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Mapa 1 – Localização de Jaboticabal, Olímpia e Bebedouro (JOB) Fonte: CIAGRO/CATI – Unesp.

Localizada na Mesorregião de Ribeirão Preto e Microrregião de Jaboticabal, Jaboticabal foi fundada em 16 de julho de 1828 e elevada à categoria de município em 1867. Possui área territorial de 706,6 km2 (2014), densidade demográfica de 102,61 habitantes/km2 (2013) e grau de urbanização de 97,02% (2010), segundo a Fundação Seade. A breve síntese da evolução histórica de Jaboticabal baseia-se em Bellingieri (2003).

Até várias décadas depois de sua fundação, Jaboticabal constituía-se num povoado baseado praticamente na economia de subsistência, tal como a cultura de cereais e a criação de porcos. A partir de meados da década de 1880, o município ingressou no quadro da expansão cafeeira para o Oeste paulista. A chegada da ferrovia, em 1893, e o grande número de imigrantes (principalmente italianos) que se instalavam, deram impulso à sua atividade cafeeira, ao crescimento de sua população e à sua expansão urbana, com o florescimento de atividades comerciais e industriais.

Durante as três primeiras décadas do século XX, Jaboticabal teve um grande surto de crescimento. Nesse período, passou a ser um dos municípios cafeeiros mais importantes do Estado. Em 1915-1916, era o sexto em produção de café e o quarto em número de pés de café, atrás de Ribeirão Preto, Campinas e São Carlos. Em 1923, era o 6º em número de cafeeiros, com cerca de 18 milhões de pés (SÃO PAULO, 1923).

Houve também um salto em sua atividade industrial, surgindo muitas empresas produtoras de bens de consumo não duráveis. Por exemplo, em 1922, destacava-se a existência de fábricas de 40 tipos de produtos diversos, incluindo 46 de açúcar, 4 de macarrão, 14 de moagem de cereais, 10 de cerveja, 23 serrarias, 8 de sabão, 2 de licores e uma fundição.

Nesse período, houve diversos melhoramentos: primeiro hospital, em 1904; instalação da União Telefônica de Jaboticabal (empresa municipal, depois privatizada), em 1908; inauguração da energia elétrica, em 1910; início dos serviços de água e esgoto, em 1912, além da inauguração do primeiro cinema, em 1911.

Também foram instalados três grandes colégios, que passaram a atrair estudantes de todo o País, e duas faculdades (Escola Municipal de Agricultura e Veterinária; Escola de Farmácia e Odontologia), inauguradas em 1923. Em 1927, havia seis teatros funcionando na cidade. Por esta relevância educacional e cultural, o município recebeu, naquela época, a denominação de Atenas Paulista.

No entanto, a derrocada do café, a partir da década de 1930, abalou a estrutura econômica e política local. Muitos cafeicultores mudaram-se e transferiram seus investimentos para cidades maiores. Escolas foram fechadas, os teatros desativados e muitos estabelecimentos comerciais foram à falência. Se a população da cidade de Jaboticabal, em 1922, era de 19.452 habitantes, em 1940 (quase 20 anos depois) era de apenas 21.928.

Nos anos seguintes, a economia de Jaboticabal declinou em comparação à das demais cidades paulistas. Por exemplo, a Estatística Industrial do Estado de São Paulo mostrou queda da participação do município em relação à indústria paulista: em 1933, Jaboticabal era o 10° em número de fábricas, 18o em capitais invertidos, 26o em número de operários e 31o em valor de produção. E, já em 1936, havia caído para 16o em número de fábricas, 33o em capital invertido, 35o em operários e 36o em valor da produção (SÃO PAULO, 1930/1939).

