ÇİN HANEDANLARININ HUNLAR ALEYHİNE YAPTIĞI FAALİYETLER
3.2. ÇİN’İN HUNLARI YIKMA ÇABALAR
3.2.2. Pei-teng Kuşatmasındaki Yoğun Casusluk Faaliyetler
Dentre os propósitos deste estudo está investigar se a pesquisa cooperativa da Petrobras com a UFRN tem mecanismos de apoio de setores do Estado ou município tais como: recurso financeiro através de editais de pesquisa, deduções fiscais, incubadora de empresa, financiamento direto, etc. De maneira a investigar este tópico, foi perguntado aos coordenadores se tais mecanismos existem e se estão apoiando a parceria. As respostas obtidas são mostradas na Figura 6.4.
(a) (b)
RESPOSTAS PETROBRAS UFRN
Concordância total + parcial 16,7% 27,8%
Discordância total + parcial 11,1% 44,5%
Não sei 72,2% 27,8%
Figura 6.4: Existência de outros mecanismos de apoio à P&D na percepção dos coordenadores da empresa e da universidade.
Fonte: Dados desta pesquisa.
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Como exemplo cita-se a Província de Alberta no Canadá que criou o instituto politécnico SAIT (http://sait.ca/) na cidade de Calgary para formar profissionais (aprendizes, tecnólogos e bacharéis) em diversas áreas técnicas relacionadas com a indústria do petróleo.
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A observação da Figura 6.4a indica que na Petrobras não há quem concorde totalmente ou discorde totalmente da afirmação ficando as respostas concentradas próximo ao ponto neutro onde 72% não sabem se existe algum mecanismo de apoio para a parceria, além da própria Petrobras. A Figura 6.4b aponta desfavorabilidade de 44%, não se constata nenhuma concordância total com a afirmação sendo que claramente aparece discordância total. Portanto caracteriza-se a intensidade negativa das respostas a este quesito na universidade. O Quadro 6.7 mostra as respostas complementares deste tópico.
COMENTÁRIOS ADICIONAIS SOBRE OUTROS MECANISMOS DE APOIO
Petrobras UFRN
“Há iniciativas isoladas provenientes de pesquisadores dos projetos.” COORD_U5
“Existe algumas iniciativas, como a incubadora de empresas do
Departamento de Eng. de Computação da UFRN, que deram origem a algumas empresas como a RN Tecnologia. No entanto, não percebo muita articulação com os poderes públicos locais (Munícipio e Estado) e sim com o poder federal, através
do apoio do SEBRAE.” COORD_P13
“A UFRN não possui ainda um parque tecnológico, mas já
possui uma ou duas incubadoras de empresas relacionadas à área de alimentos e a outra está relacionada com o desenvolvimento de produtos de higiene pessoal. Na UFRN a idéia de implantação de um parque tecnológico ganhou força a partir do Núcleo de Inovação Tecnológica hoje já implantado
nesta instituição.” COORD_U7
“Existe um Núcleo de Inovação Tecnológica (NIT) cuja
estrutura precisa ser muito aprimorada. Os mecanismos institucionais de aproximação das empresas com os laboratórios
precisam ser intensificados.” COORD_U15
“Estas ações na UFRN são incipientes. Formalmente hoje não
existe uma Incubadora de Empresas de Base Tecnológica. No LAUT tivemos uma ação neste sentido, mas não tivemos qualquer apoio da Instituição. O NIT da UFRN precisa aproximar-se dos pesquisadores que realmente fazem inovação na UFRN. Um mecanismo desta natureza seria muito importante, pois atualmente fica a cargo do pesquisador isolado
tomar ações para patentear, registrar, etc.” COORD_U12 “Não é do meu conhecimento que existem mecanismos a este
respeito. A criação de um parque tecnológico que centralizasse
todas estas informações poderia ser uma alternativa.”
COORD_U10
“Sim, muito importante. Acho importante porque a UFRN já
acumula um volume de resultados de interesse para empresas que configura uma demanda relativa a mecanismos de
transferência atuantes e eficientes.” COORD_U8
“Acho que seria importante, especialmente no sentido de
gerarmos oportunidades de trabalho para os jovens recém-
formados.” COORD_U18
Quadro 6.7: Comentários adicionais sobre mecanismos de apoio e articulações da parceria. Fonte: Dados desta pesquisa.
No Quadro 6.7 é relatado pelos respondentes da Petrobras que as iniciativas conhecidas para obter mecanismos de apoio e articulações fora do âmbito Petrobras e UFRN são isoladas. Por outro lado os respondentes da universidade dizem que a iniciativa da UFRN no sentido de se articular com outros setores visando transferir tecnologias ou gerar novas
empresas ainda é pequena e que, apesar de existir o Núcleo de Inovação Tecnológica (NIT) na universidade, não há muitos casos de incentivo ao empreendedorismo na área do petróleo. Também há concordância entre os pesquisados que as iniciativas constatadas são ainda ineficazes e isoladas, sendo algumas devidas ao mérito do esforço pessoal do pesquisador. Há sugestões no sentido de se criar um parque tecnológico que poderia servir de meio de aproximação dos laboratórios com a indústria, gerando mais oportunidades de empregos para os jovens recém-formados. Constata-se que a transferência de resultados que está havendo até o momento é apenas para a Petrobras, a contratante do processo.
Tais constatações dificultam ainda a caracterização de uma Hélice Tripla, conforme conceituado por Leydesdorff e Etzkowitz (1998). Entretanto constata-se que os atores (universidade, governo e empresa) estão agindo. O governo federal age através do marco legal, dos editais da FINEP e do poder regulatório da ANP. Ele age também através da Petrobras, da qual é acionista controlador e da UFRN em sendo ela uma universidade federal. O que não se constata é uma dinâmica local com o poder estadual e/ou municipal bem como com outras empresas do setor. Mas pelo fato da parceria existir e estar gerando conhecimento e inovações (ver os Quadros 6.1 e 6.2) pelo menos se confirma a existência de um sólido ponto de interação conforme a definição de Suzigan e Albuquerque (2008).
As informações apresentadas no item 6.5, associadas com a questão de pesquisa sobre quais as contribuições que foram realizadas por outros atores locais em prol da inovação tecnológica, permite que seja feita a afirmação a seguir:
Afirmação 3: Existem outros mecanismos de apoio para P&D e inovação no âmbito local, a exemplo do NIT da UFRN e da Fundação de Apoio à Pesquisa do Estado do Rio Grande do Norte (FAPERN) do governo estadual, mas não há interação com esta parceria. Não foi constatada dinâmica local com atores institucionais (poder público local) em prol da inovação tecnológica.