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2 “mitos culturais que herdamos” (Lee Nichol apud BOHM, 2005, p. 8). 3 “O cinema entrou [...] tábua de salvação.” (BERGALA, 2008, p. 14).

4 “vendia garrafas, [...] os filmes que passaram na cidade.” (Antônio Coutinho, João

Pessoa, 30 dez. 2012. Depoimento a Jane Pinheiro).

5 “puseram fim ao momento mais lamentável da minha vida.” (TRUFFAUT, 2005, p.76).

6 (Cf. CRONIN & HERZOG, 2002, p. 94). 7 (Cf. Master Class: Werner Herzog, 2012). 8 (Cf. PAGANELLI, 2009, p. 158).

9 (Cf. Master Class: Werner Herzog, 2012). 10 (Cf. CRONIN & HERZOG, 2002, p. 1-5). 11 (Cf. HERZOG, 2013, p. 141).

12 “não são só [...] vacas no pasto.” (Werner Herzog. Burden of dreams, 1982. Depoimento

a Les Blank. Diálogo final).

13 “Todos aqueles para os quais [...] sua vida de cinema.” (BERGALA, 2008, p. 13).

14 “eu não sou daquele [...] pela vida toda.” (Vinícius Gouveia, 23 jan. 2013. Entrevista

concedida a Jane Pinheiro, por e-mail).

15 “provaram não significar [...] problemas da vida.” (Woody Allen. LAX, 2010, p. 419.

Entrevista concedida a Eric Lax).

16 “Depois, não quero ver [...] Não me importam nada [...]” (Woody Allen. LAX, 2010, p.

464. Entrevista concedida a Eric Lax).

17 “Me pega? Mantém [...] mesa de vinte e um?” (Woody Allen. LAX, 2010, p. 475.

Entrevista concedida a Eric Lax).

18 “leio preferencialmente histórias [...] às vezes poemas [...]” (FELLINI, 1998, p. 63). 19 “sou um mentiroso, [...] para os demais.” (FELLINI, 1998, p. 63).

20 “Leiam, leiam, leiam, [...] mundo com profundidade”. (Werner Herzog. Master Class:

Werner Herzog, 2012).

21 (Cf. Werner Herzog. Master Class, 2012).

22 “é um grande hobby [...] Pequenos prazeres.” (Caio Azuirson, 25 jan. 2013. Entrevista

concedida a Jane Pinheiro, por e-mail).

23 “Aaaaahh... todo mundo [...] sensação muito boa.” (Caio Azuirson, 25 jan. 2013.

Entrevista concedida a Jane Pinheiro, por e-mail).

24 “Não sei se é possível [...] nossa vivência cinematográfica.” (Fernanda Lima, 18 fev.

2013. Entrevista concedida a Jane Pinheiro, por e-mail).

25 “foi um momento [...] com grande carinho.” (Caio Azuirson, 25 jan. 2013. Entrevista

concedida a Jane Pinheiro, por e-mail).

26 “alguns de nós [...] Singin’ in the rain.” (Fernanda Lima, 18 fev. 2013. Entrevista

CÍRCUL

O DE DIÁL

OGO

27 “Mas isso não tinha importância. [...] Desfrutávamos nosso próprio prazer...” (ULLMAN,

2008, p.30).

28 “Acredito que minha paixão pelo cinema começou quando eu fiz teatro. Achei

interessante o fato de representar personagens, de passar ideias...”; “eu sempre fui doida por uma filmadora! [...] Eu achava aquilo maravilhoso, magnífico....”. (Kelle Lima, 07 maio 2013. Entrevista concedida a Jane Pinheiro).

29 É Ingmar Bergman que se refere à caixa de filmes de Ingrid Bergman (BERGMAN,

2013, p.197).

30 “eu acho que se tivesse uma filmadora, eu teria filmado desde pequenininha.” (Kelle

Lima, 07 maio 2013. Fala editada a partir de entrevista concedida a Jane Pinheiro).

31 “Até hoje eu quero comprar uma”; “mas ainda não tive condições”; “Porque eu acho

que é completamente diferente, [...] você filmar com uma câmera digital, um celular.” (Kelle Lima, 07 maio 2013. Entrevista concedida a Jane Pinheiro).