Na década de 1940, Jaboticabal começou a definir seu novo perfil econômico. Segundo Telarolli (1999), a partir de duas empresas preexistentes, foram constituídas duas usinas de açúcar: Aristides Bellodi e Irmãos (1944), transformada em Usina Santa Adélia S.A. (1958), e Usina Açucareira de Jaboticabal S.A. (1947), transformada em Usina São Carlos (1955). Em 1968, estas usinas iniciaram a produção de álcool e, já a partir da década de 1970, com os incentivos governamentais do Pró-álcool, adquiriram crescente importância e

transformaram-se nas maiores empresas locais, ao tempo em que Jaboticabal se consolidou como município centrado na agroindústria sucroalcooleira.67

Também em Jaboticabal, a partir da década de 1950, algumas empresas cerâmicas fabricantes de filtros de água cresceram e conquistaram o mercado nacional, ao mesmo tempo em que outras foram fundadas, tornando a cidade a maior aglomeração brasileira de empresas desse segmento e fazendo do filtro de água o produto símbolo da economia local (destacando- se o filtro São João, produzido pela Cerâmica Stéfani S.A.). Mas, a partir de 1990, dado o declínio do uso do filtro de água no País, a maioria destas empresas fechou ou reduziu de tamanho, diminuindo a importância desse setor para a economia local, em termos de valor de produção e emprego (BELLINGIERI, 2007). Se, no início da década de 1980, as empresas desse setor geravam 3.000 empregos, em 2011 eram cerca de 400.

Em 1966, foi instalada a Faculdade de Medicina Veterinária e Agronomia de Jaboticabal que, em 1976, foi incorporada à Universidade Estadual Paulista (Unesp), cujo câmpus local possui cinco cursos de graduação e nove programas de Pós-Graduação, com 832 servidores (em julho/2014).

Atualmente, as principais atividades que representam a economia de Jaboticabal são a agroindústria canavieira exportadora de açúcar e álcool (materializada na usina Santa Adélia e nos 88,7% da área plantada do município dedicada à cana, segundo dados de 2011 do IBGE), o cultivo e exportação de amendoim, a metalurgia e, principalmente, o setor terciário, que inclui cinco instituições de ensino superior.

Localizada na Mesorregião e Microrregião de São José do Rio Preto, Olímpia foi fundada em 2 de março de 1903 e elevada à categoria de município em 1917. Possui área territorial de 802,65 km2 (2014), densidade demográfica de 63,31 habitantes/km2 (2013) e grau de urbanização de 94,44% (2010), segundo a Fundação Seade.

Nas primeiras décadas do século XX, Olímpia também se constituiu num importante município cafeeiro, cuja riqueza impulsionou várias atividades comerciais e industriais, principalmente após a chegada da ferrovia São Paulo-Goiás (1914) e de grande contingente de imigrantes italianos, muitos dos quais conquistaram pequenas propriedades agrícolas. Segundo Marangoni (2001), no início da década de 1920, 57% dos cafeeiros pertenciam a estrangeiros, sendo 203 deles italianos. Ainda segundo este autor, os imigrantes italianos trouxeram novos ares a Olímpia, criando sociedades culturais, recreativas, fundando cineteatro, etc., o que contribuiu para o enriquecimento social e cultural do município.

67 Em 2004, a usina São Carlos passou a ser controlada pela Biosev S.A. (empresa do grupo Louis Dreyfus

Com a crise do café, a partir de 1930, veio o inevitável declínio econômico do município, com a redução de suas atividades comerciais e industriais. Nas décadas seguintes, o município manteve seu perfil agrícola, ainda com predomínio do café, até a década de 1960, quando sucessivas quedas de seu preço levaram à sua erradicação e substituição pela produção citrícola (laranja). E, a partir dos anos 2000, a produção citrícola foi suplantada pela cana-de-açúcar. Em 1990, havia 24.410 ha de área plantada de laranja e 9.294 ha de cana-de- açúcar; já em 2010, eram apenas 2.898 ha de laranja e 40.000 ha de cana (dados da Fundação Seade).

