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Ülkemizin Taraf Olduğu Sözleşmeler

HAVA HUKUKU NEDİR VE GELİŞİMİ

4. Bölüm IV Son Hükümler

3.15. Ülkemizin Taraf Olduğu Sözleşmeler

A sociomatriz traz como benefício imediato propiciar uma rápida visualização dos dados obtidos, pois, ao perspectivar graficamente as escolhas individuais, possibilita perceber como se dá a composição das díades a partir do entrelaçamento dessas escolhas. As díades são a unidade mínima para que se dê a sociação, pois, para

SIMMEL, dois é o número mínimo de indivíduos que compõem uma interação social30.

Na díade se engendra o mundo social, pois é sobre uma relação dual que se assenta a busca do indivíduo das mediações necessárias a sua experiência como ser subjetivo na qual a liberdade e a solidão são dimensionadas no encontro com o outro. O individual e sua intimidade, como as escolhas que faz para si, só são possíveis na pressuposição da vida social, mesmo que essa se encontre deliberadamente afastada.

SIMMEL anuncia a questão nesses termos por entender que a subjetividade, mesmo em sua experiência individual, pressupõe a vida social que se inicia na díade. Um de seus exemplos mais férteis é o matrimônio. Em que pese o valor da liberdade usufruída pelos indivíduos, o casamento é uma escolha social para aqueles que livremente desejam contraí-lo ou decidem permanecer solteiros. Essas escolhas só se realizam no interior de âmbitos sociais e, por isso, encontram-se sempre mediadas por interações sociais. Sendo assim, é a experiência social que traz para o indivíduo a dimensão da individualidade e faz com que palavras como liberdade e solidão ganhem concretude e relevância. O indivíduo que decide, por exemplo, permanecer celibatário ou, em sua radicalidade, tornar-se um ermitão o faz como exigência de si para com a vida social da qual ele supõe abdicar. O celibatário, portanto, recusa-se, frente ao

29 Se comparar o número de alunos matriculados com o número de alunos que responderam o sociograma, percebe-se uma variação de cinco componentes somadas as duas turmas. Isso se dá porque no período de aplicação do questionário, segundo semestre de 2003, dos 55 alunos matriculados eram freqüentes à escola 51 alunos e uma outra aluna recusou-se a prestar informação, mesmo após contactada em particular.

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A díade funda a reciprocidade por exigir a mediação entre os indivíduos. Para SIMMEL, entretanto, é necessário que haja um terceiro que venha a ampliar e aprofundar as mediações já existentes na díade, pois, só assim, rompe-se uma identificação binária dos interesses em jogo. O terceiro, ao formar a tríade, interpela o par primevo e provoca uma saída social do individualismo que ainda marca esse par por conjugar apenas uma compactuação de motivações. O terceiro interfere a compor uma relação que pode ser de cooperação ou competição mais que indica, em seus interstícios, a ampliação da rede de interações com a demanda por outros intervenientes além da díade. Confira SARTRE (1963) e sua dialética ternária na composição dos grupos.

matrimônio, a formar uma díade através da contratação de núpcias, mas esse seu ato permanece ainda vinculado a uma forma social que permanece pressuposta que é o matrimônio.

Essa possibilidade de rejeição ou não de uma díade é que a torna basilar na formação da sociação como forma embrionariamente genética de marcar a vida social entre os indivíduos. É na formação das díades que se pode perceber a busca de enlaces que venham a constituir, para o indivíduo, a experiência social que o faz, simultaneamente, posicionar-se como ser individual e ser social. A díade é essa passagem necessária da experiência social, na qual se afirma um patamar mínimo, para a entificação da sociação.

Os alunos, ao escolherem entre si aqueles que iriam dividir com eles algumas atividades, demonstravam, através de suas escolhas, como se comporia um quadro de interações entre eles. Essas interações provocavam, de imediato, um efeito de emparelhamento entre as escolhas, o que conduz a uma composição de díades a partir do grau de reciprocidade existente entre os alunos.

Ao se debruçar sobre os dois quadros com as sociomatrizes (TAB. IV e V), percebe-se de imediato que a formação das díades sofre uma variação significativa inter e intra as turmas pesquisadas. E, portanto, essas diferenças é que apontam serem as redes distintas conforme as díades são compostas. A primeira informação que salta aos olhos é uma grande diferença do grau de reciprocidade existente entre os alunos das duas turmas. Se observar os sociogramas, percebe-se que a reciprocidade de escolhas na turma A é mais baixa que na turma B. Enquanto que, na turma A, a quantidade de díades formadas se restringem a 19, na turma B perfazem um total de 31 díades. Essa diferença se acentua ao se contrastar as diferenças dessas escolhas pelo grau de reciprocidade existente entre elas.

Assim, conforme TAB. IV e V, a reciprocidade entre os alunos da turma B é maior em todas as gradações de intensidades aqui estabelecidas. Se considerar que cada aluno escolhe três companheiros para cada situação a ser vivenciada, uma reciprocidade alta é aquela em que cada aluno da díade escolhe o seu companheiro para realizar as três atividades, não importa em qual ordem essa escolha se processe; a intensidade média é quando cada um dos dois componentes da díade escolhe o outro apenas duas vezes; e, por último, a intensidade baixa se dá quando cada um deles escolhe o outro para apenas uma única atividade. Após essa explicação fica fácil observar que a turma B teve uma

performance mais dinâmica, havendo em todos os níveis um escore maior que a turma A.

Nas TAB. VII e VIII pode-se observar os escores em número absolutos dessa distribuição na formação das díades. Já nas TAB. IV e V, a visualização pode ser feita através de cores. Assim, a cor azul representa os alunos que tiveram uma escolha considerada alta; vermelha, média; amarela, baixa. Facilmente pode-se perceber como as cores são distribuídas entre os alunos e os diferencia do ponto de vista de gênero. Alunas e alunos, em todas as duas turmas, escolhem-se mais entre si na formação de díades. Entretanto, essas escolhas auto-centradas variam significativamente quando se compara com a distribuição das intensidades a partir das diferenças de gênero. Nas duas turmas, as mulheres tendem a fazer díades com maior intensidade de reciprocidade do que os homens. Isso pode ser percebido no número pequeno de díades formadas por homens e mulheres que vêem a se localizar nos níveis mais baixos, enquanto as cinco díades com alta intensidade são formadas apenas por alunas.

Essa diferença entre homens e mulheres está presente em toda a distribuição das tabelas. Se comparar as performances de homens e mulheres, eles, em apenas um único segmento e em apenas uma das turmas, realizaram um maior número de díades do que as mulheres, mas justamente onde o grau interação se encontra mais baixo.

As tabelas dos sociogramas, com a sua distribuição cromática das interações, permite perceber também como, na turma B, há um maior acirramento na formação de díades e que essas, ao se distribuírem, ocupam graficamente quase que por igual os dois quadrantes formados pela interseção intra-gêneros, enquanto os quadrantes entre- gêneros se encontram relativamente vazios. Na turma A, no entanto, apesar de também haver o predomínio de escolhas entre componentes do mesmo gênero, há uma distribuição desigual das díades no interior dos quadrantes nos quais se cruzam as escolhas não importando o pertencimento de gêneros.