3. YAHUDİLİK TARİHİ
3.9. İslam Dini ve Yahudiler
O planejamento estratégico é o processo de elaboração da estratégia, na qual se define a relação entre a organização e o ambiente interno e externo, bem como os objetivos organizacionais, com a definição de estratégias alternativas (MAXIMIANO, 2006).
Assim, o planejamento estratégico de uma política pública estabelece uma postura em relação ao ambiente e lida com fatos, ideias e probabilidades. Anteriormente, era considerado endógeno, no qual o aspecto externo não é levado em consideração, e havia uma dicotomia entre planejamento e implementação, mas, atualmente, é defendido como um processo contínuo de natureza endógena e exógena, no qual há uma integração entre as etapas do ciclo de gestão das políticas públicas.
Uma vez tratando-se de programas temáticos, como o Programa Ciência Sem Fronteiras, o pluralismo institucional se faz importante na medida em que favorece a
18 Requerimento interno elaborado pela Pró-Reitoria de Pesquisa, Inovação e Pós-Graduação que
informa ao IFSP sobre alguns dados do participante, como universidade de destino, tempo de permanência, disciplinas e carga horária a serem cursadas, bem como termo de deferimento da Pró- Reitoria de Pesquisa, que deve ser feito em 4 vias: 1- Pró-Reitoria, 2 – Secretaria do Campus, 3- Aluno, 4- Universidade de destino(opcional).
48 participação de vários atores na implementação de políticas públicas. Portanto, o pluralismo institucional deve ser articulado, coordenado e integrado, a fim de desconstituir dois dos principais problemas das ações governamentais atualmente: a fragmentação e a sobreposição de ações e instituições.
Intensa fragmentação institucional, paralelismo e sobreposição de ações são algumas das características marcantes do padrão histórico de intervenção do Estado brasileiro e contribuem sobremaneira para a baixa eficácia das políticas públicas e para o desperdício de recursos públicos. O reconhecimento dessas características e a necessidade de sua superação têm ocupado lugar de destaque na agenda governamental nos últimos anos. Associado a um conjunto de princípios e diretrizes que vem marcando o processo recente de reformas das políticas públicas – dentre as quais merecem menção a descentralização, a participação social e a implantação de novas modalidades de gestão (FARAH, p.1999, p 8).
Com características como flexibilidade e criatividade, as instituições podem atingir um significativo nível de governança interna por meio da integração sistêmica. No entanto, há necessidade de se buscar a governança externa com a articulação dos atores, formando-se redes de governança19. Assim, é possível que as ações institucionais e seus resultados recebam um valor público necessário para o reconhecimento da excelência e da melhor prática na prestação dos serviços ao País.
De acordo com Martins (2011), para a formação de uma rede de governança é preciso desenvolver a qualidade e a capacidade institucional. Isso significa desenvolver as competências (conhecimento, habilidades e atitudes), a prontidão (vontade de agir), o potencial (capacidade de agir) e o desenho institucionais (regras do jogo) adequados ao sucesso da organização. Deve-se buscar o desempenho institucional por meio da eficiência, eficácia e efetividade20 (categorias de
19A rede de governança diferencia-se pela visão pragmática que os atores têm da política enquanto
modo de resolução de problemas e pela importância que os subsistemas sociais organizados têm na definição dos processos de tomada de decisão política. O Estado não aparece, neste caso, como autoridade, árbitro ou mediador, mas sim enquanto ativador de atores, estatais e não estatais, e a orientação dominante é a da coordenação de diferentes interesses. Embora diferentes tipos de governança possam coexistir em determinados setores de intervenção política, autores defendem que a governança em rede tem vindo a ganhar preponderância (KOHLER-KOCH e EISING, 1999, p. 285).
