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TÜRKİYE’DE TERÖR

A. Liderlik 1) Siyasi lider,

6) Yargılama gideri olarak da bütün harç ve vergilerden muaf olarak 120

2.2.3.4. PKK’nın Siyasallaşma Çabaları

O primeiro resultado deste trabalho foi a obtenção de uma versão do Force Concept Inventory (FCI) traduzida e validada que poderá ser utilizada no contexto do Ensino Médio. Sua utilização na coleta de dados se mostrou adequada, uma vez que foram comprovadas a sua confiabilidade e validade. Portanto, pode-se garantir a reprodutibilidade dos resultados e assegurar que a versão traduzida mediu o que se propôs a medir.

Constatou-se, a partir das análises estatísticas clássicas, que à medida que se avança em cada uma das séries a média obtida pelos estudantes no FCI aumenta e que, em cada série, o escore médio obtido pelos estudantes do sexo masculino é maior do que aquele obtido pelos estudantes do sexo feminino. O primeiro resultado mostra que o conhecimento apresentado inicialmente pelos estudantes evolui a partir de experiências de ensino. Com relação ao segundo resultado, geralmente estudos que levam em conta as diferenças de gênero mostram que estudantes do sexo masculino apresentam melhor desempenho em áreas como a Matemática ou a Física.

A utilização da Análise de Concentração trouxe outros resultados além daqueles obtidos através da análise estatística clássica. Diferentemente do cálculo do escore médio obtido em cada questão, o par ordenado escore-fator de concentração permitiu investigar, em cada questão, as alternativas de resposta nas quais havia concentração ou não das escolhas feitas pelos estudantes. A partir disso, foi possível determinar o número de modelos compartilhados pelos grupos e se eles eram modelos intuitivos, científicos ou a mistura deles.

De modo geral, foi percebido que pouco mais da metade das questões respondidas pelos estudantes do primeiro ano apresentaram baixo escore e baixa concentração. Tal resultado mostrou que foi comum que estudantes dessa série tivessem vários modelos em sua maioria intuitivos e nenhum deles dominante. No segundo ano, percebeu-se que em algumas questões os estudantes passaram a compartilhar de dois modelos mais populares, entre eles o modelo científico. No entanto, a maior diferença entre as séries foi notada quando se comparou os dados do primeiro ano com os dados do terceiro ano. Nessa série, para algumas questões, os estudantes compartilhavam de um modelo intuitivo e do modelo científico e, para outras, apresentavam como modelo dominante o modelo científico. Os resultados obtidos a partir da análise de concentração não apenas confirmaram a utilização de modelos intuitivos pelos estudantes das três séries como também revelou quais modelos são comumente compartilhados pelos estudantes.

Por fim, a análise de concentração permitiu avaliar a correspondência entre os modelos compartilhados pelos estudantes e as alternativas de respostas do teste. Não foi possível inferir se as questões categorizadas com baixo escore e baixa concentração (BB) indicam pouca correspondência entre os modelos compartilhados pelos estudantes e as alternativas de respostas ou se significam que aqueles estudantes não apresentavam, naquele momento, um modelo formado a respeito da situação apresentada pela questão. As análises preliminares, referentes à aplicação das questões a noventa estudantes que justificaram a escolha por cada alternativa de resposta, mostraram que o conhecimento deles é fragmentado e, na maioria das vezes, inconsistente. A partir disso, acredita-se que questões com baixo escore e baixa concentração podem indicar a falta de um modelo dominante para esses estudantes.

As matrizes densidade geradas para as três séries mostraram que os grupos apresentam estado de modelo misto, utilizando vários modelos (científicos, intuitivos e alternativos) para resolverem as questões. Foi notada a diminuição na utilização de modelos intuitivos e alternativos da primeira para a terceira série, embora, no segundo ano muitas vezes os estudantes não tenham apresentado evolução com relação ao primeiro ano. Em alguns casos, percebeu-se maior inconsistência na utilização de modelos pelos estudantes dessa série. Supostamente, a experiência de ensino vivenciada no primeiro ano desestrutura o conhecimento inicial dos estudantes enquanto que a experiência vivenciada no segundo ano deverá contribuir para sua reestruturação. Diante disso, as diferenças são melhor percebidas quando comparamos os resultados dos primeiros anos com os dos terceiros anos.

A partir do vetor estado de modelo foi possível determinar o estado de modelo mais frequente da maioria dos estudantes de cada uma das séries. Embora um estudante típico de cada uma delas utilizou os três modelos, o estudante do terceiro ano utilizou com maior freqüência os modelos científicos e com menor freqüência os modelos intuitivos ou alternativos. Em alguns casos o vetor estado de modelo de um estudante do segundo ano foi semelhante ao do primeiro ano quanto à utilização de modelos intuitivos. Esse resultado pode ser mais um indicativo de que do primeiro para o segundo ano há um aumento na inconsistência de utilização dos modelos pelos estudantes. Quando chegam ao terceiro ano, a inconsistência diminui e os estudantes passam a utilizar mais frequentemente os modelos científicos.

Enfim, a análise dos resultados a partir das matrizes densidade, permitiu a comparação do estado de modelo e da utilização destes entre diferentes séries e entre estudantes do mesmo grupo. O vetor estado de modelo mais frequente dos estudantes possibilitou identificar a probabilidade de utilização de cada modelo por

um estudante típico de cada série e comparar como o estado de modelo de estudantes de cada série se diferenciava.

Vale destacar a importância de se ter analisado os dados referentes tanto à aplicação do FCI em 2008 quanto em 2009. Todas as análises realizadas com esses dados tiveram resultados semelhantes. Isso é um indicativo de que a estruturação e a forma de utilização do conhecimento pelos estudantes nesta etapa de escolarização são semelhantes. Portanto, a reprodução dos resultados indica que as conclusões da análise dos dados não é um efeito de um grupo em particular mas sim um efeito mais geral dos alunos, que apresentam as mesmas características dos alunos pesquisados.