XVI. YÜZYIL AKDENİZ DÜNYASINA KISA BİR BAKIŞ
2. BÖLÜM
5.1. XVI YÜZYIL OSMANLI DENİZ SEFERLERİNİN BAŞARI VE
5.1.5. Teçhizat ve Mühimmat Faktörü
Para o gigantismo da cidade, a infraestrutura nunca é suficiente e deve ser constantemente implementada. É um dos fatores que não necessariamente sob a responsabilidade direta do turismo, interfere no seu desenvolvimento e na sua respectiva imagem.
A infraestrutura é considerada como o conjunto de obras, instalações de estrutura física de base que proporciona o desenvolvimento da atividade turística, tais como o sistema de comunicações, transportes, serviços de base (água, luz, esgoto, limpeza, sinalização, etc.).
Esta estrutura inclui também o conjunto de edificações, instalações e serviços indispensáveis ao desenvolvimento da atividade turística, como os meios de hospedagem, alimentação, entretenimento, agenciamento, informações e outros serviços para melhor atendimento ao turista.
Nesse sentido estão incluídos os sistemas de transportes para uma cidade com uma população em torno de 11 milhões de habitantes, que tem como núcleo a região metropolitana que congrega outros 38 municípios e que abriga no conjunto uma população superior a 17 milhões na Região Metropolitana. Cerca de 55% de todas as viagens diárias motorizadas nessa região são feitas por transporte coletivo.
São quatro os sistemas que compõem a rede de transporte público coletivo, metrô, trem e ônibus metropolitano, sob responsabilidade do Governo do Estado; e ônibus urbano, sob responsabilidade da Prefeitura Municipal.
O metrô da cidade de São Paulo, que completou 33 anos de operação comercial já transportou 17 bilhões de passageiros. A cidade de São Paulo é também atendida por uma rede metroviária composta por quatro linhas interligadas, 54 estações, num total de 60,2 quilômetros de extensão. Operada pela Companhia Metropolitana de São Paulo (Metrô), empresa pertencente ao Governo Estadual, a rede está interligada ao sistema de trens metropolitanos, terminais de ônibus urbanos e terminais rodoviários. O Metrô realiza uma média de 2,85 milhões de viagens por dia útil na cidade.
O Sistema de Trens Metropolitanos da CPTM possui uma rede de 260 km de linhas em operação que atravessam 22 municípios, sendo 19 da Região Metropolitana de São Paulo (RMSP). A rede tem 87 estações, seis das quais integradas ao Metrô e sete estações de transferência entre as linhas da CPTM. Transporta 2 milhões de passageiros em média, por dia útil, dentro de seus 110 trens. O sistema ferroviário é o principal transporte da cidade com os demais municípios da Grande São Paulo.
O ônibus é hoje o principal meio de transporte da capital paulista, atendendo cerca de 70% das viagens por transporte coletivo. Todas as linhas de ônibus são operadas por empresas privadas, sob a supervisão da São Paulo Transporte S/A (SPTrans), empresa pertencente à Prefeitura de São Paulo. O sistema conta com uma frota de 15 mil ônibus. Atualmente a cidade possui mais de 40 km de corredores específicos para a circulação de ônibus. A renovação da frota veicular, por determinação da Prefeitura, está sendo feita por ônibus com padrão europeu de emissão de gases que diminuirá em 30% a emissão desses poluentes. Além disso, um moderno sistema de informação, com monitores de TV, sendo instalado nos ônibus que percorrem os principais pontos da cidade.
Existem, ainda, os ônibus metropolitanos (EMTU/SP) tendo como área de atuação nas três regiões metropolitanas existentes no Estado de São Paulo, criadas por leis específicas: Região Metropolitana de São Paulo (RMSP), Região Metropolitana da Baixada Santista (RMBS) e Região Metropolitana de Campinas (RMC). As três áreas somam 67 municípios e envolvem uma população de 23 milhões de habitantes. Os serviços oferecidos e gerenciados pela EMTU/SP atendem diariamente 1,5 milhão de passageiros em média.
