DÜNYA’DA VE TÜRKİYE’DE HAVA HUKUKU SORUNLARINA GENEL
4.3. Türkiyenin Hava Hukuku Sorunları İle İlgili Bazı Kavramlar
4.3.7. Karasuları, Bitişik Bölge, Ekonomik Bölge, Kıta sahanlığı gibi bölgelerin genişliğinin ölçülmesinin başlangıç noktası, “esas hat” (ligne de base, baseline) adı
Uma outra perspectiva de análise é ver como as escolhas se distribuem tendo em vista a relação entre critérios de escolha e preferências. Assim, pode-se pensar as interações não tendo em vista o grau de reciprocidade existente entre os alunos, mas como esses, ao escolherem os seus parceiros, distribuíram essas escolhas a partir dos critérios eletivos oferecidos e que os motivaram a estabelecer seus interesses e
intenções. Como uma das questões elaboradas, a de número dez do questionário (anexo II), tem como critério uma atividade a ser exercida fora da escola; criou-se dois grupos de tabelas distintas: em um deles, os três critérios estão presentes e, no outro, apenas os dois primeiros. Os motivos que me levaram a estrategicamente realizar essa distinção é que quería perceber como essas escolhas podem variar tendo em vista cada um dos critérios e como os dois primeiros critérios, por se focarem na escola, pode esclarecer a manutenção da rede de sociação fora dos muros da escola.
As TAB. IX e XI trazem a freqüência das escolhas considerando os três critérios por turma, as TAB. X e XII foram feitas considerando apenas os dois primeiros critérios, a TAB. XIII traz uma análise comparativa da distribuição de cada um dos critérios tendo em vista as escolhas ideais que poderiam ser feitas e as escolhas realmente realizadas, e, por fim, a TAB. XIV traz a relação entre escolhas reais e ideais levando em consideração os três critérios e os dois primeiros isoladamente.
Uma primeira observação logo se materializa na constatação de que há uma distribuição igualitária dos diversos níveis em cada uma das turmas que guardam percentagens distintas entre si em cada um dos critérios analisados. Mas essa mesma distribuição é decrescente tendo como âmbito comparativo os números ideais de escolhas. Ou seja, as turmas possuem uma distribuição muito próxima entre si enquanto ocorre um decréscimo que varia conforme se toma cada um dos critérios em separado. No primeiro critério, é possível encontrar percentuais significativos de escolhas de 95,65% e 95,06%; no segundo, 62,31% e 74,07%; e, no último critério, 36,23% e 32,09%, respectivamente nas turmas A e B (TAB. XIII).
Ao ler esses números, pode-se perceber uma clara predileção dos alunos por escolher colegas da mesma turma quando a atividade se realiza na sala de aula. O fato de o primeiro critério enfocar uma atividade realizada em sala e que faz parte das rotinas de sala de aula, faz com que haja uma alta incidência de escolhas de colegas da mesma sala. O mais significativo é que esses números vão diminuindo conforme o foco se altera para fora da sala de aula, conservando, ainda, o espaço escolar como referência, ou para fora da escola como é o terceiro critério. Nessa caso, a diminuição é drástica, em torno de 300% em relação à primeira escolha, e indica como essas redes se alteram conforme o critério que está em jogo. Ao responderem a décima pergunta, os alunos indicaram familiares, amigos do bairro ou namoradas e namorados. Fazendo com
que a rede de sociação não fosse coincidente entre a que se mantém dentro da escola e a que se tem fora dessa.
Essas redes já se alteram no interior da escola. Ao se considerar os dois primeiros critérios, portanto, perceber-se-á que há uma variação de escolhas motivadas pelo fato de os alunos não elegerem os seus colegas de sala para dividirem o seu tempo livre durante o intervalo das aulas.
Ao se tomar apenas os dois primeiros critérios isoladamente, por exemplo, perceber-se-á que a diferença entre as escolhas ideais e as escolhas reais podem se compor de forma completamente diferenciada do que quando se toma os três critérios juntos (TAB. XIV). Aumentando, assim, o número percentual de 64,73% para 78,98% na turma A e 67,07% para 84,56% na turma B. Esse acréscimo se faz sentir, por exemplo, na distribuição de escolhas feitas em cada uma das turmas na correlação que estabelece entre esses dois conjuntos aqui apontados.
Nas TAB. IX e X, referentes aos dois conjuntos aqui já anunciados, percebe-se, ao compará-las, que na turma A há uma melhor distribuição dos alunos nos diversos níveis das notas sociométricas conforme se observa na TAB. X. Ao analisar apenas os dois primeiros critérios, nota-se uma diminuição da dispersão dos alunos e uma concentração mais eqüitativa entre eles. O mesmo ocorre na turma B como se pode ver nas TAB. XI e XII. Nessa turma, como visto anteriormente, apesar da pouca diferença em relação à outra turma quanto ao número de escolhas, há uma melhor distribuição dessas escolhas entre os diversos níveis tanto na TAB. XI, quanto na TAB. XII. Essa melhor distribuição pode ser percebida como uma maior coesão nas escolhas da turma B e, portanto, uma menor dispersão que transparece nos índices estatísticos apresentados na TAB. XIV. Nessa tabela, a diferença entre os números das turmas, quando se referem ao uso de três critérios, é de apenas 2,34% entre as escolhas reais e ideais; já quando se referem ao uso de apenas dois critérios, o número aumenta para 5,58%. A seqüência estatística serve para demonstrar que, na turma B, as escolhas são feitas internamente ao grupo de alunos nas atividades voltadas para a sala de aula e as realizadas durante o recreio; já na turma A há menor relevância comparativa dessas escolhas enquanto intensificam-se as escolhas desses alunos para atividades fora da escola — 2,34% favorável a turma A (TAB. XIII). Pode-se, portanto, afirmar que há uma maior coesão na turma B quando as atividades se inscrevem nas rotinas escolares,
enquanto, na turma A, há uma coesão maior que na turma B quando as atividades se dão fora da escola.
Ao cruzar essas informações às informações obtidas no sociograma quanto a existência das díades, pode-se perceber que há uma distribuição mais eqüitativa na turma B e uma dispersão mais lacunar da turma A. Ao se observar a TAB. XV, perceber-se-á que a diferença entre o número de escolhas feitas e que não originaram díades entre as duas turmas é de apenas dez escolhas favoráveis à turma B. Diferença, entretanto, que se torna mais acentuada ao se cruzar essa informação com a quantidade de relações que deram origem às díades. São vinte e nove escolhas a mais que provocaram um aumento significativo de doze díades na turma B. Ou seja, enquanto na turma A, há um menor número de escolhas agravado por sua maior dispersão, na turma B há um maior número de escolhas que conduzem a formação de díades. Essa comparação é facilmente demonstrada através dos percentuais relativos ao número de escolhas e as díades formadas: com 17,79% de escolhas a mais, a turma B possui 38,70% a mais de díades.