Em 1965, foi organizado o 1º Festival do Folclore de Olímpia que, ao longo do tempo, transformou-se num evento nacional, tornando Olímpia reconhecida como a Capital Nacional do Folclore (PREFEITURA MUNICIPAL DE OLÍMPIA, 2014).

Em 1987, o grupo sucroalcooleiro Guarani construiu uma unidade produtora de açúcar no município (usina Guarani, unidade Cruz Alta) que, em 2003, teve sua capacidade de moagem de cana-de-açúcar dobrada e, em 2004, passou a produzir também etanol. Esta usina é a maior empresa industrial do município, com 3.039 funcionários (julho/2014).

Também em 1987, foi inaugurado o clube Thermas dos Laranjais que, ao longo do tempo, foi se transformando num parque aquático de importância turística nacional.

A ideia de se criar um clube de águas quentes partiu de um empresário local, aproveitando-se de um poço perfurado pela Petrobrás em 1958, que não encontrou petróleo, mas, sim, água quente, e que se encontrava lacrado desde 1959.

Em 2013, o Thermas atraiu 1,65 milhão de visitantes (aumento de 27% em relação a 2012), tendo sido o 1º parque da América Latina e o 5º do mundo, em quantidade de visitantes anuais. O sucesso deste empreendimento determinou, a partir de meados da década de 2000, forte boom turístico, definindo novo perfil econômico para o município.

Atualmente, existem 17 hotéis, 39 pousadas, 4 hotéis-fazenda, 2 resorts, 230 casas para temporada (somando 8.868 leitos), 40 restaurantes, 14 pizzarias, 6 churrascarias e 19 operadoras de turismo. Ainda, há 7 hotéis em construção e 25 projetos de novos hotéis até 2016. E, ratificando o novo status turístico do município, em julho de 2014, a Assembleia Legislativa de São Paulo concedeu a Olímpia o título de Estância Turística (PREFEITURA MUNICIPAL DE OLÍMPIA, 2014).

As principais atividades que representam a economia olimpiense são a agroindústria canavieira, indústrias de materiais elétricos e, principalmente, comércio e serviços, com a atual predominância do setor turístico, além de duas instituições de ensino superior.

Localizada na Mesorregião de Ribeirão Preto e Microrregião de Jaboticabal, Bebedouro foi fundada em 03 de maio de 1884 e elevada à categoria de município em 1894. Possui área territorial de 683,3 km2 (2014), densidade demográfica de 109,52 habitantes/km2 (2013) e grau de urbanização de 95,29% (2010), segundo a Fundação Seade.

Como grande parte das cidades paulistas nas primeiras décadas do século XX, Bebedouro também se inseriu na dinâmica do complexo cafeeiro, determinando sua expansão comercial, industrial e urbana, principalmente a partir da chegada da ferrovia, em 1902.

Izidoro Filho (1991) descreve o surgimento, naquele período, de várias atividades industriais, tais como beneficiadoras de café, de arroz, refinarias de açúcar, fundições, serrarias, fábricas de macarrão, bebidas, licores, ladrilhos, mosaicos, colchões, móveis, camisas, seda, sabão, laticínios, etc. Também surgiram agências bancárias, hotéis, casas comerciais, além de vários melhoramentos: hospital, escolas, teatro, calçamento das ruas, construção e remodelação de praças e jardins, campo de futebol iluminado, etc.

Mas, a crise do café também trouxe o declínio econômico de Bebedouro, gerando também uma relativa desconcentração fundiária na região, emergindo daí pequenas propriedades familiares (embora várias grandes permanecessem). A partir da década de 1930, destacavam-se a cultura de cereais, algodão, mandioca e, principalmente, a pecuária, tornando Bebedouro importante produtor de carne e abastecedor dos matadouros de Barretos.

Mas, a atividade que cresceu e acabou por prevalecer foi a citricultura, cujas causas Chalita (2004) explica a seguir.

