XVI. YÜZYIL AKDENİZ DÜNYASINA KISA BİR BAKIŞ
2. BÖLÜM
3.1. XVI YÜZYIL’IN ÜNLÜ KAPTAN-I DERYALARI
3.1.3. Barbaros Hayrettin Paşa
No ano de 1993 foi criado o Ministério da Indústria, Comércio e Turismo (MICT),, cuja Secretaria Nacional de Turismo e Serviços (SNTS) tinha a incumbência de planejar as ações do setor e a Embratur de executá-las.
De grande importância nesse processo foi criada a Câmara Setorial de Turismo que antes funcionava na Secretaria de Política Industrial, foi reinstalada nas SNTS.30
Constituíram-se seis grupos de trabalho com a finalidade de discutir e apresentar propostas sobre as questões relacionadas ao desempenho do setor, com temas especiais sobre: a) planejamento e marketing; b) geração e promoção de eventos; c) infraestrutura e pólos turísticos; d) capacitação profissional e pesquisa; e) linhas de crédito e investimento; f) facilitação e legislação. Os grupos de trabalho elaboraram um relatório completo diagnosticando e identificando os principais entraves, sugerindo medidas objetivas e práticas para a eliminação de barreiras institucionais, financeiras e diplomáticas existentes.
Esse trabalho, sinteticamente apresentado na relação seguinte, é considerado o cerne do planejamento posterior, sendo importante enfatizar o pensamento de alguns
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grupos temáticos, uma vez que deram origem ao desenvolvimento de diversos planos, programas, ações ampliadas e modernizadas exercidas na atualidade.
Câmara Setorial de Turismo
Grupos Temáticos Para o Desenvolvimento e a Reativação do Setor Algumas Recomendações
Planejamento e Marketing Atenção especial aos mercados-alvo de alta prioridade.
Criação pelo poder público de uma entidade nacional de caráter profissional - Fundação da Indústria do Turismo (FIT).
Pesquisas de entrada de turistas (fichas disponibilizadas pela Polícia Federal)
Promoção de Eventos Vencer barreiras para eliminar a imagem negativa do turismo no exterior, com a criação de conventions bureaux, políticas de captação de eventos, criação de banco de dados, e outros itens.
Infraestrutura e Pólos Turísticos Apoio a um sistema de transporte adequado aos fluxos turísticos projetados, à infraestrutura turística (hotéis, agências, centros de convenções, etc.) e de serviços básicos (água, saneamento, segurança, saúde, etc.)
Promover o programa de desenvolvimento de pólos turísticos com ação integrada do poder público.
Capacitação Profissional e Pesquisa Propor um sistema de informações sobre a demanda de recursos humanos e programas voltados para a capacitação e oferta de cursos de turismo. Ainda, a quantificação das necessidades e qualificação do perfil profissional de cada função dentro do setor.
Linhas de Crédito/Investimento Destaque em duas prioridades: a) análise de financiamentos na infraestrutura turística; b) crédito e financiamento de consumidor final de produtos turísticos.
Atenção ao comportamento do mercado financeiro, por conta da inflação reinante, com pressão em financiamentos e exigências de taxas excessivas. Criar um Fundo Nacional de Turismo.
Estimular facilitadores no uso de cartão de crédito internacional, na desburocratização de contratações profissionais, entre outros itens.
Facilitação e Legislação Regulamentar a questão de vistos, cuja prática de reciprocidade dificultava o setor turístico.
Instrução normativa para entrada de material e equipamentos de natureza turística; permissão de navegação de cabotagem; incentivo à formação profissional e contratação temporária de trabalhos específicos, etc.
Fonte: Carvalho, C., Brito, G. Destino Brasil – Novos Caminhos para o Brasil, 1994.
A conclusão do trabalho da Câmara Setorial do Turismo, em julho de 1993, buscou solucionar os problemas conhecidos do trade turístico nacional, onde o setor privado e o poder público criaram condições para o reaquecimento da economia e crescimento do país. A alavanca da nova política ministerial, através da Secretaria Nacional de Turismo e Serviços, contribuiu de maneira eficiente e profissional para que pudessem ser alcançadas as condições ideais de desenvolvimento da atividade do negócio.
Conforme conclusões dos grupos de trabalho da Câmara Setorial de Turismo, em julho de 1993, foram as seguintes recomendações (na íntegra):
Espera-se, por parte do Governo, uma clara determinação política, para que possam ser implementadas medidas que venham a incentivar o negócio e o mercado. A expectativa de que este cenário encontre brevemente o caminho da normalização de mercado e a conscientização de que o turismo tem um dos mais elevados impactos distributivos dentro do contexto econômico, abrem espaço para um significativo crescimento do setor, não apenas em números mas em importância social e política.
de Trabalho se constituem nos elementos balizadores de uma trajetória que proporcionará ao Trade Turístico, ao Governo em seus diferentes níveis e outros setores de relevante importância para a atividade, o desenvolvimento, a consolidação e o robustecimento do Turismo como Indústria.
