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BMDHS’de Yer Alan Coğrafî Açıdan Elverişsiz Devletlere İlişkin Tanım

Em relação às colinas médias, preponderam os interflúvios com áreas de 1 a 4 Km2, com topos aplainados e vertentes de perfis convexos a retilíneos. A densidade de

drenagem é de média a baixa, cujo padrão identificado é sub-retangular, com vales abertos ou fechados, planícies aluviais interiores restritas e presença eventual de lagoas perenes ou intermitentes (IPT, 1981).

Os relevos de morros com encostas suavizadas são aqueles onde se encontram declives de até 15%, com amplitudes locais de 100 a 300 metros. Nesta categoria, destacam- se os morros amplos, que são encontrados no oeste do estado de São Paulo. Estas formas de relevo “constituem interflúvios arredondados com área superior a 15 Km2, topos

arredondados a achatados, vertentes com perfis retilíneos a convexos. Drenagem de baixa a média densidade, padrão paralelo, vales fechados” (IPT, 1981).

Os relevos de morrotes presentes no oeste do estado recebem esta denominação por apresentarem declividades que variam de média a alta, ou seja, acima de 15% e amplitudes locais inferiores a 100 metros.

Os morrotes alongados e espigões são exemplos desses relevos, que são caracterizados por apresentarem interflúvios sem orientação preferencial, topos que variam de angulosos a achatados, vertentes ravinadas com perfis retilíneos, além de drenagem de média a alta densidade, com padrão dendrítico e vales fechados (IPT, 1981).

Outras formas de relevo identificadas no estado de São Paulo são os residuais suportados por litologias particulares, que são subdivididos por aqueles sustentados por maciços básicos ou por rochas sedimentares. No caso do oeste do estado de São Paulo são encontrados os relevos sustentados por rochas sedimentares, sendo identificados como mesas sedimentares, caracterizadas pela presença de relevos com morfologias de morros tabulares de bordas escarpadas, com formas de mesas isoladas ou uma sequência desses relevos, apresentando topos achatados, vertentes com perfis retilíneos, frequentemente escarpados e com exposições locais de rocha (IPT, 1981). A drenagem identificada é de média densidade, com padrão dendrítico e vales fechados.

Os relevos de transição também estão presentes no oeste do estado e são representados pelas encostas não escarpadas (encostas sulcadas por vales subparalelos e encostas com cânions locais) e escarpas (escarpas festonadas e escarpas com espigões digitados).

As encostas sulcadas por vales subparalelos são desfeitas em interflúvios lineares de topos que variam de angulosos a arredondados. As vertentes apresentam perfis retilíneos e a drenagem apresenta média densidade, com padrão subparalelo a dendrítico e vales fechados. Em relação às escarpas festonadas, estas apresentam formas em anfiteatros separados por espiões, com topos angulosos e vertentes com perfis retilíneos. A drenagem é de alta densidade, padrão subparalelo a dendrítico e vales fechados.

3.3.1. Geomorfologia de Presidente Prudente

Alguns estudos geomorfológicos apresentam as principais formas de relevo identificadas nas proximidades de Presidente Prudente.

Um dos estudos pioneiros foi realizado por Sudo em 1980, no qual o foco concentrou-se na região da Bacia Hidrográfica do Alto Santo Anastácio, um dos afluentes do rio Paraná. Neste estudo Sudo (1980) identificou três principais compartimentos geomorfológicos: superfície de cimeira regional, interflúvios escalonados e terraços e planícies de inundação.

A superfície de cimeira regional (acima de 500 metros) envolve o domínio dos chapadões rebaixados pela erosão geogênica do extremo oeste paulista. Estes apresentam topos procedentes de formas residuais e são sustentados por camadas areníticas coesas. A superfície de cimeira regional (acima de 500 metros) envolve o domínio dos chapadões rebaixados pela erosão geogênica do extremo oeste paulista. Estes apresentam topos procedentes de formas residuais e são sustentados por camadas areníticas coesas. Este domínio geomorfológico forma um espigão que se comporta como um divisor de águas da bacia hidrográfica do rio santo Anastácio (sentido oeste), das águas da bacia do ribeirão Mandaguari (sentido norte-nordeste) e da bacia do ribeirão Laranja Doce (sentido leste- sudeste). A cidade de Presidente Prudente encontra-se sob a forma de relevo que se constituiu no espigão principal, cujas formas são convexo-côncavas pouco acentuadas e extensas, formado por colinas suavemente onduladas a onduladas. Este divisor de águas principal “corresponde a um ramo da superfície de cimeira regional cuja extensão mais expressiva encontra-se na região de Martinópolis” (SUDO, 1980, p. 72).

Os interflúvios escalonados (de 480 até 380 metros) encontram-se nas bordas da superfície de cimeira (480 metros) até os níveis de terraços (380 metros). Este domínio é marcado por colinas côncavo-canvexas, com topos suavemente ondulados, com colúvios de

pouca espessura resultante de processos morfoclimáticos provenientes de clima seco e úmido (SUDO, 1980).

Os terraços e planícies de inundação estão associados de modo descontínuos ao longo do rio santo Anastácio. Os terraços acima de 360 metros aparecem entre os interflúvios escalonados e as planícies de inundação, apresentando superfícies mais ou menos aplainadas, sendo resultante da ação fluvial concomitante à resistência oferecida pela litologia e estrutura desta região (SUDO, 1980).

Outro trabalho importante para os estudos geomorfológicos na escala local, que compreendem escalas de 1:25.000, é o mapeamento geomorfológico do perímetro urbano do município de Presidente Prudente-SP, realizados por Nunes, Freire e Perez (2006). Este teve como objetivo identificar e registrar os principais compartimentos geomorfológicos, sendo apresentadas três formas de relevo os topos suavemente ondulados das colinas côncavo- convexas, o domínio das vertentes côncavo-convexas e retilíneas e as planícies aluviais e alvéolos. Mapeamentos como este, necessitam de análise mais detalhada das feições geomorfológicas e adotam a escala do local principalmente pelo fato de fundamentar pesquisas voltadas ao planejamento urbano e ambiental.

Além de Nunes, Freire e Perez (2006), outros mapeamentos foram desenvolvidos para o município de Presidente Prudente, destacando Fushimi (2009) e Fushimi e Nunes (2010), no âmbito do projeto intitulado “Mapeamento geomorfológico do município de Presidente Prudente-SP”. Tal trabalho deu continuidade ao mapeamento do perímetro urbano do município, mas com o objetivo de representar os diferentes compartimentos de relevo e os processos morfodinâmicos existentes na área pesquisada.

As formas de relevo que predominam no município de Presidente Prudente são as colinas médias e baixas, com altitudes que variam de 300 a 480 metros e declividades médias de 5 a 20%.

O relevo (Mapa 06) pode ser dividido em três compartimentos geomorfológicos (NUNES, 2002). Estes compartimentos foram identificados como: a) Topo suavemente ondulado das colinas convexizadas, b) Domínios das vertentes convexo-côncavas e retilíneas e c) Planícies aluviais e alvéolos.

Os topos suavemente ondulados das colinas convexizadas, apresentam altitudes entre 430 a 480 metros, com predomínio de formações de alteração do tipo manto de intemperismo ou regolito, onde se encontra em alguns setores o afloramento dos arenitos Formação Adamantina, com ocorrência de Latossolos Vermelhos entre os topos para