BÖLÜM 2. OSMANLI DÖNEMİNDE ARNAVUT KİMLİĞİ
2.4. Osmanlının Son Yüzyılında Arnavut Elitinin Yaptığı Kimlik Tartışmaları
2.4.4. Arnavut Talepleri Karşısında Osmanlı’nın Tutumu
Para Nooteboon (2000), poder é definido como a habilidade de influenciar a escolha de outros, afetando diretamente a escolha ou selecionando uma determinada opção.
Segundo Rosenbloom, (2002, p.28) poder em um canal de Marketing pode ser definido como “a capacidade de um membro particular do canal em controlar ou influenciar o comportamento dos outros membros.” Na medida em que existem diversos membros no canal de distribuição é natural que apareçam relações de poder.
Kumar (1996) apresenta três motivos pelos quais uma empresa não deve explorar as demais com as quais se relaciona em função do maior poder que possui:
• explorar o poder para extrair concessões injustas podem levar a situações em que numa eventual inversão de poder, aquele que foi explorado passará a explorar e exigir concessões daquele que o explorou no passado; esse fato vem ocorrendo recentemente com a transferência do poder dos fabricantes para os varejistas, que agora passam, em algumas situações, a cobrarem para que os fabricantes exponham seus produtos na prateleira;
• quando algumas empresas sistematicamente exploram suas vantagens, suas vítimas buscam maneiras de resistir; varejistas podem formar associações, comprar em grupos ou desenvolver marcas-próprias para contrabalancear a força dos fabricantes;
TIPOS DE
PODER A QUEM SE REFERE ALGUNS EXEMPLOS/CANAIS PROBLEMAS
Poder de coerção (uso:-)
Procedimento de ameaça devido á capacidade de um membro do canal punir outro. Baseia – se na magnitude da punição e na credibilidade da mensagem de ameaça.
Se o membro ameaçado percebe que custos de não concordar são maiores que custos de concordar.
- Descontinuar vendas a um distribuidor que tem performance fraca em serviços ou que dá descontos em preço não autorizados. - Recusar a negociar.
- Ameaça a descontinuar devido a uso de fornecedores não autorizados.
- Ameaçar fazer integração vertical. - Forçar linha completa de produtos. - Adicionar outro distribuidor para a área. - Permitir vendas diretas (ou via web). - Estimular os canais via mercados “negros”.
Uso contínuo pode levar a problemas legais.
• Gerar associativismo para contrabalançar.
Aumentar o nível de conflitos no canal.
Diminuir a troca de informações. Custos elevados e risco de perda da rede ou do fornecedor.
Diminui propensão a
relacionamentos de longo prazo.
Poder pela compensação (recompensa)
(uso: +)
Possíveis prêmios para membros contribuírem para estabelecer o poder e trabalharem conforme o estabelecido.
Compensar força de vendas.
Oferecer descontos no preço de acordo com a performance.
Oferecer garantia de fornecimento de produtos em falta.
Pode ser difícil distinguir entre essa e a coerção, dependendo da forma como foi usada.
Pode ser limitado à área geográfica, ou à disponibilidade de “prêmios”. Perceber a oferta como indicativo de performance fraca.
Retornos decrescentes: acostumam a novos padrões.
Poder de referência
(uso: +)
Imagem da empresa ou marcas conquistadas contribuem para esse poder.
Existe um desejo de ser identificado a esse membro do canal.
Estabelecer marca forte. Ter presença nacional ou global. Gerar fidelidade à loja. Gerar fidelidade a marca própria.
Confiança abalada no caso do uso errôneo da imagem e da marca.
Poder de conhecimento
(expertise) (uso: +)
Uso do conhecimento do sistema de operações, tais como conhecimento do mercado, conhecimento em técnicas de promoção no ponto de vendas e outras.
Gerar alta economia de escala. Criar estrutura de custo do negócio.
• Ter capacidade de aprendizado e treinamento
Ter conhecimento em localização.
Confiança abalada no caso de erros no conhecimento e sugestões dadas através desse.
Poder de persuasão
(uso: +)
Apelo racional com base em tamanho, posição financeira, conhecimento e concentração. Não é baseado em ameaças, mas no seu papel como líder.
Oferecer grandes descontos para ganhar concorrências ou pedidos.
Ter espaços nas prateleiras. Dividir o mercado. Centralizar compras. Cobrar por espaço.
Problemas éticos. Problemas legais.
Poder legítimo (uso: + ou -)
Garantido por contrato. Existe reconhecimento por parte do canal que existe o poder.
Usar franquias e outras formas de contrato.
Problemas de pensar que antiga estrutura vertical se comporta da mesma forma que estrutura contratual.
Todos os problemas de contratos incompletos.
Poder de informação (uso: + ou -)
Dados sobre custos e vendas e preços usados para influenciar a negociação.
Todas as fontes de informação que oferecem assimetria e vantagens.
Exemplos: dados escaneados.
Pode ficar restrito a essa habilidade, que pode não ser sustentável. Problemas éticos e de corrosão do relacionamento.
Quadro 10 – Tipos de Poder de canal de distribuição
Fonte: Neves (1999, p.128).
• trabalhando juntos como parceiros, fabricantes e varejistas podem oferecer maior valor aos consumidores a um menor custo.
Neves (1999) afirma que a análise das fontes de poder no canal pode oferecer uma importante contribuição para um melhor entendimento estratégico do negócio, para o perfil de comportamento da empresa quanto a negociações, disponibilidade dos canais, marcas próprias e outros fatores.
O Quadro 10 descreve os tipos de poder que podem, segundo Neves (1999), ser utilizados no canal, seu significado, exemplos de utilização em um canal de Marketing, e possíveis problemas da utilização inadequada dessa fonte de poder. Os sinais “+” e “-“ sugerem a intensidade de utilização do poder para uma melhor coordenação.
A correta utilização do poder pode impulsionar o canal de distribuição a operar de maneira coordenada, na medida em que alinha os objetivos divergentes entre os membros em objetivos coletivos. Embora o poder possa ser utilizado de forma a trazer maiores benefícios para um determinado membro mais forte do que outro, parece existir uma maneira
melhor de operar os canais de marketing para aumentar os lucros globais do sistema.
A utilização de determinadas formas de poder em um canal, podem levar a um comportamento com menor nível de conflito e maior cooperação entre os membros, entretanto, culturas diferentes podem reagir de maneira diferenciada às fontes de poder. Na cultura japonesa, por exemplo, uma empresa pode apresentar um bom resultado de coordenação com a utilização de fontes de poder diferentes daquelas utilizada em empresas ocidentais.
A utilização de bases de poder não coercitivo (recompensa, legitimidade, referência e experiência) tende a reduzir o conflito no canal, enquanto bases de poder coercitivas tendem a aumentar o conflito.
A origem de poder nos canais de distribuição pode se apresentar de diferentes formas e embora sejam várias, nem sempre as fontes estão claramente evidenciadas no relacionamento entre os membros. Além disso, um comportamento pode ser modificado com a utilização de diversas fontes de poder combinadamente (COUGHLAN et al., 2002).