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Özür Sebebiyle Akdin Feshi

Belgede Mecelle'de iş akdi (sayfa 155-160)

C) Haklı Sebeple Fesih

4. Özür Sebebiyle Akdin Feshi

• A necessidade de acolher também os pais, nesse período inicial de adaptação das crianças, já que os mesmos também estão se adaptando a uma nova situação, vivenciando receios, medos e conflitos.

• Os pais deverão entrar na escola para deixar os seus filhos na porta da sala de aula, ocasião em que terão a oportunidade de conversar com as professoras, bem como as professoras com os pais, quando sentirem necessidade.

• Ficou combinado que os horários de aula na escola seriam os seguintes: # turno matutino: 7:15 ás 11:15

# turno vespertino: 13:30 ás 17:30

• É importante que as professoras e coordenadoras cheguem sempre uns 10 a 15 minutos antes, para encaminharem algumas questões referente ao bom desenvolvimento das aulas.

• Reconhecendo a nossa condição de profissionais da educação devidamente qualificadas para tal função, bem como todo o processo histórico de desvalorização que permeia a nossa profissão, como também o fato de que o afeto não passa pelo nome pelo qual a criança chama a professora, concordamos que não devemos incentivar o fato de sermos chamadas de tia, mas sim de professoras.

• Compreendendo que medicar uma criança é tarefa para profissionais qualificados na área de saúde, chegamos ao consenso de que evitaremos, ao máximo, medicar autonomamente as crianças na escola, chamando sempre os pais e/ou encaminhando-as a um posto de saúde quando necessário.

• No tocante a religião, também compreendemos que é uma opção e tarefa da família, Portanto, em sala de aula, quando a professora entender pertinente, será realizada uma prece, oração ou reza de agradecimento ou louvor a Deus, sem fórmulas, rituais ou gestos específicos de nenhuma religião em particular, como forma de respeito e consideração ás várias crenças religiosas professadas pelos nossos alunos e seus familiares.

• A alfabetização é um processo e, como tal, não acontece em um único ano letivo ou momento específico, devendo ser uma construção prazerosa e significativa, onde a criança tenha contato com livros, gibis, músicas, textos variados e outros materiais gráficos do cotidiano, tendo a professora como propiciadora de momentos de aprendizagem, pensando desafios possíveis para cada aluno.

• A brincadeira livre e a brincadeira dirigida precisam estar presentes no cotidiano das instituições de Educação infantil, propiciando lazer, divertimento, desenvolvimento e aprendizagens significativas para as crianças.

• Considerando a necessidade de se estudar, discutir e planejar em conjunto, ficou decidido que teríamos reuniões quinzenais, sendo uma vez no mês em um dia da semana em que as aulas seriam suspensas, após a aprovação dos pais, e outra vez aos sábados a tarde.

No dia 25 de março, considerando que a reforma do prédio da Instituição já estava quase concluída, passamos a nos reunir no mesmo, iniciando o processo de confirmação das matrículas dos alunos já pré-matriculados no início do ano.

Nesse processo contamos com o apoio direto das professoras, que participaram efetivamente das matrículas, entrevistando os pais para o preenchimento da ficha de caracterização aqui já apresentada. Essa participação inicial foi muito importante, até porque foi propiciando um contato e

um conhecimento maior entre a equipe da escola e os pais, familiares, enfim, a comunidade de forma mais geral.

FOTO 11: Equipe da I.E.I efetuando matrículas (1)

Fonte: Arquivo do CMEICAR. Ano: 2004

FOTO 12: Equipe da I.E.I efetuando matrículas (2)

Fonte: Arquivo do CMEICAR. Ano: 2004

Entre 25 de março e 02 de abril, a equipe se reuniu diariamente no prédio da escola, efetivando as matrículas, arrumando as salas de aula e finalizando o planejamento para as semanas iniciais.

FOTO 13: Professoras confeccionando materiais (1)

Fonte: arquivo do CMEICAR. Ano: 2004

FOTO 14: Professoras confeccionando materiais. (2)

Fonte: Arquivo do CMEICAR. Ano: 2004

É importante registrar que esses momentos iniciais de estudos e discussões do grupo de professoras, equipe técnica e gestoras, foi de fundamental importância para todo o trabalho realizado na escola, tendo sido, inclusive, a semente de um grupo de estudos, formado por professoras, coordenadoras pedagógicas e gestoras, que se reúne mensalmente, sempre aos sábados, desde a fundação da Instituição, até os dias atuais, numa demonstração concreta da relevância do processo de formação em serviço para esses profissionais.

