4.1 Popüler Tarihçilik Bağlamında Nevzat Kösoğlu’nun Tarihe İlişkin Görüşleri
4.1.7 Söğütten Cihan Devletine
4.1.7.1 Osmanlı’nın Kuruluşu ve Selçuklu Tahtına Çıkış
Quando ocorre um acidente de trabalho, seja o acidente típico ou acidente de trajeto, a empresa deve comunicá-lo, havendo ou não afastamento do trabalho, até o primeiro dia útil seguinte ao da ocorrência. Em caso de morte, deve comunicá-lo de imediato à autoridade competente, sob pena de multa variável entre o limite mínimo e o teto máximo do salário de contribuição, sucessivamente aumentada nas reincidências, aplicada e cobrada na forma do artigo 286 do Regulamento da Previdência Social (RPS), aprovado pelo Decreto nº 3.048, de 6 de maio de 1999.
Os acidentes do trabalho devem ser comunicados por meio da CAT. Este documento é apresentado em três tipos, a saber: Tipo 1 (Inicial), Tipo 2 (Reabertura), e Tipo 3 (Óbito). Uma CAT é considerada "Inicial" quando corresponder ao registro do evento acidente do trabalho, típico ou de trajeto, ou doença profissional ou do trabalho. É considerada "Reabertura" a correspondente ao reinício de tratamento ou afastamento por agravamento de lesão de acidente ou doença do trabalho, já comunicado anteriormente ao INSS. E a "Comunicação de Óbito" é aquela correspondente a falecimento decorrente de acidente ou doença profissional, ocorrido após a emissão da CAT inicial. As CATs de reabertura e de
comunicação de óbito vinculam-se, sempre, às CATs iniciais, a fim de evitar-se a duplicação na captação das informações relativas aos registros.
A contabilização dos registros de CATs é feita considerando-se a data da ocorrência do acidente. No caso de doença profissional ou do trabalho, é considerada a data do início da incapacidade laborativa para o exercício da atividade habitual ou o dia em que for realizado o diagnóstico, valendo para este efeito o que ocorrer primeiro (PREVIDÊNCIA SOCIAL, 2006).
A Comunicação de Acidentes do Trabalho é um documento importantíssimo sob vários aspectos (BEZERRA, 2003):
• É o principal instrumento de subsídio estatístico com relação a acidentes do trabalho e doenças profissionais e do trabalho para os Ministérios da Previdência Social e do Trabalho e Emprego;
• Sem ele, nenhum trabalhador fará jus aos seus direitos trabalhistas e previdenciários, especialmente quanto ao seguro acidentário, legalmente falando;
• Pode gerar elementos nas políticas internas das empresas no tocante à prevenção de acidentes e doenças ocupacionais;
• Dar subsídio às autoridades jurídicas nas ações cíveis e penais de indenização frente ao INSS ou empregador relapso;
• Mostra que os SESMTs das empresas, por redução na expedição desta, não por subnotificação, está fazendo um bom trabalho de prevenção aos riscos ambientais;
• Alerta seus expedidores para as posteriores implicações nas esferas penal, civil, trabalhista, administrativa e previdenciária, entre tantas outras consideradas.
A partir de 2007, o INSS instituiu uma nova sistemática de concessão de benefícios acidentários que teve impacto sobre a forma como são levantadas as estatísticas de acidentes de trabalho. Essa nova metodologia tem como objetivo, entre outros, fortalecer o tema “prevenção e proteção contra os riscos derivados dos ambientes do trabalho e aspectos relacionados à saúde do trabalhador”. A metodologia aprovada necessitava de uma fonte primária (CID-10), que aliada à
CAT, minimizasse a sub-notificação dos acidentes e das doenças do trabalho e a conseqüente bonificação para sonegadores de informação (PREVIDÊNCIA SOCIAL, 2006).
Estudos aplicando fundamentos estatísticos e epidemiológicos, mediante o cruzamento dos dados de código da Classificação Internacional de Doenças (CID-10) e de código da Classificação Nacional de Atividade Econômica (CNAE), permitem identificar forte associação entre diversas lesões, doenças, transtornos de saúde, distúrbios, disfunções ou a síndrome de evolução aguda, subaguda ou crônica, de natureza clínica ou subclínica, inclusive morte, independentemente do tempo de latência - formas que convencionou-se denominar, no âmbito da Previdência Social, de “agravo” - e diversas atividades desenvolvidas pelo trabalhador (PREVIDÊNCIA SOCIAL, 2006).
Cabe observar que, embora a entrega da CAT deva, por força de lei, ser feita em até 48 horas após a ocorrência do acidente, o INSS recebe o documento a qualquer tempo. Portanto, pode ocorrer de uma CAT referente a um acidente ser entregue após a concessão de um benefício acidentário originado deste acidente, devido a nova sistemática (PREVIDÊNCIA SOCIAL, 2006).
Com a adoção dessa sistemática, não é mais exigida a entrega de uma CAT e sua vinculação a um benefício para a caracterização desse benefício como acidentário. Embora a entrega da CAT continue sendo uma obrigação legal, o fim dessa exigência implicou alterações nas estatísticas apresentadas. Passou-se a ter um conjunto de benefícios acidentários, presumidamente causados por acidentes de trabalho, para os quais não há CAT registrada.
Em função disso, nas tabelas que tratam de Acidentes Registrados foi incluída uma coluna adicional que traz informações sobre os benefícios acidentários concedidos pelo INSS para os quais não foram registradas CAT. O conjunto dos acidentes registrados passou a ser então a soma dos acidentes informados por meio da CAT com o conjunto de acidentes presumidos que deram origem a benefícios acidentários para os quais não há CAT informada (PREVIDÊNCIA SOCIAL, 2006).
Devido a implantação da nova metodologia do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), segundo a qual os benefícios da Previdência são concedidos sem entrega da CAT pelas empresas, o número de acidentes de trabalho aumentou, pois, é apresentada uma nova fonte de informação sobre a quantidade de acidentes
ocorridos no Brasil, porém, é necessário desenvolvimento de pesquisas e ações que possam melhorar e apresentar dados reais e confiáveis, podendo desenvolver assim, políticas públicas, diminuindo o número de acidentes no país.
3 ACIDENTE DE TRAJETO
Neste capítulo são apresentados a definição deste tipo de acidente, assim como os fatores para determinar sua ocorrência dentro das Normas da Previdência Social, os meios de transportes utilizados e uma análise sobre sua evolução com relação à população e os outros tipos de acidentes.