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 Questionário para avaliação do manual psicoeducativo sobre HIV/aids: estudo piloto (Anexo A) – Questionário elaborado para a pesquisa contendo questões semiabertas e fechadas, respondidas

por PVHA e profissionais de saúde, com o propósito de investigar: 1) opinião geral sobre o manual; 2) pontos fortes e fracos; adequação do conteúdo (adequação científica e sequência dos temas); 3) avaliação da linguagem (clareza), das ilustrações (adequação aos temas e clareza) e da qualidade de impressão do material (avaliados em uma escala de 1-5, onde um era péssimo e cinco excelente); e 4) sugestões para melhoria do manual.

 Entrevista de avaliação do protocolo de pesquisa: estudo piloto (Anexo B) - Entrevista semiestruturada destinada à avaliação da opinião de pessoas soropositivas para o HIV sobre o protocolo de pesquisa, incluindo questões sobre: 1) tempo gasto para preencher o protocolo; 2) dificuldades; 3) pontos positivos e negativos; e 4) sugestões para sua melhoria.

 Questionário sociodemográfico (Anexo C) – Instrumento composto por dados para a caracterização dos participantes, onde foram coletadas as seguintes informações: nome, sexo, idade, situação conjugal, escolaridade, situação laboral, renda familiar e religião.

 Questionário médico-clínico (Anexo D) – Questionário utilizado para a coleta de informações sobre tempo de diagnóstico, número de internações, data da última internação, presença de comorbidades, tempo de tratamento, terapêutica em curso, histórico de intervenção psicológica relacionada ao HIV/aids e presença de acompanhamento psiquiátrico.

 Níveis de contagem dos linfócitos T CD4+ e da carga viral plasmática - Extraídos do prontuário do paciente os resultados dos exames da contagem de células T CD4+ e carga viral durante o período de realização da pesquisa. Foram selecionados os resultados de exames realizados pelos pacientes que estavam mais próximos aos períodos de avaliação (linha de base, avaliação pós- intervenção, avaliação após seis meses e avaliação após um ano).

 Questionário de Percepção de Doenças Versão Breve (Brief IPQ) (Anexo E) –Questionário composto por nove itens (α = 0,64), adaptado e validado no Brasil por Nogueira (2012), a partir da versão em língua inglesa (Broadbent et al., 2006). Sete itens são avaliados utilizando uma escala de 0-10. São três itens para avaliação da representação cognitiva da doença: controle individual (item 2), controle do tratamento (item 3) e compreensão (item 6); e quatro itens avaliam a representação emocional: consequências (item 1), identidade (item 4), preocupação (item 5) e emoções (item 7). A avaliação da dimensão temporal (item 8) é feita por uma pergunta aberta na qual as pessoas são interrogadas sobre a percepção acerca da duração da enfermidade. Já a avaliação da representação causal (item 9) é feita por uma pergunta aberta na qual os pacientes são questionados sobre os fatores causais mais importantes associados à doença, segundo a sua percepção. As respostas relacionadas a estes dois últimos itens são analisadas qualitativamente mediante a categorização dos relatos, podendo ser computada a frequência das respostas. Para calcular o escore dos sete itens respondidos mediante escala Likert, inverte-se as respostas dos itens 2, 3 e 6 e adiciona-se os escores dos itens 1, 4, 5 e 7. A amplitude do escore global do instrumento é de 0 a 70: quanto mais próximo de zero menor a percepção de ameaça da doença e quanto mais próximo de 70, maior a percepção de ameaça imposta pela enfermidade. A autora da versão validada e adaptada do Brief

IPQ para o Brasil sugere que se utilize um ponto de corte de 33 (média dos sujeitos no estudo de validação). Assim, pessoas com um escore igual ou maior que 33 apresentam uma percepção de relevante ameaça imposta pela doença.

 Roteiro de entrevista sobre percepção de doenças de linha de base (Anexo F) - Roteiro de entrevista semiestruturado, para avaliação complementar da percepção de doença, composto por nove itens baseados no Revised Illness Perception Questionnaire (IPQ-R), instrumento desenvolvido por Moss Morris et al. (2002). As questões abordam componentes de percepção de doença baseados no Modelo de Autorregulação de Leventhal: identidade (questão 1); controle pessoal (questão 2 e questão 4), controle do tratamento (questão 3), consequências (questão 5), preocupação/emoções (questão 6) e compreensão (questão 7).

 Escala Hospitalar de Ansiedade e Depressão (HADS) (Anexo G) - Instrumento adaptado e validado para a cultura brasileira, composto por 14 itens, dos quais sete são voltados para a avaliação da ansiedade (HADS-A, α = 0,79) e sete para a depressão (HADS-D; α = 0,84). Os itens podem ser pontuados de zero a três, totalizando 21 pontos para cada escala. Pessoas que obtêm escore igual ou maior a nove são considerados com sintomas de ansiedade e/ou depressão (Marcolino et al., 2007).

 Escala Modos de Enfrentamento de Problemas (EMEP) (Anexo H) - Escala validada para a população brasileira por Seidl et al., (2001). Trata-se de um instrumento composto por 45 itens, distribuídos em quatro fatores: enfrentamento focalizado no problema (18 itens, α = 0,84); enfrentamento focalizado na emoção (15 itens, α = 0,81); busca de práticas religiosas (7 itens, α =

0,74) e busca de suporte social ( 5 itens, α = 0,70). As respostas são dadas em uma escala Likert de

cinco pontos (1 = Eu nunca faço isso; 5 = Eu faço isso sempre). Os escores variam de um a cinco, sendo que os mais elevados indicam maior utilização de determinada estratégia de enfrentamento.  Escala de Autoeficácia para Seguir a Prescrição Antirretroviral (Anexo I) - Instrumento elaborado e validado por Leite, Drachler, Centeno, Pinheiro e Amato (2002) que avalia a autoeficácia para seguir o tratamento antirretroviral. Trata-se de uma escala unifatorial, composta por 21 itens. As respostas são dadas numa escala Likert, variando de zero (com certeza não vou tomar) a quatro (vou tomar com certeza). Para análise da escala os escores de cada item são somados e divididos pelo número total de itens da escala, quanto mais próximo de quatro maior a autoeficácia para tomar os antirretrovirais. O instrumento possui boas propriedades psicométricas, com validade de construto e indicador de consistência interna (α = 0,96) considerados adequados

para medir a autoeficácia para tratamento antirretroviral.

 Roteiro de entrevista sobre percepção de doença pós-intervenção (Anexo J) - Roteiro de entrevista semiestruturada semelhante ao utilizado na linha de base, sendo realizadas adaptações e acrescentada uma questão final (questão 8) que consiste na investigação de possíveis mudanças na percepção de doença ocorridas em virtude da participação no grupo experimental ou atribuíveis a outros fatores.

 Roteiro de entrevista de avaliação do grupo experimental 1 (Anexo K) - Roteiro de entrevista semiestruturada composto por três questões que avaliaram a opinião dos pacientes do grupo experimental 1 sobre a participação na atividade: 1) opinião geral sobre o grupo; 2) pontos fortes e fracos; e 3) sugestões para grupos futuros.