C. AraĢtırma Konusu ile Ġlgili ÇalıĢmalar
2.2. Doğu Türkistan Coğrafyasının Belirli Bölgelerinde Ġcra Edilen MeĢrepler
2.2.5. Hoten MeĢrepleri
Durante o seu primeiro ano de funcionamento, somente os Departamentos de Antropologia Física, coordenado por Cabral, e Antropologia Cultural, por Veríssimo, realizaram atividades. À medida que Cabral e Veríssimo desenvolviam suas pesquisas, praticamente sozinhos, perceberam a necessidade urgente do auxílio de pesquisadores de outras ciências, como a Geologia, Ecologia e a Paleontologia, sendo esta última já prevista na estrutura do órgão. No entanto, com a Universidade do Rio Grande do Norte tão jovem, esta ainda não havia formado os especialistas tão necessários para o auxilio nas pesquisas. A solução encontrada pelo IA foi a formação do seu próprio pessoal por meio de um curso intensivo de Introdução à Antropologia.
Para implementar o curso, foram convidados a integrar a equipe do IA dois pesquisadores: Antônio Campos e Silva, ficando responsável pela seção de Geologia e Paleontologia do Quaternário e Protásio de Melo, coordenando a subseção de Malacologia.
No ano de 1963, o IA ainda se dividia entre as duas Antropologias, porém ganhou mais duas áreas de pesquisa e, consequentemente, dois membros, ficando organizado da seguinte maneira160:
O Curso de Introdução à Antropologia destinou-se a formar e habilitar futuros pesquisadores em “técnicas essenciais à pesquisa antropológica no Rio Grande do Norte” e teve sua aula inaugural Importância dos estudos de Antropologia, proferida pelo reitor Onofre Lopes, no dia 10 de janeiro de 1963, com a participação de nove estudantes matriculados.
Funcionando em regime de tempo integral, o curso se dividiu em três etapas, sendo a primeira com duração de seis meses e contanto com aulas teóricas das seguintes disciplinas:
Antropologia Física – Prof. José Nunes Cabral de Carvalho Antropologia Cultural Brasileira – Prof. Veríssimo de Melo Geologia e Paleontologia do Quaternário – Prof. Antônio Campos Linguística e Língua Inglesa161– Prof. Protásio de Melo
Com o término do primeiro ciclo, os alunos foram distribuídos pelos três setores científicos do Instituto162. Durante os doze meses seguintes, o curso foi complementado com
160 OFICIO nº 167/63, de 05 de fevereiro de 1963.
161 A disciplina de Inglês era frequentada tanto pelos alunos do curso, como pelos professores/pesquisadores do IA.
Antropologia Física Antropologia Cultural
Geologia e Paleontologia
do Quaternário Genética
Arqueologia
e Linguística Popular Cultura
dois cursos de extensão: o primeiro, sobre Arqueologia e Etnologia Brasileira, a cargo do prof. Arthur Napoleão Figueiredo, antropólogo e pesquisador da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras da Universidade Federal do Pará163; o segundo, a cargo do prof. Egon Schaden, antropólogo e pesquisador da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras da Universidade de São Paulo, tendo como tema Aculturação Indígena.
Além dos cursos de extensão, fizeram parte do programa conferências proferidas por pesquisadores e professores de universidades brasileiras e estrangeiras. Essas atividades, apesar de planejadas pelo e para os alunos e pesquisadores do IA, eram abertas ao público, principalmente aos outros cursos da Universidade. Em nota publicada em 1964, a respeito dos cursos de extensão, em especial o segundo, encontramos a seguinte passagem:
Ressalte-se que referido curso constituiu acontecimento sem precedente nas atividades do Instituto de Antropologia da URN, pelo interesse despertado nos meios universitários, atingindo frequência diária de mais de sessenta alunos. Concorreu, sem dúvida, para esse resultado surpreendente, a presença do eminente professor Egon Shaden, uma das maiores expressões entre os metres da Etnologia brasileira contemporânea164.
