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Onarım Garantileri Açısından Özel Değerlendirme

B. ONARIM GARANTİSİNİN İŞLEVLERİ

II. Onarım Garantileri Açısından Özel Değerlendirme

Estudou-se a morfofisiologia da palma forrageira cv. Gigante por meio das características relacionadas ao fluxo e componentes da biomassa, estrutura, índice de colheita, eficiência de uso da chuva e armazenamento de água.

No tocante ao fluxo de biomassa, determinaram-se as seguintes variáveis: taxa de produção de cladódios de primeira ordem (TPCPO, kg ha-1 dia-1), determinada a partir da divisão da biomassa pré-seca de cladódios de primeira ordem, por hectare, pelo período de avaliação; taxa de produção de cladódios de segunda ordem (TPCSO, kg ha-1 dia-1), determinada a partir da divisão da biomassa pré-seca de cladódios de segunda ordem, por hectare, pelo período de avaliação; taxa de produção de cladódios de terceira ordem (TPCTO, kg ha-1 dia-1), determinada a partir da divisão da biomassa pré-seca de cladódios de terceira ordem, por hectare, pelo período de avaliação; taxa de produção de cladódios de quarta ordem (TPCQO, kg ha-1 dia-1), determinada a partir da divisão da biomassa pré-seca de cladódios de quarta ordem, por hectare, pelo período de avaliação; taxa de produção de cladódios de quinta ordem (TPCQnO, kg ha-1 dia-1), determinada a partir da divisão da biomassa pré-seca de

cladódios de quinta ordem, por hectare, pelo período de avaliação; taxa de produção de forragem (TPF, kg ha-1 dia-1), determinada a partir da divisão da biomassa total pré-seca de todas as ordens de cladódios, por hectare, pelo período de avaliação; taxa de produção de forragem colhível (TPFC, kg ha-1 dia-1), determinada a partir da divisão da biomassa colhível pré-seca das ordens de cladódios acima da altura de corte, por hectare, pelo período de avaliação. A pré-secagem dos cladódios foi realizada a 55oC até biomassa constante.

Registraram-se mensalmente nas plantas marcadas as seguintes medidas: altura das plantas (AP), número de cladódios por ordem (NCO), número total de cladódios por planta (NTC). A altura das plantas foi registrada na fileira amostral por meio de bastão graduado retrátil (Figura 10A). Utilizou-se fita milimetrada para registrar as dimensões dos cladódios (Figura 10B, C e F). Usou-se paquímetro para registrar a espessura dos cladódios (Figura 10D e E). Contabilizou-se a densidade de plantas (DP, plantas ha-1). Para tal mensuração, determinou-se o número de plantas por metro linear e consequentemente, estimou-se o número de plantas por hectare.

De posse das mensurações descritas, determinaram-se as seguintes variáveis estruturais da palma forrageira: altura final das plantas (AFP, cm), número de cladódios de primeira ordem (NCPO, cladódios planta-1), número de cladódios de segunda ordem (NCSO, cladódios planta-1), número de cladódios de terceira ordem (NCTO, cladódios planta-1), número de cladódios de quarta ordem (NCQO, cladódios planta-1), número de cladódios de quinta ordem (NCQnO, cladódios planta-1) e número total de cladódios (NTC, cladódios planta-1).

Ao término de cada ciclo de crescimento, para as frequências de colheita anual e bianual, conforme o manejo estabelecido, colheu-se em cada parcela experimental (24 m2) três plantas para estimativa da produção de biomassa de forragem por ordem de cladódio (Figura 11B). Colheu-se também, a biomassa de forragem da linha amostral, presente acima da primeira ordem (cladódios primários), para estimativa da biomassa de forragem colhível (Figura 11C). Foram preservados os cladódios primários, com o propósito de manter uma área de cladódios pós-corte (índice de área de cladódio remanescente, IAC remanescente) que proporcionasse boa rebrotação e perenidade do palmal nos anos posteriores (Figura 11A). A biomassa colhida no campo foi encaminhada ao laboratório para separação dos cladódios por ordem (primeira, segunda, terceira etc), a partir de marcação com pincel permanente, efetuada no momento da colheita (Figura 11D).

Figura 10 - Caracterização morfométrica da palma forrageira, englobando altura da planta (A), comprimento (B), largura (C), espessura (D e E) e perímetro dos cladódios (F)

(A) (B)

(C) (D)

Figura 11 - Colheita da palma forrageira com preservação dos cladódios primários (A), separação dos cladódios por ordem (B), quantificação da biomassa colhível (C), identificação dos cladódios por ordem (D) e fracionamento dos cladódios (E e F)

(A) (B)

(C) (D)

Após a separação dos cladódios por ordem, os mesmos foram fracionados em pequenos tamanhos e colocados em estufa de ventilação forçada (55 oC, até biomassa constante), para posterior estimativa das produções de biomassa (Figura 11E e F).

No tocante aos componentes da produção de biomassa de forragem da palma forrageira, determinaram-se as seguintes variáveis: biomassa média de cladódios de primeira ordem (BMCPO, g cladódio-1); biomassa média de cladódios de segunda ordem (BMCSO, g cladódio-1); biomassa média de cladódios de terceira ordem (BMCTO, g cladódio-1); biomassa média de cladódios de quarta ordem (BMCQO, g cladódio-1); biomassa média de cladódios de quinta ordem (BMCQnO, g cladódio-1); biomassa média de cladódios (BMC, g cladódio-1), considerando a média de todos os cladódios da planta; biomassa de forragem dos cladódios de primeira ordem (BFCPO, kg ha-1 ano-1); biomassa de forragem dos cladódios de segunda ordem (BFCSO, kg ha-1 ano-1); biomassa de forragem dos cladódios de terceira ordem (BFCTO, kg ha-1 ano-1); biomassa de forragem dos cladódios de quarta ordem (BFCQO, kg ha-1 ano-1); biomassa de forragem dos cladódios de quinta ordem (BFCQnO, kg ha-1 ano-1); biomassa de forragem total (BFT, kg ha-1 ano-1), considerando o somatório da produção de biomassa de todas as ordens de cladódio; biomassa de forragem colhível (BFC, kg ha-1 ano-1), considerando a produção acima da altura de corte, que representa a biomassa colhível com preservação dos cladódios primários.

Determinou-se ainda o índice de colheita (IC) da palma forrageira, através da seguinte fórmula: IC (%) = (BFC/BFT) x 100, onde BFC é a biomassa de forragem pré-seca colhível e BFT a biomassa forragem pré-seca total (55 oC, até alcance de biomassa constante) na cultura da palma forrageira.

A eficiência de uso da chuva (EUC) para biomassa de forragem total pré-seca a 55 oC (BFT), dada em kg ha-1 mm-1, foi estimada a partir da divisão da BFT pela quantidade de precipitação pluviométrica acumulada (mm) durante o ciclo (TURNER, 2004).

O armazenamento de água (ARA), em kg ha-1 mm-1, foi estimado pela diferença entre a produção de biomassa fresca (PBF) e produção de biomassa pré-seca (PBPS), dividida pelo total de precipitação pluviométrica (mm) registrada no período.