Outro ponto fundamental sobre o qual não poderíamos deixar de nos reportar é que: antes do professor, existe o ser humano, essa convicção nos levou a proporcionar também na escola momentos de acolhimento, de confraternização, enfim, de uma convivência mais humana e fraterna, que nos permitisse a criação e o fortalecimento de vínculos afetivos mais consistentes.

Dentre esses momentos vamos destacar os seguintes: reuniões trimestrais para comemoração dos aniversários de professores e funcionários; café da manhã para acolher professores e funcionários no início do 1º planejamento do ano; reuniões de avaliações onde o trabalho da direção também era avaliado e aberto para críticas, comentários e sugestões; comemoração do dia do professor e do funcionário, dentre outros.

FOTO 15: Aniversariantes do trimestre FOTO 16: Café da manhã na I.E.I Fonte: Arquivo do CMEICAR. Ano: 2005 Fonte: Arquivo do CMEICAR. ANO: 2005

4.2 - Ações iniciais com os funcionários

Conforme iam chegando os funcionários encaminhados pela firma, cujos serviços a SME terceirizava, nós íamos nos reunindo com eles para falar sobre as especificidades do trabalho com a criança da Educação Infantil, colocando que eles também eram educadores, na medida em que iriam atuar diretamente com as crianças.

Em relação a essa questão, a primeira discussão que promovíamos era no sentido de que os funcionários pudessem perceber a importância do momento da infância que as crianças com as quais iríamos trabalhar estão vivendo, bem como a importância das mesmas serem tratadas como cidadãos,

sujeitos também dos seus processos de aprendizagem e desenvolvimento, necessitando, portanto, de serem ouvidos, respeitados e considerados, nas suas especificidades e singularidades.

Orientávamos também acerca da importância do tratamento que deveria ser dado a família, enfatizando a importância de um bom relacionamento entre a Instituição e a família dos seus alunos, lembrando, para isso, o respeito, a gentileza e a simpatia com que as famílias dos alunos precisavam ser recebidas na Instituição.

Neste momento colocávamos também as tarefas de cada um, tanto no particular da função – vigia, merendeira, ASG, quanto na colaboração com o educar e cuidar das crianças. É importante frisar que, desde o início os funcionários se mostraram disponíveis para colaborar com a proposta da Instituição.

Queremos registrar que hoje, retomando toda essa proposta de trabalho e refletindo sobre a mesma, percebemos que deveríamos ter feito com os funcionários uma proposta de trabalho mais efetiva, promovendo também a participação deles nos momentos de planejamento e estudo. Infelizmente essa questão, apesar de ter sido até pensada em alguns momentos, não foi posta em prática.

É certo que alguns pontos da própria especificidade do trabalho deles – como por exemplo, o fato da faxina geral mensal da Instituição ser realizada por eles, exatamente no dia de planejamento, quando as crianças não se encontravam presentes, dificultaram um pouco esse envolvimento maior, mas, com certeza, se tivéssemos apostado mais nessa possibilidade, teríamos encontrado uma saída.

Porém, mesmo considerando essa questão, é importante dizer que fazíamos também reuniões periódicas com os funcionários, onde eles podiam se colocar, e também que os mesmos participavam - juntamente com as professoras e toda a equipe, das reuniões semestrais para avaliação geral do trabalho, bem como das reuniões trimestrais para a confraternização em torno dos aniversariantes do trimestre.

Feitos esses esclarecimentos, é importante registrar que, apesar dessa lacuna que apresentamos acima, o envolvimento e a participação dos funcionários foi muito importante em todas as atividades realizadas, tanto junto

as crianças, como as famílias, considerando que os mesmos faziam parte da escala diária da Instituição, tanto no horário do lanche, como do parque e da higiene bucal das crianças, bem como de outras atividades realizadas com as crianças, contribuindo efetivamente com as professoras nas tarefas de cuidado e educação das mesmas nestas atividades; bem como se faziam presentes, com tarefas definidas e relevantes em todos os encontros e reuniões promovidas com as famílias.