O Prof. Egon Schaden, em sua passagem pelo Instituto e ao conhecer o trabalho científico que vinha sendo desenvolvido na instituição, escreveu a seguinte nota no livro de visitas do IA:
Instituição promissora, o Instituto de Antropologia virá desempenhar um papel de grande alcance no desenvolvimento das Ciências do Homem no Nordeste brasileiro. Entregue a uma equipe de pesquisadores sérios e entusiastas, já realizou trabalhos de mérito.
Ao longo dos 18 (dezoito) meses de curso foram realizadas quatorze conferências e dois cursos de extensão, os quais listamos na tabela abaixo:
162 Antropologia Física: o Terezinha W. de Sá Leitão, Francisco R. de Sá Benevides Filho, José Crispim, Leon Diniz Dantas de Oliveira; Antropologia Cultural: Elizabeth Mafra Cabral, Nássaro Antonio de Souza Nasser, Raimundo Teixeira da Rocha; Geologia e Paleontologia do Quaternário: Manoel Daylor T. de Vasconcelos; Dario Dantas da Silva.
163 Foi também o responsável e o primeiro curador do acervo etnográfico constituído pelos conjuntos Etnologia Indígena; População Urbana/Cultos Afro-Brasileiros e População Interiorana, pertencentes ao atual Laboratório de Antropologia da Universidade Federal do Pará.
Tabela 4: Atividades do Curso de Introdução à Antropologia em 1963 e 1964
Ano Período Tema
1963
07 janeiro Importância dos Estudos de Antropologia
Aula inaugural do Curso, ministrada pelo reitor Onofre Lopes 15 janeiro Baixa Prevalência de Cárie Dentária e Areia Branca e Grossos
Conferência proferida por Aldo da Fonseca Tinoco 28 janeiro Costumes e Tradições Japonesas
Conferência proferida por Confúcio Barbalho 02 fevereiro Índios Ticunas no rio Jandiatuba
Conferência proferida pelo aluno Raimundo Teixeira da Rocha 11 fevereiro Cabo Verde, elo antropológico entre o Brasil e a África
Conferência proferida pelo escritor cabo-verdiano Luís Romano. 03 março Antropologia Moderna
Conferência proferida pelo prof. Estevão Pinto. 10 abril Iugoslávia, México e Egito – Aspectos antropológicos
Conferência proferida pelo diplomata Dr. Nestor dos Santos Lima Sobrinho 25 abril Folclore Gaúcho
Conferência proferida pelo prof. Carlos Galvão Krebs 15 a 30 julho Arqueologia e Etnologia Brasileira
Curso de Extensão ministrado pelo prof. Arthur Napoleão Figueiredo 03 dezembro Pesquisas de Malacologia na Nova Caledônia e Ceilão
Conferência proferida pelo pesquisador George Kline 20 dezembro Fixação do Judeu na África
Conferência proferida pelo escritor cabo-verdiano Luís Romano. 26 dezembro As Secas no Nordeste
Conferência proferida por Rômulo Argentiere
1964
15 a 25 julho Aculturação Indígena, Métodos e Técnicas de Pesquisa Curso de Extensão ministrado pelo prof. Egon Schaden 16 julho
Literatura Negra nos Estados Unidos
Conferência proferida pelo prof. Raymond Sayers da Universidade de Columbia, EUA.
