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Örtülü Kazanç Dağıtılan Taraf Düzeltme İşlemleri Örtülü kazanç dağıtılan kurum tam mükellef kurum ise;

3-ROYALTİ ÖDEMELERİNİN TRANSFER FİYATLANDIRMASI ANALİZİ

4. DÜZELTME İŞLEMLERİ

4.2 Örtülü Kazanç Dağıtılan Taraf Düzeltme İşlemleri Örtülü kazanç dağıtılan kurum tam mükellef kurum ise;

A Unidade Contábil é a soma, agregação ou divisão de patrimônio de uma ou mais entidades do setor público resultará em novas unidades contábeis.

Esse procedimento será utilizado nos seguintes casos:

a) Registro dos atos e dos fatos que envolvem o patrimônio público ou suas parcelas, em atendimento à necessidade de controle e prestação de contas, de evidenciação e instrumentalização do controle social;

b) Unificação de parcelas do patrimônio público vinculadas a unidades contábeis descentralizadas, para fins de controle e evidenciação dos seus resultados;

c) Consolidação de entidades do setor público para fins de atendimento de exigências legais ou necessidades gerenciais.

Unidade Contábil é classificada em:

a) Originária – representa o patrimônio das entidades do setor público na condição de pessoas jurídicas;

b) Descentralizada – representa parcela do patrimônio de Unidade Contábil Originária;

c) Unificada – representa a soma ou a agregação do patrimônio de duas ou mais Unidades Contábeis Descentralizadas;

d) Consolidada – representa a soma ou a agregação do patrimônio de duas ou mais Unidades Contábeis Originárias.

As demais normatizações vigentes:

 NBC T 16.2 – Patrimônio e Sistemas Contábeis

Esta Norma estabelece o conceito de patrimônio público, sua classificação sob o enfoque contábil, o conceito e a estrutura do sistema de informação contábil.

 NBC T 16.3 – Planejamento e seus Instrumentos sob o Enfoque Contábil Esta Norma estabelece as bases para controle contábil do planejamento desenvolvido pelas entidades do setor público, expresso em planos hierarquicamente interligados.

 NBC T 16.4 – Transações no Setor Público

Esta Norma estabelece conceitos, natureza e tipicidades das transações no setor público.

 NBC T 16.5 – Registro Contábil

Esta Norma estabelece critérios para o registro contábil dos atos e dos fatos que afetam ou possam vir a afetar o patrimônio das entidades do setor público.

 NBC T 16.6 – Demonstrações Contábeis

Esta Norma estabelece as demonstrações contábeis a serem elaboradas e divulgadas pelas entidades do setor público.

 NBC T 16.7 – Consolidação das Demonstrações Contábeis

Esta Norma estabelece conceitos, abrangência e procedimentos para consolidação das demonstrações contábeis no setor público.

 NBC T 16.8 – Controle Interno

Esta Norma estabelece referenciais para o controle interno como suporte do sistema de informação contábil, no sentido de minimizar riscos e dar efetividade às informações da contabilidade, visando contribuir para o alcance dos objetivos da entidade do setor público.

 NBC T 16.9 – Depreciação, Amortização e Exaustão

Esta Norma estabelece critérios e procedimentos para o registro contábil da depreciação, da amortização e da exaustão.

 NBC T 16.10 Avaliação e Mensuração de Ativos e Passivos em Entidades do Setor Público

Esta Norma estabelece critérios e procedimentos para a avaliação e a mensuração de ativos e passivos integrantes do patrimônio de entidades do setor público.

 NBC T 16.11 – Sistema de Informação de Custos do Setor Público

Esta Norma estabelece a conceituação, o objeto, os objetivos e as regras básicas para mensuração e evidenciação dos custos no setor público e apresentado, nesta Norma, como Sistema de Informação de Custos do Setor Público (SICSP).

De acordo com Bugarim (2008), a Contabilidade Brasileira, vem passando por grande transformação, demonstrando o dinamismo e a capacidade da profissão contábil em se adaptar aos movimentos da economia mundial globalizada e, no âmbito nacional, em acompanhar o mercado de capitais do País.

As transformações no cenário econômico, interna e externamente, têm demandado constantes esforços dos organismos e das instituições contábeis nacionais, principalmente no sentido de adequar padrões e procedimentos.

Segundo Bugarim (2008), o desenvolvimento crescente de ações de foco específico na Contabilidade Aplicada a o Setor Público é outra forte vertente dos rumos atuais.

Vindo da sociedade brasileira o anseio por maior transparência na Administração Pública a Contabilidade precisa, cada vez mais, responder a esse clamor, posicionando-se como um instrumento tecnicamente eficiente e capaz de servir à ética e ao controle social na gestão pública.

