• Sonuç bulunamadı

AHİ-BEKTAŞÎ SEMBOLLERİ

3. AHİLİKTE MİSTİK SEMBOLİK UNSURLAR

Na análise de fatores para identificar se todas as variáveis são importantes, observou-se que em ambas as profundidades estudadas, o K+ não foi significativo.

Sendo assim, nas análises seguintes retirou-se o K+ (Tabela 1). Os atributos físicos

Argila, silte e areia também não foram significativos. Logo, também foram retirados das análise seguintes a exemplo do K+.

As variáveis que melhor explicaram a variação total dos dados na profundidade de 0 a 0,20 m foram pH (-0,92), P (-0,88), Ca2+ (-0,93), Mg2+ (-0,93),

Al3+ (0,76) com o fator fertilidade e MO (-0,88), H+Al (-0,84) e Ds (0,88) com o fator

manejo do solo (Tabela 1). Já na profundidade 0,20 a 0,40 m a variação total dos dados pode melhor ser explicada por pH (-0,91), P (-0,91), Ca2+ (-0,88), Mg2+ (-0,92)

com o fator fertilidade e MO (-0,70), Al3+ (-0,73), H+Al (-0,95) e Ds (0,70) com o fator

Tabela 1. Análise fatorial dos atributos do solo nas duas profundidades estudadas

com os fatores fertilidade e manejo do solo.

Variáveis Fertilidade Manejo do Solo Fertilidade Manejo do Solo

Profundidade 0 – 0,20 m Profundidade 0 – 0,40 m Ph -0,915050 0,159841 -0,907926 0,300952 MO -0,426292 -0,881794 -0,668236 -0,703778 P -0,877142 -0,139087 -0,910687 0,190785 K+ -0,339396 0,164370 -0,534283 -0,141640 Ca2+ -0,930347 0,086971 -0,889211 0,177576 Mg -0,929196 -0,193522 -0,922840 -0,090369 Al3+ 0,764564 -0,573911 0,548374 -0,734269 H+Al 0,393519 -0,843337 0,096636 -0,953143 Ds 0,426292 0,881794 0,668236 0,703778

Ds – Densidade do solo (kg dm-3); Valores em negrito guardam relação significativa com os fatores

fertilidade ou manejo do solo.

A partir dos atributos com maiores poderes discriminatórios, realizou-se a análise de agrupamento. Com esta análise, foi possível observar a separação dos ambientes (Figura 15), os quais foram agrupados com base no grau de semelhança em grupos homogêneos. Os critérios de definição dos agrupamentos foram a inspeção visual do dendrograma e o fato de que se deveria obter unidades administrativas de manejo (agrupamentos homogêneos) que não fossem excessivamente pequenas. O exame do dendrograma revelou a existência de seis agrupamentos bem distintos quando a linha fenon ou linha de corte foi traçada no nível de homogeneidade de 4,7% (Figura 15a) e 3,2% (Figura 15b). Além dos critérios apresentados, o nível de corte foi escolhido, porque delineava agrupamentos bem distintos, posto que ocorreu considerável mudança de níveis. Deste modo, os ambientes cultivo, mata e pousio 5 constituíram o que se designou o grupo I, pousios 3 e 4 o grupo II e pousios 1 e 2 o grupo III para a profundidade 0 a 0,20 m. Na profundidade de 0,20 a 0,40 m cultivo e pousio 5 constituíram o grupo I, mata e pousios 3 e 4 o grupo II e pousios 1 e 2 o grupo III.

a C M P5 P4 P3 P2 P1 0 2 4 6 8 10 12 14 Dis tân cia Euc lid ian a Grupo I A Grupo II Grupo III b C P5 M P4 P3 P2 P1 0 2 4 6 8 10 12 14 16 Dis tân cia Euc lid ian a

Grupo I Grupo II Grupo III

B

Figura 15. Dendrograma resultante da análise hierárquica de agrupamentos

mostrando a formação de grupos segundo as variáveis estudadas nos pousios, no sistema convencional e mata nativa. a: profundidade 0,00– 0,20 m; b: profundidade 0,20–0,40 m. Pousios: P1 a P5 = 5, 10, 15, 20 e 25 anos.

Com a análise de componentes principais (ACP) foi possível identificar as variáveis com os maiores potenciais discriminatórios para cada pousio e demais ambientes (Tabela 2).

