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Devrin Sonuçları

Belgede Ticaret unvanı ve korunması (sayfa 107-0)

2.5. TİCARET UNVANININ DEVRİ

2.5.3. Devrin Sonuçları

Ao nome e obra de João Calvino devem ser acrescentados nome e obra de John Knox para que as raízes do presbiterianismo sejam conhecidas. Ao primeiro, já está claro, fica atri- buído o título de pai da teologia presbiteriana; Knox, por sua vez, pode ser reconhecido como pai do sistema eclesiástico presbiteriano. Se Calvino, em Estrasburgo ou em sua segunda pas- sagem pela cidade de Genebra, já havia organizado a chamada Igreja Calvinista, foi com Knox que ela se consolidou e se tornou artigo de exportação. Foi ele o impulsionador do mo- vimento que deu o nome presbiteriano – e a organização que perdura até hoje – às igrejas reformadas de tradição calvinista na Escócia. O mesmo Martin Bucer que fez com que Calvi- no se instalasse em Genebra naquela sua segunda importante passagem pela cidade foi quem, ao final de sua vida, foi morar e desenvolver ministério na Grã-Bretanha, onde ensinou a Re- forma e transmitiu seu legado a John Knox (FEBVRE, 2002)

Em meio a questões políticas ligadas ao apoio da Escócia à França católico-romana, que era a opção política escocesa mais tradicional, ou à Inglaterra protestante, o protestantis- mo entrava em solo escocês, principalmente por intermédio de estudantes que chegavam da Alemanha. O que se observava era uma certa decadência da Igreja Católica em território esco- cês, e não somente lá: "A Escócia, às vésperas da Reforma, oferecia, do ponto de vista religio- so, o mesmo espetáculo da maior parte dos países do Ocidente. Uma profunda piedade, porém anárquica, e um humanismo cristão de grande qualidade caminhavam a par de inumeráveis abusos" (DELUMEAU, 1989, p. 142). Situação que pode ser ampliada da Igreja para o terreno secular e da Escócia para a Europa, que "parecia um imenso bairro em demolição, toda cober- ta de ruínas, mostrando somente, aqui e ali, pobres casebres provisórios e trincados" (FEBVRE,

2002, p. 13).

Jean Delumeau revela o retrato das questões religiosas na Escócia e aponta um cenário de profundas contradições (piedade versus abuso):

Quatorze igrejas colegiais, a maior parte das vezes com uma escola anexa, e uma de- zena de hospitais, surgiram entre 1450 e 1550. William Elphinstone (1431-1514) foi um nobre e piedoso bispo de Aberdeen. Na universidade de Saint-Andrews, foram fundados dois colégios no início do século XVI. Mas, em contrapartida, o cardeal James Beaton tinha nove filhos; Hepburn, bispo de Moray, tinha dez, todos de mães diferentes. Os reis da Escócia, colocando seus protegidos à frente das abadias e dos bispados, aceleraram a decadência da igreja. Os fiéis eram freqüentemente por ela abandonados. Na véspera da Reforma, 262 paróquias tinham um cura, contudo mais de 600 tinham sido deixadas a substitutos, muitas vezes pouco instruídos. Isso era da maior gravidade (1989, p. 142).

Apesar do quadro decadente da igreja romana pré-Reforma, teoricamente favorável à aceitação e propagação dos pressupostos reformados, os conflitos políticos pós-Reforma difi- cultaram a chegada do protestantismo à Escócia. As mudanças são traumáticas e nem sempre aceitáveis: "os primórdios [na Escócia] foram difíceis" (DELUMEAU, 1989, p. 143) e citou e- xemplos históricos para corroborar sua tese. Dos mártires do período, destaca-se aqui, por razões que ficarão claras em seguida, o exemplo de George Wishart:

Em 28 de março de 1546, o primeiro dos apóstolos calvinistas da Escócia, o eclesi- ástico George Wishart, que pertencia a uma grande família do país, foi mandado pa- ra a fogueira. Era um homem, diz um de seus discípulos, "cortês, humilde, amável, feliz a ensinar, ansioso por aprender... Sua caridade não tinha limite, de noite, ao meio dia e pelo dia inteiro..." [Citado em (...) P. JANELLE, La crise religieuse..., p. 431] (DELUMEAU, 1989, p. 143).

