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3.6. PERFORMANS DEĞERLENDİRME YÖNTEMLERİ

3.6.2. Çağdaş Performans Değerlendirme Yöntemleri

Na análise da Didática magna, um dos primeiros aspectos que podemos ressaltar na teologia de Comenius é sua intensa citação de textos bíblicos, isto é, em média setecentos versículos (FARY, 1982, p.10). A intensa referência bíblica era proveniente tanto de seus pressupostos filosóficos religiosos, quanto de sua experiência pessoal como cristão piedoso.

Em sua concepção, o texto bíblico ao lado da natureza e do próprio homem é livro reveladore da pessoa do Criador e do conhecimento de todas as coisas, todavia, o texto bíblico, sendo a “revelação escrita de Deus, era a maior das três fontes de conhecimento e a mais perfeita obra de literatura” (SOUCEK, 1985, p. 22).

As fontes são as Sagradas Escrituras, o mundo, e nós mesmos, ou seja, a palavra de Deus, suas obras e nosso sentimento interior. Das Escrituras se haurem a consciência e o amor de Deus. Que despois, a partir do mundo e da sábia contemplação das admiráveis obras divinas nele existentes sejamos conduzidos para um sentimento de piedade, o que se vê entre os pagãos, que pela simples contemplação do mundo, foram levados a venerar o poder divino [...]

Novaková (1985, pp. 225-238) indica que Comenius tinha o texto bíblico em mãos, como fonte de consolo e fortalecimento nas angústias que sempre enfrentara durante sua vida, momentos estes retratados no capítulo dois desta pesquisa. Talvez por esta razão é que ele se empenhou variadas vezes para traduzir a bíblia para o theco e disponibilizar o texto bíblico para os Irmãos Morávios, objetivando sua leitura e consolo em meio às vicissitudes de seu contexto histórico.

Isto posto, pode-se conceber que o texto bíblico, para Comenius, exercia primazia em sua vida e em qualquer grade curricular escolar, pois, em sua compreensão, os autores pagãos pouco podiam contribuir para um adequado conhecimento das coisas; ao contrário, propunha aos cristãos de sua época que imitassem o bom exemplo da igreja grega moderna que proibiu o uso da literatura pagã entre seus membros e escola.

A igreja grega moderna, apesar de possuir, em sua bela língua, livros filosóficos e gregos dos antigos conterrâneos considerados os amis sábios do mundo, proibiu sua leitura a seus fiéis sob pena de anátema. Por isso, embora os gregos tenham mergulhado na ignorância e na superstição pela enorme barbárie circundante, Deus até agora os tem preservado de uma enxurrada anticristã de erros. Nisso devem ser imitados para que (aumentado-se também o estudo das Sagradas Escrituras) seja mais fácil eliminar definitivamente as trevas da confusão herdadas dos pagãos, pois só na luz de Deus se vê a luz (Sl

XXXVI, 10); casa de Jacó, vinde, caminhemos à luz do Senhor (Is II,5)

(COMENIUS, 1997, p. 298).

No mesmo contexto, Comenius (1997, pp. 302, 303) declarou que o texto bíblico é suficiente para toda forma de conhecimento e ensino:

Outros dizem: os livros pagãos , se não ensinam teologia de modo correto, ensinam filosofia, que não pode ser haurida nas Sagradas Escrituras, que nos foram dadas expressamente para nossa salvação.

Respondo: a fonte de toda Sabedoria é a Palavra de Deus, no alto dos

céus (Ecle I,5) [...] Quem estuda o mundo latino poderá pelo menos ler

Terêncio, Plauto e autores semelhantes apenas pelo estilo. Respondo: O que nos mostram esses escritores, mesmo que folheados ao acaso, senão facécias, gracejos, patuscadas, paixões, amores sórdidos, bordéias, engodos urdidos de vários modos e coisas semelhantes, das quais os cristãos devem desviar olhos e ouvidos? Será possível crer que o homem seja tão pouco depravado interiormente que lhe possam ser mostradas de fora as formas de todos os tipos de torpezas, dando-lhe ensejo, incentivo e todo tipo de ocasião para perder-se?

