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Aile İşletmeleri Üzerine Yapılmış Bir Araştırma

3. İÇ KONTROL VE İÇ DENETİM

A coluna das referências bibliográficas foi substituída, nas três tabelas, por uma nova coluna – Macro-Conceitos, na qual os conceitos foram sintetizados em palavras-chave que os traduzissem, tão fielmente quanto possível, viabilizando a construção de um modelo sintético e, ainda assim, abrangente, que representasse o conjunto dos principais direcionadores estratégicos, condicionadores estruturais e aspectos da TI, que influenciasse o relacionamento colaborativo verticalmente relacionado.

A primeira transformação foi feita sobre a tabela Conceito-Referência para os Direcionadores Estratégicos. Macro-Conceitos foram sintetizados a partir de idéias e palavras-chave apresentadas pelos conceitos selecionados na revisão bibliográfica e apresentados no final dos capítulos correspondentes, grifados, conforme destaca a tabela 7.1 – Direcionadores Estratégicos – Macro-Conceitos, a seguir. A definição para estes, encontra-se mais à frente no texto.

Tabela 7.1 – Macro-Conceitos: Direcionadores Estratégicos

Conceitos Direcionadores Estratégicos Macro-Conceitos

1) Uma aliança é um mecanismo para administrar a incerteza Interações Continuadas

2) Aceitação/compartilhamento de risco Interações Continuadas

3) Reciprocidade para uma relação estável, de longo prazo Interações Continuadas 4) Interação contínua, relacionamento de longo prazo Interações Continuadas

5) Assimetria e incerteza de informação Interações Continuadas

6) Complexidade e custos de produção e coordenação que o preço de Mercado

não consegue representar Eficiência

7) Coordenação Eficiência

8) Reduzir/evitar custos na produção e coordenação Eficiência

9) A Teoria do Custo de Transações se preocupa mais com a redução de custos

individuais enquanto a Colaboração enfoca o custo da díade Eficiência

10) Eficiência Eficiência

11) Atração de recursos colaborativos Eficiência

12) Posição competitiva vulnerável ou preservação de recursos estratégicos

subutilizados Competitividade

13) Força para competir Competitividade

Conceitos Direcionadores Estratégicos Macro-Conceitos

15) Barreiras de proteção aos recursos Competitividade

16) Limites ex ante e ex post para a concorrência Competitividade

17) Um alinhamento equilibrado entre as características internas

(forças/fraquezas) e externas (oportunidades/ameaças) Competitividade

18) Desenvolver e enfocar competências essenciais Competitividade

19) Especificidade de Ativos: local, bens físicos, humanos, marca, tempo (TCE) Complementaridade 20) Mobilidade, imitabilidade e substitutabilidade imperfeitas (Especifidade

de ativos – RBV) Complementaridade

21) Firmas são heterogêneas em recursos, capacidades e capacitações Complementaridade 22) Vantagem competitiva sustentada requer heterogeneidade mantida Complementaridade 23) Necessidade de acesso aos recursos de outras empresas Complementaridade 24) Interdependência estratégica e crítica de outra organização Complementaridade 25) Características não contratáveis como compromisso, responsividade,

flexibilidade e velocidade Criação de Valor

26) Estratégia de posicionamento de recursos – integração de bens e

conhecimento Criação de Valor

27) Criação e Maximização de valor, junto com redução de custos Criação de Valor

28) Criatividade e inovação Criação de Valor

Fonte: elaboração própria

Em seguida, procedeu-se a transformação da tabela Conceito-Referência para os Condicionantes Estruturais. Da mesma forma que a anterior, Macro-Conceitos derivados das idéias e palavras-chave apresentadas pelos conceitos selecionados na revisão bibliográfica e apresentados no final do capítulo quatro, aparecem grifados na tabela 7.2 – Condicionadores Estruturais – Macro-Conceitos, a seguir:

Tabela 7.2 – Macro-Conceitos: Condicionantes Estruturais

Conceitos Condicionadores Estruturais Macro-Conceitos

1) Cultura, confiança e compromisso Confiança

2) Reciprocidade para um relacionamento estável, de longo prazo Confiança

3) Congruência de objetivos Confiança

4) Atração de parceiros Confiança

5) Rendas geradas pela parceria são, normalmente, compartilhadas entre o

proprietário do fator (recurso) e a firma que o está empregando Confiança 6) A ênfase estrutural da TCE negligencia importantes questões processuais que

resultam da natureza contínua das alianças. Não se trata de apenas uma transação e, sim, um ajustamento contínuo baseado na troca de

informações

Fluxo de Informações

7) Comunicação livre e intensa Fluxo de Informações

8) Às hierarquias faltam velocidade e flexibilidade Fluxo de Informações

9) Alianças e outras formas de relacionamento colaborativo não se enquadram nos conceitos de mercados e hierarquias. São formas distintas de

governança

Especialização

10) Especialização e complementaridade Especialização

11) Recursos co-especializados e outros ativos, imperfeitamente móveis, criam

custos de troca Especialização

12) Ativos específicos ao relacionamento entre firmas Especialização

13) Integração de especialidades possibilita ambigüidade causal Especialização 14) Recursos complementares (e não suplementares) e capacitações Interdependência 15) A proximidade entre duas firmas, em uma rede, influencia a estrutura e

governança de suas eventuais alianças Interdependência

16) Mercados Eletrônicos favorecem a opção por uma base reduzida de

parceiros de negócio – a hipótese da mudança para o meio (Move-to-the- middle)

Interdependência 17) Além de redução de custos, Mercados Eletrônicos permitem a criação de

valor que depende de esforço conjunto, o que ajuda a explicar a hipótese da mudança para o meio

Interdependência 18) Firma-Hub, um líder da aliança; Ecossistemas de Negócio Interdependência

19) Integração/Adaptação de processos Interdependência

20) Aceitação e compartilhamento de riscos e investimentos numa relação

interdependente Interdependência

21) Inserção de firmas em redes sociais aumenta a confiança entre elas Interdependência

22) Ligações inseridas promovem retenção de parceiros Interdependência

Conceitos Condicionadores Estruturais Macro-Conceitos

informacionais em uma rede de relacionamentos

24) Ativos relacionais são habilidades intelectuais e artesanais Interdependência 25) Controles auto-impostos e informais são, normalmente, mais eficientes do

que controles impostos por terceiros Compartilhamento do Conhecimento

26) Governança Compartilhada Compartilhamento do

Conhecimento

27) Rotinas de compartilhamento de conhecimento Compartilhamento do

Conhecimento 28) A reestruturação de processos colaborativos beneficia toda a cadeia de

suprimentos Compartilhamento do Conhecimento

29) Organizações virtuais; Organizações em Rede Compartilhamento do Conhecimento Fonte: elaboração própria

Finalmente, os Macro-Conceitos criados a partir da tabela Conceito-Referência para os Aspectos da TI, conforme apresentado na tabela 7.3, a seguir:

Tabela 7.3 – Macro-Conceitos: Aspectos da TI

Conceitos Capacitadores Tecnológicos Macro-Conceitos

1) A TI capacita para a comunicação e troca de informações entre

pessoas, grupos e organizações, de formas síncrona e assíncrona Comunicação Pessoal e em Grupo 2) A TI apóia e reforça o relacionamento colaborativo entre

vendedores e compradores Comunicação Pessoal e em Grupo

3) Ligações eletrônicas apóiam a comunicação interorganizacional e

influenciam a natureza do relacionamento de negócio Comunicação Pessoa e em Grupo 4) Padrões e sistemas abertos e a TI padronizada favorecem as

externalidades de rede Comunicação Pessoa e em Grupo

5) Acesso e processamento dos dados apóia a integração de

processos e o alinhamento de negócios entre firmas Acesso e Processamento dos dados 6) A TI permite redução/prevenção de custos em ambos os níveis,

interno e externo à firma Acesso e Processamento dos dados

7) TI apóia iniciativas de vantagem competitiva Acesso e Processamento dos dados 8) A TI pode levar a uma diferenciação apoiada na informação

colaborativa Acesso e Processamento dos dados

9) Os parceiros devem avaliar, cuidadosamente, as oportunidades de

Conceitos Capacitadores Tecnológicos Macro-Conceitos

10) A TI permite que documentos e dados padronizados cruzem as

fronteiras entre empresas (EDI, Tecnologias de Processamento de

Documentos)

