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Arnavut Coğrafyasının Parçalanması

BÖLÜM 3. OSMANLI SONRASI DÖNEMDE ARNAVUT KİMLİĞİ

3.1. Osmanlı Devleti’nin Balkanlardan Çekilmesi

3.1.1. Arnavut Coğrafyasının Parçalanması

De acordo com Bowersox e Closs (2001, p.21), o gerenciamento do sistema logístico inclui o “projeto e administração de sistemas para controlar o fluxo de materiais, os estoques em processo e os produtos acabados com o objetivo de fortalecer a estratégia das unidades de negócio da empresa”. O objetivo central da logística é atingir um nível desejado de serviço ao cliente pelo menor custo total possível.

A logística sempre existiu como atividade funcional, porém, a partir da década de 50 foi sistematizada e ampliada. Essa mudança deu-se em função da evolução das técnicas

quantitativas e da informática. A crescente instabilidade dos mercados, das variações de oferta e demanda e da dificuldade em se quantificar o retorno dos investimentos, também estimularam estudos logísticos mais aprofundados.

A partir do final da década de 80, diversos fatores contribuíram para um grande renascimento das práticas logísticas, como a mudança nas regulamentações governamentais e varejistas, mudanças nos padrões de transporte, a utilização do microcomputador em larga escala, a revolução da informação, os movimentos da qualidade e a formação de parcerias e alianças estratégicas (BOWERSOX e CLOSS, 2001).

No Brasil, a logística passou por extraordinárias mudanças na década de 90. Foram adotadas novas práticas visando maior eficiência e qualidade, melhora na disponibilidade de infra-estrutura impulsionada pelo crescimento do comércio internacional, pela estabilização econômica e pelas privatizações (FLEURY et al., 2000).

Grandes empresas como Dell, Wal-Mart e Ikea têm conseguido um grande crescimento de suas atividades e operações nos EUA pela utilização de sistemas logísticos competitivos, contribuindo para aumentar a eficiência do sistema total com a redução dos custos e maior satisfação do consumidor final (KOTLER, 2000; FLEURY et al., 2000).

Bowersox e Closs (2001) adicionam as questões do Projeto de Rede e da Informação. O Projeto de Rede refere-se à quantidade e aos tipos de instalação necessários para a execução do processo logístico a partir dos quais as operações logísticas são executadas. Assim, têm-se as plataformas, a adoção do cross docking e armazéns. Essa preocupação tem como fundamento a integração de diversas modalidades de operação logística para dar suporte às tarefas de distribuição cada vez mais complexas.

A informação refere-se ao intercâmbio e à qualidade da informação entre os membros do canal de distribuição, com papel crescente dentro do sistema logístico na busca uma resposta mais rápida às necessidades do cliente. Esse objetivo decorre da necessidade de se possuir um maior controle sobre a demanda. Técnicas como o Just in Time (JIT), Quick

Response e Reabastecimento Contínuo são utilizados com esse objetivo.

Rosenbloom (2002) observa que o conceito de logística sofreu grande influência da abordagem de sistemas, onde os componentes básicos de um sistema não poderiam ser compreendidos se observados separadamente. Esse autor apresenta 6 componentes básicos de um sistema logístico, são eles:

• manuseio de materiais; • processamento de pedidos ; • controle de estoque; • armazenamento; • embalagem.

Rosenbloom (2002) acrescenta que a gestão logística e a gestão de canal são intimamente ligadas e interdependentes, pois um canal de marketing bem desenhado e administrado não pode existir sem um fluxo de produtos eficiente desde os fabricantes até os consumidores finais, operando nas quantidades, horário e locais certos. Para que essa interface ocorra é necessário que exista a coordenação, especialmente em 4 pontos: tipos de padrões de serviço logístico desejado pelos membros; avaliação do programa logístico; venda do programa logístico aos membros do canal; monitoração do sistema logístico.

