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4. Bulgular ve Yorum

4.2. Araştırmanın Temel Değişkenlerinin Test Edilmesi

4.2.2. Öğrencilerin Aileleri İle İlgili Değişkenler

4.2.2.3. Öğrencilerin şiddet mağdurluğu ve aile içi şiddet ile

A avaliação institucional integra atualmente a gestão das diferentes organizações, especialmente das instituições educacionais. Sua importância neste campo pode ser observada pelo crescente número de publicações de pesquisas versando sobre os diversos indicadores de qualidade e desempenho das instituições de educação superior do Brasil e demais países ocidentais. A propriedade dos processos educativos e científicos eleva a IES que os desenvolve à condição de promotora de práticas capazes de causar modificações à sociedade, situando a educação como instrumento de libertação, emancipação e cidadania.

Belloni, Magalhães e Sousa (2003) assinalam que a avaliação institucional, quando aplicada às instituições ou ações (programas ou políticas públicas), trata-se da avaliação formal ou sistemática, contextualizando a avaliação como um processo sistemático de análise de uma atividade, fatos ou coisas. Segundo as autoras, é preciso buscar mecanismos específicos que possibilitem compreender todas as suas dimensões e implicações, visando a estimular o aperfeiçoamento do processo avaliativo. Por outro lado, no concernente à avaliação educacional, houve um avanço mediante o aprimoramento dos processos avaliativos implementados desde os anos 1980 que deram origem ao SINAES, e que vislumbram a melhoria do processo de ensino-aprendizagem e da organização curricular nos sistemas de educação formal de ensino e na educação não formal.

Ristoff (1996) explica os princípios avaliativos de forma conceitual e metodológica: a institucionalidade, como princípio explicativo; a globalidade, como princípio

heurístico, entendido como ―uma reconstrução da articulação, da integração, do inter-

relacionamento das partes. A avaliação como um processo pedagógico, com enfoque na

qualidade.‖

Dias Sobrinho (1998, apud ANDRIOLA 2003) afirma as principais características e condições da globalidade como: integradora, participativa e negociada, operatória e estruturante, contextualizada, formativa, permanente, legítima, voluntária e adaptada a cada instituição.

A excelência acadêmica precisa manter estreita ligação com a eficiência e eficácia organizacional para o cumprimento da missão institucional. Mayer (1993) acentua que a avaliação consiste em um instrumento da gestão necessário para medir os esforços da organização, qualidade, excelência, utilidade e relevância. Nas IES, tem a função de investigar a eficácia organizacional, verificando o cumprimento das metas e dos objetivos organizacionais em virtude da missão institucional, como também o desempenho dos sistemas

internos que viabilizam o desenvolvimento das atividades de ensino, pesquisa e extensão, incluindo as atividades administrativas.

Os processos avaliativos apontam outra dimensão da realidade de uma instituição de ensino superior, cabendo encontrar uma linguagem comum para as universidades brasileiras de forma que permita identificar o conjunto de conceitos, princípios e finalidades do programa pelo qual elas se regem; haja em vista os diferentes modelos de organização acadêmica que compõem o sistema federal de educação superior em meio ao qual, de um lado, situam-se as universidades diferenciadas pelo princípio da indissociabilidade do ensino- pesquisa-extensão, aspectos específicos de sua organicidade acadêmica, cujo modelo exige um robusto corpo docente de excelência, o qual na maioria possui máxima titulação, produção de conhecimento e inovação tecnológica. Do outro lado, situam-se as demais IES [centros universitários, institutos e faculdades, centros de educação tecnológica e faculdades tecnológicas (CET/FaT)], cujo modelo organizacional é composto um corpo docente em número restrito com titulação máxima, além da dispensa da realização de projetos de pesquisa e extensão e outros aspectos que exprimam a excelência acadêmica.

Nesse sentido, um padrão de avaliação aplicado às IES dos diversos tipos de organização acadêmica distribuídas em categorias administrativas pública e privada, existentes no País, conduzirá possíveis inconsistência nos resultados, mesmo estabelecidos parâmetros para as análises, haja vista as peculiaridades de cada curso.

Balzan (1994) ressalta a importância da precisão dos dados para o processo avaliativo — os relacionados à excelência acadêmica baseada na capacitação do corpo docente, em todos os níveis, por departamentos, o custo-aluno por cursos, e os relacionados à programas de assistência aos discentes, destacando as expectativas dos alunos ―recém-

ingressantes‖, a percepção dos formandos sobre seus cursos, acerca da instituição,

acompanhamento dos egressos sobre as relações entre as instituições de ensino e o mercado de trabalho. Por tratar-se de um processo onde a ―diversidade é regra‖, haja vista a pluralidade de modelos institucionais, o autor é contrário à aplicação dos mesmos critérios de avaliação institucional para as diferentes instituições, considerando a diversidade existente entre elas.

As instituições de educação superior brasileiras, como as demais organizações, precisam ser sistematicamente avaliadas para que mantenham e/ou melhorem a qualidade dos seus produtos ou serviços. Em relação às IFES, a avaliação significa uma prestação de contas à sociedade, haja vista o fato de sua missão ser baseada no tripé institucional ensino, pesquisa e extensão, a fim de formar profissionais qualificados, produzir conhecimentos e atender à

comunidade com ações sociais, entre outros, além do seu financiamento ter como fonte verbas públicas, o que exige o uso racional e também responsável dos recursos.

Para realizar com qualidade as atividades inerentes à condição de universidade, é imprescindível uma infraestrutura de qualidade: recursos humanos competentes, recursos financeiros, regimento e estatutos atualizados e instalações físicas adequadas, e implantar uma cultura avaliativa na comunidade acadêmica, promovendo o princípio socrático do autoconhecimento.

Vislumbra-se que, se conhecendo a si própria, seja possível alcançar as metas projetadas e reduzir a ocorrência de fenômenos que causam danos internos e externos, sobretudo, a evasão discente. Nesse sentido, as universidades firmam um compromisso social de grande relevância, mediante a missão de buscar a melhoria das condições de vida da população em face do desenvolvimento das atividades de ensino, pesquisa e extensão.

A legitimação da qualidade da educação superior é avaliada pelo SINAES a partir de 2004, e se dá a cada três anos. O avanço do ensino superior privado e a existência de vários modelos de instituições de educação superior (universidades, centros universitários e faculdades, centros tecnológicos federais), cada tipo com organogramas distintos, exigiram do Estado um novo modelo de processo avaliativo de ampla abragência, de acordo com as diretrizes preestabelecidas.

Nesse sentido, o objetivo é avançar continuamente, buscando a superação de situações e o alcance de patamares de qualidade do fazer acadêmico. A dimensão da avaliação institucional reflete a própria natureza da universidade e de seu fazer, a infinita busca da qualidade, da excelência, da ciência e da tecnologia, permeada pela cultura. Se todos os aspectos que qualificam a excelência acadêmica satisfazem, a instituição pode ser menos vulnerável à evasão.