1. GİRİŞ
2.9. İstanbul’da Kentsel Dönüşüm Atıkları İçin Yapılan Çalışmalar
2.9.2 Kentsel Dönüşüm Atıkları Geri Dönüşüm Çalışmaları
que existe nestes países margem de melhoria, Spin-off no setor especial europeu, que se cif Spin-off do setor espacial
1,4 3,7 (desconhecido) 2 32 imento da tecnologia ento da economia, rsidades e Institutos, competitivo. Depois foi observado a este , em detalhe, o caso meio da criação de petitividade (Nonaka rodutos, tecnologias, xigência de produtos qui, a inovação e o ustentada (Correia &
m análise apesar de çamento ou os meios gia: a de promover o desenvolvimento da as com empresas dos
81)
a, pois nenhum deles cifra nos seis (Figura
Figura 1
A Bélgica, com mais d na ESA quer em programa europeu, quer no desenv comercialização de dados empregos especializados14 quatro satélites no espaço, tecnologia avançada e inov espacial, e criar postos de tr 2012). Na Irlanda, Seán Sh havido apoio a uma série inovação para o programa pesquisa têm desenvolvido centro de tecnologias de p Irlanda à ESA tem sido par vez maior de empresas irla produtos e sistemas de tecn
14 Sexto lugar ao nível do empreg
10 – Estimativa do Spin-off no setor especial europeu. Fonte: (ESPI, 2012, p. 38)
de 40 empresas no setor do espaço, e um forte mas nacionais, afirma-se como um dos princi nvolvimento de produtos, quer no âmbito s de satélite (BFPPS, 2012), o que lhe asseg
(ASD-Aerospace, 2011, p. 6). Por outro lado, ço, investe neste meio tendo em vista fortale ovação, promover o desenvolvimento e produ trabalho (Ministry of Science, Innovation and Sherlock (ministro para a pesquisa e inovaçã e de empresas irlandesas e equipas universitá a espacial europeu e que a indústria irlandes ido uma reputação na comunidade espacial E e ponta inovadoras e pesquisa de nível mun
articularmente útil no apoio a esta estratégia, c irlandesas a desenvolver a sua presença no m cnologias espaciais (Enterprise Ireland, 2012, p
rego no setor espacial, na UE.
33 rte investimento quer cipais atores a nível to da exploração e egura cerca de 1.500 o, a Dinamarca, com alecer a pesquisa de dução de tecnologia nd Higher Education, ção), refere que tem itárias de pesquisa e desa e as equipas de l Europeia como um undial. A adesão da , com um grupo cada mercado global para , p. 2).
(2) O caso Portugu
Como referido no cap Portugal à ESA, o que trad empresas, institutos e unive De facto, e conforme re 2008”, a participação de desenvolvimento de conh competitividade para a noss “(…) o Espaço terá conhecimento para refor competitividade (…) criand o desenvolvimento.” (MCT,
(a) A aquisição
A transferência de con financiado pela fundação assinados pela Agência de selecionar os candidatos e Estes estágios têm um perío especial no futuro emprego foram apresentadas 538 c aprovadas15, tendo 77 pess aposta significativa, ao env ESA, com o objetivo de desenvolvimento científico indivíduos que conhecem a entre empresas e institutos possam ser em princípio, ab
15 A baixa taxa de sucesso das c reflete a exigência dos critérios d
guês
apítulo 2.d(3), em novembro de 2000 dá-se aduziu uma aposta clara na internacionalização
versidades no domínio espacial (MCT, 2004, p referido no documento “Estratégia Nacional p de Portugal neste domínio pode permitir nhecimento, o que constitui uma fonte d
ssa indústria, institutos e universidades: á um papel relevante(…)[no] uso da econ forçar o crescimento económico, criação ndo condições para a inovação tecnológica (…
T, 2004, p. 6).