A partir dos resultados da Figura 16 observa-se, para a profundidade de 0 a 0,20 m, que as variáveis M, C e P3 foram influenciadas principalmente pela densidade do solo. Já a variável P1 foi influenciada por P, Mg2+ e MO, enquanto que

as variáveis P2 e P4 foram mais influenciadas por H+Al e Al3+. Já a variável P5 foi

influenciada principalmente por pH e Ca2+.

Tabela 2. Autovalores e % da variância pela Análise dos Componentes Principais variáveis estudadas nos pousios, no sistema convencional e mata nativa.

Componente Autovalores % dos Autovalores % Cumulativas dos Autovalores Profundidade 0 – 0,20 m Fertilidade 4,462147 55,77684 55,7768 Manejo do solo 2,693672 33,67090 89,4477 Profundidade 20 – 40 cm Fertilidade 4,545573 56,81966 56,8197 Manejo do solo 2,608871 32,61089 89,4305

Para a profundidade de 0 a 40 cm observa-se que P1 e P2 foram influenciadas por Mg2+ e MO. Já a M, C e P3 também foram influenciadas pela

densidade do solo, a exemplo da profundidade de 0 a 0,20 m. P4, a exemplo da profundidade de 0 a 0,20 m, foram mais influenciada por H+Al e Al3+. Já a variável

P5 foi influenciada principalmente por P, pH e Ca2+.

Com o objetivo de verificar as associações entre os ambientes e seus atributos analisados e identificar quais deles foram mais relevantes na separação das áreas amostradas foi aplicado à técnica complementar de análise discriminante (Figura 17), o que permitiu classificar, os resultados obtidos para todos os ambientes.

a P1 P1 P1 P1 P1 P2 P2 P2 P2 P2 P3 P3 P3 P3 P3 P4P4 P4 P4 P4 P5 P5 P5 P5 P5 C C C C C M M M M M -8 -6 -4 -2 0 2 4 6 8 -5 -4 -3 -2 -1 0 1 2 3 4 5 Ds Al H+Al MO Mg P Ca pH ACP1: 55,77% ACP 2: 3 3,6 7% A b P1 P1 P1 P1 P1 P2 P2 P2 P2 P2 P3 P3 P3 P3 P3 P4 P4P4 P4 P4 P5 P5 P5 P5 P5 C C C C C M M M M M -12 -10 -8 -6 -4 -2 0 2 4 6 8 10 12 -5 -4 -3 -2 -1 0 1 2 3 4 5 Ds Al H+Al MO Mg P pH Ca ACP 1:56,81% ACP 2:32 ,61 % B

ACP1 = fertilidade; ACP2 = manejo do solo

Figura 16. Análise de componentes principais dos atributos do solo nos ambientes

estudados nos pousios (P1 a P5), no sistema convencional (C) e mata nativa (M). a: profundidade 0,00–0,20 m; b: profundidade 0,20–0,40 m. Pousios: P1 a P5 = 5, 10, 15, 20 e 25 anos.

Pela análise discriminante, 91,11% da variabilidade das relações estudadas foram explicadas nas duas primeiras raízes. A primeira raiz discriminante 1 (00%), e a segunda raiz discriminante com 93,37% (Figura 17). Nota-se que mata, cultivo e

P5 são totalmente diferentes dos demais ambientes se analisarmos o eixo discriminante 1, para ambas profundidades.

a

b

Figura 17. Agrupamento das áreas pela Análise Discriminante Canônica 1 e 2 das

variáveis estudadas nos pousios (P1 a P5), no sistema convencional (C) e mata nativa (M). a: profundidade 0,00–0,20 m; b: profundidade 0,20– 0,40 m. Pousios: P1 a P5 = 5, 10, 15, 20 e 25 anos. -10 -5 0 5 10 15 Raiz Discriminante 1 (73,91%) -4 -3 -2 -1 0 1 2 3 4 5 R ai z D iscr im in an te 2 ( 17 ,2 0% ) (1 7,2 0% ) P1 P2 P3 P4 P5 C M -8 -6 -4 -2 0 2 4 6 8 Raiz Discriminante 1 (55,91%) -4 -3 -2 -1 0 1 2 3 4 5 R ai z D iscr im in an te 2 ( 37 ,4 6% ) (3 7,4 6% ) P1 P2 P3 P4 P5 C M

5 CONCLUSÕES

O pousio florestal é uma técnica que possibilita a recuperação natural da fertilidade do solo, desde que o tempo para tal seja suficiente o bastante para que o solo seja capaz de repor as perdas de nutrientes exportadas pelo plantio.

