3.3. AHMEDİNEJAD DÖNEMİ TÜRKİYE – İRAN EKONOMİK İLİŞKİLERİ
3.3.1. Enerji İşbirliği
3.3.1.2. İran Enerji Kaynaklarının Avrupa Pazarına Aktarımı İçin Projeler
educação não formal também?
C - Também! Encontram-se por aí muitas organizações que tem essa postura, de educação através da arte, da educação não formal; a COOPERIFA trabalha com poesia, com arte, com música, etc; acho que eles são incríveis no processo de democratizar o conhecimento, democratizar a potencialidade da arte, da cultura. Então acho que a educação não formal é muito importante e acho que ela deve ser incentivada, implementada e apoiada.
E - E os movimentos sociais? Como entender o conflito, a competição por interesses do movimento ambientalista e do movimento de habitação, quais brechas, quais os potenciais, onde trava?
ela inserida na Bacia Hidrográfica do Tamanduateí. Foram organizadas oficinas envolvendo ONGs, associações e todo o corpo técnico do município que tinha interesse no assunto como o pessoal do meio ambiente, de transporte, de áreas verdes e de gestão ambiental.
Muito importante a contribuição do pessoal do DPAV de Santo André que tinha uma experiência rica de muitos anos que configurou a “cara paisagística” da cidade. Pode ter seus equívocos, mas foi uma linha que deu uma personalidade paisagística para Macrozona Urbana do município, porque a Macrozona de Proteção Ambiental ficou fora do desenvolvimento dos trabalhos por causa de conflitos internos. A contribuição do pessoal do DPAV foi muito importante:
• tinham um cadastramento por bairro da vegetação;
• quando discutimos em uma oficina sobre as conexões entre os componentes, por exemplo, uma das possibilidades eram as faixas verdes debaixo de linhas de alta tensão, que já tinham convênio para implantação de hortas comunitárias e, entendiam como possível incorporar no sistema a produção agrícola permanente;
• tinham um conhecimento preciso dos bairros, contribuindo nas possíveis conexões entre parques, praças, ruas com condições de serem caminhos verdes e cicolvias etc.
E - O sistema de áreas verdes foi pensado por Sub-bacia hidrográfica? C - A proposta era que a gestão fosse por Sub-bacia, porque na Macrozona Urbana os córregos estão muito ocupados, mas tudo que fosse possível de ramificação incluíamos na proposta. Lembro que na Alzira Franco2 tinha duas ou três nascentes que iam para o Tamanduateí, não tinha isso mapeado, mas através da foto aérea fomos chegando lá e definimos parques lineares lá também, assim, o projeto de habitação que estava desenvolvido lá que não estava contemplando isso passou A Subprefeitura de Perus contratou a FUSP para elaboração do
projeto do Parque Linear do Ribeirão Perus. Foi um processo rico ainda em andamento e cheio de conflitos, envolvendo a remoção de moradores de mais de 30 anos; o projeto é inovador em termos hidráulicos, tem a função também de acabar com enchentes em Perus, sendo que a proposta não é piscinão, mas lagoas de retenção que contemplam espaços de lazer e esportes; foi um processo com muito conflito, porque a várzea está sendo recuperada para um parque e para a prevenção de enchentes e as pessoas que estão na várzea serão removidas; Nesse contexto teve uma retomada da discussão em busca de uma democratização do conhecimento do por que ser removido, por que não ser, a questão hidráulica, onde o canal precisa ser ampliado, onde não precisa ser ampliado, chegando-se a minúcias técnicas. É um processo que não acabou e está cheio de conflitos ainda, mas de certa forma, durante esse processo surgiu o desejo de ter o parque desejo, que não existia antes.
E - E isso foi como o sistema de lazer de Santo André? Que você trabalhou lá, você fez participativo também, e é um resultado diferente porque foi plano, mas assim, o que você acha, comparando, os avanços dessa história?
C - O Plano Diretor de Santo André determinava a elaboração do Sistema Municipal de Áreas Verdes e Lazer e definia suas diretrizes. Começamos a pesquisar e vimos que há as experiências de Berlim, Boston e Sevilha sobre uma visão de sistema composto por espaços de lazer e de esporte conectados, formando um sistema benéfico para as pessoas, fauna, flora e recursos hídricos. Em Santo André a proposta foi discutida com ONGs, associações e todo o corpo técnico do município que tinham interesse e envolvimento no assunto. Um dos pressupostos da proposta era incluir as APPs, muitas delas ainda preservadas, como parques fluviais e importantes conectores no Sistema. Priorizou-se a macrozona urbana do município para a implantação do SMAVL, toda
de Santo André, graças as lideranças da Associação de Moradores do Jardim Las Vegas e Milena, Associação dos Moradores da Gamboa (Favela), Associação dos Moradores do Jardim Primavera, Associação dos Moradores do Jardim Cristiane (Favela), Associação dos Moradores do Haras (Favela), Associação de Pais e Mestres da EMEI do Jardim Cristiane, alunos jovens e adultos da Escola Profissionalizante Júlio de Gramont. Nas primeiras edições do OP na região houve forte participação de um Movimento popular e partidário (PT) pela retomada das obras da UBS no Jardim Cristiane. Haviam dois vereadores do PT com forte atuação na região, Carlinhos Augusto que apoiava a Associação do Jardim Primavera e do Jardim Cristiane (Favela), da UBS Jardim Alvorada e do vereador Lima (morador do bairro Jardim Cristiane). A articulação estratégica destas várias Associações e Movimentos Populares fez com que a cada edição anual do OP fossem votadas as prioridades de interesse de uma dessas Associações. Assim, em todos os anos, todas as grandes demandas da região I do OP eram votadas massivamente. As assembleias e reuniões de acompanhamento das obras aprovadas era a oportunidade destes atores sociais cobrarem ações de encaminhamentos às suas reivindicações. Exemplo disso, foram os esforços do DEHAB/PSA em mediar junto ao Governo de SP uma solução habitacional para a ocupação do Haras (área física sob a responsabilidade do Governo do Estado de SP). A PSA realizou várias reuniões para esclarecer as possibilidades de solução habitacional e ambiental e dava satisfação regularmente à Associação dos Moradores do Haras.
E - Quais os avanços e os entraves das lutas dos movimentos sociais na Sub-bacia (movimento ambientalista - movimento por moradia - movimento sindical)?
E.M. - A única entidade que defendia especificamente a questão