KAVRAMSAL ÇERÇEVE
I. Dünya savaşından sonra Osmanlı Devleti topraklarının işgal edilmesi üzerine Mustafa Kemal Paşa’nın önderliğinde başlayan “Milli Mücadele” döneminde, düşman
2.6. Hizmet Öncesi Öğretmen Yetiştirme
2.7.1. Coğrafya Öğretmenlerine Yönelik Hizmet İçi Kapasite Geliştirme Faaliyetler
No artigo de Oommen [29], ´e apresentada uma f´ormula experimental para o c´alculo da temperatura, que propicia a formac¸˜ao de bolhas de g´as, nos transformadores com sobrecarga. A equac¸˜ao calcula a temperatura em func¸˜ao do teor de umidade(Wp), da press˜ao total (pv) e do teor de g´as (g). O 1o
termo da equac¸˜ao ´e derivado da equac¸˜ao apresentada por Feesler [170].
Tb = · 6996.7 22, 454 + 1, 4495 · ln We− ln pv ¸ − · exp (0, 473 · Wp) · ³ g 30 ´1,585¸ (5.17)
Na equac¸˜ao de Fessler [170] h´a um erro alg´ebrico, como j´a citado anteriormente no cap´ıtulo 3 [64]. Portanto, o 1o termo da equac¸˜ao apresentada por Oommen deve ser corrigido para:
Tb = · 7069 22, 9499 + 1, 4959 · ln We− ln pv ¸ (5.18)
5.7
Conclus˜oes do cap´ıtulo
Foram apresentadas as limitac¸˜oes e fontes de erros mais comuns, que afetam o c´alculo da tempera- tura do ponto quente do enrolamento e do topo do ´oleo de transformadores. Como a temperatura do ponto quente tem uma enorme influˆencia no envelhecimento do isolamento e, consequentemente, na vida ´util do equipamento, ´e fundamental que o seu c´alculo seja preciso [158, 172, 160, 161, 173, 157, 162, 168, 174, 175, 176, 177, 178].
Pode-se, a princ´ıpio, considerar que a principal fonte de erros do modelo t´ermico do Anexo G da IEEE Standard C57.91-1995/2000 [2]´e a estimativa da temperatura do topo do ´oleo, principalmente devido aos erros na aquisic¸˜ao de dados.
De acordo com a bibliografia pesquisada o modelamento da formac¸˜ao de bolhas de g´as ainda n˜ao est´a totalmente definido [31, 70, 71, 179, 180, 181, 182, 183, 184, 185], pois est´a diretamente ligado ao teor de umidade da isolac¸˜ao dos transformadores.
Para as temperaturas elevadas do enrolamento, a umidade residual na isolac¸˜ao do enrolamento pode ocasionar a formac¸˜ao de bolhas de g´as, e segundo Jaakkola [186] isto tamb´em pode ocorrer quando o teor de umidade excede a 3,5% durante a sobrecarga de um transformador, e portanto,
criando imediatamente uma ameac¸a `a integridade da isolac¸˜ao s´olida. A avaliac¸˜ao do teor de umidade na isolac¸˜ao s´olida ´e essencial em qualquer programa de avaliac¸˜ao das condic¸˜oes de operac¸˜ao do transformador, pois ´e fator decisivo na formac¸˜ao de bolhas de g´as nos transformadores em operac¸˜ao. O monitoramento do ponto quente tamb´em ´e fundamental para estabelecer o limite m´aximo de carregamento para evitar a formac¸˜ao das bolhas de g´as.
Cap´ıtulo 6
Resultados Experimentais e Discuss˜oes
Neste cap´ıtulo ´e proposta uma metodologia para o monitoramento e avaliac¸˜ao da vida ´util do trans- formador de potˆencia. ´E tamb´em proposta uma rotina para a estimativa da umidade do papel isolante e a determinac¸˜ao da temperatura de formac¸˜ao de bolhas de g´as.
Estas t´ecnicas constituem as ferramentas m´ınimas necess´arias para a implementac¸˜ao do carre- gamento dinˆamico do transformador de potˆencia.
Como j´a documentado, a maior precis˜ao, do c´alculo da temperatura do ponto quente do enrola- mento, ´e fundamental para aumentar a confiabilidade de operac¸˜ao do transformador com carrega- mento dinˆamico.
Portanto, neste cap´ıtulo s˜ao tamb´em apresentados os resultados e a avaliac¸˜ao do c´alculo da tem- peratura de topo do ´oleo do transformador, usando redes neurais artificiais e a m´aquina de vetores suporte baseada em m´ınimos quadrados (LS-SVM).
Todas as metodologias propostas s˜ao fundamentais na avaliac¸˜ao dos resultados experimentais dos modelos estudados, e documentados pela vasta pesquisa bibliogr´afica realizada neste trabalho.
Finalmente, as metodologias propostas s˜ao validadas atrav´es de simulac¸˜oes computacionais com dados experimentais ou dispon´ıveis na literatura cient´ıfica.
