GÖZALTINDA ŞİDDET
HÜKÜM GEREKÇESİ I. Hükümetin ilk itirazlar
F. Sözleşme’nin 50. maddesinin uygulanması
II. Temmu 1995’teki ve sonraki olaylar B. Esas
ativo na resolução de seus problemas e Deus mais passivo, ou seja, baseia-se na premissa que Deus dá aos indivíduos tanto liberdade como recursos para dirigirem as suas próprias vidas.
Não encontrei destaques para este parâmetro
15. Estilo delegação (deferring), o indivíduo espera passivamente que
Deus solucione seus problemas, outorgando-lhe responsabilidade. Não encontrei destaques para este parâmetro
16. Estilo colaboração (collaborative), indivíduo e Deus são ativos,
havendo parceria e co-responsabilidade na resolução dos problemas. D. Foi na Seicho No Ie que João percebeu que precisaria saber perdoar. E. Falou que nesse período em que freqüentou a Seicho No Ie foi repensando a questão do amor com o semelhante e a possibilidade de lidar com o perdão. K. Quando o questionei sobre suas experiências religiosas quando o stress da
situação o levou ao infarto, João respondeu que com o infarto e ao conhecer a enfermeira começou a perceber que, “... nossa! Então, pra mim Deus é assim, sempre esteve presente, sempre está presente, né? Então, tudo aquilo que eu percebi, que eu achava que EU (enfatizou) tinha o poder na mão, que Eu, resolvia as coisas, que Eu ... comecei a perceber que tem um..., é uma coisa muito sutil, né?” (sic).
M. João relatou uma vivência que teve com um rapaz da empresa, que estava passando por um momento muito complicado em sua vida pessoal e profissional. Durante a conversa, João utilizou os ensinamentos aprendidos na Seicho No Ie para ajudá-lo e foi bem sucedido neste processo.
O. Afirmou que já tem sua crença formada, aquela que foi pregada há 2000 anos, que “...é o amor incondicional a um Deus que eu tenho, que eu creio. (...) é essa religião. Então tudo aquilo que se eu tiver em sintonia com aquilo que é o mais sagrado, que eu sei que sem esse princípio, nada disso tem sentido, né.” (sic.)
Q. João falou sobre sua escolha e atitude no que diz respeito à crença em Deus. Disse que não poderia definir Deus. “Eu não tenho como definir isto pra você, eu não tenho como fazer isto. Mas eu tenho aqui. (coloca mão no peito) Aquele que me deu essa oportunidade porque eu pedi, Ele me revelou. Essa revelação é muito pessoal” (sic). Disse que percebe esta revelação em outras
pessoas, quando elas vão ao encontro a uma coisa que está dentro de si, e não fora. Para ele trata-se de uma atitude de entrega.
17. Estilo súplica (pleading ou petitionary), estilo este em que o indivíduo
tenta influenciar ativamente a vontade de Deus, mediante de rogos, petições por Sua divina intervenção.
G. Em um momento de grande indecisão e agonia dada a instabilidade na empresa, não sabia que caminho profissional seguir, estava dirigindo na Anchieta após um dia de trabalho, olhou para o céu e falou “Deus, puxa vida, olha, eu me rendo, eu estou perdido, não sei o que eu faço. (...) Peço uma ajuda, eu peço alguma resposta, (...).” (sic).
N. Questionou-se sobre o sentido da vida e a religião mostrou a ele que nos momentos difíceis, em que achamos que não temos mais saída, é necessário ter coragem e humildade para pedir ajuda. “Foi a hora que eu recebi, foi a hora que eu pedi, na hora que eu falei não e eu até hoje falo assim, gente, eu não posso, né, colocar em xeque uma coisa que eu creio hoje, né. Que se você tem essa fé de que realmente, uma revelação que me foi dada.” (sic).
Cinco objetivos-chave do coping religioso e espiritual são: 18. Busca de significado.
B. Ao se mudar para São Paulo, começou a freqüentar os encontros da Seicho No Ie, nos quais se sentia confortável, pois além de gostar do pensamento filosófico que era apresentado, o local físico era muito agradável.
C. Nas reuniões sempre era enfatizado que todos os homens são filhos de Deus, sendo assim são de natureza perfeita, seres puros, desde que se tenha fé e acredite-se neste ensinamento.
D. Foi na Seicho No Ie que João percebeu que precisaria saber perdoar. E. Falou que nesse período em que freqüentou a Seicho No Ie foi repensando a questão do amor com o semelhante e a possibilidade de lidar com o perdão. F. Folheando a Bíblia parou em uma passagem de Mateus 7.1, “Não julgueis
para não ser julgado” (sic) e se incomodou muito com esta passagem, pois
sabia que o tempo todo julgava.
