ÜÇÜNCÜ BÖLÜM HEKİM SEÇME
3.1. Hastanelerde Hekim Seçme
3.1.1. Hekim Seçme Uygulaması
Os fatores positivos são os elementos que revelam ao gestor o produto do trabalho gerencial em determinado ambiente de trabalho, a exemplo do
conhecimento, do empenho e motivação da equipe, da eficiência, da qualidade do produto e da satisfação do cliente.
Os fatores negativos no processo gerencial se constituem naquilo que comprometem a conferência dos resultados traçados no planejamento estratégico, a saber, a queda na produtividade, a deficiência no produto, a não adaptação dos sujeitos às mudanças e a insatisfação do cliente.
É importante frisar que no processo gerencial é preciso prever a instabilidade humana quanto às mudanças, principalmente, de ordem tecnológica, que podem gerar alguma dificuldade ou não familiaridade para alguns, situações que devem ser previstas na metodologia de implantação de um novo modelo.
Os fatores positivos e negativos podem coincidir-se. Os sujeitos, por exemplo, aspecto humano do processo gerencial, acaso não comprometidos com os resultados, podem vir a serem os entraves para se alcançar o produto final. De outro turno, os mesmos sujeitos podem vir a ser o diferencial, se comprometidos, motivados, treinados, qualificados e integrados na equipe.
Apesar das opiniões doutrinárias dando conta de que a figura do líder é a ideal para conduzir grupos de trabalhos, o gestor poder fazer a diferença em uma administração bem aplicada, melhorando a eficiência do serviço prestado, conseguindo, assim, alcançar os resultados planejados e a garantia da satisfação do cliente.
O produto prestado, no Poder Judiciário, é a prestação jurisdicional. O cliente no Juizado é, principalmente, a população (jurisdicionado) atendida na repartição, desprovida de capacidade econômica, técnica e jurídica, seja para ajuizar uma reclamação, seja para ser esclarecida sobre determinada situação que lhe tenha causado problemas jurídicos. Outros também o são clientes, como o Advogado, o Promotor de Justiça e os agentes públicos de outros órgãos.
Reforçando as ideias lançadas nesse tópico, é oportuno trazer as seguintes anotações extraídas da internet por Renato Santos e Denise Rocha no
blog gestão em tecnologia da informação – FATEC (Faculdade de Tecnologia do
Estado de São Paulo - Guaratinguetá), in verbis:
Aspectos positivos e negativos por boa ou má gestão da TI
Hoje muitas empresas dependem da automação na grande parte dos seus processos de negócios, pois a qualidade dos serviços de TI e a sua sincronização com as necessidades da empresa tornou-se ponto
essencial. A Tecnologia da Informação se sofistica para atender requisitos de integração de dados e processos para garantir maior disponibilidade dos sistemas. Uma gestão competente é importante para garantir confiabilidade e disponibilidade das informações.
A boa gestão de TI implica tomar decisões rápidas, ter uma previsão de possíveis problemas futuros e agir antes que eles se tornem realidade. Para isso, o setor deve conhecer todas as variáveis das empresas e formular planos estratégicos de contingência para que a equipe não tenha de passar várias semanas dedicadas à resolução de problemas. Quando as estratégias são bem determinadas, o primeiro passo da Tecnologia da Informação é numerar prioridades. Em um momento em que haja problemas em vários setores, o segredo é avaliar o que tem maior urgência.