No caso estudado, no sistema de cultivo de corte e queima, durante o período de 5 a 25 anos, as perdas e ganhos de macronutrientes, aproximaram-se da área controle, o que permite deduzir que o pousio florestal é uma técnica eficiente que poderá garantir às culturas anuais (arroz, milho e mandioca) um desenvolvimento satisfatório.

A matéria orgânica (MO) em solos ácidos é realmente a grande responsável pela disponibilidade de nutrientes como P, K, Ca e Mg, pois grande parte da CTC desses solos é decorrente da MO.

6 REFERÊNCIAS

ALTIERI, M. Agroecologia: a dinâmica produtiva da agricultura sustentável. 3. ed.

Porto Alegre: UFRGS, 2001. 120 p. (Série Estudos Rurais).

ALTIERI, M.; WEID, J. M. van der. Perspectivas do manejo de recursos naturais com base agroecológica para agricultores de baixa renda no século XXI. In: LIMA, D. M. A.; WILKINSON, J. (Org.). Inovação nas tradições da agricultura familiar.

Brasília: CNPq/Paralelo 15, 2002. p. 10-25.

ANDRADE, M. C. de. Paisagens e problemas do Brasil. 3. ed. São Paulo:

Brasiliense, 1973. 273 p.

ANDRADE, M. P. Terra de índio: identidade étnica e conflito em terras de uso

comum. São Luis: UFMA, 1999. 215 p.

BARRERA-BASSOLS, N.; ZINCK, J.A. Ethnopedology: a worldwide view on the soil knowledge of local people. Geoderma, Amsterdam, v. 111, n. 3-4, p. 171-195, 2003.

BERTOLINO, A. V. F. A.; BERTOLINO, L. C. Agricultura migratória e seus efeitos sobre o solo. In: CARNEIRO, M. J. Agricultores e território: práticas e saberes. Rio

de Janeiro: Trasso Comunicação/CNPq/Faperj, 2010.

BIRMINGHAM, D.M. Local knowledge of soils: the case of contrast in Côte d'Ivoire. Geoderma, v. 111, n. 3-4, p. 481-502, 2003.

CARNEY, J. A.; MARIN, R. A. Saberes agrícolas dos escravos africanos no Novo Mundo. Ciência Hoje, Rio de Janeiro, v. 35, n. 205, p. 26-33, 2004.

CARVALHO, A. F. Caracterização física, química e mineralógica dos solos do Município de Humaitá – AM. 1986. 166 p. Tese (Livre Docência) – Faculdade de

Ciências Agronômicas, Universidade Estadual Paulista Júlio Mesquita, Botucatu, 1986.

DIAS, M. N. Fomento e mercantilismo: a companhia geral do comércio do grão

DUBOIS, J. C. L.; VIANA, V. M.; ANDERSON, A. B. Sistemas e práticas agroflorestais para Amazônia: manual agroflorestal para a Amazônia. Rio de

Janeiro: REBRAF, 1996. p. 2-27.

ENGEL, V. L. Sistemas agroflorestais: conceitos e aplicações. In: ENGEL, V. L.

Introdução aos sistemas agroflorestais. Botucatu: FEPAF, 1999. 70 p. Disponível

em: <saf.cnpgc.embrapa.br/publicacoes/01.pdf>. Acesso em: 04 abr. 2015.

EMPRESA BRASILEIRA DE PESQUISA AGROPECUÁRIA - EMBRAPA. Manual de métodos de análise de solo. Rio de Janeiro, Centro Nacional de Pesquisa de

Solos, 1997. 212p.

EMPRESA BRASILEIRA DE PESQUISA AGROPECUÁRIA – EMBRAPA. Serviço Nacional de Levantamento e Conservação de Solos. Levantamento exploratório- reconhecimento de solo do Estado do Maranhão. Rio de Janeiro. 1986. (Boletim

de Pesquisa, 35)

EMPRESA BRASILEIRA DE PESQUISA AGROPECUÁRIA. EMBRAPA SOLOS. Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Sistema brasileiro de classificação de solos. 3. ed. Brasília, DF. 2013. 353 p.