G. Em um momento de grande indecisão e agonia dada a instabilidade na empresa, não sabia que caminho profissional seguir, estava dirigindo na Anchieta após um dia de trabalho, olhou para o céu e falou “Deus, puxa vida, olha, eu me rendo, eu estou perdido, não sei o que eu faço. (...) Peço uma ajuda, eu peço alguma resposta, (...).” (sic).
H. Seu colega (...) pediu que lesse um trecho específico da Bíblia que falava sobre gnosticismo. João conta que ficou muito abalado com a leitura e até ligou para o amigo para conversar sobre o assunto. Este respondeu “João, você não entendeu ainda?” (sic). João ficou desconcertado, mas conformado,
disse que não era necessário falar mais nada e descreveu esta experiência como “reveladora” (sic), pois ele fez um pedido e foi atendido.
I. No momento do relato do infarto que sofreu, por motivos de excesso de pressão no trabalho, muitas vezes João levantou as mãos para o alto, gesticulando como a dizer que estar no hospital no momento do infarto havia sido providência divina.
J. A enfermeira que era responsável pela corrente de orações, na UTI, falou a João que existia um motivo para ele estar lá, que provavelmente era um sinal de que ele precisava se cuidar. João relata que foi um momento de muita emoção e de grande ensinamento, pois ele não poderia amar o próximo, se não se amasse.
K. Quando o questionei sobre suas experiências religiosas quando o stress da
situação o levou ao infarto, João respondeu que com o infarto e ao conhecer a enfermeira começou a perceber que, “... nossa! Então, pra mim Deus é assim, sempre esteve presente, sempre está presente, né? Então, tudo aquilo que eu percebi, que eu achava que EU (enfatizou) tinha o poder na mão, que Eu, resolvia as coisas, que Eu ... comecei a perceber que tem um..., é uma coisa muito sutil, né?” (sic).
L. Durante o relato, João retomou algumas situações do passado, experiências com a religião que o levaram a concretizar que ela era o caminho.
M. João relatou uma vivência que teve com um rapaz da empresa, que estava passando por um momento muito complicado em sua vida pessoal e profissional. Durante a conversa, João utilizou os ensinamentos aprendidos na Seicho No Ie para ajudá-lo e foi bem sucedido neste processo.
N. Questionou-se sobre o sentido da vida e a religião mostrou a ele que nos momentos difíceis, em que achamos que não temos mais saída, é necessário ter coragem e humildade para pedir ajuda. “Foi a hora que eu recebi, foi a hora que eu pedi, na hora que eu falei não e eu até hoje falo assim, gente, eu não posso né, colocar em xeque uma coisa que eu creio hoje, né. Que se você tem essa fé de que realmente, uma revelação que me foi dada.” (sic).
O. Afirmou que já tem sua crença formada, aquela que foi pregada há 2000 anos, que “...é o amor incondicional a um Deus que eu tenho, que eu creio. (...) é essa religião. Então tudo aquilo que se eu tiver em sintonia com aquilo que é o mais sagrado, que eu sei que sem esse princípio, nada disso tem
sentido, né.”(sic).
P. Disse que todas as religiões levam para o princípio que existe um Deus no qual você crê.
Q. João falou sobre sua escolha e atitude no que diz respeito à crença em Deus. Disse que não poderia definir Deus. “Eu não tenho como definir isto pra você, eu não tenho como fazer isto. Mas eu tenho aqui. (coloca mão no peito) Aquele que me deu essa oportunidade porque eu pedi, Ele me revelou. Essa revelação é muito pessoal” (sic). Disse que percebe esta revelação em outras
pessoas, quando elas vão ao encontro a uma coisa que está dentro de si, e não fora. Para ele trata-se de uma atitude de entrega.
19. Controle.
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20. Conforto espiritual.
B. Ao se mudar para São Paulo, começou a freqüentar os encontros da Seicho No Ie, nos quais se sentia confortável, pois além de gostar do pensamento filosófico que era apresentado, o local físico era muito agradável.
C. Nas reuniões sempre era enfatizado que todos os homens são filhos de Deus, sendo assim são de natureza perfeita, seres puros, desde que se tenha fé e acredite-se neste ensinamento.
G. Em um momento de grande indecisão e agonia dada a instabilidade na empresa, não sabia que caminho profissional seguir, estava dirigindo na Anchieta após um dia de trabalho, olhou para o céu e falou “Deus, puxa vida, olha eu me rendo, eu estou perdido, não sei o que eu faço. (...) Peço uma ajuda, eu peço alguma resposta, (...).” (sic).
J. A enfermeira que era responsável pela corrente de orações, na UTI, falou a João que existia um motivo para ele estar lá, que provavelmente era um sinal de que ele precisava se cuidar. João relata que foi um momento de muita emoção e de grande ensinamento, pois ele não poderia amar o próximo, se não se amasse
L. Durante o relato, João retomou algumas situações do passado, experiências com a religião que o levaram a concretizar que ela era o caminho.