32 “Lembro-me de querer palavras. [...] Claro que rapidamente percebi que não era a

mesma coisa.”; “Até aos 25 anos, só tinha visto uns nove ou dez filmes. [...] Usei a imaginação... e atrevi-me.”; “O [Georges de] Beauregard disse ao Jacques [Demy], [...] Eu fiz-lhe o Cléo das 5 às 7 com a Corinne Marchand...” (Agnès Varda. Las Plages d’Agnès, 2008).

33 “Eu gosto muito de contar histórias [...] E eu acho que isso acaba sendo mais fácil de eu

me comunicar, algumas vezes.” (Bruna Monteiro, 11 nov. 2013. Entrevista concedida a Jane Pinheiro).

34 “passei de uma velha cineasta a uma jovem artista plástica”. (Agnès Varda, 21 out.

2009. Conversa com Agnès Varda, 2009).

35 (Cf. Conversa com Agnès Varda, 2009).

36 “A força dos filmes interessantes [...] por detrás de qualquer diálogo há um não-dito.”;

“Não sei se conhecem uma frase do Buñuel [...] A partir daí, podemos fazer desenhos, publicidade, cinema, documentário, ficção, tudo o que quisermos...” (Agnès Varda, 21 out. 2009. Conversa com Agnès Varda, 2009).

37 “devemos nos colocar [...] homem nesse processo.” (Andrei Tarkovski. Un Poeta nel

Cinema, 1984. Depoimento a Donatella Baglivo).

38 “Eu não acredito [...] de ‘livre arbítrio’.” (Andrei Tarkovski. Un Poeta nel Cinema, 1984.

Depoimento a Donatella Baglivo).

39 “A primeira vez que eu fui ao cinema, eu lembro, eu fui ver O Rei Leão com meus pais

[...] O Menino Maluquinho foi o filme da minha infância. Eu vi mil vezes, acho.” (Txai Ferraz, 18 jun.2013. Entrevista concedida a Jane Pinheiro, via Skype).

40 “É um pouco complicado falar disso [...] quando, na verdade, talvez não sejam assim.”;

“não era um enamoramento pelo cinema em si [...] O que eu estava esperando, pareceu que tinha caído do céu, assim.” (Txai Ferraz, 18 jun. 2013. Entrevista concedida a Jane Pinheiro, via Skype).

41 “eu acho que todos os filmes importantes que me tocaram [...] é muito natural pra

mim baixar um filme e acabar vendo ele em casa.”; “Por muitas coisas eu acabo por ver um filme baixado [...] Embora esta seja uma cultura que eu esteja tentando incutir em mim.” (Txai Ferraz, 18 jun. 2013. Entrevista concedida a Jane Pinheiro, via Skype).

42 “participando de Comunidade Relacionada do Orkut. [...] O Orkut me recomendou

milhões de filmes!” (Txai Ferraz, 18 jun. 2013. Entrevista concedida a Jane Pinheiro, via Skype).

MOSTRA IMA

GINÁRIA

43 “Fui ver Toy Story, com meus pais [...] Então o cinema sempre fez muito parte da minha

vida como uma possibilidade de realidade.” (Bruna Monteiro, 23 fev. 2013. Entrevista concedida a Jane Pinheiro, por áudio-resposta).

44 “Meu irmão estuda Rádio-TV e ele pretendia trabalhar com cinema [...] reflexão sobre

situações dessa realidade, não só da outra realidade, a do cinema.” (Bruna Monteiro, 23 fev. 2013. Entrevista concedida a Jane Pinheiro, por áudio-resposta).

45 “Eu acho que é isso, meu enamoramento com o cinema [...] E eu gosto que os outros

vejam essa realidade.” (Bruna Monteiro, 23 fev. 2013. Entrevista concedida a Jane Pinheiro, por áudio-resposta).

46 “considero Fitzcarraldo meu melhor ‘documentário’”. (Werner Herzog, 2002. CRONIN

& HERZOG, 2002, p. 140. Entrevista concedida Paul Cronin).

