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Yatırlarla, Ziyaret Yerleri ile İlgili İnanışlar

2. Araştırma Alanı ile ilgili Genel Bilgiler

1.1. Yatırlarla, Ziyaret Yerleri ile İlgili İnanışlar

O estudo da produção poética de Pier Paolo Pasolini nos possibilitou uma variada fonte de exploração, pois este multifacetado intelectual tangeu diversos meios expressivos. Sua rica e polivalente obra gera um universo instigante para quem ousa se debruçar sobre seu legado, já que Pasolini é reconhecido por repensar sobre a própria função social de artista. Partindo da poesia, alcançou muitas outras formas de arte e manifestou uma grande consciência crítica e política.

Nosso trabalho não poderia englobar toda a criação desse polígrafo, pois isto demandaria um estudo que iria além do nosso objetivo. Assim, buscamos uma leitura direcionada a algumas das obras nas quais o escritor bolonhês se inclinou à recriação poética dos subúrbios romanos do período Pós-Segunda Guerra Mundial. Defendemos a ideia de que o espaço da borgata romana e, também, a própria Cidade Eterna tiveram importância fundamental na mímesis elaborada por Pasolini em suas primeiras obras, principalmente.

É possível encontrar similaridades entre as grandes cidades modernas, a partir do processo de consolidação do sistema capitalista, já no século XIX, até o advento das grandes economias mundiais que concentraram riquezas e impuseram suas culturas em detrimento das especificidades regionais que engrandeciam o mundo anteriormente. Logo, a massificação cultural, vista como o sobressair de um modo de vida único e ditado pelas regras econômicas globais, gerou um mecanismo de desvalorização e, consequentemente, uniu os grandes centros numa única pátina de comportamentos. Este fato, agregado à força centralizadora dos meios de comunicação modernos como cinema e a televisão, permitiu o surgimento de gerações marcadas por um pensamento único e “homologado”, na acepção de Pasolini. Desta forma, mesmo com enormes similaridades entre as urbes modernas, percebemos que a obra deixada por nosso autor não poderia utilizar-se de outros espaços, pois a Itália do Pós-Guerra, particularmente Roma, apresentou características marcantes entre as cidades européias. Destacamos as dificuldades de criação de uma

147 identidade verdadeiramente italiana que, naquela época, tinha como elemento desagregador as diferenças linguísticas evidenciadas na presença dos diversos dialetos. Nosso escritor esteve inserido neste processo de mudanças físicas, econômicas e, principalmente, culturais, como uma testemunha da decadência daquilo que para ele era mais estimado, ou seja, a cultura “primitiva” que resistia no ambiente de pessoas humildes, analfabetas, simples herdeiras de uma tradição que já não existia em outros lugares.

A modernidade trouxe consigo transformações inerentes a este processo de mudança; não foi possível a nenhum país crescer sem que se perdesse alguma especificidade cultural, e Pasolini estava ciente disso. Mesmo assim criticou exaustivamente a perda desse mundo “primeiro” e, ainda sabendo que o globo passava por um transcurso inevitável, manteve suas posições, que já nos anos anteriores a sua morte, pareciam ultrapassadas. Talvez ao fim, como ele próprio afirmava, tornou-se um homem sem esperanças, ressaído ao seu tempo.

Suas estratégias narrativas possibilitaram ao leitor de seus primeiros romances uma imersão no universo de um grupo de segregados e esquecidos pela sociedade romana; as páginas de suas narrativas recorrem, constantemente, à descrição da geografia da cidade de Roma, principalmente da região central e periférica. Da mesma forma, este intelectual optou por produzir seus primeiros filmes, que no princípio tinham um caráter quase que experimental, utilizando-se dos mesmos ambientes descritos em seus livros.

Voltamos a esclarecer que para este trabalho elegemos duas obras em especial, o romance Una vita violenta e a obra cinematográfica Mamma Roma, por apresentarem como tema as borgate romanas, lugares por onde Pasolini circulou; e, na qualidade de testemunha in loco, pode retratar e recriar aquele ambiente, recolhendo informações mais precisas dessa cultura.