M. João relatou uma vivência que teve com um rapaz da empresa, que estava passando por um momento muito complicado em sua vida pessoal e profissional. Durante a conversa, João utilizou os ensinamentos aprendidos na Seicho No Ie para ajudá-lo e foi bem sucedido neste processo.
N. Questionou-se sobre o sentido da vida e a religião mostrou a ele que nos momentos difíceis, em que achamos que não temos mais saída, é necessário ter coragem e humildade para pedir ajuda. “Foi a hora que eu recebi, foi a hora que eu pedi, na hora que eu falei não e eu até hoje falo assim, gente eu não posso né, colocar em xeque uma coisa que eu creio hoje, né. Que se você tem
essa fé de que realmente, uma revelação que me foi dada.” (sic).
O. Afirmou que já tem sua crença formada, aquela que foi pregada há 2000 anos, que “...é o amor incondicional a um Deus que eu tenho, que eu creio. (...) é essa religião. Então tudo aquilo que se eu tiver em sintonia com aquilo que é o mais sagrado, que eu sei que sem esse princípio, nada disso tem sentido, né.” (sic.)
P. Disse que todas as religiões levam para o princípio que existe um Deus no qual você crê.
Q. João falou sobre sua escolha e atitude no que diz respeito à crença em Deus. Disse que não poderia definir Deus. “Eu não tenho como definir isto pra você, eu não tenho como fazer isto. Mas eu tenho aqui. (coloca mão no peito) Aquele que me deu essa oportunidade porque eu pedi, Ele me revelou. Essa revelação é muito pessoal” (sic). Disse que percebe esta revelação em outras
pessoas, quando elas vão ao encontro a uma coisa que está dentro de si, e não fora. Para ele trata-se de uma atitude de entrega.
21. Intimidade com Deus e com outros membros da sociedade.
C. Nas reuniões sempre era enfatizado que todos os homens são filhos de Deus, sendo assim são de natureza perfeita, seres puros, desde que se tenha fé e acredite-se neste ensinamento.
O. Afirmou que já tem sua crença formada, aquela que foi pregada há 2000 anos, que “...é o amor incondicional a um Deus que eu tenho, que eu creio. (...) é essa religião. Então tudo aquilo que se eu tiver em sintonia com aquilo que é o mais sagrado, que eu sei que sem esse princípio, nada disso tem sentido, né.” (sic).
P. Disse que todas as religiões levam para o princípio que existe um Deus no qual você crê.
22. Transformação de vida.
I. No momento do relato do infarto que sofreu, por motivos de excesso de pressão no trabalho, muitas vezes, João levantou as mãos para o alto, gesticulando como a dizer que estar no hospital no momento do infarto havia sido providência divina.
K. Quando o questionei sobre suas experiências religiosas quando o stress da
situação o levou ao infarto, João respondeu que com o infarto e ao conhecer a enfermeira começou a perceber que, “... nossa! Então, pra mim Deus é assim, sempre esteve presente, sempre está presente, né? Então, tudo aquilo que eu percebi, que eu achava que EU (enfatizou) tinha o poder na mão, que Eu, resolvia as coisas, que Eu ... comecei a perceber que tem um..., é uma coisa muito sutil, né?” (sic).
L. Durante o relato, João retomou algumas situações do passado, experiências com a religião que o levaram a concretizar que ela era o caminho.
N. Questionou-se sobre o sentido da vida e a religião mostrou a ele que nos momentos difíceis, em que achamos que não temos mais saída, é necessário ter coragem e humildade para pedir ajuda. “Foi a hora que eu recebi, foi a hora que eu pedi, na hora que eu falei não e eu até hoje falo assim, gente, eu não posso né, colocar em xeque uma coisa que eu creio hoje, né. Que se você tem essa fé de que realmente, uma revelação que me foi dada.” (sic).
O. Afirmou que já tem sua crença formada, aquela que foi pregada há 2000 anos, que “...é o amor incondicional a um Deus que eu tenho, que eu creio. (...) é essa religião. Então tudo aquilo que se eu tiver em sintonia com aquilo que é o mais sagrado, que eu sei que sem esse princípio, nada disso tem sentido, né.”(sic).
P. Disse que todas as religiões levam para o princípio que existe um Deus no qual você crê.
Q. João falou sobre sua escolha e atitude no que diz respeito à crença em Deus. Disse que não poderia definir Deus. “Eu não tenho como definir isto pra você, eu não tenho como fazer isto. Mas eu tenho aqui. (coloca mão no peito) Aquele que me deu essa oportunidade porque eu pedi, Ele me revelou. Essa revelação é muito pessoal” (sic). Disse que percebe esta revelação em outras
pessoas, quando elas vão ao encontro a uma coisa que está dentro de si, e não fora. Para ele trata-se de uma atitude de entrega.