ão de conhecimento na área espacial
onhecimento pode ser observada através do pro o para a ciência e tecnologia (FCT), com b
e Inovação (AdI) que é a responsável por pro e pelo acompanhamento do trabalho realiza ríodo mínimo de 12 meses e um máximo de 24 go dos estagiários em empresas portuguesas. E candidaturas para apreciação da ESA, das
ssoas concluído o seu estágio (ver Figura 11) nviar estes jovens licenciados e mestres para a de os formar em domínios tecnológicos co e empresarial no domínio espacial, e constitu
a organização por dentro, com potencial para s portugueses e a ESA para que, uma vez term absorvidos por aquelas (MCT, 2004, p. 44).
candidaturas é muitas vezes tão baixa quanto 10%, o s de seleção e como estes são aplicados rigorosamente (C
34 e a adesão plena de ão das atividades das , p. 3). l para o Espaço 2003- ir a transferência e de inovação e de onomia baseada no ão de emprego e (…) e contribuir para programa de estágios base em protocolos romover o programa, zado pelos bolsistas. 24, e colocam ênfase . Entre 1998 e 2009, as quais 128 foram ). Portugal fez uma as infraestruturas da s relevantes para o tituindo uma bolsa de ra facilitar a interface rminada a formação,
o que em grande medida (CLAMA,2009:7).
Figura 11 - Número de can
(b) O reflexo do
Dos dados analisados, que tanto as empresas com decorrentes da participaç desenvolvimento (I&D) demonstram isso mesmo: engenheiros ligados à áre companhias estão envolvid outros clientes internaciona atividades não recorrentes investimento.
É ainda de referir que a grande ênfase para a partic know-how e competências trabalhar, causando impa institutos e universidades) chave: (i) tem havido um n ESA; (ii) tem havido um n de concursos lançados por neste setor durante este per com estas capacidades (CLA
andidaturas apresentadas para estágios na ESA, aprovada Fonte: (CLAMA Consulting, 2011, p. 8)
do conhecimento no tecido empresarial
s, parte dos quais são apresentados neste tra omo as universidades e institutos aproveitaram
ação na ESA para atrair investimento e e desenvolver atividades científicas. Tr o: (i) um número crescente de cientistas, rea do espaço está a colaborar com as em idas em tecnologias de ponta e a trabalhar c nais e (iii) há um número importante de projet s mas inovadoras e de grande valor acrescen
e a participação de Portugal, em projetos no se rticipação na ESA, tem levado a que diversas as no setor do espaço, e tenham desenvolvido pacto positivo na performance das organi s) que os acolheram, o que pode ser suporta número crescente de candidatos e de bolseiro número crescente de propostas submetidas à or esta última e (iii) as organizações adquir eríodo e estão aptas a explorar outros setores (q
LAMA Consulting, 2011, p. 14). 35 das e executadas. trabalho, verificou-se am as oportunidades em investigação e Três aspetos chave as, investigadores e empresas; (ii) várias r com a ESA e com jetos, constituído por entado que originam
setor do espaço, com as pessoas adquiram ido novas formas de nizações (empresas, tado por três fatores ros em programas da à ESA, na sequência iriram competências s (que não o espacial)
Adicionalmente, os p permitiram o contacto e tomar conhecimento de boa rede de contactos com elem fora de Portugal, promov mercados externos.