Desde antes da derrocada do café, já havia políticas de incentivo à plantação de laranjas. Por exemplo, em 1924, por considerar Bebedouro um território privilegiado para a disseminação regional de frutas cítricas, graças à qualidade das terras, clima e proximidade das vias férreas, a Secretaria Estadual de Agricultura criou na cidade um Horto Florestal, que distribuiu 150 mil mudas de laranjeiras e garantiu assistência técnica para o plantio e acompanhamento dos pomares.

Em 1936, a Prefeitura criou o Departamento Municipal de fomento à Fruticultura que, no mesmo ano, vendeu 61.200 mudas de laranjeiras aos lavradores do município. Izidoro Filho (1991, p. 587) reproduz um artigo publicado pela Prefeitura no jornal Gazeta de Bebedouro, em 28-03-1937, em que dizia: “Plantar laranjeiras é desejar a sua própria prosperidade e é também trabalhar para a riqueza do nosso amado município de Bebedouro. Não há meio mais fácil para tornar-se rico e revelar-se patriota”.

Durante as décadas de 1940 e 1950, esta cultura foi adotada pelas grandes propriedades, que se aproveitavam dos incentivos governamentais em favor das exportações

da fruta, in natura. E, dada a demanda crescente pela fruta, o cultivo foi generalizando-se, numa corrida ao “ouro amarelo”, em substituição ao “ouro verde”, do café. A partir da década de 1940, surgiram packing-houses, grandes entrepostos destinados à lavagem, seleção e armazenamento das frutas destinadas à exportação e, em 1945, a primeira fábrica de suco não concentrado, de Alberto Cocozza. Em 1950, Bebedouro era o terceiro município do Estado em número de árvores e, em 1959, o primeiro em exportações (CHALITA, 2004).

Na década de 1960, constitui-se o complexo agroindustrial citrícola, quando surgiram as empresas processadoras de suco de laranja concentrado e congelado: Cia. Mineira de Conservas (1962), SEIVA S.A. (1963) e Citrobrasil S.A. (1965)68. A partir daí, os produtores de laranja transformaram-se em fornecedores de matéria-prima para a indústria do suco.

Nas décadas de 1970 e 1980, a relevância desse setor consolidou-se e enraizou-se na cidade. Em 1976, Bebedouro tornou-se sede da Coopercitrus, atualmente a maior cooperativa citrícola do País e, em 1983, sede da Credicitrus, cooperativa de crédito. O município tornou- se a Capital Nacional da laranja e apresentava forte dinamismo econômico, a ponto de o presidente Fernando Collor de Mello ter declarado, em 1990, que gostaria que todas as cidades brasileiras se transformassem em ilhas de prosperidade tal como Bebedouro.

No entanto, desde o final da década de 1980, ocorrem transformações no setor citrícola, assim sintetizadas por Bellingieri, Borges e Souza (2012): a) novas estratégias das empresas processadoras de suco (por exemplo, o uso de pomares próprios), que aumentam seu poder de barganha e impõem baixos preços de compra aos produtores; b) transformações naturais do mercado, como a queda da demanda mundial por suco de laranja e o aumento dos custos para o cultivo da laranja, em face de mais problemas fitossanitários, maior necessidade de irrigação e aumento das despesas com mão de obra para colheita e transporte.

Essas transformações têm trazido crises recorrentes ao setor citrícola, repercutindo negativamente na economia bebedourense. Um dos efeitos tem sido a saída de milhares de pequenos agricultores da atividade citrícola, os quais, em Bebedouro, têm migrado para a cana-de-açúcar. Em 1990, havia 42.440 ha de área plantada de laranja e 3.700 ha de cana-de- açúcar, proporção que se alterou em 2010 para 17.320 ha de laranja e 29.300 ha de cana (Fundação Seade).