Outro fato que queremos destacar, é que a grande maioria dos funcionários, em sendo informados das tarefas que a escola pretendia e/ou necessitava realizar, colocavam as suas habilidades pessoais a serviço das mesmas: como cantores, como atores de peças infantis, como costureiras de bonecas e das suas roupas, como recuperadores de livros e brinquedos, enfim, naquilo que fosse possível e indispensável para o êxito das atividades em questão.

FOTO 17: Funcionário tocando violão para as crianças.

Fonte: Arquivo do CMEICAR. Ano: 2005.

FOTO 18: Funcionárias fazendo docinhos para festa das crianças.

Fonte: Arquivo do CMEICAR. Ano: 2005.

É importante dizer também que nós, enquanto direção da escola, procurávamos sempre incluir esses funcionários nas atividades já citadas de incentivo e valorização ao ser humano, como cafés da manhã, jantares, almoços, e outros momentos de confraternização promovidos ao longo do ano, até mesmo pelo fato de compreendermos que todos os que atuam nas Instituições educativas, independente da função específica que exercem, são também educadores no sentido amplo e irrestrito da palavra.

4.3 - Algumas ações realizadas com as crianças

O nosso objeto específico de estudo nessa tese, é a relação entre família e I.E.I, com uma ênfase, portanto, para o trabalho realizado com as famílias em prol desse objetivo; porém, como trabalhamos numa perspectiva da práxis participativa - conforme já discutido na introdução deste trabalho, estamos apresentando algumas ações gerais do contexto inicial de surgimento e organização da Instituição, e compreendemos ser importante também apresentar alguns aspectos do trabalho realizado com as crianças.

Um dos maiores desafios da Educação Infantil na contemporaneidade, diante de todas as ambivalências e ambigüidades que permeiam a história da infância – conforme apresentado e discutido no capítulo 3 desse trabalho, é promover um trabalho pedagógico que considere a criança como sujeito de direitos, ativo e reflexivo na construção das suas aprendizagens e do seu desenvolvimento, para tanto, concordamos que:

O trabalho pedagógico precisa favorecer a experiência com o conhecimento científico e com a cultura, entendida tanto na sua dimensão de produção nas relações sócias cotidianas e como produção historicamente acumulada, presente na literatura, na música, na dança, no teatro, no cinema, na produção artística, histórica e cultural que se encontra nos museus. Essa visão do pedagógico ajuda a pensar sobre a creche e a escola em suas dimensões políticas, éticas e estéticas. A educação, uma prática social, inclui o conhecimento científico, a arte e a vida cotidiana. (KRAMER, 2006, p. 19)

Dessa forma, compreendemos que a organização do trabalho pedagógico a partir da perspectiva de projetos didáticos, é uma alternativa que contempla as dimensões propostas acima, principalmente porque “Essa forma de estruturar o ensino leva em conta possibilidades, necessidades e características das crianças, favorecendo um estudo multidisciplinar” (HORN, 2005, p.3), ou seja, possibilita que a criança seja respeitada nas suas especificidades, tenha os seus conhecimentos prévios, a sua cultura e o seu

contexto considerados, mas também a oportunidade de ampliação do seu universo de conhecimentos, através de uma proposta que trabalhe com as suas várias linguagens.

Foi o reconhecimento das várias possibilidades de aprendizagem e desenvolvimento que o trabalho com projetos didáticos descortina para as crianças, que levou os profissionais do Carmem Reis a adotar os mesmos como uma das estratégias de trabalho realizada com os alunos da Instituição.

No biênio 2004/2005 vários projetos foram realizados pelas professoras. Alguns mais restritos, e de menor duração, para trabalhar conteúdos específicos como identidade pessoal, família, animais, vegetais, higiene pessoal, dentre outros. Outros mais amplos, envolvendo conteúdos procedimentais, atitudinais, conceituais; bem como abrangendo vários eixos temáticos propostos pelo Referencial Curricular Nacional para Educação Infantil - RCNEI para o trabalho pedagógico na Educação Infantil, como foi o caso do projeto Brinquedos e brincadeiras: um resgate cultural; No mundo encantado dos contos de fadas; Desvendando a vida e a cultura da Vila; além de outros.

