KUR’AN-I KERİM’DE VE İSLAM’DA ZENGİNLİK
2.3. İSLAM’IN MÜLK VE ZENGİNLİĞE BAKIŞ
2.3.2. İNSANIN MAL EDİNME HIRSI, ARZUSU İHTİYAC
A cultivar Massai apresenta crescimento em forma de touceiras, podendo atingir altura média de 1,50 m sob crescimento livre; possui ciclo vegetativo perene. As inflorescências apresentam ramificações primárias, curtas, sem ramificações secundárias. O capim-massai apresenta ainda grande velocidade de estabelecimento e de rebrotação (EMBRAPA, 2008), elevada quantidade de folhas, que possui mais nutrientes que os caules, e estes possuem diâmetro pequeno, o que contribui para um menor porcentual de lignina da planta (NASCIMENTO et al., 2002).
5.4 Capim Piatã (Brachiaria brizantha cv. BRS Piatã)
A cultivar Piatã possui hábito de crescimento ereto, com a formação de touceiras que variam de 0,85 m a 1,10 m de altura. Os colmos são finos, verdes e as bainhas foliares têm poucos pelos claros e apresenta perfilhamento aéreo. Suas folhas medem até 45 cm de comprimento e 1,8 cm de largura. Não há pelos na lâmina foliar, que se mostra áspera na face superior e tem bordas serrilhadas e cortantes. O capim Piatã apresenta ampla adaptação e elevada produtividade, compatível com os valores observados para outras cultivares, representa uma boa alternativa para diversificação das pastagens brasileiras (ANDRADE e ASSIS, 2010).
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CAPÍTULO II
PARÂMETROS PARASITOLÓGICOS E DESEMPENHO PRODUTIVO DE OVINOS NATURALMENTE INFECTADOS COM NEMATOIDES
GASTRINTESTINAIS MANTIDOS EM DIFERENTES PASTAGENS TROPICAIS
PARASITOLOGICAL PARAMETERS AND PRODUCTIVE PERFORMANCE OF SHEEP NATURALLY INFECTED WITH GASTROINTESTINAL NEMATODES IN DIFFERENT
1 INTRODUÇÃO
Os ovinos apresentam boa adaptação nas regiões tropicais de todo o mundo, e no Brasil a região Nordeste detém, segundo o IBGE (2011), 57,24% da produção nacional, concentrados principalmente nas pequenas propriedades, que não usam de tecnologias para combater as dificuldades encontradas na criação. Logo, em razão de sua importância econômica e social, a ovinocultura requer medidas de manejo adequadas para que possa superar os desafios existentes (MACIEL et al., 2006).
Um dos principais entraves para a criação destes animais são as infecções parasitárias, que podem causar anemia, perda de peso e diminuição do potencial produtivo e reprodutivo, o que pode afetar diretamente a produção animal. O parasito de maior importância para os pequenos ruminantes é o Haemonchus contortus, dada sua atividade hematófaga e alta prevalência em todo território nacional (AMARANTE, 2004), mas estas infecções são caracterizadas como mistas e assim temos outros helmintos, como o
Trichostrongylus sp., Cooperia sp., Strongyloides papillosus e Oesophagostomum sp. que
também causam danos a criação de ovinos (UENO & GONÇALVES, 1998; UQUHART et al., 1998; BASSETO et al., 2009).
Tradicionalmente faz-se o controle dos nematoides baseado no uso de anti- helmínticos, de forma frequente e em muitos casos, indiscriminado, o que leva, atualmente, ao desenvolvimento da resistência parasitária aos diversos princípios ativos (AMARANTE et al., 1992; VIEIRA et al., 1992; MELO et al., 2003; MOLENTO, 2004; TERRIL e MILLER, 2005; COELHO et al., 2010). Além disso, o uso dessas drogas possibilita a deposição de resíduos na carne, no leite e nas fezes que contaminam o meio ambiente. Os programas profiláticos direcionados para as gastroenterites parasitárias são relativamente dispendiosos, mas são imprescindíveis nas propriedades onde o empreendimento depende de uma espécie animal (CAMPELLO, 2005). Portanto, a crescente demanda por níveis reduzidos de drogas nos produtos de origem animal e no ambiente tem levado à necessidade da utilização de estratégias que promovam o uso mínimo de compostos químicos na produção animal (BEH e MADDOX, 1996; GASBARRE, 1997; SONSTEGARD e GASBARRE, 2001).
