SONUCU OLARAK İRAN TOPLUMUNDAKİ
4.2. Tütün Hareketi Sırasında Egemenlik Çevreleri ve Bu Çevrelerin Tütün Hareketindeki Rolleri Hareketindeki Rolleri
4.2.2. Tütün Hareketi’nde Encümen (Gizli Gruplar) ve Bazı Aydın Çevreleri Çevreleri
4.2.2.1. Mirza Malkom Han (1833-1908)
As empresas buscam desenvolver sistemas de remuneração no intuito de recompensar adequadamente seu pessoal e reforçar o desempenho almejado. O salário, os serviços sociais e os benefícios constituem a remuneração (CHIAVENATO, 2005, p. 276).
Os trabalhadores querem sistemas de remuneração e políticas de promoções justos e sem ambiguidades, de acordo com suas expectativas. Quando a remuneração parece justa em vista das demandas do cargo, do nível individual requerido de habilidades e dos padrões de remuneração vigentes no mercado, a satisfação deve surgir como uma conseqüência natural. Da mesma forma, quando os funcionários percebem que as decisões sobre promoções são justas e merecidas, é maior a probabilidade de sentirem satisfação no trabalho (ROBBINS, 2009, p. 24).
Um dos principais fatores motivacionais é a recompensa financeira que o empregado recebe em troca de seu trabalho. No entanto, não é qualquer recompensa, o trabalhador, no mínimo, tem que acreditar que recebe uma recompensa justa por suas atividades. Os empregados querem salários e reconhecimento justos.
Além do salário, as empresas recompensam seus colaboradores com os benefícios sociais, prática comum, nos dias atuais, por parte das organizações.
Benefícios sociais são aquelas facilidades, conveniências, vantagens e serviços que as empresas oferecem aos seus empregados, no sentido de poupar-lhes esforços e preocupação. Podem ser financiados, parcial ou totalmente, pela empresa. Contudo, constituem meios indispensáveis de força de trabalho dentro de um nível satisfatório de moral e produtividade (CHIAVENATO, 1998, p. 413).
Os planos de benefícios e dos serviços sociais nas empresas brasileiras a princípio foram orientados por uma preocupação em reter a mão-de-obra e reduzir a rotatividade de pessoal. No entanto, com o tempo, além do aspecto de competitividade no mercado, os benefícios passaram a representar atividades da organização voltadas para a preservação física e mental de seus colaboradores (CHIAVENTATO, 2005).
De acordo com Milkovich e Boudreau (2000), há, basicamente, dois segmentos a serem seguidos quando se trata de que tipos de benefícios ofertar aos empregados, e essa escolha dependerá da estratégia do administrador. Se o objetivo for criar um clima de afetividade e proporcionar uma sensação de „fazer parte‟ da organização ao colaborador, o administrador deve ofertar benefícios que garantam bem-estar físico e econômico aos funcionários. Já, se a estratégia é relacionada ao desempenho, os benefícios devem estar
relacionado ao desempenho da empresa e dos empregados individualmente. Contudo, o que acontece na grande parte das organizações, é um mix dos dois segmentos.
Ainda de acordo Milkovich e Boudreau (2000), um dos objetivos a serem atendidos com o planejamento dos benefícios, é a competitividade, a qual influencia as decisões de formas conflitantes. De um lado é necessário que o custo com o pessoal seja compatível com o preço dos produtos e/ou serviço da empresa, e de outro, devido à competição no mercado de trabalho para atrair e manter funcionários produtivos cria-se uma pressão por ofertar ao menos os mesmos benefícios que a concorrência, caso contrário, a organização ficará em desvantagem.
“Os objetivos dos sistemas de remuneração são motivar comportamentos produtivos e controlar os custos trabalhistas, ao mesmo tempo em que busca a satisfação das necessidades e do sentimento de justiça dos empregados” (MILKOVICH; BOUDREAU, 2000, p. 379).