Para efeito da nossa descrição nesse momento, vamos nos deter no projeto intitulado Rendeiras da Vila: a preservação de uma cultura, pelo fato do mesmo ter despertado muito o interesse dos alunos, além de ter trabalhado com uma temática que valorizou bastante a cultura do bairro no qual o Centro Infantil está localizado, como também pelo fato da professora ter disponibilizado esse projeto, para que o mesmo pudesse ser apresentado no nosso trabalho.

É importante registrar que esse projeto fez parte de uma temática maior – Desvendando a vida e a cultura da Vila, proposta pela Instituição como uma forma de construir um currículo que, conforme nos aponta Bujes (In: CRAIDY; KAERCHER, 2001), surja das interações que ocorrem no cotidiano da instituição educativa, valorizando a cultura e o conhecimento da comunidade local.

O mesmo foi realizado no segundo semestre do ano de 2005, na turma do nível I vespertino, composta por 15 crianças na faixa etária de 4 anos, teve uma duração de aproximadamente 3 meses, e foi organizado pela professora titular da sala, com os seguintes objetivos:

• OBJETIVO GERAL:

o Conhecer e valorizar o trabalho das rendeiras da Vila de Ponta Negra, reconhecendo a importância desse ofício para a preservação da cultura local.

• OBJETIVOS ESPECÍFICOS:

o Compreender como se deu o aprendizado do ofício de rendar. o Conhecer os principais instrumentos de trabalho das rendeiras. o Saber que tipos de peças são produzidas pelas rendeiras.

o Reconhecer a importância do trabalho das rendeiras para a cultura da Vila de Ponta Negra.

A temática específica do projeto nasceu de uma atividade realizada com as crianças, sobre as profissões exercidas pelos seus familiares. Considerando que algumas crianças da sala eram parentes, sobrinhas e netas de rendeiras, e que esse é um ofício que faz parte do universo cultural do bairro desde a década de 1960, tendo perdurado até os dias atuais, sendo repassado de uma geração a outra, praticamente dentro das mesmas famílias, além do fato das crianças terem demonstrado interesse por conhecer melhor esse trabalho, foi que a professora optou pela realização desse projeto. Segue abaixo um trecho da escrita da professora na justificativa do projeto:

A escolha do tema deu-se primordialmente pelo fato de estarmos realizando uma roda de conversa sobre as profissões dos familiares dos alunos. Numa dessas conversas, uma das alunas afirmou: “minha avó é rendeira”. Fiquei realmente muito entusiasmada e curiosa com a afirmação, e as crianças também, pois queríamos saber um pouco mais sobre este ofício e sobre os instrumentos utilizados pela avó da aluna para realizá-lo. Por outro lado, como toda a escola estava interessada em elaborar um projeto sobre a comunidade e os aspectos sócio-econômicos e culturais da Vila de Ponta Negra, o estudo sobre as rendeiras da Vila seria uma excelente oportunidade para a realização de um projeto, o qual seria um dos subtemas relacionados.

Outro aspecto que influenciou na escolha do tema foi o fato de tal ofício ser um dos principais da Vila, sendo repassado de mãe para filhas, ou seja, de uma geração para outra até os dias atuais. Muitas rendeiras da Vila, já idosas, aprenderam a rendar com as mães, sustentaram os filhos através desse trabalho e passam para as filhas e aprendizado dessa função nos dias atuais. Desse modo, desenvolveremos o projeto “Rendeiras da Vila: a preservação de uma cultura”, durante o segundo semestre do corrente ano.

Segundo o relato da professora, após a opção pelo tema do projeto, a primeira atividade realizada foi uma roda de conversa para o levantamento dos conhecimentos prévios das crianças, bem como para sentir o nível de participação e interesse das mesmas pelo projeto, para que se pudesse estruturá-lo da melhor forma possível. Foi assim que, a partir dos seguintes questionamentos:

9 Você conhece alguém da sua família que sabe rendar? 9 Como é que a rendeira faz a renda?

9 O que será que as rendeiras usam para rendar?

apresentados inicialmente pela professora - dentre outros surgidos no diálogo e na interação com as crianças no momento da roda, que o levantamento de conhecimentos prévios foi realizado, obtendo respostas como as que se seguem:

9 Minha avó sabe rendar 9 A minha também sabe 9 Ela usa almofada para rendar

Tendo essas questões iniciais relativas ao levantamento de conhecimentos prévios como parâmetro, a professora organizou o referido projeto, através do qual foram vivenciadas as seguintes atividades:

• Rodas de conversa sobre o trabalho das rendeiras, objetivando sistematizar as atividades a serem realizadas.