Uma má gestão nos serviços de TI causa impacto diretamente na produtividade dos funcionários e no atendimento de seus clientes. Um exemplo de má gestão ocorreu em uma famosa fábrica de chocolates. Em 1993 a empresa iniciou a implantação de seu primeiro sistema integrado de gestão. Em 1995, um novo gerente da área da TI elaborou um plano estratégico de informação que contemplava as necessidades com modificações na infra-estrutura (redes e hardware) e nos processos (sistemas). O principal benefício foi a forte integração propiciada pelo novo sistema, pois como a empresa usava diferentes sistemas para as diferentes áreas, ocorriam alguns erros e inconsistências de informações entre eles. A integração também foi encarada como um problema, pois qualquer erro do usuário interferia diretamente nos demais departamentos. Isso ocorria porque os usuários não conheciam o processo como um todo. Decepções com tecnologias se devem, em sua maioria, ao descaso com os fatores humanos que irão interferir no resultado final e que, por serem previsíveis, deveriam ser parte integrante da metodologia de implantação de sistemas integrados de gestão. Em um caso de sucesso de implantação de sistema, teve como aspectos positivos:
Maior controle efetivo sobre custos de um projeto; Redução dos custos gerais nas atividades da empresa;
Acesso rápido às informações necessárias, para todos os níveis da empresa;
Aumento da produtividade;
Aumento da qualidade do serviço, especialmente em atendimento de prazos;
Melhor integração entre as áreas administrativa, recursos humanos, financeira e operação;
Planejamento único e completamente integrado para toda a empresa.
Portanto, uma boa gestão, melhora a eficiência operacional da empresa, contribuindo para o aumento do faturamento da empresa e satisfação dos clientes.
Ante a coincidência e até a colidência entre os fatores positivos e negativos, cabe ao gestor ou ao líder o papel de manter o equilíbrio do ambiente de trabalho, evitando que os elementos contrários predominem sobre os favoráveis e,
assim, possa colher os frutos do empenho planejado e executado por uma equipe devidamente comprometida.
Segundo JOHN ADAIR (2011, p. 20-21) há três necessidades nesse contexto de grupo: a necessidade da tarefa (é o que justifica a existência da própria organização), a necessidade individual (de cada sujeito, v.g., de estudar, comer, trabalhar e outras) e a necessidade de manutenção da equipe (reação às pressões internas e externas para manter a coesão do grupo e garantir a regularidade).
Essas necessidades classificadas ficam em alguns pontos sobrepostas, mas devem permanecer em equilíbrio (fator positivo). Não pode haver preponderância de uma área sobre a outra.
Quando há o desequilíbrio, aparece um fator negativo.
Enfim, essa tarefa é diária e não pode perder o foco, jamais. Carece de avaliação e reavaliação constantes para acompanhar, eventual desnível, e ir fazendo os ajustes e correções na medida em que os problemas forem se apresentado.
Os autores Cassiano Ricardo Pepe e Laura Rinaldi de Quadros sobre esse ponto escrevem, aduzindo a respeito da importância do papel do líder na organização quanto ao equilíbrio dos pontos fortes e fracos, no artigo denominado: Liderança: Evidenciando a importância de um líder dentro da organização (estudo de caso). Pois sim, in verbis:
O líder deve observar freqüentemente o comportamento pessoal e profissional de seus colaboradores, identificar os pontos fortes e os pontos fracos de cada indivíduo e direcionar para a busca de melhorias contínuas, tanto no aspecto técnico quanto no comportamental. Precisa também, incentivar e mobilizar a realização de mudanças, buscando a superação dos desafios de cada dia. E, assim, determinar prioridades e identificar as melhores soluções para Os problemas, sejam eles pessoais ou profissionais.
A figura do líder mostra-se mais adequada, para enfrentar um quadro de transformação em determinado ambiente de trabalho. Esse personagem tem mais carisma, e conquista, mais facilmente, a autoridade dos sujeitos a si subordinados. Surge com o propósito de desenvolver as capacidades individuais em detrimento da expectativa da organização.
O líder sabe melhor do que o chefe mobilizar os colaboradores, pois trabalha com a autoridade baseada em exemplos que incentivam mais do que as
palavras. Tem a perspicácia de identificar as dificuldades e mostrar o melhor caminho a ser buscado. Faz com que as pessoas trabalhem como se comandante fossem, mas, em verdade, estão seguindo suas fiéis orientações.
Com efeito, líderes são as figuras mais capazes que o Poder Judiciário tem de formar em suas organizações, para comandarem a transformação inovadora, no rumo da excelência, da legitimidade e da credibilidade social.
3. PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO