Assim como o esperado, as sementes de P. stipulacea apresentaram dormência, enquanto as de A. colubrina não apresentaram. Para esta variável, segundo Whitmore (1990), poderíamos considerar P. stipulacea como uma espécie da fase inicial da sucessão, enquanto A. colubrina de estágios tardios da sucessão. O experimento de quebra de dormência das sementes de P. stipulacea revelou que a escarificação química a 10 minutos é o melhor tratamento para superação dessas sementes, e espera-se que esta informação contribua na otimização de reflorestamentos em áreas de caatinga.
O experimento de temperatura e luz revelou que as duas espécies apresentaram a mesma amplitude de germinação de 10ºC a 40ºC, com melhor porcentagem de germinação a 30ºC. Porém, diferente de A. colubrina, nas temperaturas mais baixas (10ºC e 15ºC) P. stipulacea apresentou porcentagem de germinação muito baixa, o que indica que esta espécie pode necessitar de temperaturas mais altas, como as que ocorrem em clareiras.
Quanto à tolerância a dessecação, verificou-se que as sementes de P. stipulacea foram capazes de suportar a secagem, pois germinaram de forma similar à testemunha, mesmo quando o teor de água foi reduzido para 5,16%, o que corresponde ao comportamento ortodoxo. Já com A. colubrina a germinação diminuiu à medida que as sementes perderam água, porém, mesmo com o teor de água de 5,81% a germinação permaneceu acima de 80%, indicando que esta espécie também apresenta sementes ortodoxas.
Então, de acordo com a associação entre o comportamento fisiológico das sementes e os grupos ecológicos a que as espécies pertencem, poder-se-ia concluir que P. stipulacea e A. colubrina, ambas com comportamento ortodoxo, poderiam esta relacionada à fase inicial da sucessão, porém, sugere-se que outros trabalhos realizem experimentos de armazenamento com as sementes destas espécies para obter informações mais conclusivas.
No crescimento inicial, as plântulas de P. stipulacea apresentaram maior diâmetro a pleno sol e, de forma geral, acumularam maior biomassa para o caule, como ocorre nas plântulas dependentes de clareiras. Quanto às plântulas de A. colubrina, observou-se que apesar da biomassa total ter sido maior a pleno sol, a espécie apresentou as melhores médias de altura e diâmetro a 50% de sombreamento e maiores valores de número de folhas e massa seca da parte aérea (caule e folha) a 70% de sombreamento, indicando que esta espécie tolera níveis intermediários de sombra. É necessário, entretanto, um maior número de evidências
para se ter informações mais robustas a respeito do crescimento inicial destas espécies e sua relação com grupos ecológicos.
Este trabalho sugere que algumas variáveis utilizadas na classificação de grupos ecológicos de florestas tropicais úmidas, também possam ser utilizadas para tentar definir a que estágio sucessional pertence determinadas espécies da caatinga, com o objetivo de entender sua ocorrência, distribuição e desenvolvimento, para melhor conservação e uso adequado no reflorestamento de áreas degradadas.
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