DİN EĞİTİMİNDE İMAM-HATİP OKULLARI MODELİ
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4. İMAM-HATİP OKULLARI MODELİ, İMAM-HATİP MODELİ NEDİR?
As unidades de conservação, conforme anteriormente foi mencionado, foram previstas no artigo 2º da lei n. 9.985/2000 e, posteriormente, regulamentadas pelo decreto n. 4.340/2002.
Vêm expressas doze modalidades de unidades de conservação, divididas em dois grupos: 1) unidades de proteção integral (estação ecológica; reserva biológica; parque nacional; monumento natural; e refúgio de vida silvestre) e 2) unidades de
uso sustentável (área de proteção ambiental; área de relevante interesse ecológico;
floresta nacional; reserva extrativista; reserva de fauna; reserva de desenvolvimento sustentável; e reserva particular do patrimônio natural).
Para ser criada uma unidade de conservação, a lei determina a necessidade de ato do poder público, ou seja, por meio de lei ou decreto. Em todo caso, deverá ser precedida de elaboração de um estudo técnico e de consulta pública. Esses requisitos, uma vez descumpridos, poderão conduzir à nulidade do ato de criação dessa unidade de conservação.
77 Já para efetivamente implantar uma unidade de conservação (ato posterior a sua criação através de lei ou decreto) é necessário ajustar a zona de amortecimento, o mosaico de unidades de conservação e elaborar o plano de manejo.
A zona de amortecimento define as áreas onde se permite e outras onde são regradas as atividades econômicas. Segundo Milaré (2013, p.1232) é:
[...] uma faixa de terreno que margeia as unidades de conservação, exceto Áreas de Proteção Ambiental e Reservas Particulares do Patrimônio Natural, com a finalidade, como o próprio nome está a indicar, de amortecer ou mitigar os impactos produzidos pelas atividades externas que sejam incompatíveis com o manejo da unidade.
Um conjunto de unidades de conservação de categorias diferentes Áreas de Preservação Ambientais (APAs) e Reserva Particular de Patrimônio Nacional (RPPN), ou não (apenas APAs ou somente RPPN), próximas, justapostas ou sobrepostas, e outras áreas protegidas públicas ou privadas forma um mosaico (art. 26 do SNUC). É o que determina o art. 26 da lei do SNUC nesses termos:
Quando existir um conjunto de unidades de conservação de categorias diferentes ou não, próximas, justapostas ou sobrepostas, e outras áreas protegidas públicas ou privadas, constituindo um mosaico, a gestão do conjunto deverá ser feita de forma integrada e participativa, considerando- se os seus distintos objetivos de conservação, de forma a compatibilizar a presença da biodiversidade, a valorização da sociodiversidade e o desenvolvimento sustentável no contexto regional.
Agora quanto à gestão, o artigo 2º XVII, do SNUC estabelece o conceito de plano de manejo, nos seguintes termos:
[...] é o documento técnico mediante o qual, com fundamento nos objetivos gerais de uma unidade de conservação, se estabelece o seu zoneamento e as normas que devem presidir o uso da área e o manejo dos recursos naturais, inclusive a implantação das estruturas físicas necessárias à gestão da unidade.
Após cinco anos da criação de uma unidade de conservação é obrigatória a implantação de um plano de manejo, especificando todo o regime jurídico-ambiental a qual a área estará sujeita. (art. 27, parágrafo 3º), salientando que em inúmeros casos, essa disposição não se cumpre. No caso da extinção, a Constituição Federal exige lei (art. 225, parágrafo 1º, III).
Para Gondelles (1991, p.30-45), unidades de conservação são:
[...] espaços geográficos que, pelas características biofísicas singulares ou outras qualidades de potencialidades socioculturais, merecem receber do Estado proteção efetiva e permanente através de regimes especiais de administração que lhes garantam a integridade física sem perda das suas
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características e valores, mediante utilização de acordo com esses objetivos e adequado manejo.