Todos estes fatores con a ESA, tenha crescido sus assim que se desenvolveu 2011 ultrapassava as 20 seg D) (FCT, 2011), com capa 2009. De fato, na primeira indicadores que caracterizam
Figura 12 – Evolução
O reflexo do conhecim pelo Gabinete de Planea Tecnologia e Ensino Sup Científico e Tecnológico N Engenharia, do Grupo Cri Grupo Efacec no conjunto d
16 Listagem disponível em http://
programas espaciais em que Portugal tem e colaboração com outras entidades internac oas práticas, ganhar visibilidade internacional lementos chave estrangeiros, grupos de I&D e ovendo o conhecimento e potenciando a co
ontribuem para que o retorno do investimento ustentadamente, como se observa na Figura 1
u um conjunto de empresas ligadas ao setor d gundo o Portuguese space catalog 2011 (ver pacidade para absorver cerca de 17M€ em co ra década deste século assistiu-se a uma evolu zam a participação de Portugal na ESA (ver Tab
ção do coeficiente de retorno geográfico de Portugal entre 2 Fonte: (CLAMA Consulting, 2011, p. 9)
imento no tecido empresarial é bem visível no eamento e Estatística (GPEARI) do Minis uperior, nomeadamente nos dados do Inqu
Nacional referente a 2009, que salienta a pr ritical, do Grupo Empordef (onde se inclui o das 100 empresas16 que mais investiram em in
://www.proespaco.pt/noticias/2011/Ranking100empresa 36 m estado envolvido, acionais, permitindo al e estabelecer uma e possíveis clientes, competitividade em
to, em contratos com 12 e Tabela 8. Foi r do espaço, que em r Figura 17 no anexo contratos no ano de lução animadora dos
abela 8).
e 2000-2009
nos dados divulgados nistério da Ciência, quérito ao Potencial presença da Deimos i a EDISOFT) e do inovação em 2009. sas_01092009.pdf
(c) O retorno d
Para avaliar o retorno emprego, o valor acrescenta
Quanto ao emprego, a (2005-2010), o emprego es (ver Tabela 3), o que re Aerospace, 2011, p. 6). duplicado, passando de 2 emprego, interessa saber se por cada trabalhador no 129.000€, o que é muito el 32.000€ (CLAMA Consulti O aumento de empre acentuado do total dos cont 2000 este número foi de correspondeu uma contrata 2009. Considerando que as 2000 e de 15,7 M€ em 20 investimento passou de 23% tecido empresarial no espaç
Tabela 8 – Evolução d
Quanto ao retorno in investigador do Instituto Pe spin-off de dois, ou seja, po
do investimento
o de investimento serão utilizados três indicad ntado por trabalhador e o retorno direto e indire , a análise efetuada permite verificar que em específico do setor espacial em Portugal pass representa uma quadruplicação em apenas c
. Nos cinco anos anteriores (2000-2005), 22 para 56 (Baltazar, 2009, p. 94). Ainda
se este é de elevado valor acrescentado, ou n o setor do espaço, resulte um valor acresc elevado, considerando que a média em Portug
lting, 2011).
rego neste setor decorre, como é expectáve ntratos celebrados por organizações portugues de apenas quatro, tendo subido para 58 e atação anual neste setor de 1,0 M€ em 2000 as contribuições de Portugal para a ESA for 2009, verifica-se que neste período temporal o
% (o que é explicável pela ainda diminuta ca aço) para 99% em 2009 (ver Tabela 8).
de indicadores que caracterizam a participação de Portug Fonte: (CLAMA Consulting, 2011, p. 11)
indireto, importa referir que, como refere Pedro Nunes, o setor do espaço em Portugal a
por cada milhão de euros investido nestes prog
37 cadores: a criação de ireto.
m apenas cinco anos ssou de 55 para 118 s cinco anos (ASD-
), o emprego havia da relativamente ao u não. Estima-se que scentado (anual) de tugal era em 2007 de
vel, de um aumento esas com a ESA. Em em 2009, ao que 0 e de 17,6 M€ em oram de 4,6 M€ em l o retorno direto do capacidade do nosso ugal na ESA Carlos Cerqueira, l apresenta um “(…) rogramas se gera um
benefício adicional de ou economia portuguesa” (Ci retorno indireto obtido atra eletrónica ou têxtil. Este potencial para crescer, pois ou cinco, provavelmente fr do tempo uma sólida indúst Relativamente à inova evolução do conhecimento do espaço. Por outro lad empresarial: de forma diret produtos com procura; e desenvolvendo outras empr 1 e H2-2, pois tem havido e dos institutos e universida competitivo. Respondendo à PD2 área do espaço em Po empresarial Nacional, na em mais de 20 empresas d geográfica de 99%, e um s
outro milhão de euros para o sector espac Ciência hoje, 2012), o que se alcança essenci
través de indústrias laterais, como a aeronáut e valor de spin-off, sendo bom, ainda encer is na Dinamarca e na Noruega o spin-off ating fruto da sua longa tradição no setor do espaço
stria espacial.