Para melhor contextualizar nosso trabalho, fizemos, ainda, algumas considerações acerca das teorias de Pasolini sobre as técnicas do cinema, entre outras, pois elas representam a essência de uma vida dedicada ao pensamento crítico direcionado aos diversos meios expressivos.

148 Esse percurso de leitura da obra pasoliniana permitiu-nos identificar diversas trilhas percorridas pelo artista, do Friuli ao Oriente, tendo como meta alcançar o lugar original, utópico, no qual as pessoas mantivessem intacta a sua cultura e não se deixassem “homologar” pelo neocapitalismo.

Por fim, esperamos que nosso estudo possa despertar ainda mais o interesse pela produção poética de Pier Paolo Pasolini e contribuir para o enriquecimento dos estudos literários italianos no Brasil.

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Teses e dissertações no Brasil:

Título: Paixão e perversão: emblemas de uma vida em forma de poesia.

Autor: Maria Lizete dos Santos Dissertação de Mestrado UFRJ

154 Sinopse: A crônica da vida de Pasolini: o alicerce familiar; o mito do “mundo primordial” do Friuli, do subproletariado romano, do Terceiro Mundo. A produção artística: a Poesia como emblema de paixão e perversão.

Título: Poesia: o lugar do indizível em Pier Paolo Pasolini.

Autor: Maria Lizete dos Santos Tese de doutorado

UFRJ Ano: 2001

Sinopse: O olhar e a escrita-plural de Pier Paolo Pasolini. As trilhas da literatura ao cinema. Os referentes teóricos pasolinianos. As reinvenções no pacto entre a Realidade à Poesia.

Afinidades eletivas: o diálogo de Glauber Rocha com Pier Paolo Pasolini (1970-1975)

Autor: Duvaldo Bamonte Tese de doutorado USP

Ano: 2002

Este trabalho discute principalmente a interlocução do cineasta brasileiro Glauber Rocha com os europeus, em especial o diretor italiano Pier Paolo Pasolini, buscando similaridades entre os filmes Cabeças cortadas (1970) e Porcile (1969), além de explorar a temática de viagem em Claro (1975) e Uccellacci e Uccellini (1966).

Recortes e rasuras no corpo: Sagrado e erotismo no Teorema de Pasolini

Autor: Erly Milton Vieira Junior Dissertação de mestrado UFF

Ano: 2004

O trabalho estuda as noções de sagrado, erotismo e corpo defendidas por Pasolini em contraste com o pensamento de autores como Bataille e Auge, além de outros mais. Estuda, ainda, elementos da linguagem cinematográfica propostos pela teoria do cinema de poesia para a criação de uma discussão do corpo na função de espaço transgressivo.

Pier Paolo Pasolini: O cinema como língua escrita da ação

Autor: Adao Fernandes da Silva Dissertação de mestrado

UFMG Ano: 2007

155 Esta dissertação analisa a parte teórica desenvolvida por Pier Paolo Pasolini acerca das técnicas cinematográficas, objetivando criar uma pertinência do pensamento pasoliniano com questões atuais ligadas à semiótica e à teoria do cinema.

Pier Paolo Pasolini : uma poética da realidade

Autor: Marlos Guerra Brayner Dissertação de mestrado Unb

Ano: 2008

Este trabalho faz uma leitura do livro Empirismo eretico considerando aspectos de teoria linguística e cinematográfica na obra de Pasolini. O autor faz uma análise de poemas e filmes do intelectual bolonhês estudando as suas noções de um sistema de representação semiótica e de realidade.

Protegido pelas contradições - Coletânea de crônicas jornalísticas de Pier Paolo Pasolini (1960 a 1965)

Autor: Aline Greff Buaes Dissertação de mestrado USP

Ano: 2009

A autora apresenta uma tradução comentada do italiano para o português de uma coletânea de crônicas publicadas por Pier Paolo Pasolini na coluna semanal da revista Vie Nuove entre os anos de 1960 e 1965.