Apesar ou por causa das mortes de muitos protestantes, algumas por ordem do próprio Parla- mento, a nova fé se expandia na Escócia.

Depois que os protestantes escoceses invadiram e tomaram o castelo de Santo André, centro de resistência católica no país, em 1546, numa demonstração política de sua força, en- trou em cena John Knox, que se tornou o porta-voz do movimento reformador na Escócia. Sobre ele, Delumeau escreve: "Wishart [o mártir citado anteriormente] teve um sucessor no 'tonante' John Knox (1505-1572), um padre que a leitura de Santo Agostinho afastara da esco- lástica e que fora convertido à Reforma pelo exemplo de Wishart" (1989, p. 143). Santo Agos- tinho, teólogo que sistematizou as doutrinas de pacto, eleição ou predestinação sob a influên- cia direta das idéias do apóstolo Paulo, foi o mentor teológico de João Calvino em sua obra teológica máxima, de longe seu interlocutor mais importante e autor mais citado. As afinida- des intelectuais e teológicas de Knox e Calvino revelaram-se muito antes de seu encontro.

Quando os católicos retomaram a posse daquele castelo, em julho de 1547, aconteci- mento de grande valor simbólico, político e estratégico, Knox foi exilado, passando por algu- mas cidades européias, Genebra dentre elas, onde travou amizade com João Calvino:

Em julho de 1547, a esquadra francesa retomou Saint-Andrews e Knox foi enviado para as galés de Henrique II (...). Prisioneiro em Ruão, depois no Mont-Saint- Michel, John Knox foi libertado a instâncias de Somerset, mas não pôde retornar à pátria. Trabalhou então na Inglaterra na redação dos XLII Artigos de 1553. No rei- nado de Maria Tudor, encontramo-lo primeiro em Dieppe, onde ergueu uma igreja próspera, depois em Genebra, seguidamente em Francfort, onde não se entendeu com alguns refugiados ingleses de tendência episcopaliana. Regressando à Escócia em 1555, não pôde permanecer ali durante muito tempo, por terem recomeçado as perseguições. Retirou-se portanto novamente para Genebra, travou amizade com Calvino, ao lado do qual figura hoje no monumento erigido às margens do Leman em homenagem aos Reformadores. Entretanto na Escócia, os fidalgos protestantes adotavam, em dezembro de 1557, o Prayer Book de Eduardo VI. No ano seguinte, requeriam a liberdade de culto à regente, Maria de Lorena. Nos começos de 1559, um panfleto anunciou para o Pentecostes a ocupação pelos pobres da Igreja católica. Knox, chamado pelos seus compatriotas revoltados contra Maria de Lorena, desem- barcou em Edimburgo a 2 de maio de 1559. Em muitas localidades, os altares foram destruídos pela multidão, conventos de Franciscanos, de Dominicanos e de Cartuxos postos a saque. A morte de Maria de Lorena (10 de junho de 1560) facilitou o triun- fo da Reforma (DELUMEAU, 1989, p. 143).

Ao retornar a seu país, após o exílio forçado, Knox continuou a ser uma voz trovejante de encorajamento aos protestantes:

Knox e seus colaboradores se ocupavam em organizar a igreja reformada da Escócia, que tomou uma forma de governo semelhante ao presbiterianismo posterior. Em ca- da igreja se elegiam anciãos, e também o ministro (...). O livro de disciplina, o Livro

da Ordem Comum, e a Confissão Escocesa, foram os pilares sobre os quais Knox construiu sua nova igreja (GONZALEZ, 1989, p. 142).

