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HADİS USULÜ ve İLİMLERİ AÇISINDAN MUHADDİS SÛFÎLER

I. HADİS USULÜ

2. LAFZEN ve MANEN RİVÂYET

1

FUNES, Eurípedes Antônio - Goiás 1800-1850: Um período de transição da

mineração para a agropecuária. Coleção Teses Universitárias, Editora da

UFG, Goiânia, 1986 (ver obra).

2

GOMES, Horiestes e TEIXEIRA NETO, Antônio - Geografia Goiás - Tocantins, Goiânia, CEGRAF / UFG, 1993, p. 74.

92 "Os Patrimônios (...) são embriões de cidades ou aglomerações urbanas nascidos no meio rural. Normalmente surgem em terras de fazendeiros, que, sob pretexto de agradar a um santo padroeiro, oferece à Igreja um patrimônio (lotes e terras que passam a pertencer à paróquia, no interior de um loteamento da zona rural. Essas doações patrimoniais têm características especulativas. Inicialmente, no centro do loteamento é construída uma capela, ou santuário, ao redor da qual se desenvolve a futura cidade. Às vezes a capela já existe como propriedade particular da fazenda e depois é doada. como nos tempos coloniais, a igreja e a capela torna-se o ponto principal de atração dos fiéis, oriundos das vizinhanças rurais."

3

Idem, p. 75.

4

GARCIA, Maria Amélia - Estrutura Fundiária em Goiás-Consolidação e

Mudanças (1850-1910)/Série Teses Universitárias, Vol. 2, Editora

UCG, 1993, p. 57.

"...Em 1845, Gaspar Martins Veiga fez a doação de cerca de 600 alqueires ao patrimônio da Santa".

.

Importantes datas históricas de Morrinhos. In.: Morrinhos: Um Século de

Cidade/Revista da XIV Festa de Artes de Morrinhos, Nº 04, agosto de 1982,

p. 32.

. Ainda em 1845, ano em que parte das terras do Capitão Gaspar Martins da Veiga foram doadas a N. Sra. do Carmo, no dia 31 de julho, D. José de Assis Mascarenhas sancionou a Lei nº 03, elevando a Capela de Nossa Senhora do Carmo a Freguesia. Dez anos depois (05/11/1855) a freguesia tornou-se Vila Bela do Paranaíba, através da Resolução nº 02, mas em 1859 houve um retrocesso quando Januário da Gama Cerqueira sancionou a Lei nº 06, reintegrando a região a Santa Cruz. Somente em 1871, Antero Cícero de Assis restabeleceu a situação. Com a Lei nº 463 foi criada a Vila Bela de Nossa Senhora do Carmo de Morrinhos. Finalmente, em 29 de agosto de 1882, Cornélio Pereira de Magalhães, sancionou a Lei nº 826 , emancipando Vila Bela de Morrinhos que se tornou simplesmente Morrinhos. A Comarca de Morrinhos foi criada em 1887 e instalada em 1890 .

5

FONTES, Zilda Diniz - Morrinhos. In.: Morrinhos: Um Século de Cidade/

Revista da XIV Festa de Artes de Morrinhos, Nº 04, agosto de 1982,

p. 01.

6

FERREIRA, Altinor Barbosa - Os Corrêa, Alves e Pontes, s/e, cópia, Campo Grande, 1993, p. 20.

93

7

FONTES, Zilda Diniz - Morrinhos... , p. 01.

"Em 1836, com 13 anos de idade, casava na Capela de Nossa Senhora do Carmo, Mariana Maria de Jesus, filha de Antônio Corrêa Bueno e Maria Joaquina de Jesus. Ao que tudo indica, Mariana nasceu em Santa Cruz de Goiás, assim como seus irmãos Manoel, José e Joaquim, todos na terceira década de 1800. Sabendo, como se sabe, que Antônio aqui se fixou após sua permanência em Santa Cruz, podemos estabelecer como marco temporal de fixação o fim da década de 1820 e início da década seguinte. Essa possibilidade se harmoniza com a época da construção da Capela e com os mais antigos registros de casamento e de óbito em poder da Paróquia de Nossa Senhora do Carmo".

8

FERREIRA, A.B. - Op. Cit. p. 20.

9

FONTES, Zilda Diniz - Morrinhos... , p. 02.

10

MORAES, Maria Augusta Sant'Anna- História de Uma Oligarquia: Os

Bulhões,

Editora Oriente, 1ª Edição, Goiânia, 1974, p. .

.

ALMEIDA, Guilherme Xavier de - O Sobrado. In: Revista da VI Festa de Artes

de

Morrinhos, 1974, p. sem numeração, cópia. 11

GARCIA, Maria Amélia - Estrutura Fundiária em Goiás-Consolidação e

Mudanças (1850-1910)/Série Teses Universitárias, Vol. 2, Editora

UCG, 1993, p. 77.