É com este pressuposto que se pode depreender a razão pela qual Comenius criticava as escolas cristãs de sua época, pois em sua forma de pensar, tais escolas conheciam mais a respeito da literatura pagã do que a respeito de Cristo, o que trazia, como conseqüência, uma situação perigosa à vida dos alunos:

É inevitável e necessário que esse assunto, a que apenas aludimos no capítulo anterior, seja agora tratado com mais vagar, visto que, se quisermos escolas realmente cristãs, precisaremos afastar delas toda a turba de doutores pagãos [...]O amor pela glória de Deus e pela salvação humana obriga-me a ser zeloso, pois as principais escolas cristãs professam Cristo apenas de nome, enquanto se comprazem apenas com Terêncio, Plauto, Cícero, Ovídio, Catulo, Tibulo, Musas e Vênus. Por isso sabemos mais do mundo que de Cristo, sendo necessário sair à cata de cristãos em plena cristandade. Até mesmo para os teólogos mais eruditos, que deveriam ser mestres de divina sabedoria, Cristo fornece apenas fachada, enquanto Aristóteles, com sua turba de pagãos, fornece o sangue e o espírito: esse é um censurável abuso da liberdade cristã, uma torpe profanação, uma situação perigosa (COMENIUS, 1997, p. 288).

Na compreensão de Comenius, o estado de perigo para as escolas cristãs consistia no princípio de que Cristo estava sendo pouco conhecido, enquanto outras literaturas estavam sendo disseminadas com liberalidade naquelas escolas cristãs.

Ora, em se partindo do princípio de que a Didática magna de Comenius tinha, além dos pressupostos teológicos e pedagógicos, também uma preocupação política, conclui-se que Comenius, ao tratar do “lugar” do texto bíblico nas escolas cristãs, defendia os princípios da Reforma Protestante em detrimento dos pressupostos hermenêuticos da Igreja Católica Romana, visto que ele compreendia que a bíblia deveria ter primazia em todos os assuntos.

Contudo, depois de analisar a hermenêutica bíblica cultivada pela Igreja Romana de sua época, cuja base estava na Idade Média que ensinava o princípio de que a interpretação da bíblia tinha que se adaptar à tradição e à doutrina da Igreja, de maneira que era preconizado ao cristão que antes de conhecer à bíblia, deveria aprender a crer (BERKHOF, 1985, p. 26), e considerando que a Reforma Protestante, por outro lado, ensinava que a Igreja não poderia determinar o que a bíblia ensinava, mas a bíblia deveria determinar o que a Igreja ensinaria, sendo este, um dos pilares da Reforma Protestante, isto é, sola scripture (Somente as Escrituras), defendido tanto por Lutero quanto por Calvino (BERKHOF, 1985, p. 29) e tantos outros reformadores (BRUCE, 1990, pp. 338-342), Comenius parece se aproximar de uma interpretação reformada quanto ao texto bíblico, no sentido de que para ele, a bíblia é a revelação de Deus; portanto, o único livro no qual o cristão poderia encontrar o puro e o verdadeiro conhecimento de todas as coisas.

Diante disto, a intenção de Comenius, ao defender a primazia do texto bíblico nas escolas cristãs, no seu mais conhecido texto pedagógico, pressupunha, implicitamente, um caráter político e crítico em relação à forma de interpretação da bíblia por parte da Igreja Católica Romana, tendo como conseqüência o desvio da “verdade” da referida Igreja, na compreensão do autor da Didática magna.

Uma das questões mais difíceis desta pesquisa a respeito de Comenius, que consiste na tentativa de compreender, tendo como foco a Didática magna, a linha hermêutica adotada por ele no estudo do texto bíblico. Alguns comeniólogos pressupõem que ele desenvolva uma abordagem histórico- gramatical (RIBEIRO, 2003, p. 78), tendo, talvez como fundamento de sua afirmação, não só a influência calvinista incutida nos primeiros anos de estudos de Comenius em Herbon e Heildelberg, mas talvez, porque alguns compreendem que ele seja um calvinista (COSTA, 2000, p. 30), enquanto outros propõem que ele siga uma interpretação literal do texto bíblico (FARY, 1982, pp. 33-34).

