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5.2 Türk Basınında Şöhret Gazeteciliğinin Bağlamsal Koşulları

5.2.1 Yeni İletişim Düzeni ve Medyanın Değişen Yönelimi

5.2.2.3 Basında Holdingleşmenin Kaçınılmaz Sonuçları

A síndrome do envelhecimento na égua pode incluir fatores endócrinos (Carnevale et al., 1993; 1994), desarranjo das estruturas do oócito (Hunter, 1990; Rambags et al., 2006), alterações dos ambientes tubárico (Brinsko et al., 1994; 1996) e uterino (Carnevale e Ginther, 1992; LeBlanc, 2003) e alterações de conformação vulvar (Greenhoff e Kenney, 1975; Pascoe, 1979), que estão diretamente associados à redução da eficiência reprodutiva. Estas alterações, no entanto, parecem não estar relacionadas ao aumento da ordem de parto, uma vez que éguas utilizadas em esportes como salto e adestramento muitas vezes não são cobertas até serem afastadas do esporte, por volta dos 14 anos e apresentam alterações características do envelhecimento, assim como éguas que

57 já passaram por várias gestações

(Pycock, 2006).

Éguas mais velhas e que tenham passado por várias gestações podem apresentar atraso na limpeza uterina, resultando em endometrite persistente induzida pela cobertura. Diversos fatores podem estar ligados ao desenvolvimento desta patologia como aumento do ângulo com inclinação cranial da vulva; relaxamento dos ligamentos largos resultando em deslocamento ventral do útero no abdômen; comprometimento da drenagem linfática do útero e degeneração vascular do endométrio, que incluem elastose, fibrose e fibroelastose da parede dos vasos, levando à fibrose perivascular e processos de calcificação (LeBlanc, 2003). LeBlanc et al. (1998) demonstraram, através de cintilografia, que éguas com atraso na limpeza do ambiente uterino apresentavam o sistema genital com orientação verticalizada, enquanto as fêmeas reprodutivamente normais possuíam o trato reprodutivo com orientação horizontal. Desta maneira, a posição verticalizada, associada ao deslocamento ventral encontrado nestas fêmeas, contribui para o acúmulo de fluido intrauterino devido à dificuldade de limpeza por gravidade. Portanto, éguas susceptíveis à endometrite persistente induzida pela cobertura devem ser cobertas ou inseminadas apenas uma vez por ciclo estral visando à redução do acúmulo de fluido intrauterino (LeBlanc, 2003).

Carnevale e Ginther (1992) compararam o ambiente uterino e a eficiência reprodutiva de éguas pônei classificadas como éguas novas (entre cinco e sete anos) e éguas velhas (idade superior a 15 anos). Os autores observaram redução da contratilidade e do tônus uterino das éguas velhas, associados ao acúmulo de líquido intrauterino e

endometrite, caracterizada por maior quantidade de infiltrados celulares e fibrose e menor densidade de glândulas endometriais encontrados à histopatologia do endométrio. A taxa de concepção foi menor no grupo de éguas mais velhas, quando observou-se fixação embrionária e perda do formato esférico do embrião mais tardios, ocorrendo até um dia após o observado para o grupo de éguas novas.

Apesar da grande quantidade de alterações no ambiente uterino advindas do envelhecimento, estas não parecem ser as principais responsáveis pela alta incidência de perda embrionária observada em éguas mais velhas. Quando blastocistos morfologicamente normais, nos dias sete ou oito de desenvolvimento foram transferidos para receptoras jovens ou velhas, as taxas de sobrevivência embrionária nos dias 12 e 28 não diferiram entre os dois grupos (Ball e Woods, 1987). Oócitos coletados de éguas velhas e éguas novas foram transferidos para a tuba uterina de éguas receptoras novas, que foram posteriormente inseminadas, resultando em menores taxas de gestação quando os oócitos eram oriundos de fêmeas mais velhas (8/26 e 11/12) (Carnevale e Ginther, 1994). Desta maneira, os efeitos deletérios relacionados à idade da égua sobre a fertilidade devem ser atribuídos, principalmente, a defeitos intrínsecos ao oócito e ao embrião resultante, podendo, as anormalidades, exercerem maior impacto sobre estágios mais avançados da gestação (Ball, 2000).

O embrião equino permanece na tuba uterina das fêmeas por 5 a 6 dias, quando migra para o útero. Diante disto, as tubas são de grande importância para a manutenção da fertilidade das fêmeas equinas. Éguas com idade avançada, no entanto, podem acumular debris celulares no lúmen da tuba uterina levando à obstrução da mesma sem que

58 haja fibrose. Desta maneira, Allen et al.

(2006) utilizaram 15 éguas entre 10 e 21 anos com histórico de infertilidade por até quatro estações de monta sem, no entanto, apresentarem qualquer patologia reprodutiva aparente e, aplicaram, através de laparoscopia, gel contendo PGE2, visando promover a

dilatação da tuba uterina. Das 15 éguas tratadas, 14 se tornaram gestantes na mesma estação ou na estação reprodutiva seguinte.

Carnevale et al. (1993) compararam as características do ciclo estral de éguas entre 15 e 19 anos e éguas de 5 a 7 anos, quando observaram uma redução de 15% da fase folicular do ciclo estral nas éguas mais velhas sem, no entanto, alterar a fase luteal. Tal mudança pode ser atribuída ao aumento precoce de altos níveis de FSH nestas fêmeas, resultando em folículos de tamanho mediano e um folículo dominante maior ao final da fase luteal, bem como a uma menor taxa de crescimento dos folículos durante a fase folicular. O aumento da concentração de FSH, sem alteração da concentração de LH, parece ser o sinal inicial do envelhecimento reprodutivo na égua.

Valle (1997) avaliou a fertilidade de éguas inseminadas com sêmen equino diluído e resfriado, divididas em quatro faixas etárias (3-6, 7-10, 11-14 e 15-19 anos). As taxas de concepção por ciclo obtidas foram de 62,07%, 63,64%, 52,50% e 29,41%, respectivamente, sendo a menor taxa de concepção observada para o grupo de éguas com maior idade. Já Brandão (2001) não observou diferenças quanto à fertilidade de éguas inseminadas com sêmen equino diluído, entre as diferentes faixas etárias avaliadas (4-6, 7-10, 11-14 e 15- 16 anos). Também Rossi (2008), ao trabalhar com 195 ciclos, não observou diferenças entre as taxas de concepção ao primeiro ou por ciclo de fêmeas equinas inseminadas com sêmen asinino

diluído e resfriado entre diferentes faixas etárias estudadas, a saber: de 2,5 a 6 anos, 6,5 a 10 anos, 10,5 a 14 anos e 14,5 a 19 anos.

2.3.2. Efeito da categoria reprodutiva