2.2. Modernizm Kavramı
2.2.3. Modernizmin Etkileri
2.2.3.3. Modernizm ve Doğu Batı Sorunsalı
A proposta da implantação foi feita com bases nos estudos do terreno e entorno, além das características geográficas e morfológicas da região. Pensando no uso predominante residencial, a locação dos edifícios se faz
fundamental, para que a inserção do centro de convivência possa ser harmoniosa e consonante com o espaço, sendo privilegiados pelo sistema viário interno e respeitando as extensas áreas verdes do local. Algumas das idéias para este projeto e sua satisfatória elaboração divergiam, como por exemplo, o aproveitamento topográfico e a melhoria nas condições de conforto térmico, assim como a preservação das espécies vegetais preservadas em seu local exato. Dessa forma foi preciso optar por soluções que melhor contemplassem seu sítio e futuras edificações, voltando as faces principais das edificações para as direções sudeste- noroeste e nordeste-sudoeste. A rotação de 36º para oeste em relação ao norte, faz com que os prédios residenciais tenham no futuro uma adequada circulação cruzada de ar e uma incidência solar de boa intensidade, auxiliando de tal forma a mais rápida dissipação de radiação de suas fachadas. (Fig. 78 a 81)
Fig. 78- Implantação dos edifícios na SQN 207.
Fig. 80- Pilotis garantem a livre passagem.
Fig. 81-Perspectiva e espaços verdes integrados com edificações.
A Universidade de Brasília encontra-se ao longo da via L3 norte e se alinha ao terreno da superquadra 207 norte. Apesar de não possuir vias diretas de acesso, o caminho entre uma e outra feito de automóvel é relativamente pequeno e não ultrapassa os três quilômetros. Propõe-se então um eixo de ligação entre a UnB e o terreno de sua propriedade, no qual os caminhos de terra marcados pelos que passam começam um percurso do ponto de ônibus do Eixinho Rodoviário Norte e percorrem a quadra, favorecendo a ligação com a instituição. O firme propósito em vincular a Universidade de Brasília à sua propriedade vem da possibilidade de desenvolver estudos e projetos de pesquisa sobre a terceira idade e contribuir para a melhoria de sua qualidade de vida. Sendo referência como instituição pública de ensino superior no país, a UnB pode ampliar a visibilidade das cidades brasileiras e seus governantes para a importância do idoso, acelerando ou auxiliando na elaboração de propostas que adequem cada vez mais este grupo no contexto urbano. Os edifícios residenciais da superquadra
terão destinos definidos pela própria FUB13, podendo esta optar por comercializar estes imóveis ou voltar tais habitações para grupos específicos como professores ou discentes da universidade. Alerta-se, entretanto, que apesar da forte intenção que o centro de convivências tem de reunir pessoas e experiências com o público da terceira idade, voltar as habitações do local exclusivamente para estes poderia criar a falsa impressão de reunir pessoas de faixas etárias próximas podem trazer aspectos positivos e amenizar a solidão dos moradores. Infelizmente os efeitos desta ação podem ser graves, pois ao restringir a moradia local, o idoso perde a convivência familiar e se vê excluído da sociedade, tendo que se contentar em viver somente naquela área, que acabará por concentrar pessoas com o mesmo perfil etário. Evitar esta possível segregação não isenta a possibilidade de idosos residirem no local, pois a preocupação com questões de conforto e acessibilidade foram constantemente observadas.
13 A venda de imóveis é feit a através de edital por concorrência através da própria Fundação.
3
3.3.5.2 O sistema viário
Encarregado pelo traçado das vias internas de grande parte das superquadras, Nauro Esteves como funcionário da Novacap se uniu à idéia de contrapor à rígida ortogonalidade das edificações através de caminhos sinuosos e orgânicos que rompessem a possível monotonicidade de seu rígido planejamento. Assim, o sistema viário das superquadras se caracteriza pelos culs-de-sacs que não promovem a ampla circulação de automóveis propositalmente, garantindo sua restrição e segurança.
Para um bom aproveitamento do terreno e favorecendo as grandes áreas verdes, as vias internas da SQN 207 foram desenhadas para atender os edifícios e os demais equipamentos visando à diminuição de área pavimentada. A linha perimetral que percorre parte da quadra gera um acesso inusitado às construções, vezes através de ruas sem saída, vezes por mais de um acesso. O acesso ao subsolo é garantido por entradas e saídas dos conjuntos em sentidos opostos. A criação de áreas para estacionamento é fundamental por conta do crônico problema de falta de vagas no Distrito Federal, fato comprovado no próprio terreno quando observada a constante presença de automóveis que
compõem o estacionamento adaptado em piso de terra. (Fig. 82) Estas atenderiam aos principalmente os visitantes das unidades habitacionais, os freqüentadores do centro de convivência e demais equipamentos, além dos que irão acessar o comércio local.
Fig. 82-Estacionamento adaptado na SQN 207
3.3.5.1 Edifícios Residenciais
A extensão de uma quadra com as dimensões como as da SQN 207 atentam para seu grande potencial imobiliário e econômico. Ainda assim, as unidades residenciais não obedecerão as plantas de projeção14, e devido à sua disposição volumétrica e pela sua própria proposta arquitetônica, terão o numero de unidades habitacionais reduzidas.
A volumetria dos blocos de apartamentos é o ponto de partida inicial do projeto residencial, que procura unir a funcionalidade das famosas habitações modernas da cidade, sem deixar de se adequar as mudanças “inerentes à uma cidade” (NIEMEYER, 2009)15, ainda que esta tenha o diferencial de ser Patrimônio Cultural da Humanidade.
Ressaltando a intenção de se conservar as raízes que conceituam a capital do país, o estudo das superquadras da Unidade de Vizinhança e seus elementos foi ponto passivo para a decisão de se adaptar a planta residencial existente elaborada por Oscar Niemeyer. Com dimensões de 16x14
14Sendo de responsabilidade da UnB, a planta de projeção pode ser
alterada, seguindo as premissas legislativas, desde que aprovadas previamente pela Administração Regional de Brasília.
Quarto 1 Quarto 2 S. Estar Banho Banho S. Jant ar Dce Banho A. Serviço Suíte 4 .5 0 Cozinha 3.35 5 .7 0 5 .1 5 2.20 5 .7 5 4.35 8 .8 5 7.50 8.10 2 .1 5 2 .4 0 2.25 2.25 1 .1 5 2 .6 0 2.25 + 0,05 0,00 + 0,05 + 0,05 + 0,05 + 0,05 + 0,07 + 0,07 + 0,05 + 0,07 + 0,07 + 0,07
metros e área de 224m², (Fig. 83) a unidade residencial da superquadra 308 sul possui cômodos generosos: três quartos sendo uma suíte, cozinha, área de serviço e dependência de empregada, além de sala de jantar e uma ampla sala de estar.
As medidas observadas neste projeto vão contra o movimento atual dos imóveis recentes da cidade, que possuem uma considerável redução de área da unidade, assim como o aumento do número de habitações, tanto por motivos comerciais como para aumento de unidades. Assim,
a primeira planta habitacional desenvolvida para este trabalho surgiu da diminuição da metragem para 165 m² (15x11 metros), procurando condensar a planta original de Niemeyer condensando cômodos, sem reduzir a mobilidade e comodidade de seus usuários e comprovar que é possível readaptar espaços de diversas maneiras possíveis. (Fig. 84)
Fig. 83 - Planta baixa de residência da SQS 308. Sem escala Projeto: Oscar Niemeyer
Em um segundo momento, entretanto, a criação dos blocos residenciais de tipologia “H” que buscava fugir da tradicional volumetria retangular se tornou bastante espaçosa a medida que sua circulação, para manter a privacidade de seus moradores e a correta incidência solar em seus ambientes internos, exigia grandes dimensionamentos. De tal modo, com a implantação definida, o projeto ofereceria 192 unidades habitacionais, quantidade esta considerada pequena se levada em consideração a média de apartamentos nas demais quadras residenciais, que variam de 290 a 700 unidades.
Tipologia habitacional de encaixe.
Visando sanar tais falhas, foi proposto um segundo modelo residencial, no qual diferentes tipologias habitacionais surgem a partir da subdivisão e adaptação da antiga planta elaborada, resultando em quatro plantas de menor metragem e módulo de 4 x11 metros. Estas formam um jogo de encaixes, no qual encontra-se cinco tipos de apartamentos: os apartamentos de módulo térreo acessível, térreo simples,
loft, duplex e de planta duplicada. (Fig. 85 a 89). A grande
variação de residências procura comprovar a funcionalidade dos espaços, ainda que com sua reduzida metragem e se
torna atraente do ponto de vista dos diferentes perfis de usuários que podem ser atendidos.
Fig. 86 – Tipologia do apartamento térreo simples
O encaixe de apartamentos permite que em um jogo de quatro tipologias alinhadas ao longo dos seis pavimentos hajam 16 apartamentos( Fig. 89 e 90). Seu acesso ocorrerá pela circulação horizontal de cada pavimento através de elevadores e escadas, sendo que no primeiro pavimento, o acesso também é possível através de rampas. As aberturas de janelas se localizam em ambas as fachadas dos apartamentos e favorecem a circulação cruzada de ar e iluminação natural. Nos banheiros e cozinhas, a falta de ventilação natural é sanada pela inserção de exaustores mecânicos do tipo “ventokit” inseridas no forro que terão saída para a área de circulação comum do prédio através de dutos. Além dos seis pavimentos, no subsolo encontra-se dois andares destinados à garagem, salas de máquinas e depósitos.
Fig. 90 – Encaixe de tipologias. Térreo acessível (branco), duplo (verde), térreo simples (vermelho), loft (amarelo) e duplex (azul).
Do ponto de vista estrutural o edifício conta com estruturas metálicas e revestimento em concreto. O fechamento é feito com blocos de sílico-calcário, que pela sua constituição leve e resistente, permitem o uso de grandes vãos. A sustentação principal das edificações, entretanto, é garantida pelos núcleos em concreto das caixas de elevadores e escadas, no qual a parede espessa em concreto mantém a a edificação.
O primeiro andar se destina exclusivamente aos apartamentos térreo-acessíveis, que busca formas de atender às necessidades de portadores de mobilidade reduzida que busquem a moradia independente. Não exclusiva a estes, a intenção de posicioná-los no andar mais baixo vem da idéia de possuir como forma alternativa aos elevadores e escadas, a rampa que do pilotis chega a estes pavimentos(Fig. 92)Nos demais pavimentos se localizam os demais tipos.
Os pilotis e os dois níveis de subsolo com uma vaga por residência, bem como a cobertura das edificações com equipamentos de lazer, permanecerão com a mesma proposta existente nas demais áreas da cidade, excetuando- se a área térrea que será ladeada por áreas verdes. Estas adentrarão os vazios entre os maciços de apartamentos,
procurando integrar a construção ao grande adensado vegetal que se promoverá na área central da quadra. (Fig. 92 e
.
Fig. 92 – Circulação interna dos edifícios residenciais.
Áreas verdes
O espaço entre os prédios destinado como espaço de lazer e contemplação procura a integração entre as construções existentes e promover o seu uso pelos moradores locais assim como por quem freqüente a superquadra. (Fig. 95) Os caminhos de terra feitos pelos que passam pelo terreno atualmente ermo serão aproveitados no desenvolvimento de caminhos que interliguem á possíveis pontos, como os pontos de ônibus existentes nos limites da quadra. A criação de uma extensa faixa de vegetação entre os blocos residenciais garante aos seus usuários maior segurança, ao passo que sua privacidade é garantida pela
vegetação de médio e grande porte. A presença de espelhos d’água busca melhorar o microclima da área, que devido às características climáticas da cidade sofrem por conta da baixa umidade (Fig. 96). Uma área de parque infantil (Fig. 97) foi pensada como espaço de lazer também para crianças, bem como a inserção de mobiliário que promovam a permanência das pessoas. Apesar do direcionamento de trajetos observados na quadra, todos possibilitam a livre circulação pelo local, tanto através dos pilotis como pelos caminhos que adentram as construções. Um boulevard foi criado com a intenção de aproveitar a faixa vegetativa estreita que une um dos acessos do centro de convivência até as quadras 400 em direção ao ponto de ônibus e à UnB. (Fig. 98)
Fig. 96 – Espelhos d água melhoram o microclima da superquadra.
Fig. 95 – Integração entre vazios e áreas verdes. Fig. 97 – Parque infantil.
Centro de convivência para a terceira idade Espaço para atividades de lazer, cultura, esportivas e educacionais, o local tem o propósito de oferecer oportunidades maiores aos idosos da cidade, procurando integrá-los à sociedade e atendê-los de acordo com suas necessidades e expectativas. Como já mencionado, o local não procura fazer qualquer tipo de ação voltada a um grupo homogêneo de pessoas, mas tentar da melhor maneira possível promover seu uso por todos aqueles que se sentirem à vontade em freqüentá-lo. (Fig. 99)
A preocupação de facilitar a inserção do idoso no centro e fazê-lo se sentir confortável resulta na criação de blocos independentes em forma de ameba que reúnem atividades específicas e podem ser facilmente identificáveis por cores para que auxiliem na cognição do espaço. (Fig. 100)
Fig. 99 – Perspectiva do Centro de Convivência com edifícios residenciais ao fundo..
A conexão destes blocos, constituindo o conjunto do centro de convivência, se dá pela sua extensa laje de formato sinuoso, que contrasta com as construções ortogonais e dá a sensação de movimento e continuidade. (Fig. 101) A continuidade também surge dos percursos dentro do centro, que buscam sempre incentivar o deslocamento pelo espaço e ocasionar sua constante descoberta quando adentrado pela primeira vez. A área esportiva possui uma cobertura diferenciada pela necessidade especial de espaço, ventilação e iluminação. Sua curvatura, porém não deixa de se conectar com a laje existente e se destaca pelos arcos que formam uma malha ondulada com a presença de coloridos vidros.
Estes utilizam a mesma linha de proporção das janelas dos edifícios residenciais, garantindo a unidade da superquadra 207 norte. Vidros são amplamente utilizados por todo o centro, não somente para iluminar e permitir a circulação de ar, mas mostrar a movimentação dos espaços, quando possíveis e suas atividades. (Fig. 102)
Fig. 101 – Perspectiva da superquadra 207 norte.
Estruturalmente, o desafio da sustentação da extensa laje de concreto de aproximadamente 6000m² de área se resolve através da utilização de lajes do tipo cogumelo, no qual seu apoio ocorre diretamente sobre o pilar com reforços para sua sustentação e permite que a locação dos pilares seja feita de forma não regular, inserida nos pontos de maior fragilidade. Já a cobertura do centro esportivo é composta de um sistema de vigamento metálico com treliças planas como vigas mestras. Sua leve estrutura permite o grande vão entre pilares e a presença de sheds auxilia na circulação de ar e iluminação natural.
Fig. 104 – Cobertura metálica da área esportiva
Fig. 103 – Sustentação da laje de concreto através de lajes cogumelo..
Fig. 106 – Cobertura metálica da área esportiva
Fig. 107 – Acesso para área esportiva.
4.3.5.4 Programa de Necessidades e Pré dimensionamento
Setor es e funções Equipamentos
/ Requisitos
Áreas m2
1. Acesso Público
1.1 Recepção Ár ea aber t a
1.2 Atendiment o ao público Ár ea aber t a 40
1.3 Cafeter ia/ Livr ar ia Mesas, cadeir as,balcão Ár ea ext er na Lavabo Copa/ Cozinha / isolament o da exaustão Depósit o 90 1.4 Sanitár ios 90 TOTAL 220
2. Salas
2.1 Audit ór io 182 lugar es Palestr as, teatr o Pr ojeção de vídeo / r et r opr ojet or
312
2.2 Salão de dança Cadeir as
Equipament o de som Espelhos Bar r as de apoio e segur ança 350
2.3 Sala de r elaxamento Equipament o de som / esteir as 130 2.4 Academia de musculação Equipament o de som Espelhos 350
Cadeir as Apar elhos 2.5 Sala de infor mát ica Computador es
Mesas Cadeir as
80
2.6 Ateliê de pint ur a Cadeir as Mesas Cavalet es 110 2.7 Sala de at ividades livr es Mesas e cadeir as 90 2.8 Sanit ár ios 90 TOTAL 1512 3. Exposições
3.1 Exposição tempor ár ia Iluminação e vent ilação nat ur al
-
TOTAL -
4. Ár ea espor tiva
4.1 Piscinas Aquecida 560 4.2 Quadr a de espor tes Cober t a 1170 4.3 Ár ea de convivência 200 4.5 Sala de atendimento clínico 60 4.6 Sanitár ios 245 5. Extensão 2235
univer sitár ia
5.1 Pr ofessor es e coor denador es
80
5.2 Biblioteca 40 5.3 Sala de infor mát ica e
estudos 40 5.4 Sala de r euniões 20 5.5 Almoxar ifado 15 5.6 Sanitár ios 40 TOTAL 235 6 Infra-estrutura e M anutenção
6.1 Sala de segur ança Acesso contr olado Racks par a monitor es de vídeo
15
6.2 Ger ador Isolament o acústico 10 6.3 Casa de máquinas / ar condicionado Isolament o acústico 20
- Mar cenar ia - Elétr ica -Limpeza acústico 6.5 Almoxar ifado manutenção 40
6.6 Sanitár ios/ vestiár io 50
7.