O sistema de remuneração tem uma enorme relevância na gestão de recursos humanos, por meio do mesmo, a organização pode incentivar a produtividade dos colaboradores, controlar os custos trabalhistas e buscar satisfazer as necessidades dos colaboradores.
4.1.1 Remuneração variável
“Em termos teóricos, uma das afirmações menos controvertidas que se podem fazer sobre a remuneração dos trabalhadores é a de que é importante vincular o pagamento ao desempenho no trabalho” (WAGNER III; HOLLENBECK, 2009, p. 107).
A empresa pagará mais a quem se dedicar mais e tiver um maior desempenho, e assim, receberá menos um trabalhador na mesma categoria de desempenho inferior. No entanto, essa análise não é uma questão muito simples de ser desenvolvida. (WAGNER III; HOLLENBECK, 2009).
Pois, como se calcular o desempenho de um dedicado colaborador em comparação a um outro com menor desempenho? E como saber que um está tendo um elevado desempenho, se logo depois surge um colaborador com um desempenho ainda melhor?
Enfim, percebe-se que é relativo o nível de desempenho e a forma de recompensa. Sendo, então, necessário, sempre, serem reavaliadas as condições de avaliação e recompensa do desempenho.
O pagamento é uma recompensa extrínseca especialmente complexa. “Ele pode ajudar as organizações a atrair e manter funcionários capazes e a satisfazer e motivar os que trabalham duro para ter um ótimo desempenho” (SCHERMERHORN. JR.; HUNT; OSBORN, 1999, p. 110).
“Edward Lawler concluiu que para o pagamento ser uma fonte de motivação no trabalho, os altos níveis de desempenho devem ser encarados como o caminho para conseguir um pagamento alto” (SCHERMERHORN. JR.; HUNT; OSBORN, 1999, p. 110).
Robbins (2009) vincula os programas de remuneração variável com a Teoria da Expectativa de Vroom:
De forma específica, para que a motivação seja estimulada, as pessoas devem perceber uma clara ligação entre o seu desempenho e as recompensas recebidas. Caso essas recompensas sejam dadas em função não ligados ao desempenho – como tempo de serviço ou cargo ocupado – é provável que os funcionários reduzam o empenho (ROBBINS, 2009, p. 80).
Várias são as formas de recompensar os funcionários de uma organização, no entanto é uma questão complexa decidir que maneira será utilizada pela empresa para realizar o referido fato.
Pagamentos por mérito, sistemas de incentivos, planos de participação nos lucros e participação acionária, são algumas das formas de recompensas financeiras utilizadas pelas empresas nos dias atuais. Ressaltando, ainda, que a empresa tem que optar como o pagamento será repassado para o funcionário, se o pagamento será por resultados individuais, grupais ou organizacionais.
Caso a organização opte pelo pagamento individual, isso pode gerar uma competição entre os colegas de trabalho, e, consequentemente, prejudicar o espírito de equipe, o que seria um ponto negativo para a empresa; os funcionários podem se concentrar só em suas metas individuais e perderem o interesse pelo desempenho geral da organização e de seus colegas. Já em relação ao pagamento grupal, os indivíduos podem não conseguir relacionar o seu desempenho pessoal com o desempenho e resultados do grupo ou da organização (WAGNER III; HOLLENBECK, 2009).
Com isso, fica a critério de cada organização estabelecer suas formas de pagamento das recompensas aos seus empregados.
A seguir, serão apresentadas algumas formas de pagamentos por desempenho e suas respectivas características:
a) planos baseados em mérito: “O pagamento por mérito é definido como um sistema de compensação que relaciona um aumento salarial ou de pagamento a uma medida do desempenho da pessoa num certo período de tempo” (SCHERMERHORN. JR.; HUNT; OSBORN, 1999, p. 110).