FALCÃO, N.; MOREIRA, A.; COMENFORD, N. B. A fertilidade dos solos da terra preta de índio da Amazônia Central. In: TEIXEIRA, W. G.; KERN, D. C.; MADARI, B. E.; LIMA, H. N.; WOODS, W. (Ed.). As terras pretas de índio da Amazônia: sua

caracterização e uso deste conhecimento na criação de novas áreas. Manaus: EMBRAPA Amazônia Ocidental, 2009. 2 CD-ROMs.

FAQUIN, V. Nutrição mineral de plantas. Pós-Graduação “Lato Sensu”

(Especialização em Solos e Meio Ambiente) – Universidade Federal de Lavras, Lavras, 2005. Disponível em: <www.dcs.ufla.br/.../pdf/Prof.../Nutricao%20mineral%2 0de%20plantas.pd>. Acesso em: 08 maio 2014.

FERREIRA, M. S. F. D.; DIAS, F. M. S. Comparação da forma de uso do espaço destinado aos quintais em dois bairros da cidade de Cuiabá-MT. In: ENCONTRO NACIONAL DE ESTUDOS SOBRE MEIO AMBIENTE, 4., 1993, Cuiabá. Anais...

FREITAS, I. C. de, SANTOS, F. C. V. dos, CUSTÓDIO FILHO, R. O.; CORRECHEL, V.; SILVA, R. B. da. Agroecossistemas de produção familiar da Amazônia e seus impactos nos atributos do solo. Revista Brasileira de Engenharia Agrícola e Ambiental, Campina Grande, v. 7, n. 12, p. 1310–1317, 2013. Disponível em:

<http://www.scielo.br/pdf/rbeaa/v17n12/v17n12a09.pdf>. Acesso em: 08 abr. 2014.

GAYOSO, R. J. de. Compêndio histórico-político dos princípios da lavoura do Maranhão. Rio de Janeiro: Livros de Mundo Inteiro, 1970. 337 p.

GRAY, L.C.; MORANT, P. Reconciling indigenous knowledge with scientific assessment of soil fertility changes in southwestern Burkina Faso. Geoderma,

Amsterdam, v. 111, n. 3-4, p. 425-437, 2003.

IWATA, B. F.; LEITE, L. F. C.; ARAÚJO, A. S. F.; NUNES, L. A. P. L.; GEHRING, C.; CAMPOS, L. P. Sistemas agroflorestais e seus efeitos sobre os atributos químicos em argissolo vermelho-amarelo do cerrado piauiense. Revista Brasileira de Engenharia Agrícola e Ambiental, Campina Grande, v. 16, n. 7, p. 730-738, 2012.

IZIDRO, R. Reação do solo e matéria orgânica. Campina Grande: Universidade

Federal, 2011. Disponível em:<http://www.cdsa.ufcg.edu.br/portal/outras_paginas/ar quivos/aulas/renato_isidro/reacao_e_mo_do_solo.pdf>. Acesso em: 24 mar. 2015.

JANSEN, S.; SMETS, E.; HARIDASAN, M. Aluminum accumulation in flowering plants. In: BLUMEL, D. D.; RAPPAPORT, A. (Ed.). Yearbook of science and technology. New York: McGraw-Hill, 2003. p. 11-13.

KATO, O. R.; KATO, M. S. A.; CARVALHO, C. R. F. Manejo da vegetação secundária na Amazônia visando o aumento da sustentabilidade do uso agrícola do solo. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE CIÊNCIA DO SOLO, 30., 2005, Recife.

Anais... Recife: Sociedade Brasileira de Ciência do Solo, 2005. 2 CD-ROMs.

KIEHL, E. J. Manual da edafologia. São Paulo: Ceres, 1979. 262p.

LIMA, S. S.; LEITE, L. F. C.; OLIVEIRA, F. C.; COSTA, D. B. Atributos químicos e estoque de carbono e nitrogênio em Argissolo Vermelho-Amarelo sob sistemas agroflorestais e agricultura de corte e queima no norte do Piauí. Revista Árvore,

Viçosa, v. 35, n. 1, p. 51-60, 2011. Disponível em: <http://dx.doi.org/10.1590/S0100- 67622011000100006>.