São Paulo também possui três aeroportos. O Aeroporto Internacional de Guarulhos Governador André Franco Montoro (Cumbica) que fica a 25 quilômetros do centro de São Paulo e, em 2008, teve movimentação de 20.400.353 passageiros, domésticos e internacionais, o que o torna o aeroporto de maior movimento da América do Sul. O Aeroporto Internacional de Congonhas fica a apenas 8 km do centro da cidade e é servido pelo sistema de ônibus da cidade e pelo especial EMTU (Airport Service). Em 2008, este aeroporto apresentou um fluxo de 13.679.336 passageiros domésticos. O Campo de Marte opera exclusivamente com aviação executiva, táxi aéreo e escolas de pilotagem como o Aeroclube de São Paulo e o Serviço Aeronáutico das Polícias Civil e Militar. Fica na zona norte de São Paulo, a 5 km do centro.
A segurança pública na cidade de São Paulo é tarefa da Policia Militar e Policia Civil, sob responsabilidade do Governo Estadual e da Guarda Civil Metropolitana, ligada à prefeitura municipal. Na cidade, a atuação da GCM é dividida em 34 inspetorias regionais, 5 comandos operacionais e 1 superintendência responsável pela fiscalização do comércio de ambulantes e similares, mediação de conflitos e gerenciamento de crises, zelando pela proteção dos bens, serviços e instalações municipais.
A Polícia Civil tem entre suas responsabilidades, o atendimento especializado para turistas, vítimas de algum tipo de ocorrência, através da Delegacia de Atendimento
ao Turista (DEATUR). Existem na cidade três unidades especiais, na Rua da Consolação, no Aeroporto de Congonhas e um posto móvel no pavilhão de exposições do Parque Anhembi.
A totalidade dos domicílios do município, segundo dados da Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo
(
SABESP, 2006), é servida peloabastecimento de água tratada desde 2000, e 96% pela coleta de esgoto, valor crescente desde 2002, aproximando-se a totalidade. O Departamento de Limpeza Pública (Limpurb), ligado a Secretaria Municipal de Serviços, é o responsável pela limpeza pública no município. Existem na cidade 16 Postos de Entrega Voluntária para a coleta seletiva mantida pela Prefeitura Municipal. Existem também caminhões de coleta seletiva de uma a duas vezes por semana, em dias e horários determinados, nas diversas regiões da cidade.
Em termos da percepção desses elementos para o turista existem pontos críticos apontados nas informações e pesquisas. Por exemplo, tomando a pesquisa realizada pela FIPE, em 2006, citada anteriormente no capítulo 5, a infraestrutura urbana da cidade de São Paulo tem avaliação positiva (84,0%) atribuída pelos turistas domésticos, junto com a sinalização (86,9%), enquanto que as piores apreciações são identificadas pela limpeza (67,2%), segurança (65,8%) e os preços (70,0%), indiretamente atrelado à infraestrutura. Por outro lado, os transportes são relativamente bons para os turistas domésticos (92,1%), e menos favoráveis para os estrangeiros (77,7%). Nas viagens internacionais para a cidade de São Paulo também a limpeza (60,5%) é o item que concentra maior reclamação.
Quando se avalia a imagem de um destino, normalmente este cenário composto por peças em separado, mas fundamentais no conjunto, são os primeiros a serem percebidos. A diversidade de elementos e a vastidão de seus recursos impedem uma análise única e, a percepção favorável (ou desfavorável) de um deles, pode levar a um cenário crítico e único.
Pesquisas mostram essas diferenças de opiniões e, geralmente apontam problemas gerados pela segurança, trânsito, limpeza, poluição, iluminação, que envolvem a gestão pública da cidade de São Paulo em suas diversas esferas, não necessariamente do setor turístico.
Quando este fato isolado ocorre, por exemplo, citando o turismo de compras, lembramos que a cidade de São Paulo dispõe um dos principais pólos de recepção de
visitantes de todo País, com estimativa de 850 pessoas diariamente vindas de todo o Brasil, apontando um movimento anual de cerca de R$ 400 milhões no comércio da região central da cidade, considerando 50% de visitantes de outros estados brasileiros e de cidades do interior paulista. Para receber a visitação dessas pessoas, foi organizada a infraestrutura no Terminal 25 de Março, com sala de espera com sofás, televisão e revistas, telefones públicos e guarda-volumes, além de banheiros com chuveiros que recebem limpeza e conservação higiênica, manutenção permanente e recuperação dos jardins, além da revisão da parte elétrica, reservando a possibilidade de utilizar uma nova área anexa com um bolsão de estacionamento para maior capacidade para os ônibus e veículos. Este é um exemplo de como a política pública no turismo pode ser aplicada, visando atender os interesses da atividade e também de seus usuários.