1.2 MĐLLĐ MÜCADELE DÖNEMĐ .1 Mütareke’den Millî Mücadele’ye .1 Mütareke’den Millî Mücadele’ye
1.2.4 Millî Mücadele’de Siyasî Yapı
1.2.4.2 Millî Mücadele’de Siyasî Düşünceler
No estágio na UCSP procurei diferenciar as atividades realizadas para que a vertente da avaliação do crescimento e desenvolvimento infantil fosse uma realidade, colaborando nas consultas de enfermagem de saúde infantil. Este aspeto concorreu para uma abrangência de clientes em todas as faixas etárias e as suas caraterísticas específicas, a fim de mobilizar a evidência científica pesquisada e experiência, de forma a adquirir as competências de enfermeira especialista em ESCJ (DR, 2011). Também o adolescente não ficou menosprezado, como cliente central na temática que procurei estudar, o acompanhamento de consultas de planeamento familiar também tiveram influência nas atividades desenvolvidas e nas reflexões elaboradas. A descrição deste contexto encontra-se em Apêndice I. A escolha da UCSP para estágio e não outra unidade com características diferentes, como por exemplo uma Unidade de Saúde Familiar prendeu-se com a existência de enfermeira especialista no contexto escolhido. Os objetivos propostos para este estágio foram:
− Refletir sobre a importância da avaliação global de saúde e intervenção para a promoção de saúde da criança e do adolescente.
− Identificar as necessidades emocionais da criança, cuidadores informais e/ou adolescente em contexto de cuidados de saúde primários.
− Desenvolver estratégias e intervenções terapêuticas promotoras de experiências emocionais positivas na criança e cuidadores informais e/ou adolescente.
De acordo com o diagnóstico de situação, após reunião com a enfermeira especialista que orientou o estágio, foi então desenvolvido o Guia Orientador de
Atividades (Apêndice II) que estruturou o trabalho realizado. Para responder à
importância da avaliação do crescimento e desenvolvimento, fulcral para a obtenção do título de enfermeira especialista em ESCJ (DR, 2011), bem como para o crescimento pessoal e profissional, desenvolvi um documento que reflete o trabalho de pesquisa e investimento neste aspeto tão importante e único do cuidar, em três
consultas efetuadas, registo em Apêndice XII. Este documento não esgota a
aprendizagem realizada, mas pretende espelhar parte do percurso desenhado, relativo à problemática em estudo. Saliento a mobilização de referenciais teóricos proeminentes nas diferentes temáticas, e a sustentação no guia orientador de boa prática de enfermagem relativamente à promoção do desenvolvimento infantil na criança (OE, 2010), também referenciado na matriz para análise dos planos de estudo dos CPLEE (OE, 2011), como contributo fundamental para a qualidade dos cuidados. Este documento foi também facultado e divulgado junto da equipa de enfermagem, como descrito em Diário de Campo V (Apêndice V). O foco de atenção dos cuidados de enfermagem procura responder às necessidades dos clientes e desenvolve um processo de cuidados que assenta na tomada de decisão (OE, 2011). O cuidar reveste-se então da “intervenção profissional da enfermeira junto do cliente, ou terapêutica de enfermagem, que faz parte de um processo de decisão que tem como finalidade contribuir para o bem-estar do cliente” (Basto, 2005, p. 26).
Importa definir alguns conceitos que são essenciais para a que a promoção do crescimento e desenvolvimento seja uma harmoniosa, inserida na intervenção de enfermagem como elemento sensível às necessidades da criança e seus pais ou cuidadores, aliado ao envolvimento deste nos cuidados, através da empatia emocional e o uso terapêutico das emoções, concorrendo para manter ou restabelecer a harmonia entre o corpo alma e mente do cliente (Watson, 2002;
Diogo, 2012). O conceito de parentalidade é tradutor da importância de incorporar a criança na unidade familiar, e como tal assumir a responsabilidade de promover o crescimento e desenvolvimento harmonioso deste novo elemento (OE, 2010). A enfermeira tem um papel fundamental na promoção das responsabilidades parentais e na vigilância das mesmas, tal como na vigilância do crescimento e desenvolvimento da criança que cuida e o incentivo ao estabelecimento de uma relação forte com os filhos (Hockenberry et al., 2006). Saliento a vertente afetiva, intimamente ligada à promoção da parentalidade, não só integradora do bebé na família, nutrindo o carinho e sentimento de pertença por este novo elemento, mas também como organizador das responsabilidades dos pais como cuidadores, educadores e promotores do desenvolvimento harmonioso da criança (OE, 2010). A vinculação do bebé aos pais, especialmente à mãe, é também um elemento importante no desenvolvimento, acalmando-se na presença dos pais e a segurança que estes lhe incute permite explorar o ambiente que o rodeia. Da mesma forma os comportamentos do bebé não são indiferentes aos pais, procurando responder às necessidades do bebé de forma carinhosa, mostrando disponibilidade (Cepêda, Brito & Heitor, 2005; Hockenberry et al., 2006). Como enfermeira, a avaliação da interação familiar e incentivo à parentalidade deverão constituir uma prioridade, bem como estar alerta para situações que constituam risco para o desenvolvimento da criança, como seja o inverso do que foi descrito acima, não existindo “contacto físico, (…) [interesse e] carinho, transmite a noção à criança que não é querida nem digna de ser amada” (OE, 2010, p. 127).
A vacinação foi também incluída no documento supracitado (Apêndice XII), e foco a importância da intervenção analisada no Jornal de Aprendizagem II (Apêndice V), que destaca estratégias não farmacológicas de alívio da dor através da distração, procurando minimizar a experiência emocionalmente intensa e potencialmente negativa que pode ser a vacinação. As imunizações também estão patentes no documento relativo à avaliação do crescimento e desenvolvimento, como componente essencial que determina a visão global do cliente, baseada no paradigma da transformação (Lopes, 2001) que os cuidados exigem.
na qual encontrei uma riqueza de intervenções a nível dos cuidados aos adolescentes, na vertente os cuidados de saúde primários. Porém, como esta valência assiste todas as faixas etárias, cingi-me aos adolescentes que compareceram nas consultas ou existia marcação prévia. Foquei também uma intervenção junto de uma adolescente, numa situação de fragilidade, em Diário de
Campo VI (Apêndice VI). Na situação descrita, saliento a empatia emocional (Morse
et al., 2006; Diogo 2012), e a sensibilidade para as situações, que promove no
enfermeiro a melhor forma de responder às necessidades emocionais do cliente. A dimensão emocional dos cuidados revela-se essencial quando se lida com o sofrimento do cliente (Mercadier, 2004; Diogo, 2006), permitindo encontrar estratégias que respondam às necessidades deste, de forma a restabelecer a harmonia entre o corpo, alma e mente (Watson, 2002). Ainda na linha de pensamento da teórica Watson (2002), a sensibilidade para com essas mesmas necessidades enquadra-se nos fatores do cuidar, aliados à promoção da expressão de sentimento positivos e negativos, fomentar a fé e esperança e assistir a estas mesmas necessidades de forma criativa, na resolução dos problemas que surgem no seguimento do processo de cuidar.
Procurei então desenvolver um Poster sobre os Afetos (Apêndice XI) que incentivasse a reflexão, apelando a temáticas que cativam os adolescentes, sendo este colocado junto do gabinete do planeamento familiar, onde os adolescentes poderão estar algum tempo a aguardar a consulta. Este Poster apela não só a importância do respeito por si e pelos outros, recusando qualquer forma de violência, mas também aborda a responsabilidade sobre as suas decisões, aliada a uma mensagem que procura reforçar a sua autoestima, questões reais no quotidiano dos adolescentes (Opperman & Cassandra, 2001; Hockenberry et al., 2006; Papalia et
al., 2009). O conjunto de tópicos que reúnem fatores protetores, (Matos et al., 2010),
poderão contribuir para uma reflexão direcionada e fundamentada, que procura “contribuir para uma experiência positiva, dando armas e ferramentas para que [os adolescentes] consigam sair [ou evitar] (…) o sofrimento [e a potencial vivência de experiências de tonalidade negativa]” (Diogo, 2012, p. 131). Salienta-se o enfoque na equipa de enfermagem como elemento disponível para acolher o cliente, permitindo ao cliente que expresse as suas emoções, tal como apoiar e encaminhar,
face a cada situação específica (Benner, 2001). Esta disponibilidade é um pré- requisito essencial para estabelecer a relação e comunicação com o adolescente (OE, 2010) e promove a “a oportunidade de decidir como estar na relação [entre adolescente e enfermeiro], (…) [ampliando] os limites de abertura e tem a capacidade de expandir as potencialidades humanas” (Watson, 2002, p. 105). Desta última atividade, resultou a possibilidade de afixar o Poster numa das escolas da
área de abrangência da UCSP. Porém, não foi possível trabalhar esta temática
junto dos adolescentes, por limitações temporais. Esta determinação foi também alvo de um breve enquadramento na atividade relativa ao poster supracitado, figurando em Apêndice XI.
3.3. - Serviço de Urgência Pediátrica [SUP] do Hospital D. Estefânia [HDE] –