Em grego, o termo ancião é "presbítero" – daí o nome presbiterianismo, ou seja, igreja gover- nada por presbíteros ou anciãos.

Ainda sobre o período, há mais um trecho de Delumeau digno de nota por apresentar a cronologia do movimento e as relações da Escócia de John Knox com Genebra de João Calvi- no:

Em 17 de agosto [de 1560], o Parlamento adotou quase sem resistência uma confis- são de fé redigida por John Knox. Era nitidamente inspirada pela Instituição cristã [as Institutas de Calvino], embora passasse bastante à pressa pela doutrina da pre- destinação. A jurisdição papal foi abolida na Escócia.

Em Dezembro de 1560, abriu a primeira assembléia geral da Igreja escocesa refor- mada, à margem de qualquer convocação do Parlamento. Ela compreendia apenas seis ministros em quarenta membros. Dessa deliberação saiu o Livro de disciplina que organizava futuramente a Igreja do país. Era suprimido o episcopado e instituí- dos dois cargos fundamentais (em vez de quatro em Genebra), o de ministro e o de ancião "sempre juntos nos diversos corpos eclesiásticos, desde o Consistório da Igre- ja local até à assembléia geral". Os ministros não eram escolhidos por cooptação cle- rical nem designados pelas autoridades, mas eleitos pelos fiéis. Dizia com efeito o

Livro de disciplina: "Compete ao povo, a todas e a cada uma das congregações, ele- ger seus ministros (...)".

De temperamento pouco democrata, Calvino tinha rejeitado, em Genebra, a eleição de pastores pelos fiéis. Os Presbiterianos escoceses se inspiraram preferentemente na Confissão francesa de 1559 (...) e nos primeiros escritos de Lutero. A assembléia de dezembro de 1560 pôs a funcionar um notável sistema de ensino abrangendo todas as categorias de estudos da escola primária à universidade. A fuga de Maria Stuart, em 1568, deixou por algum tempo o campo livre aos Presbiterianos da Escócia (1989, p. 144).

Assim como na igreja de John Knox na Escócia, o presbiterianismo posterior, difundi- do a partir dela, adotou o modelo por ele instituído, ou seja, um regime de governo democráti- co-representativo,26 que pode ser demonstrado aqui pelo exemplo da IPB: "O governo e a ad- ministração de uma igreja local competem ao Conselho, que se compõe de pastor ou pastores e dos presbíteros" (CI/IPB, Art. 8o). O artigo seguinte da CI/IPB, sobre a assembléia geral da igreja e sua competência, determina que os presbíteros que governam a igreja, isto é, os que detêm o poder na igreja, inclusive o poder da disciplina dos membros,27 só podem ser eleitos pela assembléia dos membros da igreja local: foram mantidas a estrutura e a organização de igreja propostas por Knox e também suas intenções.

Na IPB, o poder direto da assembléia formada por todos os membros é bastante limita- do, pois o governo e a administração da igreja local são de responsabilidade do Conselho, o concílio que exerce jurisdição sobre a igreja local. Os presbíteros eleitos pela Assembléia para

26

"A forma (...) que o governo da Igreja assume em qualquer época dada não constitui um acidente, mas deve ser vista como expressão externa de espírito que trabalha de dentro – a corporificação de processo inteligível" (A. V. G. Allen, apud WACH, 1990, p. 180-181).

27

Calvino (v. IV, 1989) defende que a disciplina eclesiástica só pode ser exercida por um Conselho, nunca por uma pessoa apenas, o que foi seguido na prática pela IPB, pois nela a disciplina dos fiéis é feita sempre e somen- te pelo Conselho – presbíteros e pastor(es).

fazer parte do Conselho não recebem dela mandato imperativo, podendo, assim, decidir sem- pre segundo os seus critérios, que não representam necessária e diretamente a vontade de quem os elegeu. Sobre a assembléia, a CI/IPB reza o seguinte:

A assembléia geral da igreja constará de todos os membros em plena comunhão e se reunirá ordinariamente, ao menos uma vez por ano, e, extraordinariamente, convo- cada pelo Conselho, sempre que for necessário, regendo-se pelos respectivos estatu- tos.

