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Japonya artık hiçbirĢeyi ĠHRAÇ edemiyor elinde stok olarak kaldı

Belgede 2009 Yılı Sohbetleri (sayfa 99-108)

Sohbet n° 353 - Tarih : 26 ocak 2009

2. Japonya artık hiçbirĢeyi ĠHRAÇ edemiyor elinde stok olarak kaldı

A União Européia (UE) é uma reunião de países democráticos europeus, não se tratando de um Estado que pretende substituir Estados existentes, mas vai além de qualquer

outra organização internacional. Os Estados-Membros criaram instituições comuns, a que delegaram parte da sua soberania, com a capacidade de tomar decisões sobre questões específicas de interesse comum, fazendo com que possam ser tomadas democraticamente no âmbito europeu. Essa partilha de soberania é também contextualizada no sub-ítem de "Integração Européia", no que se refere a conceitos, vantagens e custos do processo.

A União Européia inclui uma união econômica e monetária, base de uma moeda comum que abrange vários paises europeus. A substituição das moedas nacionais deu-se, a partir de 2002, com o EURO, tornando-se esse, para os europeus, o sinal mais concreto da integração.

Uma moeda comum implica num Banco Central e na coordenação nas políticas macroeconômicas entre os Estados-Membros culminando na necessidade da formação de uma base institucional para sua implementação, a qual denominou-se Sistema Monetário Europeu. De acordo com o Tratado de Maatrisch42 institui-se a Comunidade Européia e os Estatutos do Sistema Europeu de Bancos Centrais e do Banco Central Europeu tendo como principal objetivo a manutenção da estabilidade de preços no referido Euro-sistema.

Sem prejuízo desse objetivo, o Euro-sistema apóia as políticas econômicas gerais da Comunidade e atua de acordo com os princípios de uma economia de mercado aberto, remetendo-lhe as atribuições, como: definir e executar a política monetária da área do Euro; realizar operações cambiais; deter e gerir as reservas cambiais oficiais dos Estados-Membros e promover o bom funcionamento dos sistemas de pagamentos.

Vale lembrar que o Euro-sistema é independente e nem o Banco Central Europeu (BCE), nem os Bancos Centrais Nacionais (BCN), nem qualquer membro dos respectivos órgãos de decisão podem solicitar ou receber instruções de qualquer organismo externo. Ou

42 Os condutores da política européia à Paz duradoura assentaram seus compromissos econômicos e políticos

buscando permitir um desenvolvimento mais equilibrado entre as áreas envolvidas. A leitura do sumário do Tratado de Maatricht compreende no alcance destes acontecimentos, já que coloca-se como a expressão formal do processo de unificação europeu num único tratado, conforme descrito no item 3.2.1

seja, as instituições e organismos comunitários, bem como os Governos dos Estados- Membros não podem tentar influenciar os membros dos órgãos de decisão do BCE ou dos BCN no exercício das suas funções. Assim a independência do BCE assume o significado de que os políticos não possam forçar seus Bancos Centrais a financiar com empréstimos os déficits orçamentários, a partir de políticas fiscais super-expansionistas por parte de Estados- Membros fazendo com que as regras em vigor sugiram que as tensões potenciais entre política monetária e fiscal sejam eliminadas.

Assim uma estrutura baseada em políticas de consenso, no principio da liberdade econômica e da cultura da estabilidade, resulta na credibilidade alimentada a partir dos princípios fiscais seguidos rigorosamente e do estabelecimento de estratégias de um Banco coordenador buscando fazer política transparente e previsível.

Naturalmente, o estabelecimento de uma única moeda de referência requereu a criação de uma estrutura financeira e de uma infra-estrutura estatística, que permitissem a vizualização das condições e capacidades de integração e atuação dos países-membros.

O Banco Central Europeu foi criado em 1/1/1999 e faz parte do Sistema Europeu dos Bancos Centrais (SEBC), o qual tem sido formado da união entre os Bancos Centrais e do Banco Central Europeu (BCE). Cada Banco Central em seu país não foi desmontado, mas tornou-se mais operacional; enquanto o BCE assumiu a responsabilidade das políticas monetárias, apesar de as diretrizes serem dadas pelo Conselho Europeu, seja no que se refere à taxa de juros vigentes e ou à taxa cambial, o que implica na ausência de qualquer autonomia dos países a esse respeito.