vação e competitividade, pode-se afirmar qu to se traduziu em inovação ao criar ab initio um lado, traduziu-se também em competitivida reta, habilitando-o a conseguir colocar no mer e de forma indireta ao apresentar um spin-
presas parceiras. Desta forma, é possível valid o evolução do conhecimento sobre o espaço em idades, e o tecido empresarial nacional do
D2, pode-se agora afirmar que a evolução do Portugal, traduziu-se em competitividad
a medida em que este passou a ser capaz d s do setor, que asseguram um retorno do inv
spin-off para a restante economia Portugue
38 acial português e a cialmente à custa do utica, automóvel, de cerra em si bastante nge valores de quatro aço, forjado ao longo
que em Portugal, a um setor empresarial dade para o tecido ercado internacional -off factor de dois, idar as hipóteses H2- em Portugal, ao nível o setor do espaço é do conhecimento na de para o tecido z de criar emprego, nvestimento de base uesa de dois.
c. O contributo do po
Segundo a resoluçã “space technologies are of Europe can, in a user-driv space programmes” (EC-ED
Desde a adoção da política da Europa. De ac gradualmente num program elas a Política Europeia de militar continuará a ser d prioridade a necessidade d programas espaciais de def estabelecer um diálogo est segundo pilar da UE (PESD os elementos preliminares d
Esta nova ESP integ potências como a Bélgica, dever ser acautelado, refer segurança e defesa na Políti Como elemento de a de Satélites da União Europ e produção de informaçã informação geoespacial. A “fornecer em tempo útil, i uma sólida base de conh operacional”. O centro de s conselho de administração Comissão Europeia (EUSC suporte à operação Unified em larga escala dados do pequenas potências em aná
poder espacial na estratégia de segurança na
ção de maio de 2007 sobre a política espaci often common between civil and defence app riven approach, improve coordination between
EDA-ESA-CSG Task Force, 2010, p. 4). daquela ESP, o espaço tem tido lugar de d
acordo com a ESP aprovada, aquela deve ama espacial europeu, que cobrirá todas as pol de Segurança e Defesa (PESD). Reconhecendo
da competência dos Estados-Membros, a de melhorar a coordenação e as sinergias e efesa e civis. O Conselho do espaço identifico struturado com os órgãos competentes dos Es SD), bem como a Agência Europeia de Defesa s do futuro programa espacial europeu (Kolovo
tegrou os anseios de vários estados, nomeadam a, que na sua posição oficial de 2007, sobre feria que reiterava o seu apoio à inclusão de lítica Espacial Europeia (Belgium Government, e apoio da UE à tomada de decisões no campo opeia (EUSC) apresenta-se como elemento ded ção (intelligence) derivada da análise de i A sua missão está explicitada no artigo segund , informações geoespaciais relevantes e prec
nhecimentos para o planeamento, tomada e satélites é uma agência do Conselho da Uniã
ão é composto por representantes dos Estad C, 2013). Ao nível da atividade recente deste c d Protector na Líbia em 2011 (ver Figura 13), do sistema GMES (EUSC, 2012, p. 12). Da nálise subscreveram o programa GMES, que pa
39
nacional
cial europeia (ESP), pplications and that en defence and civil
destaque na agenda e ser implementada olíticas da UE, entre do que a capacidade a ESP coloca como s entre tecnologias e cou a necessidade de Estados-Membros, o esa, a fim de abordar
vos, 2009, p. 1) damente de pequenas re o que considerava de um tópico sobre nt, 2007, p. 3). o da PESC, o Centro edicado à exploração imagens satélite e ndo da Joint Action: ecisas para garantir a de decisão e uso ião Europeia, e o seu tados-Membros e da e centro, destaca-se o ), onde foram usados Dado que as quatro passou a denominar-
se Copernicus desde 11 de que concerne a possíveis co
Figura 13 – Exemplo de produto
(1) O Programa GM
Este programa é desenvolvimento da infraes da ESA, da Agência Europ terra (Copernicus, 2013). U membros, como se observa
Os serviços prestad ambiente, alterações climát três áreas prioritárias para o fronteiras; vigilância maríti
de dezembro de 2012, importa analisa-lo com contributos para a segurança.
