BÖLÜM IV: CUMHURİYET DÖNEMİ TÜRK-İRAN İLİŞKİERİ 1923-1938 .39
4.7 Rıza Şah Pehlevi’nin Türkiye Ziyareti
4.7.1 Ziyaret Tarihinin Belirlenmesi ve Rıza Şah’ın Yolculuğu
As escalas de razão que visam a mensuração de atitudes, devem ser submetidas a processos de validação psicofísica por meio de procedimentos específicos. Alguns métodos para esta validação serão descritos a partir desse momento para explicar os procedimentos de validação psicofísica que serão tomados no presente estudo.
O método de emparelhamento intermodal representa uma significativa contribuição para a medida de julgamentos sensoriais, bem como de sociais (LODGE, 1982; STEVENS, 1966a; 1975). É importante mencionar que esse método veio complementar resultados de estudos (SELLIN; WOLFGANG, 1964; FLIGIO, 1976) que se apoiaram apenas nas estimativas numéricas como modalidade de resposta. Dessa forma, tornava-se impossível verificar a Lei de Potência ou confirmar o expoente característico para cada modalidade sensorial e/ou perceptiva, deixando de ser comprovado que as pessoas são capazes de fazer julgamentos proporcionais independente da modalidade utilizada como resposta ser ou não estimativa numérica (GESCHEIDER, 1988; KRUEGER, 1989).
Este método foi desenvolvido por Stevens (1961), e fornece meios para a confirmação da Lei de Stevens, para a verificação do expoente característico que relaciona a magnitude de estímulos à magnitude de resposta subjetiva, sendo que dessa forma demarca critérios de validação das escalas de magnitude sensorial e social (LODGE, 1982). Nesse
emparelhamento intermodal, além das estimativas numéricas, qualquer uma das modalidades sensoriais pode ser utilizada como medida de resposta de magnitude. Isso se deve ao fato de que cada sensação tem representado seu expoente característico, sendo esse obtido pelos vários estudos de laboratório em que foram feitos relacionamentos de estimativas numéricas com cada modalidade sensorial, como a altura do som, luminosidade, comprimento visual, etc. (LODGE, 1982).
Nesses estudos o experimentador pede aos observadores que utilizem, por exemplo, a força dinamométrica ou a intesidade do som como modalidade de resposta, ao invés de somente estimativas numéricas. Assim, para medir a intesidade de um estímulo social, cada sujeito deve ser instruído a apertar um dinamômetro manual calibrado, de maneira que sua impressão de força dinamométrica no instrumento seja igual a sua impressão do estímulo social, de modo que quanto mais forte a impressão do estímulo social tanto mais forte deve ser a força dinamométrica. Similarmente, usando-se a intensidade do som como modalidade de resposta, o observador deve variar a intensidade do som por meio de um potenciômetro de um par de fones de ouvido, de modo que a intensidade percebida seja emparelhada com a impressão do estímulo social, de forma que quanto mais forte a impressão do estímulo social tanto mais alta deve ser a intensidade do som.
Lodge (1982) comenta ainda que sendo a Lei de Potência válida e os expoentes derivados das estimativas de magnitudes verdadeiramente característicos, então quaisquer das duas medidas de respostas quantitativas com expoentes determinados poderiam ser utilizadas para julgamento de um contínuo sensorial. A validade de uma escala de razão poderia ser confirmada obtendo-se um emparelhamento próximo entre as razões teóricas e as obtidas empiricamente entre as duas medidas de respostas.
Deste modo, quando duas ou mais modalidades de respostas de magnitude são emparelhadas a um mesmo conjunto de estímulos sociais, o princípio subjacente a esse
relacionamento é o de que objetos iguais a um mesmo objeto são iguais entre si. Assim, uma escala de magnitude subjetiva é validada pelo método de emparelhamento intermodal quando a inclinação obtida dos emparelhamentos com um conjunto comum de estímulos sociais se aproxima da razão característica entre as duas medidas de respostas psicofísicas (CROSS, 1974).