6.1
Determinac¸˜ao do grau de polimerizac¸˜ao (GP) atrav´es do
teor de furfural
Como j´a registrado por Emsley [95] e Lundgaard [133], Stebbins [134] tamb´em verificou atrav´es de dados experimentais [135], que o papel termicamente estabilizado (Insuldur) produz substancial- mente uma menor concentrac¸˜ao de furanos que o papel kraft sem tratamento t´ermico (papel kraft comum). Stebbins foi o primeiro pesquisador que destacou a necessidade de distinguir os modelos matem´aticos de GP = f (FUR) (grau de polimerizac¸˜ao em func¸˜ao dos furanos) para o papel iso- lante kraft termoestabilizado e o papel kraft comum. Ap´os a reavaliac¸˜ao de um grande n´umero de ensaios e de trabalhos anteriores, Stebbins confirma a correlac¸˜ao entre o grau de polimerizac¸˜ao (GP) e o teor de furfural (FUR) para o papel kraft comum (equac¸˜ao 4.4), originalmente desenvolvida por Chendong, e apresenta uma correlac¸˜ao para o papel kraft termoestabilizado (equac¸˜ao 4.5). A seguir, s˜ao apresentados os resultados obtidos da simulac¸˜ao dos modelos desenvolvidos para o c´alculo do GP em func¸˜ao do teor de furfural, e a sua aplicac¸˜ao no c´alculo da perda de vida dos transformadores.
6.1.1
Determinac¸˜ao do GP para o papel kraft comum e o termoestabilizado
Para calcular e avaliar as correlac¸˜oes para GP = f (FUR), encontradas na literatura t´ecnico cien- t´ıfica, foi desenvolvida uma rotina em MATLAB para comparar as diversas propostas com a equac¸˜ao de Lundgaard [133], equac¸˜ao 4.17. Os parˆametros E e R da equac¸˜ao de Lundgaard s˜ao os valores adotados pela IEEE Standard C57.91 [2], que resulta no termo exp (15000 / (T + 273)). O coeficiente pr´e-exponencial(Af p) ´e determinado pela estimativa de vida de um transformador seco e novo que,
conforme o IEEE Standard C57.91, ´e igual a 150000 horas e, admitindo que o GP = 200 corresponde ao fim da vida ´util de um transformador.
Os resultados da correlac¸˜ao entre GP e o furfural, em func¸˜ao do tipo de papel, s˜ao mostrados a seguir, para o furfural variando entre 100 ppb (menor quantidade de furfural capaz de ser medida) at´e o valor correspondente a GP = 200.
Inicialmente, na figura 6.1 ´e mostrada a correlac¸˜ao,GP = f (FUR), para o papel termoestabili- zado, comparando os modelos desenvolvidos por Stebbins (equac¸˜ao 4.4), Pahlavanpour (equac¸˜ao 4.8) e Burton (equac¸˜ao 4.2).
CAP´ITULO 6. RESULTADOS EXPERIMENTAIS E DISCUSS ˜OES 89 0 1000 2000 3000 4000 5000 6000 7000 8000 0 100 200 300 400 500 600 700 800 900 1000
Correlaçao GP x Furfural − Papel Termoestabilizado
Grau de Polimerização
Furfural [ppb]
Stebbins T Pahlavanpour Burton
Figura 6.1: Teor de furfural x Grau de polimerizac¸˜ao - Papel termoestabilizado.
Na figura 6.2 ´e mostrada a correlac¸˜ao GP = f (FUR), para o papel Kraft comum, segundo Stebbins e Chendong (equac¸˜ao 4.5), Burton (equac¸˜ao 4.2) e Pablo (equac¸˜ao 4.7). Destaca-se que a equac¸˜ao 4.7 foi corrigida e simulada com o GP inicial igual a 1000.
0 1000 2000 3000 4000 5000 6000 7000 8000 0 100 200 300 400 500 600 700 800 900 1000
Correlaçao GP x Furfural − Papel Kraft
Grau de Polimerização Furfural [ppb] Stebbins Chendong Burton Pablo
Figura 6.2: Teor de furfural x Grau de polimerizac¸˜ao - Papel kraft comum.
A seguir, na figura 6.3, ´e mostrada a correlac¸˜ao entre o GP e o teor de furfural, usando as equac¸˜oes de Stebbins e Chendong para o papel kraft comum (equac¸˜ao 4.5) e a de Stebbins para o papel termoestabilizado (equac¸˜ao 4.4). Nesta figura, ´e demonstrada a necessidade de modelos
distintos para cada tipo de papel isolante, pois a produc¸˜ao de furanos ´e muito mais intensa para o papel kraft comum. Observa-se tamb´em, que o modelo de Stebbins, para o papel kraft comum, ´e uma generalizac¸˜ao do modelo proposto por Chendong.
0 1000 2000 3000 4000 5000 6000 7000 8000 100 200 300 400 500 600 700 800 Correlação GP x Furfural Teor de Furfural [ppb] Grau de Polimerização Stebbins − K Chendong − k Stebbins − T
Figura 6.3: Teor de furfural x Grau de polimerizac¸˜ao - Stebbins.