A definição dos tipos de padrões de serviço logístico desejado pelos membros pressupõe o envolvimento do fabricante em uma pesquisa, ou outro tipo de coleta de informações, que venha a evidenciar as necessidades dos membros em relação às questões da logística. O fabricante deve, portanto, formatar sua logística de maneira a atender as expectativas e as necessidades dos membros de seu canal de distribuição.

O segundo ponto é a avaliação do programa logístico. O sistema logístico pode ser a chave para a formação de uma aliança em um canal de distribuição. Faltas e falhas na entrega dos produtos podem determinar ineficiências e perdas importantes, possibilitando o surgimento de conflitos e desgaste de relacionamento entre os membros. Um programa logístico pode ser oferecido aos membros do canal como uma ferramenta separada, ou pode ser incluído como componente principal da abordagem do fabricante no apoio às necessidades dos membros, fortalecendo os laços de parceria. O fabricante deve também participar ativamente das discussões e avaliar os sistemas e programas logísticos de seus membros, pois em última instância eles farão uma parte importante da distribuição final e fornecimento de serviços aos consumidores finais.

O terceiro ponto é a venda do programa logístico aos membros do canal. Além de escolher um bom programa logístico, os fabricantes têm a tarefa de demonstrar o valor desse sistema para que ele seja adotado pelos membros, padronizando os objetivos logísticos e a troca de informações, as quais podem ocorrer eletronicamente. Alguns atrativos que os fabricantes podem utilizar, como argumentação para a unificação do programa logístico, são: o fato de que

as quebras, rupturas e níveis de estoque podem ser amenizados dessa forma; e o compromisso de operar um sistema único aumentará o relacionamento entre todos os participantes.

O quarto ponto é a monitoração do sistema logístico. Por mais bem implantado que seja, um sistema logístico sempre precisará de mudanças com o decorrer do tempo. Assim, o fabricante deve monitorar e acompanhar o sistema logístico em andamento, bem como sugerir mudanças quando perceber que novas necessidades surgem.

O conceito de logística também se expandiu para termos como Logística integrada. De acordo com Fleury et al. (2000, p. 31), logística integrada é “um conceito que abrange o entendimento de que a logística deve ser vista como um instrumento de marketing, uma ferramenta gerencial capaz de agregar valor por meio dos serviços prestados”.

Para Bowersox e Closs (2001), a logística integrada é vista como

uma competência que vincula a empresa a seus clientes e fornecedores, integrando o fluxo de materiais, o fluxo de informações, a distribuição física, apoio à manufatura e suprimentos, sendo o fluxo de informação dividido em dois fluxos importantes: o fluxo de planejamento e coordenação e o fluxo operacional (BOWERSOX; CLOSS, 2001, p. 43).

Esses autores destacam que o fluxo de planejamento e coordenação é a base da arquitetura de um sistema de informação entre os membros, e a coordenação resulta em planos que especificam os objetivos estratégicos, as limitações de capacidade, as necessidades logísticas, o posicionamento de estoques, as necessidades de fabricação, as necessidades de suprimento e projeções.

O fluxo operacional leva em consideração o gerenciamento e o processamento dos pedidos, as operações de distribuição, o gerenciamento de estoques, o transporte, a expedição e suprimentos.

O fluxo de informação está presente em todo canal de distribuição, porém, o nível de integração e densidade dessa troca de informações pode variar se compararmos diversos sistemas de distribuição.

Essa integração e coordenação somente se tornaram possível com a revolução no campo das telecomunicações e da informação, que permitiu a troca automatizada e o processamento de grande quantidade de informações.

A tecnologia da informação através da armazenagem de dados e de ferramentas de suporte à decisão, além de sistemas de troca de informação e colaboração como o EDI,

permitiu que informações fossem enviadas diretamente dos consumidores finais para varejistas, distribuidores e fabricantes (BECHTEL; JAYARAM, 1997).