Quadro 15 - Quadro Comparativo das Normas Brasileiras de Contabilidade Pública e Normas Internacionais IPSAS

IPSAS – IFAC NBCASP – CFC

IPSAS 1 – Presentation of Financial Statements

NBC T 16.1 – Conceituação, Objetivo e Campo de Aplicação;

NBC T 16.6 – Demonstrações Contábeis IPSAS 2 – Cash Flow Statements NBC T 16.6 – Demonstrações Contábeis IPSAS 3 – Net Surplus or Deficit for the

Period – Fundamental Errors and Changing in Accounting Policies

NBC T 16.4 – Transações no setor Público (PFCs – Accrual Basis)

IPSAS 4 – The Effects of changes in Foreign

Exchange Rates N/A

IPSAS 5 – Borrowing Costs N/A

IPSAS 6 – Consolidated Financial Statements – Accounting for Controlled Entities

NBC T 16.7 – Consolidação das Demonstrações Contábeis

IPSAS 7 – Accounting for Investments in Associates

NBC T 16.10 – Avaliação e Mensuração de Ativos e Passivos em Entidades do Setor Público

NBC T 16.2 – Patrimônio e Sistemas Contábeis

IPSAS 8 – Financial Reporting of Interest in Joint Ventures

NBC T 16.10 – Avaliação e Mensuração de Ativos e Passivos em Entidades do Setor Público (Investimentos Permanentes – participações em empresas e em consórcios públicos ou público-privados)

IPSAS 9 – Revenue from Exchange Transactions

Resolução 1.111/07 CFC – PFCs – Princípio de Competência (Accrual Bassis) Portaria 3 STN/MPOG – Receita sob enfoques

Orçamentário e Patrimonial IPSAS 10 – Financial Reporting in

Hyperinflationary Economies

Resolução 1.111/07 – PFCs – Atualização Monetária

IPSAS 11 – Construction Contracts N/A IPSAS 12 – Inventories

NBC T 16.10 – Avaliação e Mensuração de Ativos e Passivos em Entidades do Setor Público

IPSAS 13 – Leases N/A IPSAS 14 – Events after the Reporting Date N/A IPSAS 15 – Financial Instruments:

Disclosure and Presentation N/A IPSAS 16 – Investment Property N/A

IPSAS 17 – Property, Plant and Equipament

NBC T 16.2 – Patrimônio e Sistemas Contábeis

NBC T 16.5 – Registro Contábil

NBC T 16.9 – Depreciação, Amortização e Exaustão

IPSAS 18 – Segment Reporting NBC T 16.1 – Conceituação, Objetivo e Campo de Aplicação (Unidade Contábil) IPSAS 19 – Provisions, Contingent

Liabilities, Contingent Assets

NBC T 16.8 – Controle Interno

NBC T 16.10 – Avaliação e Mensuração de Ativos e Passivos em Entidades do Setor Público

IPSAS 20 – Related Party Disclosures N/A IPSAS 21 – Impairment of Non-cash-

generating Assets

NBC T 16.10 – Avaliação e Mensuração de Ativos e Passivos em Entidades do Setor Público

IPSAS 22 – Disclosure of Financial

Information About the General Government Sector

N/A

IPSAS 23 – Revenue from Non-Exchange Transactions (Taxes and Transfers)

Resolução 1.111/07 – PFCs – Princípio de Competência.

Demonstração do Resultado Econômico (Custo de Oportunidade)

IPSAS 24 – Presentation of Budget Information in Financial Statements

NBC T 16.3 – Planejamento e seus Instrumentos sob Enfoque Contábil IPSAS 25 – Employee Benefits N/A

IPSAS 26 – Impairment of Cash-Generating Assets

NBC T 16.10 – Avaliação e Mensuração de Ativos e Passivos em Entidades do Setor Público

Outra ação fundamental do Governo Federal, numa demonstração de engajamento e compromisso com todo esse movimento da Contabilidade do Setor Público, foi a publicação da Portaria MF 184 de 25 de agosto de 2008, que dispõe sobre as diretrizes a serem observadas no setor público (pelos entes públicos) quanto dos procedimentos, práticas, elaboração e divulgação das demonstrações contábeis, de forma a torna-los convergentes com as Normas Internacionais de Contabilidade Aplicadas ao Setor Público. (SILVA, 2012)

A Portaria visa elevar o nível de institucionalização do processo, nos moldes dos atos publicados pelo Banco Central do Brasil (Comunicado 14.259/2006) e da Comissão de Valores Mobiliários –CVM (instrução CVM nº 475/2007) que alavancou a convergência no âmbito do sistema financeiro nacional e das companhias abertas.

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Benzer Belgeler