• Sonuç bulunamadı

B. The Administrative State ve Klasik Kamu Yönetimi Yaklaşımı

4. Karar Ölçütleri ve Felsefi Altyapı

22 MINISTÉRIO DA SAÚDE. INSTITUTO NACIONAL DO CANCER.,1997. COORDENAÇÃO DE PROGRAMAS DE CONTROLE DE CANCER- Pró-Onco. O problema do câncer no Brasil. 4 ed.

23 MOFFAT, F. et al., 1992. Axillary node dissection for early breast cancer: some is good, but all is better. J. Surg. Oncol. 51: p. 8 – 13.

24 ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE., 1996. Classificação Internacional de Doenças para Oncologia. 2 ed. São Paulo.

25 OVERGAARD, M. et al., 1997. Postoperative Radiotherapy in High-Risk Premenopausal Women With Breast Câncer Who Receive Adjuvant Chemotherapy. In: The New England Journal of Medicine. V. 337, nº 14, p. 949- 55.

26 PALMER, M. K. Et al.,1982. Prognostic Factors In Breast Cancer . In: Br. J.

Surg. V. 69, nº12, p. 697-98.

27 PARKIN, D.M; HAKULINEN,T., 1995. Análise de Sobrevida. In Registro de

Câncer Princípios e Métodos: Pró-Onco; Rio de Janeiro.

28 RAGAZ, j. Et al.,1997. Adjuvant Radiotherapy and Chemotherapy In Node- Positive Premenopausal Women With Breast Cancer. In: The New England

Journal of Medicine. V. 337, nº14, p. 956-62.

29 SALVADORI, B. Et al., 1983. Prognostic Factors in Operable Breast Cancer.

In Insttituto Nazionale Tumori, 69,p.477 – 84.

30 YEATMAN, T. J. et al., 1994. Estadiamento do câncer de mama. In: A mama

Tratamento compreensivo das doenças benignas e malignas. São Paulo.

31 YEATMAN, T. J. et al., 1994. Parâmetros Prognósticos no carcinoma. In: A

mama tratamento compreensivo das doenças benignas e malignas. São Paulo.

MANOLE LTDA. P. 377-99.

Reflexões Finais

As conclusões resultantes deste estudo devem ser consideradas sob alguns aspectos: - a da tendência da mortalidade por câncer de mama, no Estado do Pará no período de 1980 a 1997, - a reduzida sobrevida geral, de câncer de mama, (61%), em cinco anos de observação, em coorte hospitalar, - e o da identificação da necessidade de investigações específicas que, a partir das questões levantadas nesta pesquisa, possam contribuir para um melhor entendimento do processo de organização da assistência, visando aumentar a sobrevida e diminuir a mortalidade por esse tipo de tumor.

As taxas de mortalidade por câncer de mama com reduzido declínio na capital e tendência de estabilização no Estado não auxiliam no pensar da melhoria dos serviços, visto que no interior do estado a tendência é crescente pois no período estudado observa-se taxa com valores registrando o dobro quando comparados o período inicial e final da série (1980-82 1,18/100.000 e 1995-97 2,18/100.000), o que provavelmente poderia estar sendo explicado pela dificuldade de acesso da população aos serviços de saúde que desenvolvem prevenção secundária, principalmente diagnóstico e tratamento precoce.

A elevação das taxas de mortalidade diretamente proporcional ao aumento da idade, no município de Belém, reforça a necessidade de programas de atenção básica, visando o diagnóstico precoce, e de atenção de média e alta complexidade disponíveis de forma universal e equânime para a população.

A sobrevida geral de 61%, em cinco anos para pacientes tratadas no principal centro diagnóstico de atenção aos pacientes com câncer, no Estado do Pará, soma- se ao agravamento da tendência da mortalidade, principalmente porque existe um alto percentual de casos sendo diagnosticados em estádios III e IV.

Neste estudo ficou evidenciado que a menor sobrevida ocorreu para mulheres menores de 40 anos de idade (61%) e a maior sobrevida para aquelas com idade entre 40 e 59 anos (69,5%), sendo da ordem de 80% na ausência de

comprometimento ganglionar (p=0,002). A realização de algum tipo de tratamento proporcionou uma sobrevida de 62% (72% quando cirurgia e quimioterapia conjugadas) versus 45% em sua ausência. Considerando o tipo histológico, a menor sobrevida foi observada para os casos de adenocarcinoma esquirroso, 29% (p=0,001). Esses resultados denunciam a necessidade de políticas voltadas para a assistência, priorizando grupos populacionais de acordo com a peculiaridade do quadro epidemiológico local. Provavelmente com intenso trabalho de prevenção secundária (diagnóstico e tratamento precoce) associado à prevenção primária, principalmente com a promoção da saúde seja, há médio prazo, possível alterar essa situação ora observada.

Referências Bibliográficas

1 ADAMI, H. O. et all.,1986. The Relation Between Survival and Age at Diagnosis in Breast Cancer. In The New England Journal of Medicine. V.315, no 9, p. 559 – 63.

2 AZEVEDO, G. Et al.,1997. Evolução da mortalidade por etást de estomago no

Estado do Rio de Janeiro : uma comparação entre a região metropolitana e o interior no período de 1979 a 1996. In: Cad. Saúde. Públ., Rio de Janeiro. V. 13,

p. 79-84

3 BJURSTAM, N. et al.,1997. First Results on Mortality, Incidence, and Mode of Detection for Women Ages 39-49 Years at Randomization. In: Cancer. V. 80, nº 11, p. 2091-99, Dec.

4 BONNIER, P. Et al., 1995. Age As a Prognostic Factor in Breast Cancer: Relationship to Pathologic and Biologic Features. In Journal International du

Cancer. V.62, p.138 – 144.