Essas conclusões indicam a necessidade de um planejamento nacional para o turismo, cujo objetivo será criar um projeto fundamentado em políticas de produto, mercado, infraestrutura, promoção e propaganda, as quais reúnem globalmente todos os problemas a tratar, facilitando a pesquisa sistemática simultânea de suas soluções, orientadas por um conjunto de técnicas e atitudes.
Essas técnicas visarão, contrariamente ao passado, produzir o “produto Brasil” e não mais a vendê-lo isoladamente.
Numa indústria tão diversificada e dinâmica, é fundamental que as políticas que afetam seu desenvolvimento sejam claramente definidas e eficientemente coordenadas. Para tanto, é necessário à instituição um mecanismo aglutinador da iniciativa privada que seja o interlocutor ou co-gestor com o governo, das ações e diretrizes apontadas pela Câmara Setorial.
A segunda reunião da Câmara Setorial delimita uma etapa bem definida do caminho a ser percorrido até a consolidação da atividade turística dentro do contexto nacional público e privado.
No entanto, este caminho não é estanque, ao contrário, constantemente emite e recebe mensagens de um meio dinâmico independente de vários outros segmentos. Daí a necessidade do estabelecimento de uma metodologia de trabalho que oriente as ações deste fórum nas próximas etapas a serem vencidas.
O estabelecimento de um cenário favorável ao crescimento do setor depende de uma atuação e vigilância permanente da Câmara Setorial que efetivaria esta ação numa estrutura virtual composta pelos grupos de trabalho que, portanto não deveriam se desfazer, mas sim atuar de forma coordenada.
A cristalização destas condições favoráveis, porém são resultados de medidas concretas, tanto pelo governo como pela iniciativa privada dentro de uma convergência de objetivos, e isto somente ocorrerá com a elaboração e implementação de produtos que por sua vez possuem atributos e problemas a serem trabalhados.
Para isso recomenda-se um planejamento estratégico pelo qual, sob orientação do MICT os Grupos de Trabalho promovam a instituição de Unidades de Negócios com estrutura mais formal encarregados de identificar, priorizar e desenvolver tais produtos.
A elevação do turismo ao nível ministerial significou o reconhecimento oficial da nova importância que o governo passava a emprestar ao setor, expressa no Programa de Governo Mãos à Obra, com o qual o então candidato a Presidência da República, Fernando Henrique Cardoso, lançava as bases de seu futuro governo. As propostas ali contidas adotaram na sua grande maioria as recomendações emanadas da Câmara Setorial de Turismo, por meio dos seus subgrupos temáticos, integrado por membros do setor público e privado, que muito trabalharam em 1993 e 1994 no Governo Itamar Franco.
Com a publicação, ao final de 1995, do documento “Diretrizes para uma Política Nacional de Turismo”, de 1996-1999, pela primeira vez o setor passou a dispor de um roteiro de ações que representava o compromisso claro do governo federal com a adoção de medidas há muito requeridas por aqueles que militavam no turismo. Nos quatro anos de execução das diretrizes traçadas, a maior parte do que estava ali proposto foi realizado, o que resultou no alcance das metas desejadas.
Esta política nacional de turismo, então estabelecida, era composta por um conjunto de diretrizes, estratégias, objetivos e ações formuladas e executadas pelo poder público, através do MICT-Embratur, pelo Sistema Oficial do Turismo e pela iniciativa privada, por intermédio da Câmara Setorial do Turismo, tendo por finalidade o desenvolvimento de ações como um todo, com missão, idéias força de: preservação do meio ambiente, desenvolvimento sustentado, qualidade de vida, desenvolvimento regional, integração, geração de divisas, geração de empregos, formação de mão-de- obra, produto turístico competitivo, inserção internacional, satisfação do cliente.
Das principais macro-estratégias para o desenvolvimento dessa política nacional do turismo foram selecionadas:31
Ordenamento, desenvolvimento e promoção da atividade pela articulação entre o governo e a iniciativa privada;
Implantação de infraestrutura básica e infraestrutura turística adequadas à potencialidades regionais;
Qualificação profissional dos recursos humanos envolvidos no setor;
Descentralização da gestão turística por intermédio do fortalecimento dos órgãos delegados estaduais, municipalização do turismo e terceirização de atividades para o setor privado.
Por sua vez, entre os objetivos estratégicos, dez pontos foram ressaltados, entre eles: fomento; defesa do consumidor; desenvolvimento do pensamento estratégico; qualidade dos serviços; descentralização; conscientização; articulação; turismo interno; promoção; e, inserção internacional.
Especificadamente, estão expostos no quadro seguinte com os respectivos programas.