47 “Vê, isso é uma coisa do jornalismo também. [...] Mas é mais fácil eu manipular a fala

de um ator do que de uma pessoa que eu tô entrevistando.” (Bruna Monteiro, 11 nov. 2013. Entrevista concedida a Jane Pinheiro).

48 “Agora tem o ficdoc, né? [...] Porque há ficções que são tã(o verdadeiras que comovem

a gente, como há documentários que parecem extremamente forjados.” (Bruna Monteiro, 11 nov. 2013. Entrevista concedida a Jane Pinheiro).

49 (Cf. Master Class: Werner Herzog, 2012).

50 “Em jornalismo a gente faz isso todo dia. [...] De certa maneira eu tô manipulando,

que nem uma ficção. [...]” (Bruna Monteiro, 11 nov. 2013. Entrevista concedida a Jane Pinheiro).

51 “Toda ficção por mais absurda ela tem realidade, são sentimentos reais que estão

sendo passados, acho que é mais um jeito de facilitar o entendimento, ah, isso é um documentário. [...]” (Bruna Monteiro, 11 nov. 2013. Entrevista concedida a Jane Pinheiro).

52 “eu não quero separá-los. Para mim, é tudo filme. [...] Fatos são apenas fatos, e são

muito bons para os contadores, são bons para quem faz contabilidade, mas não para o cinema nem para os poetas.” (Werner Herzog. NENHUM Estado dever ter permissão para matar. Revista Consultor Jurídico, 20 jan. 2013. Entrevista a Marcelo Lins).

53 “Eu lembro que eu adorava ver filme, desenho, no cinema. Eu adorava ver e rever”; “Aí,

quando a gente fez o Bárbara, que foi uma das maiores loucuras da minha juventude! [risos] [...] a gente se divertiu fazendo filme!”; “Bárbara foi o que me voltou pra isso. [...] E vi que melhor que falar sobre filme, pra mim seria fazer mesmo.”(Larissa Cavalcanti, 08 maio 2013. Entrevista concedida a Jane Pinheiro).

54 (Cf. MLODINOW, 2011).

55 “Eu vim de família religiosa [...] E eu sempre tive aquela ideia de trabalhar com algo

relacionado a cálculos ou relacionado a robótica.” (Rodrigo Azevedo, 18 nov. 2013. Entrevista concedida a Jane Pinheiro).

56 “eu sempre tinha aquela visão de trabalhar com alguma coisa mais puxado pra exatas,

[...] Foi algo que eu queria mesmo fazer parte daquilo.” (Rodrigo Azevedo, 18 nov. 2013. Entrevista concedida a Jane Pinheiro).

57 “Eu sempre corri muito atrás de saber aquilo que me interessava.”; “Quando eu me

interessei por cinema [...] porque eu gosto muito de cinema russo e cinema asiático, aí pronto.”; “E foi isso, [...] teve um evento no [Shopping] Rio Mar”; “A própria [Livraria] Cultura, [...] Como eu tenho muitos amigos que fazem faculdade lá na [Universidade]

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que esse aprendizado que eu tenho [...] seja em livraria, seja em biblioteca, seja em computadores.”; “A [Livraria] Cultura é show! [...] Cheguei de manhã e li até a noite...” (Rodrigo Azevedo, 18 nov. 2013. Entrevista concedida a Jane Pinheiro).

58 “Hoje em dia eu saí da igreja, [...] E ela aceita isso normalmente.” (Rodrigo Azevedo, 18

nov. 2013. Entrevista concedida a Jane Pinheiro).

59 “Quão desumana deve ser a sociedade, que separa famílias, sem nenhuma pena, para

fazer reféns.” (TARKOVSKI, 2012, p. 513).

60 (Cf. TARKOVSKI, 2012).

61 “Não importa que a esperança seja um engano, mas ela dá a oportunidade de viver e

amar o belo. Sem esperança não há homem.” (TARKOVSKI, 2012, p. 25).

62 “Todos os pensamentos são apenas pensamentos.”; “esse é o ponto de vista dele, este

é o meu. [...]”; “Em qualquer lugar que esteja, o pensamento é apenas pensamento – é sempre uno.” (BOHM, 2012, p. 158).

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