• Visita a casa das rendeiras da Vila, para observação do trabalho e realização de perguntas, considerando a curiosidade e o interesse dos alunos. • Roda de conversa sobre a visita a casa das rendeiras, registrando a fala das crianças para a elaboração de um texto coletivo. Desenhos livres das crianças sobre essa visita.

• Elaboração coletiva de um convite escrito para que uma rendeira – avó de uma aluna da turma, viesse até a Instituição para ser entrevistada.

• Elaboração e realização coletiva da entrevista com a rendeira na Instituição

• Ensaio da conhecida canção popular “mulher rendeira”.

• Confecção, pelas crianças, com a mediação da professora, da almofada de bilro usada pelas rendeiras no seu ofício.

• Exposição das almofadas de bilro confeccionadas pelas crianças, bem como de todas as atividades individuais e coletivas ( desenhos, textos, entrevista, etc) para a comunidade, sendo este o produto final do projeto.

No dia dessa exposição final do trabalho realizado por esta turma, e por todas as outras turmas da Instituição, dentro do projeto maior intitulado Desvendando a vida e a cultura da Vila, três rendeiras do núcleo sediado na Vila de Ponta Negra, denominado Casa das Rendeiras, se fizeram presentes na Instituição, com suas almofadas e bilros, apresentando esta arte para todos os que compareceram ao evento.

Segundo a professora, após a realização de todo o projeto, na avaliação final, quando solicitadas a opinar sobre o trabalho realizado, as crianças deram os seguintes depoimentos:

9 Eu gostei de ver a mulher rendando. 9 Eu gostei de fazer a almofada.

9 Eu também gostei de fazer a almofada. 9 Eu gostei de tudo.

Esse foi apenas um dos aspectos do trabalho realizado com as crianças no cotidiano da Instituição, mas que, no nosso entendimento, retrata a preocupação, a responsabilidade e o compromisso de todos os que fazem a equipe administrativa-técnica-pedagógica-funcional do CMEI Carmem Maria Reis, com um trabalho pedagógico de qualidade, que valorize os conhecimentos prévios das crianças, respeite a sua cultura, e contribua com a ampliação dos conhecimentos das mesmas.

4.4 – Ações realizadas com as famílias

Partindo dos princípios já elencados no início desse trabalho – a grande maioria construídos após as duas experiências de pesquisa sistematizadas já apresentadas, bem como dos estudos e discussões realizadas junto a toda a equipe de profissionais do CMEI Carmem Reis, vamos expor as linhas gerais que nortearam a nossa proposta de trabalho nesta área, explicando como a mesma foi sendo construída ao longo do processo.

Compreendendo a relevância de um trabalho dessa natureza ser uma construção coletiva, nossa primeira preocupação foi envolver as professoras e toda a equipe técnica administrativa da Instituição nessa proposta desde os primeiros dias de estudo, quando levamos este tema para ser refletido, e já fomos construindo coletivamente algumas diretrizes para a vivência do mesmo, começando pela elaboração de uma ficha de caracterização das crianças e suas famílias, onde iríamos encontrar, também, alguns subsídios para nortear o nosso trabalho.

Outro passo importante, logo nos primeiros dias de contato com a futura equipe de educadores do Centro Infantil, foi o consenso de que os pais deveriam ter livre acesso a Instituição, deixando e pegando os filhos na porta

da sala de aula, ocasião em que poderiam, dentre outras coisas, conversar com a professora, e conhecer/observar o cotidiano da Instituição, bem como a recepção dada ao seu filho(a) na mesma.

FOTO 19: Livre acesso das famílias a I.E.I. (1)

Fonte: arquivo do CMEICAR. Ano: 2004

FOTO 20: Livre acesso das famílias a I.E.I.

Belgede Mecelle'de iş akdi (sayfa 155-160)