Acesso e Processamento dos dados 11) O poder de barganha e custos de troca aumentam, num ambiente

de alta complexidade de processo ou produto Acesso e Processamento dos dados

12) A TI reduz a assimetria de informação e, portanto, a incerteza Acesso e Processamento dos dados 13) A TI endereça a complexidade da descrição de produtos/serviços,

levando a um maior processo de automação e integração Interação de Sistemas 14) SII permite a automação de tarefas relativas às fronteiras Integração de Sistemas 15) Parceiros devem se empenhar no alargamento funcional dos SII Integração de Sistemas 16) A TI pode mudar a alocação de custos e afetar a performance de

parceiros, mudando a estrutura de interação entre compradores e vendedores

Integração de Sistemas

17) A TI modifica os custos de monitoração e coordenação,

reduzindo os riscos de oportunismo Integração de Sistemas

18) Parceiros que usam a TI beneficiam-se da integração vertical da

hierarquia e economias de produção das estruturas de Mercado Integração de Sistemas 19) A TI aumenta a integração operacional entre atividades e até

processos verticalmente relacionados Integração de Sistemas

20) A TI aumenta a especificidade de ativo ao fortalecer os relacionamentos verticais e, portanto, alavancando o efeito de integração. Por isso, a especificidade de ativo induzida pela TI tem um efeito significativo no grau de integração eletrônica

Integração de Sistemas

21) A TI pode criar um Mercado Eletrônico ao intermediar

transações, diminuindo a especificidade de ativos Integração de Sistemas

22) A TI favorece relacionamentos hierárquicos verticais. As

vantagens da integração suplantam as vantagens da diversidade Integração de Recursos Baseada na TI 23) A TI pode levar a um efeito de intermediação ou de integração

eletrônicas Integração de Recursos Baseada na TI

24) A empresa central (hub) responsável pelo SII deve prover os

incentivos necessários para a sua adoção Integração de Recursos Baseada na TI

25) Melhoramentos na relação vertical – Integração sem propriedade Integração de Recursos Baseada na TI 26) Ao facilitar, para o usuário, a transição entre tecnologias,

inserido-se em seus processos operativos normais, a TI será usada de forma mais eficiente e eficaz

Integração de Recursos Baseada na TI 27) A TI afeta e é afetada pelo relacionamento colaborativo Integração de Recursos Baseada na TI

Conceitos Capacitadores Tecnológicos Macro-Conceitos

interorganizacional

28) A TI torna as estruturas de rede mais eficientes e eficazes

Integração de Recursos Baseada na TI 29) A TI traz melhores resultados quando usada para explorar

recursos exclusivos à parceria. O conjunto formado pode resultar

em ambigüidade causal

Integração de Recursos Baseada na TI

30) TI pode auxiliar na sustentabilidade da vantagem competitiva

pela ambigüidade causal Integração de Recursos Baseada na TI

31) A TI permite um gerenciamento mais eficiente das

interdependências Integração de Recursos Baseada na TI

32) A TI pode mudar o valor dos recursos estratégicos Apoio ao Conhecimento e Decisão Colaborativos

33) A TI pode requerer muito capital e oferecer economias

substanciais de escala e escopo Apoio ao Conhecimento e Decisão Colaborativos 34) A TI leva a um aumento no uso da informação como fator de

produção (dados sobre produto, projeto, produção, distribuição,

contabilidade, etc.)

Apoio ao Conhecimento e Decisão Colaborativos

35) Formação de Organizações virtuais Apoio ao Conhecimento e Decisão

Colaborativos 36) A TI contribui para o aumento da importância de características

não-contratáveis como velocidade, flexibilidade e responsividade Apoio ao Conhecimento e Decisão Colaborativos 37) A TI ajuda a transformar know-how em informação Apoio ao Conhecimento e Decisão

Colaborativos 38) A familiaridade crescente, proporcionada pela junção de sistemas,

permite que as firmas descubram novos usos e requerimentos

para a TI

Apoio ao Conhecimento e Decisão Colaborativos

39) A TI incentiva a criação e gestão do conhecimento Apoio ao Conhecimento e Decisão Colaborativos

Fonte: elaboração própria

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