LOCATELLI; M.; GONÇALVES, E. L.; MARCOLAN, A. L.; FERNANDES, S. R.; PEQUENO, P. L. L.; VIEIRA, A. H.; MARCANTE, P. H. Características Químicas do solo como resultado do corte e trituração de capoeira em Porto Velho, Rondônia. In: REUNIÃO BRASILEIRA DE FERTILIDADE DO SOLO E NUTRIÇÃO DE PLANTAS, 30., 2012, Maceió. Anais... Maceió: SBCS, 2013. 1 CD-ROM.

LOPES, A. S. Reserva de minerais potássicos e produção de fertilizantes potássicos no Brasil. In: LOPES, A. S.; YAMADA, T.; ROBERTS, T. L. (Ed.). Potássio na agricultura brasileira. Piracicaba: Instituto Potassa, 2005. p. 21-32.

LOPES, A. S.; GUILHERME, L. R. G. Interpretação de análise de solo: conceitos e

aplicações. ANDA - Associação Nacional para Difusão de Adubos, 2004. (Boletim Técnico, 2). Disponível em: <http://www.anda.org.br/multimidia/boletim_02.pdf>. Acesso em: 12 mar. 2015.

LUIZÃO, F. J. Ciclos de nutrientes na Amazônia: respostas às mudanças ambientais e climáticas. Ciência e Cultura, São Paulo, v. 59, n. 3, p. 33-36, 2007. Disponível

em: <http://cienciaecultura.bvs.br/scielo.php?pid=S000967252007000300014&script =sci_arttext>. Acesso em: 20 abr. 2015.

LUIZÃO, F. J.; FEARRSIDE, P. M.; CERRI, C. E. P. C.; LEHMANN, J. A Manutenção da fertilidade do solo em sistemas manejados na Amazônia. In: KELLER, M.; BUSTAMANTE, M.; GASH, J.; DIAS, P. S. (Ed.). Amazonia e mudança global. The

American Geophysical Union, 2009. (Geophysical Monograph Series). Disponível em: <http://dx.doi.org/10.1029/2008GM000742>.

MADARI, B. E.; CUNHA, T. J. F.; NOVOTNY, E. H.; MILORI, D. M. B. P.; MARTIN NETO, L.; BENITES, V. M.; COELHO, M. R.; SANTOS, G. A. Matéria orgânica dos solos antrópicos da Amazônia (Terra Preta de Índio): suas características e papel na sustentabilidade da fertilidade do solo. In: TEIXEIRA, W. G.; KERN, D. C.; MADARI, B. E.; LIMA, H. N.; WOODS, W. (Ed.). As terras pretas de índio da Amazônia: sua

caracterização e uso deste conhecimento na criação de novas áreas. Manaus: EMBRAPA Amazônia Ocidental, 2009. p. 174-187.

MAGALHÃES, S. S. A.; WEBER, O. L. S.; SANTOS, C. H. dos; VALADÃO, F. C. A. Estoque de nutrientes sob diferentes sistemas de uso do solo de Colorado do Oeste- RO. Acta Amazônica, Manaus, v. 43, n. 1, p. 65-74, 2013.

MAIA, S. M. F.; XAVIER, F. A. S.; OLIVEIRA, T. S.; MENDONÇA, E. S.; ARAÚJO FILHO, J. A. de. Impacto de sistemas agroflorestais e convencional sobre a qualidade do solo no semi-árido cearense. Revista Árvore, Viçosa, v. 30, n. 5, p.

837-848, 2006.

MALAVOLTA, E. Fertilidade dos solos da Amazônia. In: VIEIRA, L. S.; SANTOS, P. C. T. C. dos. Amazônia seus solos e outros recursos naturais. São Paulo:

Agronômica Ceres, 1987. 416 p.

MALAVOLTA, E. O fósforo na planta e interações com outros elementos. In: YAMADA, T.; ABDALLA, R. S. (Ed.). Fósforo na agricultura brasileira. Piracicaba:

Potafos, 2004. p. 35-106.

MALAVOLTA, E. Manual de nutrição mineral de plantas. São Paulo: Agronômica

Ceres, 2006. 638 p.