De Ragazzi di vita a Accattone: Pier Paolo Pasolini da literatura ao cinema.

Autor: César Casimiro Ferreira Dissertação de Mestrado UFRJ

Ano: 2009

Neste trabalho, focalizam-se o romance Ragazzi di vita e o filme Accattone, ambos de autoria do escritor e cineasta italiano Pier Paolo Pasolini, com o escopo de se analisar as relações entre Literatura e Cinema, sob diversos ângulos. A análise se centra, em especial, na questão da transposição da narrativa literária em escrita cinematográfica (argumento, roteiro) e decupagem. Também, reflete-se sobre a forma de vida nas periferias romanas do pós- guerra.

O cinema trágico-poético de Pier Paolo Pasolini: Appunti per un’Orestiade africana; Édipo rei; Medeia.

Autor: Ulysses Maciel de Oliveira Neto Tese de doutorado

UERJ Ano: 2009

156 A tese se dedica ao estudo das obras de Pier Paolo Pasolini direcionadas aos textos clássicos ligados a questão existencial arcaica/ humana, como a continuação de Oréstia, de Esquilo, Appunti per un’Orestiade africana (1967) e Edipo re (1967). Assim, o autor defende a adequação do trágico ancestral ao “cinema de poesia” de Pasolini.

Salò e o Cinema Impopular segundo Pier Paolo Pasolini

Autor: Flávio Costa Pinto de Brito Dissertação de mestrado

PUC-Rio de janeiro Ano: 2010

Esta dissertação estuda o último filme de Pier Paolo Pasolini, Salò, o 120 giornate di Sodoma (1975), buscando uma relação entre esta produção cinematográfica e os escritos do intelectual italiano contidos nos livros Empirismo Eretico (1972), Scritti corsari (1975) e Lettere Luterane (1976), assim, relacionando influências teóricas anteriores na obra de Pasolini que culminaram na realização de sua derradeira obra para o cinema.

Pier Paolo Pasolini, l'uomo arrabbiato: um percurso para o trágico

Autor: Maria Rita Aguilar Nepomuceno de Oliveira Dissertação de mestrado

UNICAMP Ano: 2010

Esta dissertação analisa, principalmente, os aspectos trágicos no cinema de Pier Paolo Pasolini, além de tratar destes aspectos em diversas outras obras como: Accattone, Mamma Roma, Il Vangelo secondo Matteo, entre outras. Ainda estuda os mitos trágicos nas peças Orgia, Affabulazione e Pilades. Já nas obras La Rabbia e Appunti per un'Orestiade africana analisa a teoria acerca dos documentários e também estuda as tragédias gregas recriadas por Pasolini como Edipo Re e Medea, além da “tragédia moderna” em Teorema.

Michel Foucault, leitor de Pasolini: a propósito da ontologia do presente

Autor: Francisco Victor Tese de doutorado

Programa Integrado de Doutorado em Filosofia/ UFPB-UFPE-UFRN Ano: 2012

Esta tese aproxima o pensamento de Michel Foucault e Pier Paolo Pasolini numa discussão acerca de uma ética de atitudes para uma filosofia do presente, levando em conta o que foi produzido na vida e na obra de ambos intelectuais.

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Murilo Mendes, Pier Paolo Pasolini e as religiões de seus tempos.

Autor: Vinícius Nicastro Honesko Tese de doutorado

UFSC Ano: 2012

Esta tese faz um estudo comparativo entre as poéticas de Pier Paolo Pasolini e Murilo Mendes, considerando o processo de esvaziamento da linguagem e modos de vida no mundo moderno. O autor da tese defende que os dois poetas viveram as “religiões de seus tempos” e fizeram uma leitura particular do mundo no qual estavam inseridos, quando esse lhes foi apresentado com aspectos do impossível.