Objetivos Estratégicos Programas Especiais
Fomento Centrado na
Infraestrutura Básica Turística e na Capacitação Profissional
Programa de Geração de Oportunidades de Negócios Programa de Desenvolvimento
Programas de Infraestrutura Básica e Turística
Defesa do Consumidor Conscientização do Mercado
Código de Defesa do do Consumidor Turístico Controle de Qualidade do Produto Turístico Campanha “Turista – Receba bem que ele volta” SOS Turista
continua …
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Objetivos Estratégicos Programas Especiais
Desenvolvimento do
Pensamento Estratégico Centro de Altos Estudos Disseminação das metodologias Desenvolvidas pela OMT Integração Universidade/Empresa
Incentivo à Produção Acadêmica de Trabalhos de pesquisas e Teses Formação e Cadastro de Consultores
Convênios com Institutos nacionais e Internacionais de Estudos e pesquisas Incentivar a Formação de Técnicos em Turismo (nível superior e cursos de pós-graduação)
Busca da Qualidade dos
Serviços Conscientização do Setor Capacitação para a Qualidade Normatização dos Serviços (PBQP) Implantação dos PBQP Setoriais Criação de Brigadas de Qualidade Total Legislação Indutora
Descentralização Fortalecimento das Secretarias e Órgão Estaduais/Municipais para a Gestão do Turismo
Programa Nacional de Municipalização do Turismo
Transferência de responsabilidade para gestão das Atividades Turísticas (PNMT) Delegação de Atividades a Entidades Privadas e Terceirização dos Serviços
Conscientização da Sociedade Brasileira para a Importância do Turismo
Banco de Dados Promoção Integração
Articulação Intra e Extra
Governamental Interna Inter Ministérios – Câmara Superior do Turismo Congresso Nacional
Câmara Setorial do turismo Comissões de Turismo Integrado Câmara Setorial Estadual Municípios com Potencial Turístico
Fórum Nacional de Secretários da Indústria, Comércio e do Turismo/Sistema Oficial do Turismo - FONSICT
Fundação da Indústria Nacional - FIT
Democratização do Turismo
Interno Ampliação do segmento de Consumo Diversificação do Produto Nacional
Marketing e Promoção Segmentação Regionalização Integração de Produtos
Estudos de Mercados Prioritários Comitês “Visit Brazil”
Campanhas
Calendário de Feiras Internacionais
Inserção Internacional do
Turismo Brasileiro Cooperação Internacional Participação internacional em Eventos Não Turísticos Participação Internacional (Representação)
Fonte: Política Nacional do Turismo – Diretrizes e Programas, Ministério da Indústria do Comércio e do Turismo, Embratur - Instituto Brasileiro do Turismo. Brasília, 1996 – 1999, 54 p.
Os principais programas apresentados pela Política Nacional do Turismo, a partir de 1996, derivados de respectivos objetivos estratégicos, foram os seguintes: Imagem do Brasil; Projeto Visit Brazil; Brazil Expert; Participação em Feiras Internacionais; Captação de Eventos Internacionais; Internet/Sistema de informações Turística; Inserção Competitiva do Brasil em Fóruns Internacionais; Ampliação e Aperfeiçoamento do Programa de Estatísticas Básicas do Turismo; Defesa do Consumidor; Qualificação Profissional para o Turismo; Conscientização e Iniciação Escolar para o Turismo; Formação e Capacitação Profissional para o Ecoturismo; Programa de Ação para Desenvolvimento Integrado do Turismo; Calendário Nacional dos Dias Azuis (Baixa
Estação); Albergues da Juventude; Clube da Maior Idade; Bolsa de Negócios; Programa Nacional de Financiamento do Turismo; Programa Nacional de Municipalização do Turismo (PNMT);32 Fortalecimento de Órgão Delegados da Embratur; Desenvolvimento
da Malha Aérea.
Em 1998, foi criado o Ministério de Esportes e Turismo e o Plano Nacional de Turismo foi atualizado, sem perder de vista as principais macro-estratégias do plano lançado por FHC em 1995, readequado aos novos cenários derivados do câmbio, do crescimento gigantesco do turismo interno e, em 2001, complementado por ações e programas diferenciados depois dos acontecimentos do World Trade Center, da quebra da Soletur, do fracasso da economia argentina e do fim da Transbrasil, entre outros fatores.
Com base nas experiências adquiridas durante este período até 2002, em dezembro deste ano, o órgão público do turismo nacional responsável elaborou um plano como legado do turismo para o futuro governo a ser empossado em 2003. No quadro abaixo, estão relacionadas macroestratégias, objetivos e ações propostas, compatíveis com a sugestão que fora desenvolvido pelo Plano Nacional do Turismo.33
Macroestratégias Objetivos Ações Táticas
Promover o desenvolvimento local
sustentável nos municípios turísticos. Atender à demanda das populações dos municípios turísticos brasileiros por melhores condições de vida na cidade e no campo, trabalho e renda para seus habitantes e um desenvolvimento que seja sustentável a longo prazo.