MARTINS, F. C. Relação solo-vegetação em área de cerrado no nordeste do Maranhão, Brasil. 2014. 89 p. Tese (Doutorado em Ciência do Solo) - Faculdade de

Ciências Agrárias e Veterinárias, Universidade Estadual Paulista, Jaboticabal, 2014.

MATOS, F. O.; CASTRO, R. M. S.; RUIVO, M. L. P.; MOURA, Q. L. de.Teores de nutrientes do solo sob sistema agroflorestal manejado com e sem queima no estado do Pará. Floresta e Ambiente, Rio de Janeiro, v. 19, n. 3, p. 257-266, 2012.

Disponível em: <http://dx.doi.org/10.4322/floram.2012.031>.

MAZOYER, M. História das agriculturas no mundo: do neolítico à crise

contemporânea. São Paulo: Editora UNESP, 2010. 568 p.

MEIRELLES, M. História de São Luís. São Luís: Faculdade Santa Fé, 2012.

MENEZES, J. M. T.; LEEUWEN, J. V.; VALERI, S. V.; CRUZ, M. C. P.; LEANDRO, R. C. Comparação entre solos sob uso agroflorestal e em florestas remanescentes adjacentes, no norte de Rondônia. Revista Brasileira de Ciência do Solo, Viçosa,

v. 32, p. 893-898, 2008. Disponível em: <http://www.scielo.br/pdf/rbcs/v32n2/43.pdf>. Acesso em: 20 fev. 2015.

MUNIZ, F. H. Estrutura e dinâmica da floresta pré-amazônica na reserva florestal de Buriticupu. 1998. 228 p. Tese (Doutorado em Biologia Vegetal) –

NAIR, P. K. R. An introduction to agroforestry. ICRAF/ Kluwer Academic

Publishers, 1993. Disponível em: <http://www.worldagroforestry.org/Units/Library/Bo oks/PDFs/32_An_introduction_to_agroforestry.pdf?n=161>. Acesso em: 12 mar. 2015.

NUNES, L. A. P. L.; ARAÚJO FILHO, J. A.; MENESES, R. I. Q. Impacto da queimada e do pousio sobre a qualidade de um solo sob caatinga no semiárido nordestino. Caatinga, Mossoró, v. 19, n. 2, p. 200-208, 2006.

OSTERROHT, M. von. Implantação de agrofloresta. Agroecologia Hoje, Botucatu,

n. 15, p. 8-11, 2002.

PEDROSO JUNIOR, N. N.; MURRIETA, R. S. S.; ADAMS, C. Agricultura: um sistema em transformação. In: BEGOSSI, A.; LOPES, P. (Org.). Tendências atuais em ecologia humana. Cambridge: Cambridge Scholars Publishing, 2009. p. 12-34.

PEDROSO JUNIOR, N. N.; MURRIETA, R. S. S.I; ADAMS, C. A agricultura de corte e queima: um sistema em transformação. Boletim do Museu Paraense Emílio Goeldi - ciências humanas, Belém, v. 3, n. 2, p. 153-174, 2008. Acesso em 08 abr.

2014.

PEREIRA, J. A. Cultura do arroz no Brasil: subsídios para a sua história. Teresina:

EMBRAPA Meio-Norte, 2002. 226 p.

RIBEIRO, M. S. Manejo de sistemas agroflorestais com Paricá (Schizolobium amazonicum Huber) e Caupi (Vigna unguiculata (l.) Walp.) em área de vegetação secundária, em Bragança-PA. 2009. Tese (Doutorado) - Belém:

Universidade Rural da Amazônia; Belém, 2009.

RIBEIRO FILHO, A. A.; ADAMS, C.; MURRIETA, R. S. S. Impactos da agricultura itinerante sobre o solo em florestas tropicais: uma revisão. Boletim do Museu Emílio Goeldi - ciências humanas, Belém, v. 8, n. 3, p. 693-727, 2013.

RONQUIM, C. C. Conceitos de fertilidade do solo e manejo adequado para as regiões tropicais. Campinas: Embrapa Monitoramento por Satélite, 2010. 26 p.

ROSOLEM, C. A.; MARCELLO, C. S. Crescimento radicular e nutrição mineral da soja em função da calagem e adubação fosfatada. Scientia Agricola, Piracicaba, v.

55, n. 3, p. 448-455, 1998.