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ANEXOS:

Obras de Pier Paolo Pasolini Narrativa:

1. Ragazzi di vita, 1955 2. Una vita violenta, 1959 3. Atti impuri, Amado mio, 1982 4. Il sogno di una cosa, 1962 5. Alì dagli occhi azzurri, 1965 6. Teorema, 1968

7. La divina Mimesis, 1975

8. Un paese di temporali e di primule, 1993 9. Romàns, 1994

10. Storie della città di Dio. Racconti e cronache romane 1950-1966 11. Petrolio, 1992 Poesia: 1. Poesia a Casarsa, 1942 2. Poesie, 1945 3. I diarii, 1945 4. I pianti, 1946

5. Dov’è la mia patria, 1949 6. Tal còur di un frut, 1953 7. La meglio gioventù, 1954 8. Il canto popolare, 1954 9. Dal diario, 1954

10. Le ceneri di Gramsci, 1957

11. L’usignolo della chiesa cattolica, 1958 12. Roma 1950, 1960

13. Sonetto primaverile, 1960

14. La religione del mio tempo, 1961 15. Poesia in forma di rosa, 1964 16. Poesie dimenticate, 1965 17. Trasumanar e organizzar, 1971 18. La nuova gioventù, 1975 Antologias: 1. Poesie, 1970 2. Le poesie, 1975

3. Poesie e pagine ritrovate, 1980 4. Per conoscere Pasolini, 1981 5. Sette poesie e due lettere, 1985

159 Ensaios e entrevistas:

1. La poesia dialettale del novecento, 1952

2. Canzoniere italiano. Antologia della poesia popolare. 1955 3. Passione e ideologia, 1960 4. L’odore dell’India, 1962 5. Empirismo eretico, 1972 6. Scritti corsari, 1975 7. Lettere luterane, 1976 8. Volgar’eloquio, 1976 9. Le belle bandiere, 1977 10. Il caos, 1979 11. Descrizioni di descrizioni, 1979 12. Il sogno del centauro, 1983 13. Il portico della morte, 1988

Teatro: a- Traduções: 1. L’Orestiade, de Ésquilo, 1960 2. Il Vantone, de Plauto, 1963 b- Obras: 1. Orgia, 1968 2. Caldéron, 1973 3. I Turcs tal Friùl, 1976 4. Affabulazione, Pilade, 1977

5. Porcile, Orgia, Bestia da stile, 1978 Epistolário: 1.Lettere 1940-1954, 1986 2. Lettere 1955-1975, 1988 Obra gráfica: 1. I disegni 1941-1975, 1978

160

Filmografia (ficha técnica): Direção:

1961

Accattone

Argumento, roteiro e direção: P. P. Pasolini; colaboração aos diálogos: Sergio Citti; fotografia: Tonino Delli Colli; cenografia: Flavio Mogherini; música: Carlo Rustichelli; música de J. S. Bach «Passione secondo Matteo»; montagem: Nino Baragli; ajuda na direção: Bernardo Bertolucci; assistente de direção: Leopoldo Savona; intérpretes: Franco Citti (Vittorio Cataldi vulgo Accattone), Franca Pasut (Stella), Silvana Corsini (Maddalena), Paola Guidi (Ascenza), Adriana Asti (Amore), Adriano Mazzelli (o cliente de Amore), Romolo Orazi (sogro de Accattone), Massimo Cacciafeste (cunhado de Accattone), Francesco Orazi (o Burino), Mario Guerani (o delegado), Stefano D’Arrigo (o juiz), Enrico Fioravanti (agente policial), Nino Russo (agente policial), Emanuele di Bari (Pietro), Franco Marucci (Franco), Carlo Sardoni (Carlo), Adriana Moneta (Margheritona), Polidor (agente funerário), Danilo Alleva (Iaio), Sergio Citti (o garçom), Elsa Morante (uma detenta); os amigos de Accattone: Luciano Conti (o Moicano), Luciano Gonini (Piede d'oro), Renato Capogna (o Capogna) Alfredo Leggi (Pupo Biondo), Galeazzo Riccardi (o Cipolla), Leonardo Muraglia (Mommoletto), Giuseppe Ristagno (Beppe o louco), Roberto Giovannoni (o Tedesco), Mario Cipriani (Balilla), Roberto Scaringella (Cartagine), Silvio Citti (Sabino), Giovanni Orgitano (o Scucchia), Piero Morgia (Pio); os napoletanos: Umberto Bevilacqua (Salvatore), Franco Bevilacqua (Franco), Amerigo Bevilacqua (Amerigo), Sergio Fioravanti (Gennarino), Adele Cambria (Nannina), Mario Castiglione (Mario), Dino Frondi (Dino), Tommaso Nuovo (Tommaso); produção Arco Film (Roma) / Cino Del Duca (Roma); produtor: Alfredo Bini; distribuição: Cino Del Duca; duração: l16`.