12

TIBALI, Eliane Figueiredo Arantes - A expansão do povoamento em Goiás no

Século XIX, Dissertação de Mestrado em História das Sociedades Agrárias,

UFG,1991, p. 109. 13 Idem, p. 110. 14 Idem, p. 118. 15 Idem, p. 120/122. 16

CAMPOS, Francisco Itami - Coronelismo em Goiás, 1ª edição, Editora da UFG, Goiânia, 1983, p. 36.

94

17

SINGER, Paul - Economia política da urbanização, Editora Brasiliense, 12ª ed. , 1990, p. 11.

. Paul Singer afirma que a caracterização do urbano e do rural estaria diretamente ligada à divisão social do trabalho. Segundo ele, esta divisão aparece quando existe um excedente na produção de alimentos que permite a uma parte da população se dedicar a outras atividades e, em contrapartida, oferecer outras coisas aos habitantes da zona rural, como serviços religiosos, segurança pública e produtos que não podem ser produzidos por eles

18

Lançamento do Imposto Sobre O Valor Locativo dos Imóveis para o ano de 1896. Arquivo Histórico de Goiás/ Morrinhos - Caixa 04

. O Cel. Hermenegildo foi o que pagou mais imposto predial, porque além de seu

Sobrado, situado na Rua das Flores (atual Avenida Cel. Pedro Nunes), ocupava

também um outro imóvel na mesma rua e possuía, ainda , três outros de aluguel, em outros logradouros. Era o maior proprietário de imóveis urbanos em Morrinhos, por essa época , e outros membros de sua família também costumavam possuir mais de uma casa. Este fato merece atenção, pois poderia ser apenas um artifício para encobrir o grande patrimônio do clã dos Moraes.

19

PALACÍN, Luís et alii - História Política de Catalão , Coleção Documentos Goianos Nº 26, Editora da UFG, 1994, p. 32.

20

LEAL, Oscar - Viagem às Terras Goianas, Coleção Documentos Goianos, Editora

da UFG, 1980, p. 40e 41.

21

VIEIRA, Bruno José - Morrinhos ao Som da Lira, s/e , s/l e s/d., p. 16.

22

REIS FILHO, Nestor Goulart - Quadro da Arquitetura no Brasil, Editora Perspectiva, s/d, p. 28.

23

ROSA, Joaquim - Por Esse Goiás Afora, Livraria e Editora Cultura Goiana, 1974, p. 60/61.

24

Censo de 1920.

25

FONTES, Zilda Diniz - Morrinhos. In.: Morrinhos: Um Século de Cidade/

Revista da XIV Festa de Artes de Morrinhos, Nº 04, agosto de 1982,

p. 03.

26

FONSECA, Regina Maria da - Informações prestadas pessoalmente no decorrer da pesquisa.

95

27

Censo de 1920.

28

FONTES, Zilda Diniz - Morrinhos. In.: Morrinhos: Um Século de Cidade/

Revista da XIV Festa de Artes de Morrinhos, Nº 04, agosto de 1982,

p. 03.

29

VIEIRA, B.J. - Op. Cit. p. 16.

30

FONSECA, Regina Maria da - Informações prestadas pessoalmente no decorrer da pesquisa.

31

VIEIRA, B.J. - Op. Cit. p. 16.

32

BORGES, Barsanulfo Gomide - Goiás "Modernização" e Crise , Tese de Doutoramento, USP, SP, 1994.

33

GARCIA, M.A - Op. Cit. p. 57 .

34

FONTES, Zilda Diniz - Morrinhos. In.: Morrinhos: Um Século de Cidade/

Revista da XIV Festa de Artes de Morrinhos, Nº 04, agosto de 1982,

p. 02.

35

Ofício do Conselho Municipal em 29/10/1895, Arquivo Histórico de Goiás,

Caixa 05/ Morrinhos.

36

Idem.

37

A ponte do "Cahidor" sobre o rio Paranahyba. In.: A Informação Goiana, Ano

V, Vol. IV, Nº 04, Nov. , RJ, 1920, p. 28.

38

BORGES, B.G. - Op. Cit., p. 125.

39

Idem.

40

Idem, p. 126.

"Uma das primeiras empresas rodoviárias a se organizar foi a Companhia Auto-Viação Goyana, concedida ao Sr. Edmundo José de Morais, em 1917. A companhia recebeu como privilégio o direito de construir e explorar uma explorar uma estrada de rodagem para o transporte de carga e de passageiros, que partiria do terminal ferroviário de Roncador indo até a Cidade de Goiás, passando pelos municípios de Santa Cruz, Bela Vista, Campinas e Curralinho ( Itaberaí). A concessão incluía também uma linha telefônica compreendendo o mesmo percurso. O capital

96 previsto para o empreendimento foi de 500:000$000, dividido em 2.500 ações de 200$000 cada uma ".

41

O auto viação em Goyaz. In.: A Informação Goiana, Ano III, Vol. III, Nº 02,

Set. 1919, p. 15.

42

FONTES, Z. D.- Op. Cit. p.03.