RUIVO, M. L. P.; BARREIROS, J. A. P.; BONALDO, A. B.; SILVA, R. M. da; SÁ, L. D. A.; LOPES, E. L. N. LBA - esecaflor artificilly induced drought in Caxuanã Reserve, East Amazonia: soil propriertes and litter spider fauna. Earth Interections,

Washington, v. 11, n. 8, p. 1-13, 2007.

SANTOS, M. J. C. Avaliação econômica de quatro modelos agroflorestais em áreas degradadas por pastagens na Amazônia Ocidental. 2000. 75 p.

Dissertação (Mestrado em Ciências Agroflorestais) – Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiróz, Universidade de São Paulo, Piracicaba, 2000.

SFREDO, G. J. Soja no Brasil: calagem, adubação e nutrição mineral. Londrina:

Embrapa Soja, 2008. 148 p. (Documentos, 305).

SILVA L. F. da. Solos tropicais: aspectos pedológicos, ecológicos e de manejo.

São Paulo: Terra Brasilis Editora, 1996. 137 p.

SILVA, R. J. N.; SILVA, M. M. Avaliação de sistemas agroflorestais em áreas degradadas com indicadores ambientais. Cadernos de Agroecologia, v. 18, n. 2,

2013. Disponível em: <www.abagroecologia.org.br/revistas/index.php/cad/article/.../9 902>. Acesso em: 15 abr. 2015.

SILVA, M. O.; FREIRE, M. B. G. S.; MENDES, A. M. S.; FREIRE, F. J.; CAMPOS, M. C. C.; AMORIM, L. B. Discriminação de diferentes classes de solos irrigados com águas salinas, na região de Mossoró, RN, com o uso de análise multivariada.

Ambiência, Guataparava, v. 2, n. 2, p. 261-270, 2010.

SILVA, D. C.; SILVA, M. L. N.; CURI, N.; OLIVEIRA, A. H.; SOUZA, F. S.; MARTINS, S. G.; MACEDO, R. L. G. Atributos do solo em sistemas agroflorestais, cultivo convencional e floresta nativa. Revista de Estudos Ambientais, Blumenau, v. 13, n.

1, p. 77-86, 2011. Disponível em: <file:///C:/Users/Admin/Downloads/2320-8109-1- PB.pdf>. Acesso em: 23 abr. 2015.

SOARES, A. E. S. Análise química de nutrientes em áreas com diferentes sistemas de uso da terra no município de Benjamim Constant, Amazonas.

2007. Dissertação (Mestrado) – Instituto de Pesquisa da Amazônia, Universidade Federal do Amazonas, Manaus, 2007.

SOUSA, A. R. Plagiclásios calco-sódicos de solos do nordeste: determinação por difração de raios-X e implicações na sodificação. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE CIÊNCIA DO SOLO, 25., 1995, Viçosa. Anais... Viçosa: SBCS, 1995. p. 271-273.

STATISTICA. Statistica 7.0, EUA Software. Baltimore: StatSof, 2005. 250 p.

SZOTT, L. T.; PALM, C. A.; SANCHEZ, P. A. Agroforestry in acid soils of humid tropics. Advances in Agronomy, Washington, v. 45, p. 275-301, 1991.

TORQUEBIAU, E. Are tropical agroforestry home gardens sustainable? Agricultura, Ecosystems and Environment, Amsterdam, v. 41, n. 2, p. 189-207, 1992.

VASCONCELOS, M. C. A.; SILVA, A. F. A. da; LIMA, R. S. Cultivo em aléias: uma alternativa para pequenos agricultores. Agropecuária Científica no Semiárido,

Patos, v. 8, n. 3, p. 18-21, 2012.

VIANA, V. M.; DUBOIS, J. C. L.; ANDERSON, A. A importância dos sistemas agroflorestais para a Amazônia. In: DUBOIS, J. C. (Org.). Manual agroflorestal para a Amazônia. Rio de Janeiro: REBRAF, 1996. p. 2-27.

WENDLING, G. F. D. Formas de alumínio em solo submetido a diferentes manejos e rotações de culturas. Dissertação (Mestrado em Ciência do Solo) -

Centro de Ciências Rurais, Universidade Federal de Santa Maria, Santa Maria, 2012.

Benzer Belgeler