1962

Mamma Roma

Argumento, roteiro e direção: P. P. Pasolini; colaboração aos diálogos: Sergio Citti; fotografia: Tonino Delli Colli; cenografia: Flavio Mogherini; coordenação musical: Carlo Rustichelli; música: Antonio Vivaldi: “Concerto em dó maior para flauta, cordas e baixo contínuo”; “Concerto em dó maior para fagote, cordas e baixo contínuo”; “Concerto em ré menor para viola d'amore, alaúde, cordas e baixo contínuo” ; “Violino tzigano” de Cherubini e Bixio, cantado por Joselito; montagem: Nino Baragli; Ajuda na direção: Carlo di Carlo; assistente de direção: Gianfrancesco Salina; intérpretes: Anna Magnani (Mamma Roma), Ettore Garofolo (Ettore), Franco Citti (Carmine), Silvana Corsini (Biuna), Luisa Orioli (Biancofiore), Paolo Volponi (o padre), Luciano Gonini (Zaccarino), Vittorio La Paglia (o senhor Pellissier), Piero Morgia (Piero), Leandro Santarelli (Begalo, o Roscio), Emanuele di Bari (Gennarino o Trovatore), Antonio Spoletini (um bombeiro), Nino Bionci (um pintor), Roberto Venzi, Nino Venzi (um cliente), Maria Beinardini (a esposa), Santino Citti (pai da esposa), Lamberto Maggiorani (um doente); os amigos de Ettore: Franco Ceccarelli

161 (Carletto), Marcello Sorrentino (Tonino), Sandro Meschino (Pasquale), Franco Tovo (Augusto), Pasquale Ferrarese (Lino lo Spezzino); prostitutas: Elena Cameron, Maria Benati; enfermeiros: Renato Montalbano, Enzo Fioravanti; peripatéticos: Loreto Ranalli, Mario Ferraguti; cafetões: Renato Capogna, Fulvio Orgitano, Renato Troiani; coagidos: Mario Cipriani, Paolo Provenzale; doentes: Umberto Conti, Sergio Profili, Gigione Urbinati; produtor: Alfredo Bini; distribuição: Cineriz; duração: 105`.

1963

La ricotta (episódio de RoGoPaG)

Argumento e roteiro: Pier Paolo Pasolini; fotografia (preto, branco e cor): Tonino Delli Colli, cenografia: Flavio Mogherini; figurinos: Danilo Donati; música: Carlos Rustichelli; montagem: Nino Baragli; intérpretes: Orson Welles (o diretor), Mario Cipriani (Stracci), Laura Betti (a primeira atriz), Edmonda Aldini (a segunda atriz), Vittorio La Paglia (o entrevistador), Ettore Garofolo, Maria Bernardini; produção; Arco film-Cineriz-Lyre; distribuição: Cineriz

La rabbia (primeira parte)

Argumento e roteiro: Pier Paolo Pasolini; material de arquivo e de repertório; montagem; Nino Baragli; comentário: Giorgio Bassani e Renato Guttuso; produção: Gastone Ferrante pela Opus film; distribuição: Warner Bros.