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2. KENTSEL KÜLTÜR MĐRASI VE RĐSK

2.5 Dünyadan Risk Analizi ve Risk Yönetimi Örnekleri

2.5.1 Sismik riskler için risk yönetimi, RISK-UE, AB Projesi

2.5.1.1 RISK-UE projesinde izlenen yöntem

Vamos fazer um jornal de educação ambiental na escola? Além de ser um ótimo exercício para aperfeiçoar a produção de textos, o jornal poderá ser uma empolgante atividade de mobilização, envolvimento, relexão e diálogos sobre as temáticas ambientais no cotidiano escolar. O jornal soa ser um instrumento mais informativo, como os jornais de grande cir- culação. Podemos optar pelo fascículo pedagógico, que prima por ser mais formativo, com notícias produzidas pela escola, sobre a escola, na escola e com a escola.

Quanto ao modo de fazer, propomos que os grupos trabalhem com o conceito que chama- mos de pré-edição, de acordo com a lógica que vem dando certo em muitos projetos de educomunicação espalhados por nosso país:

• deinir ao máximo tudo que se pretende comunicar com o impresso. Vale sublinhar que as pessoas não têm muita paciência para notícias longas e, portanto, as ma- térias jornalísticas devem ser textos curtos, porém suicientemente bem escritos para dar o recado em poucas palavras;

• planejar detalhamente imagens, fotos, poesias, textos e outros elementos necessá- rios para o tipo de material de comunicação que será criado. Deve-se atentar para a autoria desses elementos, para a necessidade de citar a fonte e para o fato de que nem toda imagem está autorizada para uso. Privilegie as fotos de sua autoria ou de conhecidos que autorizem o uso da imagem. Uma outra dica é o uso das fotos de domínio público, bastante presentes nos serviços de busca da internet;

• dividir as tarefas atendendo ao princípio da auto-convocação; quando cada participante assume algo que gosta, sabe o quer fazer para compor o tipo de comunicação desejado;

• Na publicação do jornal ou do fascículo, atentar para o tipo do instrumento de publicação, adequando letra, formato, ilustração conforme a capacidade de cada instrumento (mi- meografo, software computacional, câmera fotográica, etc.). Uma pitada de bom senso e uso de imaginação oferecem belas criações;

• inalizar o produto, com planejamento de distribuição e divulgação.

Depois de pronto, o processo de produção continua com mais dois momentos: o lançamen- to e a divulgação. Essa hora é muito importante para demonstrar o grau de compromisso, de dedicação e a capacidade de criação e de realização necessários para produzir coleti- vamente. Esse momento serve para o grupo recordar e conversar sobre como foi produzir o trabalho e sobre o produto criado. Aprender a valorizar o processo, ressaltando o que se conseguiu e o que seria importante modiicar numa próxima vez. Avaliar o processo e produto constituem um aprendizado de respeito e fortalecimento das ações coletivas. É no debate de idéias, no confronto das posturas e visões de mundo, que tanto o indivíduo quan- to o grupo crescem e ampliam seus modos de ver, estar e atuar no mundo.

O Grupo Pesquisador em Educação Ambiental (GPEA), da Universidade Federal de Mato Grosso, possui várias experiências em produção de fascículos pedagógicos. Alguns números estão disponíveis para download no sítio:

http://www.ufmt.br/gpea/fas.htm

Sem necessidade de seguir receitas, o GPEA assumiu as seguintes características em seus fascículos:

• O papel é A3, que dobrado em duas partes, torna-se quatro páginas em formato A4, ou seja, do tamanho do caderno.

• O tamanho do fascículo depende de cada texto e contexto. Quando se exige mais densidade, utilizamos mais páginas; não há uma norma ixa na quantidade de pá- ginas.

• Todo fascículo é ricamente ilustrado. As fotos pertencem aos próprios membros do GPEA, e as externas são devidamente citadas e com fontes. Há um cuidado em entrar em contato com os autores das fotos ou pinturas para autorização prévia. É possível explorar as pinturas de artistas liberados pela UNESCO, bem como as fotograias e imagens de domínio público. Há várias coisas muito interessantes em todo o mundo!

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Projeto ambiental escolar comunitário

• As citações dos textos também merecem o mesmo respeito e cuidado, ainda que sem necessidade de solicitar autorização, mas referendar no campo ético, respei- tando a autoria de quem escreve.

• A editoração gráica é responsabilidade de cada educomunicador, que com mais ou menos habilidade nos software (geralmente Photoshop ou Corel Draw) vai esbanjar talento imagético e textual. É o momento da criação e da arte!

• No cabeçalho, mantemos sempre o mesmo formato, respeitando as orientações do jornalismo, de manter o padrão do jornal. Igualmente, a última seção contém o expediente, ou seja, os dados das pessoas que contribuíram na edição, bem como o endereço e formas de contato com o GPEA.

• As edições são instantâneas, ou seja, a periodicidade não obedece a uma tempo- ralidade ixa. Acontecem conforme disponibilidade ou rapidez nas informações e processos educativos. Isso implica dizer que é possível produzir dois fascículos num só mês, como podemos icar dois meses sem a necessidade de publicar novos fascículos.

• O GPEA tem ajuda inanceira do Juizado Ambiental, que nos ajuda mensalmente nesse veículo de comunicação, ironicamente, por meio das taxas de multas reco- lhidas pelos crimes ambientais.

O Cala-Boca já morreu – porque nós também temos o que dizer! http://www.cala-bocajamorreu.org/

Portalgens – site que disponibiliza gratuitamente materiais didáticos em texto, imagem e som para projetos de Educomunicação.

www.portalgens.com.br

A Universidade de São Paulo é uma das grandes especialistas no debate sobre educomunicação, pois possui larga experiência, além de promover encontros, notícias e diversos recursos midiáticos. Algumas das atividades estão on line e com presença marcante no jornal “Folha da Tarde”, de circulação basicamente no estado de São Paulo.

http://www.usp.br/nce/?wcp=/oquefazemos/abertura,4,10,111

http://antoniaalves.blogspot.com/2008/06/educomunicao-partir-da-eca- usp.html