Compete à assembléia:

a) eleger pastores e oficiais da igreja;

b) pedir exoneração deles ou opinar a respeito, quando solicitada pelo Conselho; c) aprovar os seus estatutos e deliberar quanto à sua constituição em pessoa jurídica; d) ouvir, para informação, os relatórios do movimento da igreja no ano anterior, e tomar conhecimento do orçamento para o ano em curso;

e) pronunciar-se sobre questões orçamentárias e administrativas, quando isso lhe for solicitado pelo Conselho;

f) adquirir, permutar, alienar, gravar de ônus real, dar em pagamento imóvel de sua propriedade e aceitar doações ou legados onerosos ou não, mediante parecer prévio do Conselho e, se este julgar conveniente, também do respectivo Presbitério; g) conferir a dignidade de pastor emérito, presbítero emérito e diácono emérito (Art. 9o, § 1o).

As poucas atribuições exclusivas da assembléia revelam sua subordinação ao Conse- lho, que de fato é quem dirige a igreja. Há uma outra limitação clara ao poder da assembléia, pois, ainda que de fato os dirigentes da igreja local, os presbíteros, sejam escolhidos por ela – poder originário do povo –, os eleitores não podem votar em qualquer membro da comunida- de, pois a CI/IPB é bastante restritiva: "Para o ofício de presbítero ou de diácono serão eleitos homens maiores de 18 anos e civilmente capazes" (Art. 25, § 2o). O termo homens, quando relacionado a eleição de oficiais, não significa genericamente homem e mulher. Ao contrário, denota especificamente pessoas do sexo masculino. É uma questão de gênero, de exclusão do gênero feminino. Por isso é que o concílio, cujo poder é derivado do povo, nem sempre repre- senta a vontade espontânea do povo, uma vez que as mulheres, apesar de eleitoras, não podem ser votadas; elas não são membros de pleno direito.28

Ainda sobre a organização do quadro administrativo da IPB, segundo a CI/IPB:

O Presbítero regente é o representante imediato do povo, por este eleito e ordenado pelo Conselho, para, juntamente com o pastor, exercer o governo e a disciplina e ze-

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Em sua dissertação de mestrado, Paixão Junior (2000) faz referência a alguns problemas no sistema democráti- co da IPB, que diminuem a garantia de sua representatividade, nascidos de brechas permitidas pelo texto da lei em sua interpretação, aproveitadas quase sempre pelas camadas dominantes, com mais acesso à gerência do capital simbólico da denominação. Em nenhuma passagem Paixão Junior (2000) aponta a impossibilidade da ordenação feminina como um grave problema de representatividade no sistema.

lar pelos interesses da igreja a que pertencer, bem como pelos de toda a comunidade, quando para isso eleito ou designado (Art. 50).29

Seguem-se à definição as competências dos presbíteros (CI/IPB, Art. 51), das quais se desta- cam: "levar ao conhecimento do Conselho as faltas que não puder corrigir por meio de admo- estações particulares" e "instruir os neófitos", ou seja, eles são eleitos para, dentre outras coi- sas, zelar pela manutenção da ordem por meio da correção dos já inseridos e da modelagem dos novos.

Para compreender a organização da IPB, não só na comunidade local, também nacio- nalmente, são pertinentes as seguintes explicações:

Os presbiterianos brasileiros são fiéis a João Calvino quanto ao governo eclesiástico. Organizam-se a partir da relativa autonomia da congregação local, num sistema fede- rativo e piramidal de concílios. Cada congregação local tem um conselho de presbí- teros eleitos por ela; um grupo de congregações locais forma um presbitério; um grupo de presbitérios forma um sínodo, e todos os presbitérios formam o supremo concílio ou assembléia geral (MENDONÇA; VELASQUES, 1990, p. 36).

