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Arazinin hazırlanması ve inşaat aşamasında farklı mesleki branşlardan olmak üzere

BÖLÜM IV. PROJENİN ÖNEMLİ ÇEVRESEL ETKİLERİ VE ALINACAK ÖNLEMLER

Arazinin hazırlanması ve inşaat aşamasında farklı mesleki branşlardan olmak üzere

Como descrito no item 4 desta seção, após administração de cocaína 90 mg/kg, i.p. 100 % dos animais entram em convulsão seguida de estado de mal epiléptico e destes 40 % morrem durante o episódio convulsivo cerca de 10 a 15 min após a administração da droga. Partindo desta observação foi feita uma segmentação, onde o grupo de animais que convulsionou e entrou em estado de mal epiléptico recebeu a denominação de grupo estado

de mal epiléptico (EME) e os animais que morreram pela convulsão foram inseridos no grupo morte.

Sessenta minutos após a administração da overdose de cocaína os animais do grupo EME foram dissecados. Os animais que morreram após o tratamento foram prontamente dissecados. Os controles receberam solução salina e foram dissecados 60 min após a administração desta solução.

Neste estudo entende-se como animal em estado de mal epilético aquele que apresenta qualquer convulsão com duração acima de 5 min ou que apresente 2 ou mais episódios convulsivos entre os quais não ocorra recuperação da consciência neste intervalo de tempo (WARNER-SMITH, 2001). Embora esta seja a atual definição de Estado de Mal Epiléptico, os animais tratados com overdose de cocaína permaneceram em EME por no mínimo 30 min.

No capítulo 5 foi feita uma pequena modificação nos grupos experimentais, onde foram introduzidos novos grupos como: animais tratados com baixas doses de cocaína, pré- tratados com diazepam 10 mg/kg e submetidos à overdose de bupropiona (um inibidor da recaptação de NA e DA), visto que havia a necessidade de um estudo mais aprofundado sobre o envolvimento do estresse oxidativo (enzima catalase) nas convulsões e morte induzidas por cocaína. Para estes experimentos grupos diferentes de animais receberam cocaína em baixas doses, 10 e 30 mg/kg, i.p. e foram decapitados 1 h após o tratamento. Para a determinação do efeito do pré-tratamento com o diazepam na overdose de cocaína (90 mg/kg), os camundongos foram tratados com diazepam 10 mg/kg, i.p. e 30 min após foram administrados cocaína. Um outro grupo de animais recebeu apenas diazepam 10 mg/kg. Os animais foram sacrificados 1 h após a administração de cocaína, ou diazepam sozinho. Outro

grupo de animais foi tratado com bupropiona em alta dose (150 mg/kg) e foram decapitados 1 h após a administração de bupropiona. Após os intervalos de tempo descritos as áreas cerebrais corpo estriado e córtex pré-frontal foram dissecadas.

7 DISSECAÇÃO DAS ÁREAS CEREBRAIS (CORPO ESTRIADO E

CÓRTEX PRÉ-FRONTAL)

Após a convulsão os animais sobreviventes (grupo EME), bem como os animais controle (salina) foram mortos por estiramento cervical, os encéfalos foram retirados rapidamente e colocados sobre papel alumínio em uma placa de Petri com gelo. Os que morreram após a convulsão foram dissecados imediatamente após a morte.

Para a retirada do córtex pré-frontal (CPF), a porção anterior dos lobos frontais (em torno de 1,5 mm a partir do bulbo olfatório) foi removida e feita uma secção bilateral com o auxílio de uma tesoura de microdissecação (MACHADO, 1985) (Figura III-1).

Como as áreas corticais dos ratos/camundongos são geralmente menos evoluídas, menos diferenciadas e menos segregadas que o córtex cerebral de primatas, existia uma controvérsia na literatura se realmente primatas e roedores possuíam córtex frontal. A conclusão (UYLINGS et al., 2003) é que estes animais possuem um córtex frontal que pode ser definido anatomicamente e funcionalmente como córtex pré-frontal, o qual é subdividido em uma região orbital-símile e outra região que pode incluir as estruturas dorsolateral e anterior cingulado-símile.

Fonte: UYLINGS et al., 2003 Figura III-1 Representação da região anatômica no camundongo referente ao córtex pré-frontal. Nos roedores as áreas do cingulado anterior, pré-límbica e infralímbica

formam o córtex pré-frontal. PL-área cortical pré-límbica; IL- área infralímbica cortical; MO – áreas cortical orbital medial; ACV- área anterior do cingulado ventral.

Após a retirada do CPF, acompanhando a fissura sagital mediana, a camada cortical cerebral foi retirada das leptomeninges com o auxílio de uma pinça reta de microdissecação, a qual, progredindo delicada e tangencialmente aos ventrículos laterais, divulsionou o córtex em toda a sua extensão fronto-occiptal. O córtex já divulsionado foi rebatido para os lados, expondo parte do corpo estriado. O corpo estriado (CE) (Figura III-2) (caudado, putamen e núcleo accumbens) foi isolado das estruturas circunjacentes por divulsionamento com uma tesoura de microdissecação, sendo a sua retirada orientada pelo diâmetro da porção tuberosa visível desses núcleos, após o rebatimento lateral do córtex.

Terminada a dissecação, cada área (CPF e CE) foi colocada em papel alumínio sobre gelo devidamente identificada, pesada e conservada a -70 °C para uso posterior. Quando necessária a estocagem por um certo período de tempo (no máximo 6 meses a -70 °C) os tecidos foram considerados como tendo a mesma viabilidade para experimentação que os ensaiados imediatamente ou 24 h após a dissecação (BURKE & GREENBAUN, 1987).

Figura III-2 Dissecação do corpo estriado (CE).

8 DETERMINAÇÃO DOS NÍVEIS DE MONOAMINAS E SEUS

METABÓLITOS COM HPLC

- Método

Para a determinação dos níveis de catecolaminas foi utilizado o equipamento de HPLC (Cromatografia líquida de alta performance). Na cromatografia líquida clássica um

adsorvente (alumina ou sílica) é empacotado em uma coluna e é eluído por um líquido ideal (fase móvel). Uma mistura para ser separada é introduzida na coluna e é carregada através da mesma por um líquido eluente. Se um composto da mistura (soluto) é adsorvido fracamente pela superfície da fase sólida estacionária, ele atravessará a coluna mais rapidamente que um outro soluto que seja mais rapidamente adsorvido. Então, a separação dos solutos é possível se existem diferenças na adsorção pelo sólido. Os detectores eletroquímicos medem a condutância do eluente, ou a corrente associada com a oxidação ou redução dos solutos. Para ser capaz de detectar no primeiro caso, os solutos devem ser iônicos e no segundo caso, os solutos devem ter a característica de serem relativamente fáceis de se oxidarem ou reduzirem. Detectores eletroquímicos que medem corrente associada com a redução ou oxidação de solutos são chamados detectores amperométricos ou coulométricos. Neste estudo foi utilizado o tipo amperométrico que reage com uma quantidade muito menor de soluto, em torno de 1 %. Todas as técnicas eletroquímicas envolvem a aplicação de um potencial para um eletrodo (geralmente de carbono vítreo), oxidação da substância que está sendo estudada próximo à superfície do eletrodo seguindo a amplificação e medida da corrente produzida. As catecolaminas são oxidadas nos grupos de anel hidroxil para produzir um derivado ortoquinona com a liberação de dois elétrons.

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Benzer Belgeler