Já Milano (2001, p. 10) ao conceituar unidades de conservação explica as mesmas como:
[...] porções territoriais com características naturais de relevante valor, de domínio público ou propriedade privada, legalmente instituídas, com objetivos e limites definidos, às quais se aplicam regimes especiais de administração e garantias de proteção, e os sistemas como os conjuntos de unidades de diferentes categorias de manejo que, devidamente planejadas, manejadas e administradas como um todo são capazes de atender da forma mais ampla possível aos objetivos nacionais de conservação.
Em outra ordem de ideias, segundo Amado (2011, p. 130),
[...] o objetivo básico das unidades de conservação, na de Proteção Integral tem-se a preservação da natureza, enquanto na de Uso Sustentável é compatibilizar a conservação da natureza com o uso sustentável de parcela dos seus recursos naturais.
Salientando que as deficiências operacionais e institucionais das unidades de conservação cujas origens são comumente políticas e econômicas têm dificultado ou impedido que estas cumpram os fins para os quais são concebidas e estabelecidas.
O presente trabalho de doutorado direciona como um dos seus objetivos exatamente analisar a criação e a conservação de áreas verdes intituladas de parques, bosques ou hortos, buscando trazer, ao final, após apresentar os problemas e dificuldades observadas, possíveis soluções para estas deficiências nas áreas verdes, em especial, nos parques em Teresina/PI. Salientando que tais parques têm função não apenas de oferecer lazer à população, mas, acima de tudo, de sustentabilidade, funcionando como agentes no combate à degradação ambiental oriunda do desenvolvimento econômico desmesurado. Importante frisar que tais parques não correspondem aos requisitos da legislação em vigor, em especial ao SNUC, isso porque a grande maioria deles foi criada antes da sua entrada em vigor. No entanto tal fato não afasta a possibilidade de aplicação da referida legislação de forma subsidiária, o que trará somente benefícios para referida área.
Observa-se um certo descaso do poder público na criação e manutenção de parques em Teresina. Isso vem afastando tais unidades do seu real objetivo. Por esse motivo é necessária a solução desse problema com meios alternativos.
79 Dentre as alternativas viáveis e de difusão atual a ser necessariamente adotada, uma opção seria que as unidades de conservação fossem geridas por Organizações da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIP), que, de acordo com a lei n. 9.790/1999, art. 1º, são as pessoas jurídicas de direito privado, sem fins
lucrativos, desde que os respectivos objetivos sociais e normas estatutárias atendam aos requisitos instituídos por esta Lei.
No entanto, há divergência na doutrina e na jurisprudência sobre o tema, ainda não dirimidos completamente, pois como se trata de uma questão complexa, a delegação de poder de polícia à pessoa jurídica de direito privado, haveria uma vedação constitucional a essa delegação. Contudo, na prática tem-se observado a delegação em comento.
Outra possibilidade, também bastante difundida nos últimos tempos seria a aplicação de mecanismos de privatização de tais áreas ou a feitura de PPPs.
É importante salientar que a função ambiental independe do regime dominial, pois as áreas especialmente protegidas, sejam públicas, sejam privadas, desempenham função ambiental, sendo irrelevante o status jurídico de seu proprietário. Assim, não há que se falar em contradição entre regime de propriedade e proteção do meio ambiente.
No entanto, não se pode deixar de mencionar que a proteção ao meio ambiente traz para o proprietário (seja público, seja privado), um ônus, pois esvazia o conteúdo econômico da propriedade. Por esse motivo, sendo privada, cabe indenização. Mas pode haver por parte do poder público, iniciativas para a implantação de mecanismos de gestão ambiental que sejam vantajosas para investidores privados, especialmente quando o poder público não tenha verba suficiente para destinar a esse fim.
Esse tema será tratado no próximo capítulo.
Por último, importante trazer conceitos que apresentam divergência doutrinária a fim dirimir eventuais dúvidas sobre sua aplicação terminológica na presente tese. Por isso será discorrido sobre termos dano, degradação, impacto e poluição no tópico subsequente.
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