BÖLÜM IV: CUMHURİYET DÖNEMİ TÜRK-İRAN İLİŞKİERİ 1923-1938 .39
4.6. Türkiye ile İran Arasında Çeşitli Anlaşmaların İmzalanması ve İlişkilerin
4.6.4 III. Ağrı İsyanı ve İlişkilerin Gerginleşmesi
A estimação de magnitudes de estímulos sensoriais consiste no processo de julgamentos pelo qual observadores emparelham números a diferentes níveis de sua própria impressão sensorial e/ou perceptiva e constitui-se num dos métodos freqüentemente utilizados para construir escalas de razão de sensação. Nos experimentos psicofísicos típicos, os observadores são levados a responderem a uma série de estímulos, por exemplo, vários comprimentos de linhas ou forças dinamométricas, sendo apresentados um de cada vez e aleatoriamente. As instruções para a execução deste método são para que o sujeito faça emparelhamentos de números aos comprimentos de linhas ou índices de força dinamométricas (no caso destes modelos, citados acima), sendo esses estabelecidos proporcionalmente em relação ao estímulo inicial denominado de estímulo padrão.
Portanto, a tarefa do observador é julgar quão maior são os diferentes comprimentos de linhas apresentados, de tal forma que emparelhem com esses estímulos físicos números proporcionais em relação ao estímulo determinado como estímulo padrão. Deste modo, cada número dado a um estímulo refletirá o quão maior ou menor ele é em relação ao estímulo padrão, ou seja, o primeiro estímulo apresentado. Quanto menor o comprimento de linha em relação ao estímulo padrão tanto menor proporcionalmente deve ser
a estimativa numérica da resposta dada. Entretanto, quanto maior o estímulo físico em relação ao padrão tanto maior deve ser a estimativa numérica.
Não existe neste escalonamento de magnitudes um limite para a amplitude de números que o observador poderá usar para estabelecer sua estimativa para cada estímulo físico, de modo que essas estimativas avaliem os comprimentos de linhas, conforme os observadores as vêem. A exemplo disso, se o observador considera que uma determinada linha é três vezes maior do que a estabelecida como padrão, ele deve dar-lhe uma estimativa numérica três vezes maior do que aquela atribuída ao comprimento de linha padrão.
Uma característica peculiar do escalonamento de magnitudes consiste no fato de que os julgamentos são estabelecidos em relação a um estímulo tomado como padrão, devendo o mesmo ser de intensidade baixa ou moderada, de preferência no meio da série de estímulos físicos. Isto justifica-se porque a posição do estímulo padrão na série de estímulos é uma das variáveis de procedimento que pode afetar, para algumas modalidades sensoriais e/ou perceptuais, o valor do expoente da função potência (BAIRD, 1970; DA SILVA; MACEDO, 1983; ALLIPRANDINI; DA SILVA, 2000).
Essa tarefa de emparelhamento, embora pareça fácil de se aprender, não é familiar ao observador, todavia, antes de executa-la, deve ser feito um treino que consiste em julgar estímulos físicos em um contínuo sensorial. O ideal é que os estímulos sejam apresentados várias vezes e em ordens diferentes para eliminar ou minimizar o efeito seqüencial.
Uma maneira simples de determinar se a magnitude dos julgamentos é proporcional à magnitude dos estímulos físicos utilizados no experimento, é calcular esse relacionamento num gráfico com coordenadas logarítmicas após terem sido calculadas as médias geométricas das estimativas numéricas estabelecidas pelos observadores e a média geométrica das magnitudes dos estímulos físicos. O princípio subjacente é que distâncias
iguais numa escala logarítmica marcam razões iguais, sendo assim, se o gráfico resultante é uma linha reta em coordenadas logarítmicas, este representa uma função de potência.
Então, a magnitude do estímulo físico julgada pelo observador (estimativa numérica) cresce proporcionalmente com o aumento da magnitude do estímulo verdadeiro (comprimento de linha-físico). O expoente obtido para estimativas numéricas dos estímulos métricos num contínuo quantitativo tal como o comprimento de linhas é uma unidade, ou seja, uma função de potência com um expoente igual a 1,0 (ver DA SILVA; MACEDO, 1982). Quanto mais próximo de 1,0 for o expoente obtido para comprimento de linhas, mais se confirma que os observadores estão usando essa medida de resposta de magnitude para fazer julgamentos de razão. Testes e critérios estabelecidos deverão ser utilizados posteriormente para validar essa escala psicofisicamente, comprovando que as estimativas numéricas representam julgamentos de nível de razão. Centenas de experimentos em que são utilizadas estimativas numéricas comprovam que os observadores são capazes de fazer julgamentos proporcionais quando recebem estímulos referentes a todos os atributos dos diferentes sentidos.
Quando essas estimativas numéricas são tratadas de forma logarítmica, calculando-se a média geométrica de cada uma delas e representando-as graficamente em função da média geométrica dos valores físicos em coordenadas log-log, os pontos caem numa linha reta. Deste modo, o princípio, que é a essência da lei de potência, preconiza que razões iguais entre os estímulos produzem razões iguais entre as respostas dadas pelos sujeitos. Esta relação é usualmente descrita por uma função de potência tal como a representada pela Equação (1).
No desenvolvimento do escalonamento de magnitudes foi descoberto, a partir de experimentos bem controlados, que quando os observadores emparelhavam as estimativas numéricas com as suas impressões de vários atributos de visão, audição, tato, olfato e paladar
(modalidades sensoriais), o expoente da função de potência obtido empiricamente variava fidedignamente entre as modalidades sensorais, ou seja, crescia em taxas diferentes. Cada modalidade ou atributo sensorial e/ou perceptivo é caracterizado por um expoente, ou seja, cada modalidade ou atributo tem sua própria assinatura ou impressão digital (ver Tabela 1).
A seguir serão apresentadas as considerações sobre as escalas de razão para contínuos sociais, com o intuito de esclarecer as analogias destas com aquelas referentes aos contínuos físicos, uma vez que, no presente estudo, empregamos as escalas de razão para contínuos sociais.