to elaborado pelo EUSC, com dados do GMES, e utilizado Unified Protector, na Líbia em 2011.
Fonte: (EUSC, 2012, p. 13)
GMES/Copernicus
coordenado e gerido pela Comissão Eu estrutura de observação para a componente es ropeia do Ambiente e dos Estados-Membros p Utiliza satélites não só da ESA, mas também va na Figura 14.
ados por este programa atendem seis áreas tem áticas, gestão de emergência e segurança (Cop a os serviços da dimensão segurança do GMES
ítima e apoio à ação externa da UE.
40 m algum detalhe, no
o no âmbito da operação
uropeia, estando o espacial sob a égide s para a componente ém dos seus estados
temáticas: terra, mar, opernicus, 2013). As S são: vigilância das
Figura 14 – Panor
Vigilância de Front
Na área de vigilânc são: a redução do número d aumento da segurança inte criminalidade transfronteir referentes à vigilância de fr polícias/serviços de fronteir
Vigilância Marítim
Na área da vigilânc proteger as fronteiras marít segurança da navegação, (Copernicus, 2011).
Ação externa da UE
Neste aspeto, o G situação de crise, ou de cris efeito desestabilizador, com O GMES/Copernicus tem
orâmica dos satélites que suportam o sistema GMES/Cope Autor: G.Schreider.
nteiras
ncia de fronteiras, os objetivos principais do de imigrantes ilegais que entram na UE sem s terna da UE como um todo, contribuindo pa eiriça. Entre os utilizadores dos serviços
fronteiras, destacam-se as forças armadas, g eira. (Copernicus, 2011).
ima
ncia marítima, o objetivo é garantir a utilizaçã rítimas. Os desafios correspondentes referem-s o, poluição marinha, aplicação da lei e
UE
GMES/Copernicus contribui para ajudar pa rise emergente, e evitar ameaças globais e trans omo por exemplo a proliferação de armas de de um forte potencial para apoiar a ação exte
41 pernicus. o GMES/Copernicus serem detetados e o para a prevenção da s GMES/Copernicus guardas costeiras e
ção segura do mar e se principalmente à e segurança global países terceiros em ns-regionais com um destruição em massa. terna da UE (e seus
estados-membros), através também contribuir para a m respostas (Copernicus, 2011 obtida pelo GMES, com o m
O projeto G-mosa capacidade de informações de causas de conflitos regi naturais e conflitos; (ii) M nuclear e de tratados; e ( serviços de apoio ao planea nível da repatriação dos cid (Copernicus, s.d.).