Nessa conformidade, Arestis (1999) destaca que Kregel (1993)argumenta que a União Monetária Européia tem como base a capacidade de maior supervisão e de mudanças junto às suas bases institucionais que corresponde às suas Instituições Européias: um Conselho no qual são representados os governos nacionais, um Parlamento, uma Comissão independente e um

Tribunal de Justiça, além do próprio SEBC. Dessa maneira, a coordenação do que eram diferentes moedas torna capaz, um melhor gerenciamento de uma única moeda e de sua capacidade de geração de Investimentos e de alavancagem comercial, diante da redução de incertezas e dos custos de transação.

Adicionalmente, Arestis e Sawer ( 2001: 2) afirmam que há uma constante tentativa de gerir a oferta monetária do Euro (por parte de ações junto ao sistema financeiro, bem como caracterizações de uma política discricionária voltada ao financiamento de operações de atividades provedoras de investimento produtivo), buscando, assim, o cumprimento dos objetivos destinados ao mercado integrado, conforme identificadas na respectiva colocação:

... A lender of last resort requires that base money is essentially on request to the banking system by the central Bank, and in particular would be supplied if reserves were low following na expansion of broader money. More generally, the lender of last resort function recognizes the role of a central bank in securing a stable financial system is not included in the remit of the ECB. It is clear that on occasions, the lender of last resort function may base money to be supplied when pursuit of a price stability target would point in the opposite direction.

Ou seja, como a estrutura institucional européia opera baseada em elementos centrais que caracterizam a formação do SEBC a partir do BCE e os Bancos Centrais de cada país membros associados, resulta numa divisão de responsabilidade que tem como finalidade maior o equilíbrio das condições de estabilidade a partir da integração das bases comerciais e financeiras dos mercados dos países membros.

Portanto, o ponto chave de condução da União Européia parte da busca incensante do crescimento da economia dos países membros, mas sob uma condição sólida e não a partir de condutas de aceleração do déficit público43, o que demonstra a completa separação entre as autoridades fiscais e autoridades monetárias.

Entretanto, essa mesma estrutura, que até o momento só foi identificada como um sólido modelo com capacidade de coordenar economias monetárias, também é suscetível à

43 No Tratado de Roma instituiu-se que o déficit não pode ultrapassar a margem de 3% do PIB e o

descumprimento de tal situação institui uma base fiscal de coordenação tentando reverter o processo e em alguns caso sujeito a sanções.

situações de fragilidade de ação/reação diante da complexidade da dinâmica da Economia Internacional.

A existência de uma única moeda, um único sistema gestor entre diferentes países, existe a partir da permanente busca de coordenação das operações de déficits dos países integrantes. No entanto, o mesmo é negociável no sistema financeiro, o que possibilita “a transformação” de resultados diante de operações no mercado de capitais.

Outra dificuldade é a própria possibilidade de negociação e plena mobilidade dos fatores (capital, trabalho e produto) entre os países membros, que acaba demonstrando, com transparência, a grande diferença de estoque de reservas entre os mesmos. Isso torna frágil a administração do equilíbrio da integração monetária européia acelerando ao invés de minimizar problemas de desemprego e de perda de poder de compra da população participante do sistema.

Aliado a isso, como o Euro colocou-se como um meio circulante (diferentemente do modelo de moeda internacional de Keynes), diante das expectativas, a principio favoráveis, para com o sistema, houve incremento de base especulativa junto à dimensão financeira, resultando na apreciação dos ativos em Euro. Tal fato tem resultado na alimentação de maiores instabilidades visto que a apreciação da moeda corrente – Euro – implica num agravamento das condições dos problemas de desemprego e de perda de poder de compra da população.

Com a união monetária européia, pode-se afirmar que o sistema tornou-se mais independente, mas, ao mesmo tempo, passa a requerer a necessidade de coordenação de participantes em estágios diferentes, o que tem potencializado mais problemas, do que a gestão da independência da oferta monetária.

Portanto, a integração do sistema financeiro, do mercado de bens, do mercado de trabalho e de capital busca dirimir as assimetrias do mercado europeu. Embora, o mesmo, a

partir da integração financeira e política, possa se colocar como incapaz diante de suas principais diretrizes.

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