68 Em 1970, a Cia. Mineira de Conservas passou a ser controlada pela empresa italiana Sanderson S.A., que

expandiu enormemente sua capacidade produtiva, mas faliu em 1974. A massa falida foi adquirida pelo governo estadual que, em 1975, criou a Frutesp S.A., empresa essa privatizada em 1978, passando a ser administrada por uma cooperativa de produtores locais. Em 1992, a Frutesp foi vendida à Louis Dreyfus Commodities, atualmente a única empresa processadora de suco de laranja instalada na cidade. Já a Citrobrasil S.A. foi vendida à Cargill, ainda na década de 1970. Em 2004, a Cargill encerrou suas atividades citrícolas no Brasil e vendeu a unidade à Citrosuco, que a desativou em 2009 (PEREIRA, 2012).

Pereira (2012) sugere que a venda da Frutesp para a Louis Dreyfus, em 1992, prejudicou a economia local, pois contribuiu para concentrar e fortalecer a indústria de suco e reduzir o preço da laranja paga aos produtores, o que teria piorado os níveis de emprego, renda e distribuição de renda no setor citrícola e, consequentemente, no município. A venda da Cargill para a Citrosuco, em 2004, também teria repercutido negativamente, o que se teria agravado ainda mais com sua desativação, em 2009.

Atualmente, as principais atividades que representam a economia de Bebedouro são a agroindústria citrícola – a microrregião de Bebedouro é o centro do chamado Cinturão Citrícola paulista, que concentra 60% da produção de laranja e 70% da de suco concentrado, no Brasil (NEVES, 2010) –, e também empresa de esmagamento de soja, de laticínios (Catupiry) e de logística, além de três instituições de ensino superior.

Tratando agora do aspecto demográfico das cidades em estudo, o Gráfico 1 mostra a evolução das populações das cidades de JOB, no período de 1980/2013.

41.554 31.642 45.981 50.813 74.835 74.743 65.117 57.784 67.325 72.501 46.812 45.751 0 10.000 20.000 30.000 40.000 50.000 60.000 70.000 80.000 1980 1982 1984 1986 1988 1990 1992 1994 1996 1998 2000 2002 2004 2006 2008 2010 2012

Jaboticabal Olímpia Bebedouro

Gráfico 1 – População JOB, 1980/2013 Fonte: Fundação Seade.

Em 1980, Jaboticabal e Bebedouro tinham tamanho demográfico semelhante: 46.812 habitantes em Jaboticabal e 45.751 em Bebedouro. A população de Olímpia correspondia a aproximadamente 70% da daquelas cidades.

Ao longo da década de 1980, as três cidades cresceram a taxas mais elevadas que a média estadual (Gráfico 2), sendo que Bebedouro cresceu 3,58% ao ano, ganhando quase 20 mil habitantes, ao passo que Jaboticabal ganhou menos de 11 mil habitantes (crescimento de 2,11% ao ano). Em 1991, a população de Jaboticabal era de 57.784 e a de Bebedouro, 65.117 habitantes.

0,84 0,84 0,87 2,11 1,49 0,62 0,41 0,55 2,75 -0,09 3,58 1,16 0,04 1,09 1,82 2,12 -0,5 0 0,5 1 1,5 2 2,5 3 3,5 4 1980-1991 1991-2000 2000-2010 2010-2013 Jaboticabal Olímpia Bebedouro Estado SP

Gráfico 2 – Taxa geométrica de crescimento anual da população, JOB e Estado de São Paulo, 1980/2013 (em % a.a.)

Fonte: Fundação Seade.

O Gráfico 2 mostra que, durante as décadas de 1990 e 2000, as três cidades reduziram suas taxas de crescimento populacional, passando a crescer abaixo da média paulista. Bebedouro sofreu a redução mais intensa, principalmente a partir de 2000, quando a população praticamente se estabilizou, chegando a ter pequena queda entre 2010 e 2013. Por isso, as populações de Bebedouro e Jaboticabal voltaram a convergir, sendo, em 2013, de 72.501 em Jaboticabal e 74.835 em Bebedouro. Em 2013, a população de Olímpia, de 50.813 habitantes, continuava a ser cerca de 70% da população de Jaboticabal e de Bebedouro.