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B- Hıristiyan Demokrasi’nin Doğuşu ve Avrupa Politikasındaki Yeri

1- Hıristiyan Demokrasi: Kimlik, İdeoloji

De acordo com Teixeira (2008):

Tão importante quanto se criar políticas contra a degradação ambiental e o desenvolvimento de novas tecnologias para geração de energia, é considerar o aprendizado dos alunos (desenvolvimento dos conteúdos programáticos) como uma estratégia de conscientização (entendendo melhor as mudanças causadas pela ação do homem) e tomada de atitudes, para um desenvolvimento sustentável (p.53, grifo nosso.)

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Considerando-se essa linha de pensamento, existem vários projetos que contemplam a educação em energia no Brasil e no mundo.

O trabalho de Dias (2003) propõe um modelo educacional para a conservação de energia e trata da capacitação de professores para uma abordagem contextualizada, junto aos estudantes, do tema “uso racional de energia”. O mesmo autor possui ainda artigos internacionais como o publicado em DIAS et al (2004) e um livro paradidático, publicado pela editora da Unesp (DIAS et al, 2006), que apresenta sugestões de atividades didáticas, exemplos de aplicação e uma vasta bibliografia para uma reflexão sobre questões relacionadas ao uso da energia.

Outros trabalhos abordando a questão da educação em energia no ambiente formal de ensino podem ser citados como o trabalho de Teixeira (2008), que relata a aplicação de uma ferramenta educacional para o uso racional de energia, fazendo uso de novas tecnologias como o computador, junto aos alunos do Ensino Médio, e o trabalho de Silva (2006), que relata um estudo de caso com alunos do Ensino Médio sobre o uso racional de energia elétrica nas suas residências.

Podem ser citadas também as publicações Teixeira et al (2008b), e Teixeira et al (2009), que tratam, respectivamente, do uso racional de energia elétrica no setor residencial como um tema propício para a promoção de uma maior interação entre a Universidade e as escolas de nível médio e de uma proposta metodológica para a abordagem das temáticas da conservação e da eficiência energética na Educação de Jovens e Adultos. Adicionalmente, o trabalho de Rios et al (2006), trata da educação em energia como um fator essencial para a mudança comportamental em termos de uso racional de energia.

Ainda podem ser citados os trabalhos de Nyimi (2006), que trata da questão energética como um tema complexo e que requer uma visão multidisciplinar por parte dos pesquisadores, e o de Furukawa (1999), que apresenta propostas para a realização de algumas atividades abordando os usos finais da energia no cotidiano, objetivando delinear ações para a sensibilização do cidadão para o uso racional da energia.

Há ainda uma grande contribuição de programas públicos brasileiros que buscam promover o uso racional de energia por meio da educação do consumidor, seja ela formal ou informal.

O Programa de Combate ao Desperdício de Energia Elétrica (PROCEL) orienta os consumidores na aquisição de equipamentos com maior eficiência energética. Para tanto, existe o já mencionado programa de concessão do “Selo PROCEL de Eficiência Energética”. Vale a pena ressaltar que o assunto “selo PROCEL” está inserido no conteúdo das apostilas desenvolvidas pela Secretaria da Educação do Estado de São Paulo, como parte dos temas a serem desenvolvidos na disciplina Física, do Ensino Médio.

O PROCEL também atua junto às escolas, através do projeto “PROCEL na Escola”. Por esse projeto, conforme mencionado anteriormente, o PROCEL desenvolve material didático sobre a energia como “A natureza da paisagem”, além de proporcionar cursos de capacitação de professores para o trabalho com projetos sobre a temática da energia na sala de aula.

O Programa Nacional da Racionalização do Uso dos Derivados do Petróleo e do Gás Natural (CONPET), também atua de forma semelhante ao PROCEL. Além da concessão do “Selo CONPET de Eficiência Energética”, o CONPET ainda realiza projetos com abrangência nacional em parceria com governo, escolas e empresas. Através do projeto “CONPET na Escola”, o CONPET promove oficinas de capacitação de alunos e professores sobre o tema energia, além de fornecer material instrucional na forma de cartilhas, livros e vídeos sobre o assunto.

Também é interessante citar o kit de mídias paradidáticas desenvolvido pelo Programa de Eficiência Energética da ELETROPAULO, com a aprovação e apoio da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) e do Serviço Social do Comércio (SESC São Paulo). Nesse kit, destaca-se a mídia “Uma viagem eletrizante”, que tem como tema central o bom uso da energia elétrica e o vídeo “Chocante”, que trata da importância e dos perigos da energia elétrica, desenvolvido numa parceria entre a ELETROPAULO e a TV Cultura – Fundação Padre Anchieta.

As publicações citadas podem ser consideradas como um esforço acadêmico para contribuir com a questão da conservação de energia e com o planejamento energético de uma região, no sentido de desenvolver propostas e estratégias que contemplem a educação e a conscientização dos consumidores quanto à necessidade

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de usar a energia de forma racional e eficiente, buscando a minimização dos desperdícios.

Para exercer com eficácia o seu papel formador, a escola atual tende a levar em conta novas propostas pedagógicas.

Na discussão dessas propostas, muito se tem considerado sobre metodologias que valorizem a “bagagem cultural” dos alunos e não contemplem apenas a memorização de conteúdos. E para este propósito, muitas teorias e recursos didáticos têm sido desenvolvidos, considerando-se também o uso das Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC’s), em especial o computador, para ampliar as possibilidades de ensino.

A cada dia surgem novas possibilidades de se usar como computador como ferramenta auxiliar ao processo de ensino-aprendizagem. Nesse contexto, o presente capítulo procura discutir ferramentas pedagógicas digitais que têm aporte na Teoria da Aprendizagem Significativa, proposta por Ausubel (1963). Este capítulo faz também uma abordagem sobre representações gráficas do conhecimento baseadas nessa teoria, procurando investigar, por meio da literatura, como tais representações podem ser empregadas na construção de ferramentas destinadas a formar cidadãos conscientes de seu papel em questões importantes, como é o caso da energia.