Figura 15 – Imagem satéli
As ameaças climáti
O GMES/Copernicu do ambiente, a gestão de silvicultura, pescas, saúd sustentável, da proteção civ
és da deteção e monitoramento de ameaças d melhoria das capacidades de prevenção de cris 11). A este respeito, apresenta-se a título de ex o mapeamento de rotas de veículos no Sahara, A
saic, inserido no GMES/Copernicus, desen es (Intelligence) e alerta precoce (Early Warn gionais, e abordam quatro domínios de segur Migração e monitoramento de fronteiras; ( (iv) e ativos críticos. O projeto G-MOSAIC
eamento da intervenção da UE durante crises, idadãos durante as crises, gestão de consequên
élite usada para deteção de rotas de veículos no Sahara em Fonte: (G-MOSAIC, 2010)
áticas
icus suporta uma ampla gama de aplicações, in de áreas urbanas, regionais e planeamento úde, transportes, alterações climáticas, o civil e do turismo (Copernicus, 2013). Desem
42 de segurança. Pode rises e preparação de exemplo a Figura 15, , Argélia. envolveu também a rning) para a análise urança: (i) Recursos ; (iii) Monitorização IC também prestou es, nomeadamente ao ências e reconstrução m 2008, Argélia. incluindo a proteção to local, agricultura, o desenvolvimento mpenha também um
importante papel no âmbito área ardida como no próprio
Figura 16 -
Neste âmbito, os me que estão ao dispôr dos pro parte) são fundamentais par Este importante con do preâmbulo da Convençã que “A segurança das popu estão condicionadas pelas República, 1988, p. 1373).
Segundo o Dr. Ned muitas aplicações, tais com ambiente marinho quanto
ferramentas úteis para org
ao nível da segurança marí
Acesso
O sistema de acesso fornecer informações a nomeadamente através do em termos de resolução (m
ito dos incêndios florestais, não só ao nível d rio combate (ver Figura 16).
- Imagem de fogo florestal obtida com o satélite Pléiades. Fonte: (Astrium, 2013)
meios espaciais de Observação da Terra e Mete rogramas EUMETSAT e GMES/Copernicus ( ara uma correta antecipação e prevenção de ca ontributo para a segurança é reconhecido no ção que estabelece a EUMETSAT, onde é expl
opulações e a execução eficaz de numerosas a
as informações meteorológicas (…)” (Diário
ed Dwyer “De facto o programa de observ omo monitorização e mapeamento de cheias, to a proliferação de algas, derrames de cr rganizações como a marinha e a guarda cos rítima” (Enterprise Ireland, 2012, p. 45).
sso aos produtos GMES/Copernicus segurança organizações europeias, e a nível Nac o EUSC. Os produtos de segurança são cada (melhor do que 1 m), capacidade de respos
43 l da determinação de
s.
eteorologia (como os (de que Portugal faz catástrofes.
o primeiro parágrafo plicitamente referido atividades humanas io da Assembleia da
rvação da terra tem as, monitorização do crude, e fornecendo osteira [da Irlanda],
ça, é concebido para acional e regional, a vez mais exigentes osta (melhor do que
algumas horas a partir do exigentes têm origem em rápida capacidade de respos frequentes utilizadores dest
(2) O caso Portugu
Os meios espaciais dã pequenas potências europe organizações como a NAT poder espacial para fins mil Intelligence Fusion Center de entendimento, pode aced dada área de interesse para utilizaram imagens de satél específica, se deslocou um recolha de informação, nom
César Rodrigues (2013 permanente de Portugal jun do centro de satélites, refe cinco membros que efetuar FFAAs, GNR e proteção c Portugal e Norte de Marroc
A título de exemplo, é ajuda humanitária num C-1 2010), tendo disponíveis geográficas, tais como anál 2010 ou mapas urbanos p MOSAIC, 2010).
Se ao nível da ima assegura o acesso a este t comunicações satélite. Qu segura e fiável para fins m
do pedido até a entrega) e frequência. As operações conjuntas de resposta a crises osta. As pequenas potências, por não terem sat stes produtos (Rodrigues, 2013).
uês.
dão um contributo importante para a segura peias, quer através da sua participação na
TO, que lhes dão a possibilidade e o direito ilitares. No caso de Portugal, Menezes (2013) er (NIFC), enfatizou que, como estado signatá eder a informação, nomeadamente imagens de
ra operações militares. Em 2012, as FFAAs P télite facultadas por este centro, como para um m oficial Português às instalações do NIFC, no