Na análise da Didática magna, encontram-se três formas de interpretações do texto bíblico utilizados por Comenius: alegórica, anagógica e literal (FARY, 1982, p. 30), que pode ser vistas em diferentes contextos da referida obra e que, devido à intensa

utilização ou não, demonstram a preferência hermenêutica de Comenius no estudo do texto bíblico.

1) Interpretação alegórica – Segundo Fary (1982, p. 30), há apenas uma passagem classificada como alegórica empregada por Comenius na Didática magna. Refere-se à passagem de Marcos 4.26-29, cujo título corresponde à conhecida parábola do semeador.

2) Interpretação anagógica – Houaiss (2001, p.201) define a referida interpretação como sendo uma “interpretação mística dos símbolos e alegorias das Sagradas Escrituras”. Fary (1982, pp. 31-33), comentando esta linha de interpretação de Comenius, ressalta que ela aparece cerca de dezesseis vezes na Didática magna, de maneira que, apesar de ser relativamente utilizada, não reflete exatamente a hermenêutica de Comenius. Como exemplo, destaca-se o texto de Deuteronômio 21.12 para compreender a interpretação anagógica. O referido texto diz: “[...] então, a levarás para casa, e ela rapará a cabeça, e cortará as unhas”. Comenius (1997, p. 306) dá a seguinte interpretação deste texto:

Mas mesmo esses livros deverão ser dados aos jovens depois que seus espíritos estiverem bem firmes na fé cristã, feitas algumas emendas, para que não fiquem nomes de deuses pagãos ou rastro de superstição. Do mesmo modo, Deus permitiu tomar por mulheres as virgens pagãs

depois de lhes raparem a cabeça e cortarem suas unhas (Dt XXI.12).

Para sermos bem entendidos, diremos que não queremos proibir totalmente aos cristãos os escritores pagãos, pois não ignoramos que Cristo deu a quem crê o privilégio celeste de poder tratar sem perigo

com peçonhas e serpentes [...].

Ora, tomando o texto bíblico de Deuteronômio e comparando com a interpretação de Comenius, percebe-se que ele faz uma hermenêutica um tanto curiosa de tal referência, uma vez que o assunto em Deuteronômio tem, como foco, os versículos seguintes, que versam a respeito de como tratar a mulher prisioneira, não possuindo qualquer ênfase com livros pagãos:

[...] e despirá o vestido do seu cativeiro, e ficará na tua casa, e chorará a seu pai e a sua mãe durante um mês. Depois disto, a tomarás; tu serás seu marido, e ela, tua mulher. E, se não te agradares dela, deixa-la-ás ir à sua própria vontade; porém, de nenhuma sorte, a venderás por dinheiro, nem a tratarás mal, pois a tens humilhado (Dt 21.13,14).

3. Interpretação literal – Ao que parece, segundo a análise prévia da Didática magna, constata-se que a quantidade, quanto ao uso da interpretação literal, seja a preferida por Comenius em suas citações da bíblia. Fary (1982, pp. 34- 36) afirma que a interpretação literal da bíblia aparece em cerca de 145 referências, a saber, que 90% das citações bíblicas são literais, ou seja, Comenius procura explicar o texto bíblico a partir de sua utilização comum e usual (FARY, 1982, pp. 33-34), não se importando, necessariamente, com o contexto histórico e co m o sentido da palavra na época em que foi escrita, não adotando, por extensão, a interpretação bíblica da Reforma Protestante, isto é, histórico- gramatical.

Expõem-se, abaixo, cuja base é Fary (1982, pp. 168-173), da linha hermenêutica mais utilizada por Comenius na Didática magna, a qual evidenciará que a interpretação literal tem preferência nos métodos de estudos e citação do texto bíblico.