Como também são pertinentes as proposições de Wilson Emerick de Souza, ao anali- sar a função dos presbíteros regentes como personagens fundamentais no sistema de governo presbiteriano, pois "a espinha dorsal da estrutura governamental da IPB é feita através da elei- ção dos presbíteros regentes que deve representar os interesses da comunidade" (1998, p. 21): apesar de não constar nos regulamentos e de não ser mencionado publicamente, há um código introjetado no inconsciente dos fiéis que determina um modelo ideal de representante – estabi- lidade financeira, eficiência profissional, exemplo de vida familiar, opção política (conserva- dora e "de direita"), conservadorismo teológico, rigorismo disciplinar, espírito anticatólico, centralidade de poder, elitismo e símbolo de status.30

Ainda que investidos de autoridade para dirigir os destinos da comunidade nada im- pede aos representantes de consultar as bases ou a própria assembléia da Igreja. Po- rém, observa-se que isto raramente acontece, uma vez que os presbíteros temem di- vidir o poder com a congregação, preferindo exercê-lo isoladamente, suspeitando do enfraquecimento de sua liderança (SOUZA, Wilson, 1998, p. 25).

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O presbítero regente se diferencia, quanto ao ofício, do presbítero docente, responsável pelo ensino, que é o pastor da igreja.

30

Ser presbítero é símbolo de status: "ao contrário do que prevê a sua estrutura governamental quanto à inexis- tência de hierarquia entre os diversos cargos na Igreja, os presbíteros representam o poder na instituição e, devi- do aos seus privilégios, competem entre si e especialmente com o pastor. Outra evidência do status da posição frente ao grupo é evidenciada por ocasião das eleições internas que são bastante concorridas, envolvendo disputa pelo exercício do poder, uma vez que este é o posto de maior importância na comunidade local e oferecerá con- dições para galgar outros cargos nos concílios superiores. O que se verifica no processo eleitoral é que, geral- mente, os não-eleitos de distanciam da comunidade e de outros cargos menores, ou passam a freqüentar outra comunidade visando reiniciar a sua trajet ória na busca do exercício do poder" (SOUZA, Wilson, 1998, p. 26).

Do presente para o passado e do passado novamente para o presente, do Brasil para a Europa e depois de lá para cá, fica evidente que para uma sociologia do presente do protestan- tismo no Brasil é indispensável a leitura dos primórdios do protestantismo na Europa. O a- bismo oceânico entre os dois continentes foi superado em contexto moderno pelas grandes navegações: os primórdios do mundo globalizado. "O que chamamos de globalização hoje em dia é o resultado no momento atual de um processo que se iniciou com a conquista das Amé- ricas e a expansão dominadora do ocidente europeu sobre o planeta" (MORIN, 2002b, p. 39). Por incrível que pareça, especialmente àqueles que pensam tratar-se a globalização de evento com efeitos muito contemporâneos, a teologia e a eclesiologia presbiterianas praticadas no Brasil do início do século XXI têm seu berço na Europa do século XVI, que soube fazer de dois importantes avanços dentre outros dos inícios da era planetária: a imprensa e a navegação planetária.31

A passagem de lá para cá, que foi um salto e não simplesmente um passo, deve ser compreendida, e somente assim, com a inclusão da estação para escala da mensagem e da éti- ca em o norte da América. Não haveria protestantismo brasileiro tal e qual se praticou sempre e se pratica ainda hoje no Brasil sem a escala e fixação dos europeus em a Nova Inglaterra, futuros EUA. Se a teologia e a eclesiologia vieram da Europa, seu modus vivendi, ou seja, a forma como tudo isso atinge o povo, foi engendrado nos EUA e de lá exportado para cá.

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