43

PRADO JR., Caio - História Econômica do Brasil, Editora Brasiliense, 36ª edição, São Paulo, 1988, p. 218. 44 Idem, p. 225. 45 Idem, p. 217. 46 Idem, p. 207/211. 47 Idem, p. 225. 48

BERTRAN, Paulo - Uma Introdução à História Econômica do Centro-Oeste, Editora da UCG/CODEPLAN, Brasília 1988, p. 49.

49

FUNES, E.A.- Op. Cit.

50

CAMPOS, F. I. - Op. Cit. p. 27.

51

BORGES, B.G. - Op. Cit. p. 151.

52

BORGES, Barsanulfo Gomide - O Despertar dos Dormentes, CEGRAF/UFG, Goiânia, 1990, p. 51.

53

Idem..

54

BORGES, B.G. - Goiás "Modernização" e Crise... , p. 154.

55

Idem, p. 157

56

BORGES, Barsanulfo Gomide - O Despertar dos Dormentes ..., p. 52.

57

GARCIA, M.A - Op. Cit. p. 77.

58

97

59

Importantes datas históricas de Morrinhos. In.: Morrinhos: Um Século de

Cidade/Revista da XIV Festa de Artes de Morrinhos, Nº 04, agosto de 1982,

p. 32.

60

CAMPOS, F. I. - Op. Cit. p. 23.

61

Lançamento do Imposto sobre a Indústria e Profissão, 1898. Arquivo Histórico

de Goiás, Caixa 05.

62

PALACÍN, L. et alii - Op. Cit., p. 32.

. Ao tratar do urbano e do rural no município de Catalão um dos indicativos tomados por este autor é não existência de lojas no município.

"...a pequeníssima significação da vida urbana aparece indisfarçavelmente no fato de não existir uma única loja em todo o termo, e nem sequer na cidade. O grau de comercialização era tão pequeno que apenas oito tavernas existiam legalmente no município".

63

Balancetes de Receitas e Despesas (vários, 1889-1998) , Arquivo Histórico

de Goiás, Caixas 04 e 05.

64

Ofício respondendo sobre isenções de impostos e contrabando, em 28/09/1891

,

Arquivo Histórico de Goiás, Caixa 05.

65

Ofício do Conselho Municipal em 29/10/1895, Arquivo Histórico de Goiás,

Caixa 05/ Morrinhos.

66

TIBALI, Elianda Figueiredo Arantes - A Expansão do Povoamento em Goiás -

Século XIX, Dissertação de Mestrado, UFG, Goiânia, 1991, p. 121. 67

FRANÇA, Maria Souza - Povoamento do Sul de Goiás : 1872 - 1900 / Estudo da Dinâmica da Ocupação, Dissertação de Mestrado, UFG, Goiânia, 1975, p. 89.

68

Censo de 1920.

69

FONTES, Zilda Diniz - Morrinhos. In.: Morrinhos: Um Século de Cidade/

Revista da XIV Festa de Artes de Morrinhos, Nº 04, agosto de 1982,

p. 02.

70

SILVA, Nilza Diniz - A Escola em Morrinhos. In.: Morrinhos: Um Século de

Cidade/Revista da XIV Festa de Artes de Morrinhos, Nº 04, agosto de

98

71

BRETAS, Genesco Ferreira - História da instrução pública em Goiás, Coleção Documentos Goianos nº 21, CEGRAF, 1991, p. 506 e 507.

72

Censo de 1920, Vol. IV, 4ª Parte : População do Brazil por Estados, Municípios

e Distritos, segundo o grau de instrução por idade, sexo e nacionalidade, Rio de

Janeiro, Typografia da Estatística, 1929.

73

Idem.

74

TORÓ, José Joaquim de Barros - Ofício enviado ao Inspetor-Geral de Instrução Pública, Jerônimo Rodrigues de Souza Moraes, em 27/05/1890. Arquivo Histórico de Goiás, Caixa 04/Morrinhos.

75

TORÓ, José Joaquim de Barros - Ofício ,sem destinatário ,enviado em 27/05/1890, Arquivo Histórico de Goiás, Caixa 04/Morrinhos.

76

Relação de alunos pobres que freqüentaram a escola no 3º trimestre de 1891

Arquivo Histórico de Goiás, Caixa 04.

77

Mapa do Trimestral de Alunas Matriculadas, 1890. Arquivo Histórico de

Goiás,

Caixa 04/Morrinhos.

78

Alunas Matriculadas no 4 º Trimestre , 1890. Arquivo Histórico de Goiás,

Caixa 04/Morrinhos.

79

BRETAS, G. F. - Op. Cit. p.p. 440/441.

80 Idem, p. 441. 81 Idem, p. 442. 82 Idem, p. 442/449. 83 Idem, p. 451. 84 Idem, p. 453/463. 85 Idem, p. 482/483.

100

CAPÍTULO III

A

COMUNIDADE

MORRINHENSE

1 8 8 9 -1 9 3 0