Uma das formas de controle das verminoses em ovinos é com o uso do Método Famacha©, desenvolvido por Van Wky et al. (1997), que tem como objetivo identificar clinicamente animais que apresentem diferentes graus de anemia, frente à infecção pelo H.
contortus. No método Famacha© um menor número de animais é medicado e também em
menor frequência, pois só recebem tratamento anti-helmíntico aqueles que apresentam anemia clínica (VIEIRA et al., 2007). Além disso, a estimativa do estado nutricional dos ruminantes por meio da avaliação visual e/ou tátil do escore de condição corporal (ECC) informa ao avaliador o estado nutricional dos animais, e embora seja uma medida subjetiva, baseada na classificação dos animais em função da cobertura muscular e da massa de gordura, representa uma ferramenta importante de manejo (MACHADO et al., 2008).
Outra alternativa é o método de pastejo rotativo. O uso de pastos formados por gramíneas forrageiras de crescimento cespitoso, como as do gênero Panicum podem contribuir para a dessecação das larvas e dos ovos de helmintos (CHAGAS E VERÍSSIMO, 2008). Entretanto, estudos mostram que as maiores quantidades de larvas infectantes de H. contortus (CARNEIRO e AMARANTE, 2008; AMARANTE, 2009) e
Trichostrongylus colubriformis (ROCHA et al., 2007, 2008, 2012) foram recuperadas
quando as fezes foram depositadas em capim aruana (Panicum maximum cv. Aruana), quando comparados com cultivares de braquiária. Costa et al. (2007) afirmaram que quando os capins possuem uma quantidade maior de proteína bruta (PB), mais favorecido estará o sistema imunológico dos animais.
Como a pastagem é uma importante fonte de contaminação parasitária e pode influenciar na desempenho produtivo do hospedeiro frente às infecções gastrintestinais, torna-se imprescindível conhecer o comportamento migratório das larvas infectantes de nematoides gastrintestinais nas diferentes espécies forrageiras, o que poderá contribuir para a compreensão das características morfológicas da planta que interferem nesta atividade, bem como possibilitar a recomendação da cultivar que melhor suporta os efeitos do parasitismo. Assim, o objetivo deste trabalho foi avaliar a resposta de ovinos naturalmente infectados por nematoides gastrintestinais mantidos em pastagens de Panicum maximum cv. Massai e cv. Aruana e Brachiaria brizantha cv. Piatã e cv. Marandu.
2 OBJETIVOS
2.1 Objetivo Geral
Avaliar a resposta de ovinos naturalmente infectados por nematoides gastrintestinais mantidos em pastagens de Panicum maximum cv. Massai e cv. Aruana e
Brachiaria brizantha cv. Piatã e cv. Marandu.
2.2 Objetivos Específicos
- Avaliar a resposta de ovinos à infecção por nematoides gastrintestinais em diferentes gramíneas forrageiras tropicais utilizando marcadores fenotípicos (contagem de OPG, volume globular, contagem dos eosinófilos sanguíneos, Famacha©, peso e escore corporal);
- Identificar os gêneros dos nematoides presentes nas fezes dos animais; - Identificar e quantificar as espécies de nematoides presentes nos animais;
- Avaliar a frequência das larvas infectantes nas cultivares de gramíneas forrageiras tropicais;
- Correlacionar os parâmetros fenotípicos (parasitológicos, hematológicos e de produção) à cultivar utilizada.
3 MATERIAL E MÉTODOS
3.1 Local de Execução
O experimento foi conduzido na área experimental do GEFOR – Grupo de Estudos em Forragicultura, situado na Unidade Acadêmica Especializada em Ciências Agrárias, Campus de Macaíba da Universidade Federal do Rio Grande do Norte – UFRN.
As análises parasitológicas, hematológicas e contagem e identificação dos nematoides gastrintestinais foram realizadas em Laboratório no Centro de Biociências da Universidade Federal do Rio Grande do Norte.
3.2 Animais Experimentais
Foram utilizados 48 ovinos machos, com idade aproximada de 6 meses a 1 ano, mestiços ½ sangue Santa Inês e ½ sem raça definida (SRD) (Figura 1), naturalmente infectados por nematoides gastrintestinais e mantidos em quatro cultivares de gramíneas forrageiras tropicais naturalmente contaminadas por ovos e larvas de nematoides gastrintestinais.
Figura1 – Animais experimentais.