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AİLE İŞLETMELERİNDE KURUMSAL YÖNETİM VE İÇ DENETİMİN ROLÜ

Belgede 2. Aile İşletmeleri Kongresi (sayfa 66-69)

Após aplicação da avaliação diagnóstica, tabulamos as informações coletadas e queremos aqui, descrever e traçar o perfil desses alunos referente ao âmbito social, de acordo com suas respostas às respectivas perguntas que faziam parte do primeiro momento da avaliação. A elaboração dessas questões foi realizada de modo menos formal possível, para que os discentes pesquisados não se intimidassem, e, sentissem-se confortável ao respondê- las.

Como já mencionamos, a turma da 2ª série “A” do turno vespertino, do Centro de Ensino Valnice Bertoldo Lima Cordeiro no ano de 2014 era formada por 31 alunos, sendo 17 do sexo feminino e 14 do sexo masculino.

A primeira questão da avaliação indagava o nome do aluno, para que o mesmo pudesse ser identificado no momento da análise dessas questões. A segunda, solicitava o modo como gostaria que lhe fosse chamado, esta pergunta procurava estimular uma maior aproximação entre pesquisador e aluno, possibilitando uma dinâmica comunicativa no processo ensino e aprendizagem.

A questão seguinte referia-se a idade desses alunos, pois de acordo com a LDB a idade ideal, sem distorção idade-série, para alunos da 2ª série do Ensino Médio, seria de 16 anos, então queríamos averiguar se esses alunos estavam realmente na série recomendada pelos documentos oficiais.

O gráfico a seguir mostra o resultado.

Figura 2: Idade dos alunos participantes da pesquisa

Fonte: Dados do pesquisador

A partir da análise, pode-se então concluir que a maioria dos alunos, ou seja, 55% deles estavam na idade recomendada para a série de estudo. Contudo, 45% estavam fora desse ideal, o que de certa forma, compromete à assimilação da aprendizagem.

A quarta questão procurava saber se os alunos tinham dedicação integral ao estudo ou se algum deles exercia trabalho remunerado no seu contra turno. Obtivemos como resposta que 90 % deles dedicavam-se integralmente ao estudo e somente 10% trabalhavam em seu contra turno, ou seja, no turno matutino. Este fato é de suma importância, pois alunos que exercem trabalho remunerado, concomitante com o estudo, reduzem seu tempo de dedicação às atividades extraclasse propostas pelos professores, e que auxiliam na fixação da aprendizagem.

A questão seguinte, que também fez parte deste momento de investigação, foi assim descrita: Já repetiu de ano alguma vez? Como resposta, obtivemos o seguinte: A maioria dos alunos, ou seja, 84% respondeu que nunca havia repetido de ano. Os demais, que correspondem a 16% dos pesquisados, já tiveram reprovação em seu histórico. A partir destes

19% 55% 16% 10% 15 Anos 16 Anos 17 Anos 18 Anos

dados, entendemos em parte, o porquê da distorção na idade-série diagnosticado na terceira pergunta desta avaliação.

A repetência proporciona ao aluno desgaste e perca de tempo e, além do mais, em muitas situações, o aluno desestimula-se à aprendizagem. Entre outros obstáculos, que não fazem parte dos objetivos desta pesquisa.

A sexta questão refere-se à frequência do uso do computador como ferramenta de auxílio às atividades educativas. O gráfico a seguir disponibiliza esse resultado.

Figura 3: Uso do computador nas atividades educativas

Fonte: Dados do pesquisador

O percentual de alunos que nunca utilizou e que raramente utiliza o computador nas tarefas educativas, chegou à casa de 65%. Este índice, de acordo com nosso ponto de vista, apresenta-se alto e preocupante nos dias atuais. Pois, a importância do computador como ferramenta de auxílio ao processo de ensino e aprendizagem já foi bastante discutido e evidenciado por vários educadores, escritores, pesquisadores, entre outros.

Em consonância com este pensamento Soares (2009) afirma:

A utilização das tecnologias, em especial do computador, exige das instituições de ensino e dos docentes novas posturas frente ao processo de ensino e de aprendizagem. A revolução tecnológica produziu uma geração de alunos que cresceu em ambientes ricos de multimídia, com expectativas e visão de mundo diferente de gerações anteriores. Assim, possivelmente a revisão das práticas educacionais constitui-se como essência para que possamos dar-lhes uma educação apropriada. (SOARES, 2009, p. 34). 10% 55% 16% 19% Nunca Utilizou Raramente Utiliza

Uma Vez por Semana

Duas ou Mais Vezes por Semana

A questão seguinte, indagava sobre qual das disciplinas do currículo escolar o aluno tinha mais afinidade, ou seja, mais interesse em estudar, e consequentemente, este fato o levava a aprender os conteúdos mais facilmente. Esta questão vem corroborar com a primeira condição para que ocorra a Aprendizagem Significativa: a predisposição para aprender.

E o resultado que obtivemos está descrito no gráfico a seguir:

Figura 4: Afinidade dos alunos pelas disciplinas do currículo escolar

Fonte: Dados do pesquisador

Queremos destacar que, por se tratar de uma questão aberta, nem todas as disciplinas do currículo foram citadas. A disciplina pela qual os alunos declararam ter maior afinidade foi História com 19%, seguida das disciplinas de Sociologia e Português que obtiveram a preferência de 16%, cada uma. Por fim, quem obteve o menor índice de afinidade foi à disciplina de Matemática com apenas 10%, o que se configurou como fator preocupante para o desenvolvimento da pesquisa.

A oitava, e última pergunta, tratava especificamente do interesse dos alunos pelo estudo da Geometria, pois este era o assunto que iríamos trabalhar no decorrer desta pesquisa. Neste item o resultado foi bastante significativo, com 68% dos alunos respondendo que gostavam de estudar, e apenas 32% disseram que não gostavam. De certa forma, esta aceitação já poderia ser esperada, uma vez que já havia sido descrita anteriormente, a Geometria está inserida no cotidiano das pessoas. Portanto, os alunos poderiam observar e sentir a presença dela em vários lugares, tanto na natureza como em criações do homem. Assim sendo, certamente, proporciona ao aluno, um estímulo à aprendizagem.

10% 13% 16% 13% 13% 19% 16% Matemática Biologia Português Física Química História Sociologia

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