27 julho A Crítica de Costumes na primeira metade do século XIX em Pernambuco Conferência proferida pelo prof. Valdermar Valente da Universidade do Recife
A segunda fase do curso, considerada a fase de aperfeiçoamento, consistiu no trabalho de campo, sobretudo, ao interior do Rio Grande do Norte, e no trabalho em laboratório, com estudo e organização do acervo científico coletado durante as viagens. Em oficio de 11 de
março de 1963, encaminhado ao reitor da UFRN, Cabral relata a participação dos alunos nas viagens de campo do IA:
De regresso de nossa viagem ao município de Pedro Velho, onde estivemos, durante dois dias, procedendo à escavação do cemitério de Coitezeira, juntamente com dez alunos do nosso Instituto de Antropologia [...] 165
Durante os anos de 1963 e 1964 foram realizadas, pela equipe de pesquisadores do IA, 20 (vinte) viagens de campo, sempre com participação e auxílio dos futuros pesquisadores. Das 20 (vinte) viagens realizadas, 02 (duas) foram empreendidas pelo Departamento de Geologia e Paleontologia do Quaternário, 02 (duas) pelo Departamento Antropologia Física e 13 (treze) pelo Departamento de Antropologia Cultural. A tabela abaixo demonstra com mais detalhes as viagens.
Tabela 5: Viagens de campo do IA em 1963
Local Objetivo Departamento/Setor Período
Litoral Norte de
Natal Excursão de Geologia prática Geologia e Paleontologia 7 fevereiro Pedro Velho Pesquisa no Cemitério
abandonado de Coitezeira Antropologia Física 9 março Fazenda Arvoredo Pesquisas geológicas Geologia e Paleontologia 20 março
Florânia
Aquisição de peças etnográficas (ex-votos) da Devoção Popular
de José Leão
Antropologia Cultural 10 julho Mossoró
Pesquisa sobre inscrições
rupestres no Estado Antropologia Cultural Setembro Upanema Caraúbas Apodi Martins Marcelino Viera José da Penha Alexandria Almino Afonso Tenente Ananias
Caraúbas Contato com população isolada
do município de Caraúbas Antropologia Física Outubro
Patu Registro da devoção popular de
Nossa Senhora dos Impossíveis Antropologia Cultural Novembro Pititinga
Coleta de conchas
Malacologia em colaboração com George e Mary F. Kline, pesquisadores da Academia de Ciências Naturais da Filadélfia
(EUA)
Dezembro Maracajaú
Areia Branca
Jardim do Serído Registro da Festa do Terço dos
Negros de Jardim do Seridó Antropologia Cultural 30 e 31 dezembro
Nota-se 01 (uma) viagem realizada em colaboração com os pesquisadores George e Mary F. Kline da Academia de Ciências Naturais da Filadélfia, Estados Unidos, que desenvolviam um estudo sobre a malacologia no litoral do continente americano. Os cientistas americanos foram convidados pelo Instituto para “treinamento e coleta de material malacológico atual nas costas do Rio Grande do Norte”166 e, atendendo ao convite,
percorrerem boa parte do litoral potiguar durante o mês de dezembro de 1963 para pesquisa e coleta de espécimes com o auxílio de Protásio de Melo, diretor da secção de Malacologia do IA, e de dois alunos do curso. Além da atividade de campo, George Kline pronunciou uma conferência para os alunos do curso. A seção Noticiário do Arquivos do IA, ao divulgar a passagem do casal Kline pelo Instituto, diz:
Retornando aos Estados Unidos, o casal Kline incorporou ao acervo do Instituto todo o material destinado à pesquisa. Ofereceram, ainda, uma bolsa de estudos com a duração de 5 anos, na Academia, para um aluno do Instituto. Dessa Forma, a direção do Instituto de Antropologia contraiu uma dívida de gratidão para com George e Mary F. Kline, que ultrapassaram sua tarefa como pesquisadores, identificando-se com o espirito que anima nossa Universidade167.
O Curso de Introdução à Antropologia foi encerrado oficialmente em 25 de julho de 1964, atingindo o seu objetivo ao formar nove jovens pesquisadores que foram prontamente incorporados à equipe de IA com o título de Auxiliar de Pesquisador. Assim ficando o Instituto de Antropologia com o seguinte quadro de pessoal:
166 Ata da 6ª Reunião da Congressão de professores do Instituto de Antropologia da UFRN, 30 de outubro de1963.
Tabela 6: Quadro de pesquisadores do IA em 1964
Nome Atribuição
José Nunes Cabral de Carvalho Pesquisador em Antropologia Física Veríssimo Pinheiro de Melo Pesquisador em Antropologia Cultural Antônio Campos e Silva Pesquisador em Geologia
Protásio Pinheiro de Melo Pesquisador em Malacologia Terezinha Wanderley de Sá Leitão Pesquisador em Antropologia Física
José Crispim Pesquisador em Antropologia Física
Elizabeth Mafra Cabral Pesquisador em Antropologia Cultural Nássaro Antônio de Souza Nasser Pesquisador em Antropologia Cultural Leon Diniz Dantas de Oliveira Pesquisador em Antropologia Física Raimundo Teixeira da Rocha Pesquisador em Antropologia Cultural Francisco Renato de Sá e Benevides Filho Pesquisador em Antropologia Física Manoel Daylor Teixeira de Vasconcelos Pesquisador em Geologia
Dario Dantas da Silva Pesquisador em Geologia
Com o curso finalizado, restava, no entanto, uma terceira e última etapa, com inicio programado para o ano de 1965, por meio da concessão de bolsas de estudo, no Brasil e no exterior, para os pesquisadores auxiliares, finalizando assim o que seria considerado, por Cabral e Veríssimo, a formação sólida de um cientista.
No ano de 1964 e 1965, o número de viagens diminuiu em comparação aos dois primeiros anos. Entre os fatores da diminuição das viagens estava o rigoroso inverno que o estado passou naquele ano, prejudicando as atividades de campo. Em tom de brincadeira, Cabral diz que “as chuvas continuam disputando conosco as áreas de pesquisa”168.
No ano de 1965, as viagens de campo ficaram em segundo plano por dois motivos: primeiro, o IA havia conseguido apoio financeiro do Conselho Nacional de Pesquisas (CNPQ) para um projeto de dois anos de pesquisa paleontológica na Fazenda Lájea Formosa, no município de São Rafael, interior do Rio Grande do Norte. O que tomou o tempo e trabalho de Cabral e Antônio Campos. E segundo, porque alguns de seus pesquisadores auxiliares estavam ausentes em virtude dos estágios empreendidos em outras instituições169.
168 Carta enviada à Paula Couto, pesquisador do Museu Nacional do Rio de Janeiro, em 02 de agosto de 1965. 169 Francisco Renato de Sá e Benevides Filho, estagiando no laboratório de Genética do Instituto de Ciências Naturais da Universidade do Rio Grande do Sul; Theresinha Wanderley de Sá Leitão, estágio na Seção de Paleontologia do Museu Nacional do Rio de Janeiro; Leon Diniz Dantas de Oliveira, estágio na Seção de
Os próprios Cabral e Antônio Campos, com intuito de se especializarem, realizaram estágios de curto período em outras instituições científicas. Antônio Campos passou um período no setor de Sedimentologia da Escola de Geologia do Recife, e Cabral seguiu para o Museu Nacional do Rio de Janeiro, tendo apoio dos paleontólogos Carlos de Paula Couto e Fausto Luis de Souza Cunha. Para Cabral, a sua ida ao Museu Nacional, considerada a maior instituição científica do Brasil, iria proporcionar ao Instituto de Antropologia a chance de trabalhar com “ [...] a maior equipe de cientistas, da mais significação e valia do país. [...] todos eles trarão para nós o acervo de seus conhecimentos e mais a experiência de anos e anos dedicados à Ciência”170. E complementa: “O Instituto de Antropologia nada fará sem a segura
colaboração do Museu Nacional do Rio de Janeiro e outras instituições congêneres, nas quais se procura de fato fazer ciência”171.
Em 1966, o IA já havia estabelecido uma rede de colaboração com cientistas e instituições científicas brasileiras e norte-americanas, principalmente por meio de pesquisas de campo. O envio de peças fósseis para identificação e estudo, assim como a troca de informações por correspondências aumentou consideravelmente.
