2.4 Cinzas
Produto obtido após o aquecimento da amostra à temperatura de 600 ºC, ou seja, até o aquecimento ao rubro, porém não superior a 600 ºC, durante quatro horas ou até a combustão total da matéria orgânica.
3.3.2.5 Proteínas (PB)
Método realizado em três passos básicos: digestão da amostra em ácido sulfúrico com um catalisador, que resulta da conversão do nitrogênio da proteína em amônia; destilação da amônia em uma solução receptora (NaOH a 40%); quantificação da amônia por titulação com uma solução-padrão (HCl 0,1 N).
3.3.2.6 Extrato etéreo (EE)
Gorduras, óleos, pigmentos e outras substâncias gordurosas contidas na amostra seca foram dissolvidos através da extração com éter, sendo este evaporado posteriormente da solução gordurosa. O resíduo resultante é pesado e chamado de extrato etéreo ou gordura bruta.
3.3.2.7 Fibra em detergente neutro (FDN)
É o resíduo obtido após extração do conteúdo celular com solução de sulfito láurico de sódio e EDTA em pH 7,0. Em ebulição, recupera-se celulose, hemicelulose e lignina, com alguma contaminação por proteína, pectina, minerais e amido.
3.3.2.8 Fibra em detergente ácido (FDA)
É o resíduo obtido após a extração sob ebulição com solução de ácido sulfúrico (1N) e brometo cetiltrimetil amônia, recuperando-se celulose e lignina, com alguma contaminação por pectina, minerais e compostos nitrogenados.
3.3.2.9 Hemicelulose
Para sua obtenção não são empregados métodos químicos, sendo seu teor estimado a partir da diferença entre o teor de FDN e FDA.
3.3.2.10 Carboidratos totais (CHO)
É determinado segundo a Equação 17, proposta por Sniffen et al. (1992), a partir das informações de proteína bruta (PB), extrato etéreo (EE) e cinzas.
CHO = 100 – (PB + EE + CINZAS) (17)
3.3.2.11 Carboidratos não-fibrosos (CNF)
É determinado segundo a Equação 18, proposta por Sniffen et al. (1992), a partir das informações de fibra em detergente neutro (FDN), proteína bruta (PB), extrato etéreo (EE) e cinzas.
CNF = 100 – (FDN +PB +EE + CINZAS) (18)
3.3.2.12 Lignina
O método de lignina Klason é feito através de dois estágios de hidrólise com ácido sulfúrico. No primeiro estágio, 0,1 g de amostra (MS) é colocada à frio em contato com 1,5 ml de ácido sulfúrico a (72%) e deixada em temperatura ambiente por 90 minutos sob agitação, em alta velocidade. No segundo estágio, são adicionados 9,75 ml de água destilada e as amostras são hidrolisadas a 110ºC, durante 3 horas. Anota-se o peso inicial (P1). Após este período, estas são filtradas e deixadas em estufa a 55ºC por 48 horas. Retiram-se as amostras da estufa e coloca-se no dessecador por no mínimo 40 minutos. Pesam-se as amostras e anota- se o peso final (P2).
% Lignina = (P2 – P1)*100 MS
(19)
3.3.2.13 Celulose
É determinado segundo a Equação 20, proposta por Van Soest (1967), a partir das informações de fibra em detergente ácido (FDA) e teor de lignina.
3.3.2.14 Proteína insolúvel em detergente neutro (PIDN)
A Proteína insolúvel em detergente neutro consiste no nitrogênio do resíduo da fibra em detergente neutro (FDN) multiplicado pelo fator 6,25, expressa como proteína em base seca.
3.3.2.15 Proteína insolúvel em detergente ácido (PIDA)
Consiste no nitrogênio do resíduo da fibra em detergente ácido (FDA) multiplicado pelo fator 6,25, expressa como a proteína em base seca.
3.3.2.16 Nutrientes digestíveis totais (NDT)
É uma medida do valor energético dos alimentos para a alimentação animal. O método utilizado para o cálculo proposto por Weiss (1993) é dado como:
%NDT = 0,98 * (100 – FDNn - %PB - %MM - %EE – (0,7*%PIDA) + ((exp(- 0,0012*%PIDA))*%PB) + 2,70(%EE-1) + 0,75((%FDNn - % LIGNINA) * (1-
% LIGNINA)*(1-(%LIGNINA/%FDNn)0,667))-7
(21)
Sendo: FDNn = FDN – PIDN
3.3.2.17 Energia digestível
Consiste na diferença da energia bruta do alimento e da energia bruta contida nas fezes, expressa em kcal/kg. Esse valor pode ser obtido a partir de valores conhecidos de NDT e aplicando-se a Equação 22 proposta Silva e Leão (1979).
ED = (4,409* (%NDT))/100 (22)