20 Eficiência significa a relação entre o resultado alcançado e os recursos usados (ABNT NBR ISO
9000:2005 – grifo da autora); eficácia significa a extensão na qual as atividades planejadas são realizadas e os resultados planejados são alcançados (ABNT NBR ISO 9000:2005 – grifo da autora);
49 resultados), bem como por meio da excelência, execução e economicidade21 (categorias de esforços). A afirmação de Martins (2011) auxilia a compreensão desse aspecto:
Coprodução constitui o componente de colaboração do conceito de governança, indicando o “com quem” e o “como” o processo de governança se estabelece. Governança colaborativa, social, democrática, participativa, responsável são denominações afins. [...] Significa dizer que os agentes públicos e privados (empresas e organizações não governamentais de distintos tipos, setores e escalas) formam redes de governança para coproduzir e cocriar (fazer com várias partes, inclusive e principalmente com o beneficiário) serviços, políticas e bens públicos nos mais distintos domínios temáticos (MARTINS, 2011, p. 5 e 6).
Corroborando esta ideia, Martins (2011) define Redes como conjuntos de nós (organizações, grupos, indivíduos), links (comando e controle, concessão e inclusão, cooperação e colaboração, competição, etc) e funções (coordenação, mobilização, compartilhamento e difusão de informação, desenvolvimento de capacidades, aprendizado e transparência de tecnologia, enunciado de problemas, desenho e planejamento de soluções, prestação de serviços, regulação, avaliação, alinhamento político, etc).
As redes de governança aparecem como conjuntos de relacionamentos, a partir de capacidades de organizações, grupos e indivíduos em coordenar suas atividades de alguma forma a alcançar objetivos relacionados a propósitos públicos [...] onde a colaboração advém da confiança e da interdependência (AGRANOFF & MCGUIRE, 2003) e vai além da cooperação (que pode ser esporádica) porque se baseia em reciprocidade, integração, formalização, alinhamento finalístico e de longo prazo. Tais arranjos geram significativos impactos, tanto do ponto de vista gerencial quanto do ponto de vista político-democrático.
e efetividade significa “o efeito ou o impacto transformador causado pelos serviços prestados ou pelos bens disponibilizados por uma organização sobre uma realidade que se pretende modificar” (MALMEGRIN et al, 2005, p. 9 – grifo da autora).
21“Excelência é a conformidade a critérios e padrões de qualidade/excelência para a realização dos
processos, atividades e projetos na busca da melhor execução e economicidade; sendo um elemento transversal; execução refere-se à realização dos processos, projetos e planos de ação conforme estabelecidos; economicidade está alinhada ao conceito de obtenção e uso e recursos com o menor ônus possível, dentro dos requisitos e da quantidade exigidas pelo input, gerindo adequadamente os recursos financeiros e físicos”. (MPOG, 2009, p. 19 e 20 – grifos da autora).
50 Partindo do conceito de coprodução de Martins (2011), e analisando a estrutura organizacional do Programa CsF, observa-se que o Coordenador Institucional e o Coordenador de Curso são pontes para a formação da rede de governança. Esta configuração rompe um pouco com a ideia de departamentos e setores, pois existe uma rede de cooperação e colaboração entre os atores envolvidos.
Para regulamentar todos os procedimentos de mobilidade acadêmica no Instituto Federal de São Paulo, o Conselho Superior (Órgão Máximo Deliberativo) instituiu a Resolução IFSP nº 973, de 01 de outubro de 2013, que fixa os parâmetros para a mobilidade acadêmica e validação de componentes curriculares cursados no exterior por alunos regularmente matriculados nos cursos ofertados pelo IFSP.
Neste sentido, o IFSP, através da Pró-Reitoria de Pesquisa e Inovação Científica, tem uma proposta estruturada em:
1. Sensibilização da comunidade acadêmica sobre o Programa CsF e seus benefícios para o aluno, seus pares, professores e para o crescimento e inserção tecnológica da Instituição;
2. Orientações para os principais atores envolvidos na implementação do programa que são: Coordenadores de Curso/Área das partes prioritárias do Programa, Coordenadores de Registros Escolares (Secretaria de Cursos) e professores das áreas prioritárias;
3. Manual para o Bolsista;
4. Estruturação do processo de seleção para bolsas;
5. Acompanhamento e interlocução Campus x IES destino x aluno;
6. Acompanhamento da convalidação dos estudos realizados no exterior; 7. Levantamento de dados estatísticos do Programa.
4.4 CICLO DE POLÍTICAS PÚBLICAS: O PROFISSIONAL NO PROCESSO DE