TOTAL 165
7.1 Recepção / Esper a Acesso à ár ea técnica e à ár ea de público
30
7.2 Administr ação Ger ências e cont abilidade 130 7.3 Dir etor ia 30 7.4 Sala de Reunião da administr ação 50
7. 5 S an it ár io s 4 5 TO T A L 4 5 0 TO TA L A . in t 4 8 17
4- Considerações finais
O projeto buscou se aproveitar de um privilegiado terreno na cidade de Brasília para a inserção de um centro de convivência com o propósito de voltar as atenções para o público da terceira idade, que em número cada vez maior e cada vez mais independente, carecem de alternativas de lazer e cultura, de um local que os façam se sentir bem vindos e confortáveis.
A integração com a Universidade de Brasília vem de encontro com a proposta, pois esta possui condições de realizar atendimentos, prestar serviços e desenvolver pesquisas PA.ra e com o publico frequentador. Sua conexão,portanto, vai muito além de seu eixo de ligação, mas vem da busca de conhecimento e melhoria na qualidade de vida do idoso
Implantá-lo em uma área residencial teve como intenção integrar o local com as moradias, buscando unir as edificações existentes através de caminhos e percursos e das áreas verdes existentes no local, proporcionando uma unidade de quadra na qual as premissas urbanísticas e arquitetônicas que nortearam o surgimento de Brasília voltem a qualificar o espaço.
5- Referências Bibliográficas
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Associação Brasileira de Normas Técnicas. NBR 9050
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BARRETO, Frederico. F. P. Relatório do– Plano Piloto de Brasília.
2004. 19 pág. Disciplina: Métodos e Técnicas da Projetação Arquitetônica. Universidade de Brasília.
BRAGA, Darja Kos. Arquitetura residencial das superquadras do Plano Piloto de Brasília: aspectos de conforto térmico. Brasília: Universidade de Brasília, 2005.
Brasil. Brasília. Lei distrital 4.072/07 de 27 de dezembro de 2007.
Estabelece a pauta de valores venais de terrenos e edificações do Distrito Federal para efeito de lançamento do Imposto Sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana – IPTU para o exercício de 2008 e dá outras providências. Publicação DODF
SUPLEMENTO-B nº 247, de 28/12/07 – Págs. 01 A 187, Brasília- DF.
Brasil. Brasília. Lei 2325 de 11 de fevereiro de 1999. Altera a Lei 2046 de 04/08/1998 e estabelece normas de edificação para aproveitamento
da cobertura e do pilotis dos prédios residenciais edificados no Distrito Federal. Publicada no DODF de 10.08.99, Brasília – DF.
Brasil. Brasília. Decreto 26.048 de 20 de julho de 2005 . Dispõe sobre as
normas viárias, conceitos gerais e parâmetros para dimensionamento de sistema viário urbano, elaboração e modificação de projetos urbanísticos do Distrito Federal e dá outras providências. DODF DE 22.07.2005, Brasília-DF.
Brasil. Brasília. Decreto 19.915 de 08 de outubro de 1998. Regulamenta a Lei 2105 que dispõe sobre o Código de Obras do Distrito Federal. Brasília-DF.
BRASIL, Brasília. Lei nº 8842, de 4 de janeiro de 1994. Dispõe sobre a política nacional do idoso, cria o Conselho Nacional do
Idoso e dá outras providências. Brasíli-DF..
BRASIL, Brasília. Decreto 1948, de 3 de julho de 1996. Regulamenta a Lei n° 8.842, de 4 de janeiro de 1994, que dispõe sobre a Política
Nacional do Idoso, e dá outras providências. Brasília-DF.
BRASIL, Brasília. Portaria n° 2.528, de 19 de outubro 2006. Aprova a Política Nacional de Saúde da Pessoa Idosa. Brasília-DF.
Brasil. Brasília. DECRETO N° 14.783 DE 17 DE JUNHO DE 1993.
Dispõe sobre o tombamento de espécies arbóreo-arbustivas, e dá outras providências. Brasília-DF.
BRASIL. IBGE. – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística.
Apresenta informações sobre a contagem da população brasileira e Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio -
PNAD. [Online]. Disponível em: < http://www.ibge.gov.br/cidadesat/painel/painel.php?codmun=53001