A CLASSIFICAÇÃO DAS REFERÊNCIAS DO TEXTO BÍBLICO SEGUNDO OS MÉTODOS DE INTERPRETAÇÃO

Capítulos Alegórico Anagógico Didático Literal

1 Sl 8,1 Tm 3.16, 1 Pe 1.12, Hb 1.6, Jo 1.51, Mt 4.11 2 Ecles. 1.8, Hb 6.20, Rm 8.30, Ef 1.22, Rm 8.29 3 Os 2.21-22, Ap 6.11, 11.1, 21.1, 2 Pe 3.13, Gn 47.9, Sl 39.12, Jó 7.10, Lc 12.33, Mt 24.44, Gn 5.24, 2 Pe 3.9 4 Gn 1.26, Gn 2.19, Lv 19.2

5 Ecles. 1.7, Ecles. 12.7, Hb 11.6, Sl 73.25-26, Dn 4.25, Fil 4.13, Rm 11.24, Mt 3.9 Mt 18.3, 1 Co 7.14, 1 Co 6.11 6 1 Pe 1.12, Ef 3.10, 1 Rs 22.20, Jó 1.6 7 8 Dt 6.7, Ef 6.14 Gn 18.19, Dn 1.20, At 7.22 9 1 Tm 2.12 10 Fp 4.7, Lc 2.52, Mt 11.29, Pv 11.1,22. 11 12 13 14 15 Dn 1.12 , Lv 25 16 Mc 4.26-29 17 18 19 Pv 17.24 20 21 22 23 24 1 Co 3.6-8, Dn 11.35, Ap 7.14 Is 28.9, Jr 13.23 1 Tm 4.8, Lc 10.42, Mt 6.33, Lc 16.19-31, Gn 5.24, 1 Pe 1.23, 2 Tm 3.15, 1 Tm 4.6, 1 Co 7.14, Gl 5.6, Tg 2, 1 Pe 1.3, Jo 13.17, 1 Tm 1.5, 1 Co 6.20, Is 1, Jo 4, Lc 12, 1 Co 1.18

25 Ex 3.22, Js 1.14, Dt 21.12, Is 61.13, Mt 15.13 Dt 6.4-7, 31.11-13, 2 Tm 3.15 Is 48.17, Is 8.19, Jo 5.39, Dt 4.5-6, Js 1.8, Sl 19.8, 2 Tm 3.16-17, Jr 10.2, 2 Rs 1.3, Is 8.19-20, Sl 147. 20, Jr 2.13, Os 8.12, Dt 32.47, Sl 119.98- 99, Pv 2.6, Sl 36.9, Jo 6.68, Is 8.20, Is 29.10-14, Rm 1.21, Is 54.13, Ef 3.10, Dt 7.22-26, Dt 12.29-32, Js 24.23, Jr 10.14, Cl 2.8, 1 Co 8.4,7,9, Lv 10.1, 1 Pe 2.5, Rm 1.21,22, Cl 2.8,9, At 19.19, Sl 36.9, Is 2.5, 60.2, 1 Sm 13.19-20, Ex 23.13, 2 Co 6.15, 2 Rs 5.12, Mc 16.18, 1 Pe 2.2, 2 Tm 3.15, Mt 17.5, 23.8, Mc 10.14, 1 Pe 2.2, Sl 34.11, 2 Co 10.5 26 Sl 2.11, Fm 2.4,10 27 28 Lc 2.52 29 30 31 32 Is 11.9 33 Is 51.16, Lc 12.49, Jo 3.8 Mt 25.25, Nm 11.29, Jo 21.15

A partir desse quadro de referências, perceber-se que, basicamente em quase toda a Didática, há versículos bíblicos que, por suas vezes, resultam em um segundo quadro radiográfico quanto à presença dos versículos e sua porcentagem nos capítulos da obra de Comenius.