“O plano de pagamento com base no mérito é feito por desempenhos individuais com base em escalas de avaliação. Sua principal vantagem é que aqueles que tem melhores podem receber recompensas maiores” (ROBBINS; JUDGE; SOBRAL, 2010, p. 245).
O plano de pagamento por mérito deve ser baseado em medidas realistas e deve ser claro em relação a sua avaliação para que seja convincente e motive os funcionários. Deve está claro a distinção entre o ótimo e o baixo desempenho, e a relação do desempenho com o pagamento, para que dessa forma os indivíduos saibam o caminho a percorrer para atingir o melhor desempenho. b) sistemas de incentivo: Nos sistemas de incentivo as regras pelas quais o
pagamento será feito são estipuladas anteriormente, dessa forma o funcionário pode calcular quanto receberá caso consiga atingir um determinado nível de desempenho, já que as recompensas estão baseadas em medidas objetivas de desempenho (WAGNER III; HOLLENBECK, 2009).
No plano de recompensa por unidade produzida é determinado um padrão de produtividade por intervalo de tempo, e tudo que for produzido além desse padrão é recompensado por uma quantia fixa por unidade. É um plano fácil de análise de desempenho-resultado e de fácil compreensão por parte dos funcionários.
c) plano de participação nos lucros e nos resultados: “A participação nos lucros é um programa formal que permite aos funcionários participar financeiramente dos ganhos de produtividade que eles alcançaram” (DUBRIN, 2008, p. 159).
“Os planos de participação nos lucros são programas que envolvem toda a organização, distribuindo um pagamento baseado em alguma fórmula de cálculo da lucratividade da empresa” (ROBBINS; JUDGE; SOBRAL, 2010, p. 245).
“Os planos de participação nos lucros parecem apresentar um impacto positivo nas atitudes dos funcionários. Aqueles que se beneficiam dele tem uma
sensação psicológica mais forte de propriedade da empresa” (ROBBINS; JUDGE; SOBRAL, 2010, p. 246).
Existe, também, o plano de participação nos resultados, o qual “trata-se de um plano de incentivo grupal baseado em uma fórmula. A melhoria na produtividade da equipe – durante um certo período – determina a quantia em dinheiro a ser alocada” (ROBBINS, 2009, P. 79).
O plano de participação nos resultados difere do plano de participação nos lucros, pois o primeiro não enfoca os lucros, e, sim, a produtividade. “(...) a participação nos resultados recompensa comportamentos específicos que são menos influenciados por fatores externos. Os funcionários podem receber os incentivos, mesmo quando a empresa não está sendo lucrativa” (ROBBINS, 2009, p. 80).
O plano de participação nos resultados tem vivido um crescimento relevante nos últimos anos, tem se tornado uma prática comum nas organizações.
Os funcionários passam a ter interesse próprio em maximizar o resultado da organização. Pois, se a maximização dos lucros e resultados organizacionais é devido à produtividade, e esta, por sua vez, depende do esforço de cada indivíduo, o indivíduo buscará otimizar seu desempenho, no intuito de otimizar o resultado organizacional, pois ele, também, se beneficiará com esse resultado.
d) plano de participação acionária para funcionários: Neste tipo de plano de remuneração, os funcionários podem comprar ações da companhia a preços abaixo do mercado, como parte de um pacote de benefícios.
As pesquisas mostram que esses planos contribuem para melhorar a satisfação dos funcionários, mas seu impacto sobre o desempenho não é tão visível. Esses planos tem o poder de aumentar a satisfação e a motivação, no entanto, para que isso, realmente, aconteça, os funcionários precisam criar o sentimento de posse em relação à empresa, precisam sentir um dos sócios acionários da organização. Para tanto, “precisam ser, regularmente, informados a respeito do status dos negócios e ter a oportunidade de exercer influência sobre eles para que sejam atingidas melhorias significativas no desempenho da organização” (ROBBINS; JUDGE; SOBRAL, 2010, p. 246).