É interessante ressaltar que a razão predita (teste de critério para validar a escala de magnitude) é uma função das duas modalidades de respostas e não dos estímulos, uma vez que os sujeitos estão usando as duas respostas para expressar suas impressões das intensidades dos estímulos. No escalonamento social, uma primeira alternativa seria a de comparar o expoente empírico (inclinação derivada), quando as modalidades de respostas são emparelhadas com estímulos sociais, com o expoente teórico (inclinação teórica) característico dos relacionamentos dessas modalidades quando emparelhadas com estímulos físicos (ver Tabela 1). Em outras palavras, a razão empírica, obtida quando os sujeitos fazem o emparelhamento das duas modalidades de respostas com os estímulos sociais, deve ser então a mais próxima da razão estabelecida para essas mesmas duas modalidades de respostas emparelhadas a estímulos físicos (LODGE, 1982).
Uma segunda alternativa seria a comparação desse expoente empírico derivado das estimativas dos estímulos sociais com o expoente empírico obtido num primeiro procedimento de calibração, no qual os mesmos sujeitos tenham emparelhado as mesmas duas modalidades de respostas com estímulos sensoriais. Esse procedimento de calibração envolve uma tarefa de escalonamento psicofísico que serve como treino dos observadores no uso das duas modalidades de respostas para que façam julgamentos proporcionais. Essas mesmas duas modalidades deverão ser empregadas num segundo procedimento de escalonamento de magnitude, no qual os observadores julgarão a intensidade de um dado estímulo social.
O pressuposto é que os mesmos viéses que afetam as respostas aos estímulos sensoriais/perceptuais atuariam com mesma intensidade e/ou teriam efeitos similares nas respostas aos estímulos sociais. Qualquer que seja a alternativa de comparação, o importante é que cada um dos expoentes empíricos e a razão entre eles precisam ser funções de potência (LODGE, 1982). Sendo assim, quando esse critério é satisfeito, a escala derivada é uma escala de razão é considerada psicofisicamente validada (BAIRD; NOMA, 1978; STEVENS, 1975).
Outra forma de se obter a validade da escala de razão é por meio da obtenção de resultados que comprovam os indícios da ocorrência da Lei ou Princípio de Ekman (SOUSA; DA SILVA, 2001). A Lei de Ekman supõe que o tamanho subjetivo das diferenças apenas perceptíveis (d.a.p.), aumenta em proporção com a magnitude percebida da sensação (PETROV, 2003; ALLEN, 2000). A Lei de Ekman em sua forma mais simples pode ser descrita como:
ΔΨ = bΨ, no qual ΔΨ é o tamanho subjetivo das d.a.p.(s) e bΨ a magnitude das sensações.
Esta equação, quando aplicada ao contínuo psicológico, é exatamente análoga a Lei de Weber, Δφ = cφ, no contínuo físico. Esta analogia é também identificada em outros estudos como os de Allen (2000) e Donald e colaboradores (2001). É interessante que a Lei de Potência de Stevens, a qual deriva principalmente dos resultados dos procedimentos obtidos das escalas de magnitudes, implica que o Princípio de Ekman precisa também ser validado. A magnitude da sensação Ψ aumenta com o aumento da intensidade do estímulo, deste modo a Lei de Ekman mede que o correspondente tamanho subjetivo dos d.a.p.(s) aumenta.
Representando matematicamente, isto indica que a magnitude da sensação crescerá como uma função de potência da intensidade dos estímulos, com o expoente da
função de potência representando este crescimento. O Princípio de Ekman pode ser encontrado tanto no contínuo de sensação como no contínuo do estímulo.
Para acrescentar que isto esteja correto, então a Lei de Ekman pode ser demonstrada mais precisamente como ΔΨ = .03Ψ. O sujeito é capaz de discriminar 100 C% de mudança na magnitude sensorial (na qual C = ΔΨ/Ψ) independentemente da forma do estímulo percebido. Tal suposição é consistente com a hipótese de que as discriminações são baseadas nos resultados (output) da magnitude sensorial (mais detalhes em TEGHTSOONIAN, 1973).