REFERÊNCIAS BÍBLICAS POR CAPÍTULOS DA DIDÁTICA MAGNA 1ª seção (CAP. I- VI) “Fundamentos teológicos e filosóficos da educação”

CAPÍTULOS/DIDÁTICA Nº DE VEZES %

1 O homem é a mais alta, a mais absoluta e a mais excelente das criaturas.

2 O fim último do homem está fora desta vida.

05 3,0

3 Esta vida não é senão uma

preparação para a vida eterna 12 7,4

4 Os graus da preparação para a eternidade são três: conhecermo - nos a nós mesmos (e conosco todas as coisas), governarmo-nos e dirigirmo -nos para Deus

03 1,9

5 As sementes destas três coisas (da instrução, da moral e da religião) são postas dentro de nós pela natureza.

11 6,7

6 O homem tem necessidade de ser formado para que se torne verdadeiramente homem.

04 2,4

Total 41 25

REFERÊNCIAS BÍBLICAS POR CAPÍTULOS DA DIDÁTICA MAGNA

2ª seção (CAP. VII - XIX) “Didática Geral – Princípios”

CAPÍTULOS/DIDÁTICA Nº DE VEZES %

7 A formação do homem faz-se com muita facilidade na primeira idade, e chego a dizer que não pode fazer-se senão nessa idade.

8 É necessário, ao mesmo tempo, formar a juventude e abrir escolas.

05 3,0

9 Toda juventude de ambos os sexos deve ser enviada às escolas.

01 0,6

10 Nas escolas, a formação deve ser

universal. 05 3,0

11 Até agora, não tem havido escolas que correspondam perfeitamente ao seu fim.

12 As escolas podem ser reformadas.

13 O fundamento das reformas escolas é a ordem em tudo.

14 A ordem perfeita da escola deve ir buscar- se na natureza.

15 Fundamentos para prolongar a vida. 02 1,2 16 Requisitos para ensinar e para aprender,

isto é, como se deve ensinar e aprender para que seja impossível não obter bons resultados.

01 0,6

17 Fundamentos para ensinar e aprender com facilidade

18 Fundamentos para ensinar e aprender solidamente.

19 Fundamentos para ensinar com vantajosa

rapidez. 01 0,6

REFERÊNCIAS BÍBLICAS POR CAPÍTULOS DA DIDÁTICA MAGNA 3ª seção (CAP. XX-XXVI) “ Didática Especial – Disciplina e livros”.

CAPÍTULOS/DIDÁTICA Nº DE VEZES %

20 Métodos para ensinar as ciências em geral.

21 Método para ensinar as artes. 22 Método para ensinar as línguas. 23 Método para ensinar a moral.

24 Método para incutir a piedade. 28 17

25 Se realmente queremos escolas reformadas segundo as verdadeiras normas do autêntico cristianismo, os livros dos pagãos, devem ser afastados das escolas, ou ao menos devem ser utilizados com cautela.

57 34

26 Da disciplina da escola. 02 1,2

Total 87 53

REFERÊNCIAS BÍBLICAS POR CAPÍTULOS DA DIDÁTICA MAGNA 4ª seção (CAP. XXVII - XXXI) “Plano de organização escolar”

CAPÍTULOS/DIDÁTICA Nº DE VEZES %

27 As instituições escolares devem ser de quatro graus, em conformidade com a idade e com o aproveitamento.

28 Plano da escola materna 01 0,6

29 Plano da escola de língua nacional. 30 Plano da escola latina.

31 Da Academia, das viagens e da associação didática.

Total 01 0,6

REFERÊNCIAS BÍBLICAS POR CAPÍTULOS DA DIDÁTICA MAGNA Epílogo (CAP. XXXII - XXXIII) “ Resumo geral e apelo final”.

CAPÍTULOS/DIDÁTICA Nº DE VEZES %

32 Da organização universal e perfeita das

escolas. 01 0,6

33 Dos requisitos necessários para começar a pôr em prática este método universal.

19 11,4

Total 20 12

SÍNTESE DAS REFERÊNCIAS BÍBLICAS

SEÇÃO CAPÍTULOS TÍTULOS Frequência %

I – VI Fundamentos Teológicos 41 25

VII – XIX Didática geral 15 9

XX- XXVI Didática especial - disciplina e livros 87 53

XXVII – XXXI Plano de organização escolar 01 + 0

Epílogo XXXII - XXXIII Resumo geral e apelo final 20 12

Total Geral 164 100

No prosseguimento da compreensão do pensamento teológico de Comenius, é necessário analisar um segundo princípio que norteia sua teologia na Didática magna, trata-se da sua concepção do ser divino.