Na tabela 7, notamos alguns trabalhos realizados pelo IA em colaboração com outros cientistas e instituições. Como, por exemplo, o trabalho de pesquisa do geólogo Jannes Markus Mabesoone, professor da Escola de Geologia do Recife que, ao lado do departamento de Geologia e Paleontologia do IA, coordenado por Antonio Campos, percorreu alguns municípios do Rio Grande do Norte, analisando suas bacias sedimentares.
Tabela 7: Viagens de campo do IA entre os anos de 1964 e 1966
Local Objetivo Departamento/Setor Período
Caraúbas
Pesquisa do Grupo Isolado de Caraúbas, “Os
Caboclos”.
Antropologia Física 19 Janeiro de 1964
Natal Auxílio nas pesquisas dos campos de dunas chefiada pelo geólogo João José Bigarella, professor da Universidade do Paraná.
Geologia e Paleontologia 17 a 20 Abril de 1964 Genipabu
Touros São Bento do Norte
Capuí (CE) Levantamento de Antropologia Cultural Julho de 1964 Roedores do Museu Nacional do Rio de Janeiro; Raimundo Teixeira, encaminhado para a expedição Xavantina- Cachimbo, Norte do Brasil.
170 Carta endereçada ao jornalista Rubens de Azevedo, do estado de São Paulo, 15 de março de 1965. 171 Idem.
inscrições rupestres e coleta de material
folclórico
Grossos Coleta de fósseis Geologia e Paleontologia Setembro de 1964 Mossoró
Coleta de fósseis na Caverna Olho D’Agua da
Escada
Geologia e Paleontologia Setembro de 1964
Santana do Matos Coleta de material
osteológico Antropologia Física Setembro de 1964 Mossoró
Escavação e prospecção da Caverna Olho D’Agua
da Escada
Antropologia Física 19 a 24 Outubro de 1964
22 municípios do Rio Grande do Norte
Coleta de “pelota de coruja”, pesquisa em parceria com o Museu Nacional do Rio de Janeiro
Antropologia Física 16 a 22 de Agosto de 1965 Olho D’agua da Escada, distrito de Barauna, Município de Mossoró Reconhecimento de área para instalação de pesquisa
paleontológica e espeleológica
Geologia e Paleontologia
do Quaternário Agosto de 1965 Ceará Mirim Pesquisa sobre sedimentos,
com apoio do geólogo Jannes Markus Mabesoone, professor da Escola de Geologia do Recife Geologia e Paleontologia do Quaternário 04 a 08 de setembro de 1965 Serra Caiada Macaíba Praia do Cotovelo Olho D’agua da Escada, distrito de Barauna, Município de Mossoró Pesquisa paleontológica e espeleológica Geologia e Paleontologia do Quaternário 10 a 25 de outubro de 1965 Florânia Coleta de ex-votos Antropologia Cultural Janeiro de 1966
Outro cientista que realizou pesquisas na área da geologia, em colaboração com o IA, foi o geólogo João José Bigarella, do Instituto de Geologia da Universidade do Paraná. No livro de visitas do Instituto, João José Bigarella manifestou a sua surpresa e admiração pelo trabalho realizado no IA com as seguintes palavras:
A atividade desenvolvida no Instituto de Antropologia da Universidade do Rio Grande do Norte faz com que se acredite, sinceramente, no rápido
desenvolvimento cultural do Brasil. Esperamos que o esforço empreendido nesta entidade encontre eco e sirva de estimulo às outras instituições [...]172. Além dos trabalhos de pesquisa, o IA continuou a receber pesquisadores para conferências e cursos de extensão. No ano de 1964, por exemplo, o professor Raymond Sayers, da Universidade de Columbia, nos Estados Unidos, que veio ao Instituto, por intermédio de Protásio de Melo, proferir a conferência sobre “Literatura negra nos Estados Unidos”173. No mesmo ano, o IA recebeu a visita dos arqueólogos Clifford Evans e Betty
Meggers que, em carta ao reitor Onofre Lopes, manifestaram a vontade do Instituto Smithsonian em continuar colaborando com as pesquisas do IA.