5 BRASIL, CONSELHO NACIONAL DE SAÚDE. Resolução n.º 196., 1996. Diretrizes e normas regulamentadoras de pesquisas envolvendo seres humanos. 6 CARTER, L.C. et al.,1989. Relation of Tumor Size, Lymphonode Status and

Survival in 24.740 Breast Cancer Cases. In Cancer . v. 63, no 1, p.181 – 87. 7 FARIA, S. Et al., 1987. Dissecção da axila no tratamento do câncer de mama.

Revista Brasileira de Câncer de Mama. V. 33, nº 14. p. 13 – 21.

8 FENTIMAN, I. S. Et al., 1996. Prognosis of Patients with Breast Cancers up to 1 cm in Diameter. In European Journal of Cancer. V.32A. no 3. p.417 – 20.

9 FRANCO, J. Et al., 1997. Tratamento Cirúrgico do Câncer de Mama. In: Franco,

J. Mastologia – Formação do Especialista. 1. ed. Rio de Janeiro: Atheneu. Cap.

10 FREMGEN, A. Et al., 1999. Clinical highlights from the national cancer databse.

Ca etást J Clin. 49: 145-58.

11 GARFINKEL, L., 1995. Câncer Statistics and trends.In: Murphy G. P. ; Lawrence W. Jr; Lenhard R. E. Jr. The American Cancer Society Textbook of Clinical Oncology, 2nd ed. ,Atlanta, GA. P. 1-9.

12 INSTITUTO NACIONAL DO CANCER (INCA/MS) PRÓ-ONCO. Câncer da

mama, Disponível: http://www.inca.org.br/etast/tipos/mama.html. (capturado

em01 de maio de 00).

13 INSTITUTO NACIONAL DO CANCER (INCA/MS) PRÓ-ONCO. Diagnóstico e

Tratamento-Estadiamento,Disponível:

http://www.incra.org.br/tratamento/estadiamento.html. (capturado em 01 de maio de 00).

14 INSTITUTO NACIONAL DO CANCER (INCA/MS) PRÓ-ONCO. Estimativas 2000,

Disponível:http://www.inca.org.br/releases/press/estimativa-2000.html. (capturado

em 01 de maio de 00).

15 INTERNATIONAL AGENCY of RESEARCH on CÂNCER.,1987. Câncer in Five

Continents, vol5, Lyon, p. 970.

16 KAPLAN, E. L. & MEIER, P., 1958. Non Parametric Estimation Fron Incomplete Observation, J Am Stat Assoc, 53: 457 – 481.

17 KELSEY, J.L., Rorn-Ross P. L., 1993. Breast Cancer: magnitude of the problem and descriptive epidemiology. Epidemiol. Reviews 15. p. 7-16.

18 KELSEY, J.L., RORN-ROSS P. L.,1993. Breast Cancer: magnitude of the

problem and descriptive epidemiology. Epidemiol. Reviews 15. p. 7-16

19 KETLER HAGEN, P. J. et al., 1984. Tumor Histology as A Prognostic Determinat in Carcinoma of the Breast. In Surg Gynecol Obstet. V.158, p.120 – 3.

20 KLEINBAUM, D. G.,1989. Survival Analysis Module Series, 270 pag, University of North Caroline at Chapel Hill.

21 KOIFMAN, S., 1995. Incidência do câncer no Brasil. In: os muitos Brasis-Saúde e população na década de 80 ( Minayo, M. C. S. Org.) p.143-176, ed. HUCETEC- ABRASCO. São Paulo.

22 KORZENIOWSKI, S. et al., 1994. Classical prognostic Factors for Survival and Loco-Regional Control in Breast Câncer Patients Treated with Radical Mastectomy Alone. In Acta Oncologica. V. 33. nº 7. p. 759 – 65.

23 LA VECCHIA, C. Et al., 1993. Trends in Cancer Mortality in The Americas, 1955- 1989. In Eur J etást, vol. 29A, No . 3, pp. 431-470

24 LA VECCHIA, C. Et al., 1993. Trends in Cancer Mortality, 1955-1989: Asia, Africa and Oceania. In Eur J Cancer, vol. 29ª, No .15, 15, pp.2168-2221

25 LATORRE, M. R. D. º, 1997. A mortalidade por câncer de estômago no Brasil:

análise do período de 1977 a 1989. In: Cad. Saúde. Públ., Rio de Janeiro. V. 13,

p. 67-78.

26 LOPES, E. R. et al.,1996. Câncer de mama: epidemiologia e grupos de risco. Revista Brasileira Cancerologia., 42 (2): 105-116

INSTITUTO NACIONAL DO CANCER (INCA/MS) PRÓ-ONCO. Estimativas 2000,

Disponível:http://www.inca.org.br/releases/press/estimativa-2000.html. (capturado

em 01 de maio de 00).

27 MINISTÉRIO DA SAÚDE – DATASUS. Sistema de Informações de Mortalidade

(SIM), 1999, Disponível: http://www.datasus.gov.br (capturado em 16 de jul de

00)

28 MINISTÉRIO DA SAÚDE – União Internacional contra o Câncer (UICC).,1998.

TNM Classificação dos tumores malignos. Centro de Documentação do Ministério

da Saúde, 5.ª Ed.; 128-36

29 MINISTÉRIO DA SAÚDE. Câncer no Brasil-Dados dos Registros de Câncer de Base Populacional.,1995. v. 2. Instituto Nacional do câncer. Coordenadoria de Programas de Controle de Câncer/ Pro-Onco.

30 MINISTÉRIO DA SAÚDE. INSTITUTO NACIONAL DO CÂNCER – INCA.,2001. Estimativas da incidência e mortalidade por câncer.

31 MINISTÉRIO DA SAÚDE. INSTITUTO NACIONAL DO CANCER.