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1.2. BRİTANYA İSTİSNACILIĞI KAVRAMININ KAYNAKLARI

1.2.1. Britanya istisnacılığının oluşumu

1.2.1.1. Üretim ilişkileri

(GOMES, 1984, p. 5).

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: : “Os isolados, após serem agrupados em facetas são denominados focos. ‘Cada isolado no contexto de uma faceta é chamado ’(Brown)” (apud PIEDADE, 1977, p. 24, grifo no original). K + .

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3 / 76 3/ 7? 45 132 6 45 : correspondem a qualquer forma de organização de informação

que facilite a recuperação desta. Pogo, os sumários, os índices, a numeração progressiva de um documento, os catálogos de bibliotecas, dentro outros, são considerados instrumentos de recuperação da informação. Neste

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HJÖRPAND, B. Toward a theory of aboutness, subject, topicality, theme, domain, field, content… and

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trabalho, o termo foi utilizado referindo-se aos instrumentos formais usados na tradução, em vocabulário controlado, das atividades de tratamento da informação, sobretudo, a indexação.

: “Isolados são os vários conceitos presentes nos assuntos antes de serem reunidos em facetas” (PIEDADE, 1977, p. 23). K .

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1387 8 6 13 A 45 I RPara que o tratamento possa ser realizado, outras atividades são necessárias,

muitas vezes desenvolvidas fora do âmbito das bibliotecas e dos sistemas de recuperação de informação. É o caso da criação e manutenção de linguagens e códigos, como as linguagens de indexação (lista de cabeçalhos de assunto, sistema de classificação, tesauros) e os códigos de catalogação. Essas linguagens e códigos são imprescindíveis no tratamento da informação na maioria das bibliotecas/SRIs” (DIAS, 2006, p. 68). 2. “(...) Todas as linguagens documentais, sejam elas classificações, cabeçalhos de assunto, palavras-chave, listas de descritores, tesauros, ou léxicos pertencem à mesma família, têm o mesmo objetivo e apresentam vários caracteres comuns. A linguagem documental é utilizada no momento do tratamento intelectual dos documentos, isto é, no momento das operações de entrada no subsistema de armazenamento e de pesquisa da informação e no momento das operações de saída e de difusão da informação” (GUINCHAT; MENOU, 1994, p. 133).

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6< 1 I “Por vezes distingue-se entre a recordação e a memória, considerando-se a primeira como o ato de recordar ou então como aquilo que é recordado, e segunda como uma capacidade, disposição, faculdade, função, etc. A recordação é, neste caso, um processo psíquico diferente de uma realizada psíquica. (...). O exercício da memória pressupõe a retenção do facto recordado e a sua reminiscência. A causa, quer da retenção quer da reminiscência, é a lei do hábito do sistema nervoso que trabalha na associação de idéias” (MORA, 2004, tomo III, p. 259). “A possibilidade de dispor de conhecimentos passados. Por conhecimentos passados é preciso entender aqueles que já foram, de um modo qualquer, disponíveis; e não já simplesmente conhecimentos do passado. O conhecimento do passado pode ser também de formação nova: por ex., dispomos agora de informações acerca do passado de nosso planeta ou de nosso universo que não são, de modo algum lembranças. Um conhecimento passado não é também, simplesmente, uma marca, um sinal qualquer: uma marca ou um sinal são de fato algo de presente, não se passado. (...). A M. parece ser constituída por duas condições ou momentos distintos: 1º a conservação ou persistência, de uma certa forma, dos conhecimentos passados que, por serem passados, devem se ter subtraído à vista; este momento é a ; 2º a possibilidade de evocar, na ocorrência, o conhecimento passado e de torná-lo atual ou presente: que é propriamente a lembrança. (...)” (ABBAGNANO, 1982, p. 629).

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?45 I [...] “Podemos distinguir três significados principais deste termo: 1º um significado muito geral pelo

qual este termo designa qualquer atividade apta a conhecer em geral; 2º um significado mais restrito pelo qual ele designa o ato ou a função apta a conhecer, à qual está presente um objeto real; 3º um significado específico

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ou técnico pelo qual o termo designa uma operação determinada do homem em suas relações com o ambiente. No primeiro significado a P. não se distingue do pensamento. No segundo significado, é o conhecimento empírico, isto é, imediato, certo e completo do objeto real. No terceiro significado, é a interpretação dos estímulos. Somente no âmbito deste último significado, podemos entender o que a psicologia hoje discute como o problema da percepção” (ABBAGNANO, 1982, p. 722).

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3H7 : “Renques são classes derivadas de um Universo com base em uma única característica em algum passo

de divisão para estabelecer um arranjo completo na seqüência preferida (RANGANATHAN, 1967, p. 61), ou seja, são classes formadas a partir de uma única característica de divisão, formando séries horizontais. Por exemplo: macieira e parreira são elementos da classe árvore frutífera, formada pela característica de divisão – tipo de árvores frutíferas” (CAMPOS, 2001, p. 51). K # .

? 3/ 45 : Vocábulo que possui vários sentidos, nesta pesquisa, privilegia-se a acepção de representação

como “(... )a apreensão de um objeto efetivamente presente. É usual identificar então a representação como a percepção. 2. A representação é a reprodução na consciência de percepções passadas; trata-se então das chamadas representações da memória ou recordações” (MORA, 2004, tomo III, p. 352).

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6@3/1 I “[Para a linguística] Designa, de início, a doutrina do significado das palavras, depois tb. a doutrina da significação da frase. Na linguística, distinguem-se duas correntes: a semântica histórica ou tradicional e a semântica estrutural. [...]”(DICIONÁRIO de psicologia Dorsch, 2004, p. 850). “Domínio da ciência da linguagem que tem por objeto de estudo o sentido e as interpretações das unidades significativas da língua e de sua combinação no discurso. [...]” (NEVEU, 2008, p. 267).

1 / 6 7? 45 132 6 45 I “(...) são instrumentos existentes em coleções para localizar de forma

mais precisa as informações existentes em coleções de publicações (por exemplo, no conjunto de periódicos de determinada área do conhecimento), inclusive nas coleções das bibliotecas. (...). Independentemente das características ambientais e das pessoas atendidas, encontram-se, nos diversos tipos de bibliotecas e bibliografias/sistemas de recuperação da informação, as mesmas funções básicas: a função de selecionar e adquirir os materiais de informação; de fazer o tratamento, organização e armazenagem desse material; a função de dialogar com o usuário em torno de uma consulta para melhor defini-la, entre outras funções” (DIAS, 2006, p. 64-65).

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6 I “Do latim , ‘aquilo que define, delimita um sentido’. Chamam-se das unidades lexicais (palavras ou grupos de palavras) que resultam de um domínio específico de conhecimentos, e que consistem o objeto de uma definição convencional numa determinada comunidade técnica ou científica [...]” (NEVEU, 2008, p. 290). Portanto, encarados distintamente do ato de denominar, podem os termos ser definidos como palavras, grupos de palavras, ou símbolos empregados para designar um significado definido ou

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um conjunto de inferências (SHERA; EGAN, 1969, p. 46). RTermino. En Terminología, noción que se

compone de un rótulo o etiqueta (la palabra o la expresión que lo representan), y un contenido conceptual, construído mediante la enumeración de enunciados esenciales y propios de ese concepto. // 2. En sentido amplio, el rótulo que denota a una noción, y que en determinados contextos asume otras denominaciones (por ej., descriptor en un tesauro, palabra clave en lenguaje natural)” (GUIDO BARITE, 2000, 2 ).