Municipalização do turismo. Ordenamento territorial, formatação de matéria prima em
produtos oficinas de
conscientização de
comunidades locais.
Processos de formação de agentes locais.
Criar um ambiente para a geração de empregos, redução das desigualdades regionais e a inclusão social dos excluídos.
Responder ao desafio nacional de gerar emprego e renda para a população brasileira, de forma sustentável nas áreas de potencial como destino turístico e que promova a melhoria das condições de vida nas regiões menos desenvolvidas do país. Melhoria da infraestrutura básica. Incremento e captação de infraestrutura turística. Capacitação e qualificação de recursos humanos. Promoção de oportunidades de investimentos. continua …
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O Programa Nacional de Municipalização do Turismo (PNMT), com documento próprio de diretrizes tornou-se um marco importante, assumido como um “processo visando à conscientização, à sensibilização, ao estímulo e à capacitação dos vários monitores municipais, para que pudessem despertar e reconhecer nas sociedades locais, a importância do turismo como gerador de emprego e renda, conciliando o crescimento econômico com a preservação e a manutenção do patrimônio ambiental, histórico e cultural, e tendo como resultado a participação e gestão da comunidade envolvida no PNMT”, Programa Nacional do Turismo – Diretrizes. Ministério do Esporte e Turismo, Instituto Brasileiro do Turismo – EMBRATUR, 2001, 71 p.
33 Ministério do Esporte e Turismo, Instituto Brasileiro de Turismo – EMBRATUR. Uma Política Nacional de
Macroestratégias Objetivos Ações Táticas Garantir direitos e qualidade na
prestação de serviços turísticos ao consumidor.
Responder ao anseio da população brasileira e do visitante estrangeiro no que tange a qualidade na prestação dos serviços turísticos e ao respeito de seus direitos como consumidor. Esta é uma conquista que faz parte dos direitos básicos de cidadania e democracia.
Regulamentação da atividade turística. Modernização da legislação turística. Controle da qualidade do produto turístico. Fiscalização delegada. Defesa do consumidor. Certificação individual. Brigadas de qualidade.
Reformulação das estruturas curriculares das faculdades e cursos técnicos do setor turístico.
Promover a articulação entre os atores intervenientes no desenvolvimento da atividade turística e aprimorar o pensamento estratégico do setor.
Aumentar o entendimento e o conhecimento sobre a atividade turística de forma a integrar os diversos atores que interagem ou têm interface com o setor, de sorte a maximizar os efeitos da aplicação de recursos públicos e privados, orientar a tomada de decisão e disseminar a prática do pensamento estratégico, sob bases científicas.
Fóruns seminários e congressos da cadeia produtiva do turismo. Parcerias estratégicas com entidades do setor privado, na busca da profissionalização. Estudos e pesquisas. Internet. Fomento ao conhecimento científico e estratégico Certificação individual de qualidade. Brigadas de qualidade. Sistur.
Fórum dos secretários estaduais de turismo.
Conselho Nacional de Turismo. Inserção competitiva do Brasil no
mercado internacional visando aumentar as exportações e equilibrar a balança cambial.
Contribuir para a preservação dos princípios da estabilidade econômica com desenvolvimento sustentável, lançados com o Plano Real, conquista de todos os brasileiros. O maior instrumento para isso é o incremento à exportação de serviços turísticos, e a importação de turistas internacionais.
Ações segmentadas de
marketing, eventos e promoção. Implantação de centros de promoção turística junto às
nossas representações
diplomáticas.
Participação do turismo em
acordos e organismos
internacionais. Promover e buscar a formatação,
diferenciação e comercialização de produtos turísticos.
Facultar a toda a população brasileira o acesso ao nosso mercado interno, com produtos diversificados, de qualidade, criativos, diferenciados e com preços justos. O mesmo se aplica ao turista internacional, para quem deve ser ofertada uma gama variada e diferenciada de produtos turísticos, visando atender diversos segmentos de consumo.
Marketing do turismo interno. Segmentação de produtos. Desenvolver modelos mentais que assegurem identidade, criatividade e diferenciais ao produto turístico nacional. Criação e consolidação de roteiros turísticos. Trabalhar processos competentes e inovadores de comercialização de produtos. Organização de segmentos de consumo.
Aprimoramento das pesquisas de mercado, base de dados e estatísticas e adoção de indicadores e boletins conjunturais periódicos.
Fonte: Ministério do Esporte e Turismo – Instituto Brasileiro do Turismo. “Uma Política Nacional de Turismo para o Novo Milênio - Diretrizes, Estratégias e Programas”, Brasília, dezembro 2002.